EU MEU MARIDO E MEU FILHO MUDAMOS PRA FAZENDA PT5

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 2210 palavras
Data: 08/04/2026 12:06:09
Assuntos: Grupal

Não consegui almoçar direito. Sentei-me à mesa com Lucas, que comia tranquilamente sem imaginar o turbilhão que se passava dentro de mim. Ele falava sobre o dia no campo, sobre um bezerro que tinha nascido, sobre como Adriano era bom com os cavalos. Eu respondia com monossílabos, o garfo tremendo na mão. Cada vez que ele mencionava o nome “Adriano”, meu estômago se contraía e minha buceta dava uma leve pulsada, lembrando da cena no galpão e da flor vermelha na varanda.

Às treze horas em ponto, eu já não aguentava mais.

“Vou até a casa da Aline”, pensei. “Vou estragar tudo. Vou ficar lá, conversando, fazendo presença. Eles não vão ter coragem de fazer nada comigo por perto.”

Coloquei um vestido leve azul-claro, daqueles que marcavam discretamente meus seios médios e a curva generosa da minha bunda. Meu cabelo loiro longo solto nas costas. Saí de casa com o coração na garganta, andando pela trilha sob o sol forte do meio-dia.

Quando cheguei na casa dos caseiros, Aline estava na varanda, como se me esperasse. Ela sorriu daquele jeito doce e perigoso.

— Que surpresa boa, Cristiane! Entra, vem tomar um café.

Entrei. A casa era simples, mas arrumada. Conversamos sobre coisas banais — o calor, as plantas do cerrado, a reforma que João estava fazendo na sede. Lucas e Adriano estavam sentados na sala, participando da conversa de forma natural. Nada suspeito. Nada que entregasse o que eu tinha visto de manhã no galpão.

Por um momento, eu quase acreditei que tinha conseguido estragar o plano.

Mas então, pouco depois de uma e meia, Lucas se levantou e disse com naturalidade:

— Tia Aline, tem como a senhora vir comigo até a vendinha lá na estrada? Vou precisar da sua ajuda. É a cavalo, porque o caminho é ruim de carro.

Aline não hesitou. Levantou-se imediatamente.

— Claro, meu filho. Só vou me trocar rapidinho.

Ela entrou no quarto e voltou minutos depois vestindo uma calça jeans justa que marcava suas coxas e bunda, e uma blusa simples. Pronta para montar. Adriano não estava mais na sala — tinha saído para os fundos da casa dizendo que ia verificar algo no curral.

Lucas e Aline saíram juntos. Eu ouvi o barulho dos cavalos se afastando pela trilha.

Fiquei sozinha na casa dos caseiros.

O silêncio era opressor. Meu coração batia forte. Eu sabia que não deveria ficar ali. Sabia que era perigoso. Mas meus pés não se moviam.

Foi quando ouvi passos atrás de mim.

Virei-me devagar.

Adriano estava parado na porta dos fundos, olhando para mim. A camisa clara aberta no peito, o corpo suado do trabalho da manhã. Ele fechou a porta atrás de si com calma.

— Você veio — disse ele, a voz baixa, educada, mas carregada de desejo. — Eu sabia que você viria.

Dei um passo para trás, encostando na mesa da sala.

— Adriano… eu só vim conversar com a Aline. Não… não era pra isso.

Ele se aproximou devagar, como um predador que sabe que a presa está encurralada. Parou a menos de um metro de mim. Seus olhos escuros desceram pelo meu corpo, parando nos meus seios, na curva da minha cintura, na bunda grande.

— Seus cabelos loiros soltos… esse vestido colando no seu corpo… você não faz ideia do que provoca em mim, Cristiane. Desde o primeiro dia que te vi, eu penso em você.

Meu corpo traiu. Senti os mamilos endurecerem contra o tecido. A buceta latejou.

— Para com isso — pedi, a voz fraca. — João pode voltar a qualquer momento. Lucas pode voltar…

Ele deu mais um passo. Agora estava perto o suficiente para eu sentir o calor do seu corpo.

— Eles foram até a vendinha. Vão demorar pelo menos uma hora. Temos tempo.

Antes que eu pudesse responder, ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou.

O beijo foi profundo, faminto, apaixonado. A língua dele invadiu minha boca com desejo reprimido, explorando, dominando. Eu tentei resistir, empurrar o peito dele, mas minhas mãos fraquejaram. O beijo durou longos segundos. Quando ele se afastou, eu estava ofegante, os lábios inchados.

— Adriano… não podemos… — sussurrei.

Ele não respondeu com palavras. Desceu as mãos pelas minhas costas, apertou minha bunda grande com força, puxando meu corpo contra o dele. Senti o volume duro e enorme do pau dele pressionando minha barriga.

— Você sente isso? — murmurou contra minha boca. — É por sua causa. Eu acordo duro pensando em você.

Ele baixou a cabeça e chupou meu mamilo por cima do vestido. O tecido ficou molhado imediatamente. Eu soltei um gemido abafado, as mãos segurando os ombros largos dele. O prazer lutava contra o medo dentro de mim.

— Alguém pode chegar… — murmurei, a voz tremendo.

— Ninguém vai chegar agora.

Ele puxou o vestido para baixo, expondo meus seios. Chupou um mamilo com fome, depois o outro, mordendo de leve. Minhas pernas fraquejaram. Eu estava encharcada.

Com as mãos trêmulas, eu desci o zíper da calça dele. O pau enorme saltou para fora, grosso, venoso, a cabeça brilhando. Eu olhei para ele, hipnotizada.

Caí de joelhos ali mesmo, no chão da sala.

Segurei o pau com as duas mãos — era tão grosso que meus dedos mal se fechavam. Lambi a cabeça devagar, saboreando o gosto salgado. Depois abri a boca e engoli o máximo que consegui.

Adriano gemeu alto, segurando meus cabelos loiros.

— Porra… que boca gostosa… chupa mais fundo, Cristiane…

Eu chupava com desejo reprimido, subindo e descendo a cabeça, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios expostos. Ele fodia minha boca devagar, controlando o ritmo, gemendo meu nome.

— Você é tão safada… tão gostosa… eu sonhei com isso…

Eu gemia em volta do pau dele, uma mão entre minhas pernas, tocando minha buceta por cima da calcinha encharcada. O medo de Lucas e Aline voltarem só aumentava o tesão.

Depois de alguns minutos intensos, ele puxou meu cabelo com delicadeza, tirando o pau da minha boca. Estava brilhando de saliva.

— Vira de costas — pediu ele, a voz rouca. — Eu quero te foder agora. Quero sentir essa buceta apertada.

Eu me levantei rápido, assustada. Limpei a boca com as costas da mão, o coração disparado.

— Não… isso foi um erro. Não podemos mais.

Ele ficou parado, o pau ainda duro e latejando, olhando para mim com surpresa e frustração.

— Por quê? — perguntou baixinho. — Você quer tanto quanto eu.

Eu tremia. As lágrimas ameaçavam cair.

— João é um homem perigoso, Adriano. Se ele descobrir que eu desejei você… que eu fiz isso com você… ele pode me matar. Pode me dar um tiro, enterrar meu corpo em qualquer lugar desse cerrado e inventar que eu fugi com outro homem. Ninguém nunca vai saber o que aconteceu comigo. Estamos no meio do nada. Ele pode fazer o que quiser.

Minha voz falhou. Eu estava chorando agora, baixinho.

Adriano ficou em silêncio por um longo tempo, o pau ainda duro, mas o olhar mudando de desejo para algo mais sério.

Eu me afastei um passo, arrumando o vestido com as mãos trêmulas.

— Por favor… vai embora. Eu preciso pensar no que eu fiz.

Ele guardou o pau devagar, fechou a calça e me olhou com uma mistura de frustração e compreensão.

— Tudo bem, Cristiane. Eu vou embora. Mas saiba de uma coisa… eu não vou parar de te desejar.

Ele saiu pela porta dos fundos, deixando-me sozinha na sala da casa dos caseiros.

Fiquei ali, encostada na mesa, as pernas fracas, a buceta ainda latejando, a boca com gosto dele.

E o medo… o medo era maior que tudo.

Porque eu tinha acabado de cruzar uma linha que não podia mais voltar.

E João estava em algum lugar por aí, com uma arma na cintura e segredos sombrios.

Voltei para casa com as pernas fracas, o vestido grudado no corpo suado e a boca ainda com o gosto dele. O sol queimava minhas costas enquanto eu caminhava pela trilha, mas o calor que eu sentia não vinha do cerrado. Vinha de dentro. Meu corpo inteiro latejava. A buceta molhada roçava na calcinha a cada passo, os mamilos duros roçando o tecido fino do vestido.

Entrei em casa quase correndo. Fechei a porta atrás de mim e subi as escadas direto para o quarto. Não aguentei. Não consegui nem pensar em resistir.

Tranquei a porta, joguei o vestido para cima, deitei na cama de costas e abri as pernas. Dois dedos deslizaram fácil para dentro da minha buceta encharcada. Eu estava pingando.

— Adriano… — gemi baixinho, quase sem voz, enquanto enfiava os dedos mais fundo.

Comecei a me foder com eles, rápido, desesperada. A outra mão apertava um seio, beliscava o mamilo. As imagens não paravam: o pau enorme dele na minha boca, o jeito como ele segurou meus cabelos, o gemido rouco quando gozou. Eu imaginava ele me virando, me abrindo, me enchendo.

— Adriano… por favor… — sussurrei, os dedos entrando e saindo cada vez mais rápido.

Gozei pela primeira vez em menos de um minuto, o corpo arqueando na cama, as coxas tremendo. Mas não parei. Continuei, mais forte, gemendo o nome dele baixinho, com medo de que alguém ouvisse mesmo estando sozinha.

Gozei de novo. E de novo. Três vezes seguidas, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos. Cada orgasmo era misturado com culpa, com medo, com um prazer doentio que me deixava envergonhada de mim mesma.

Quando finalmente parei, eu estava suada, ofegante, o vestido embolado na cintura, a buceta latejando e pingando nos lençóis. Fiquei deitada ali, olhando o teto, o peito subindo e descendo.

“Meu Deus… o que eu estou virando?”

À noite, João chegou.

Ele entrou em casa suado, cansado, mas com um olhar diferente. Jantamos na cozinha, em silêncio. Eu mal conseguia olhar para ele. Servi o prato, sentei à frente dele. Ele comeu devagar, sem pressa, mas eu sentia que ele me observava.

— Você tá quieta hoje — disse ele de repente, a voz grave.

— Só cansada — menti, forçando um sorriso.

Ele não respondeu. Terminou de comer, levantou e subiu para o quarto sem dizer mais nada.

Eu arrumei a cozinha devagar, o coração acelerado. Quando subi, ele já estava deitado. Eu troquei de roupa no banheiro, vesti uma camisola fina e deitei ao lado dele, virada para o outro lado.

Foi quando senti a mão dele.

Depois de tantos meses sem me tocar, a mão grande dele deslizou pela minha coxa, subiu por baixo da camisola e apertou minha bunda com força. Eu me assustei.

— João…

Ele não respondeu. Virou meu corpo para ele com um movimento firme, quase brusco. Seus olhos estavam escuros, famintos. Ele puxou a camisola para cima, expondo meus seios, e apertou um deles com força, o polegar roçando o mamilo.

— Faz tempo — murmurou ele, a voz rouca.

Ele não pediu. Não beijou. Simplesmente abriu minhas pernas e se colocou entre elas. Senti a cabeça do pau dele roçando minha entrada. Ele estava duro. Dezoito centímetros. Grande. Mas não era o mesmo. Não era o pau que eu tinha chupado de manhã.

Ele empurrou para dentro de uma vez, sem carinho. Eu soltei um gemido abafado, meio de dor, meio de alívio. Fazia tanto tempo…

João começou a me foder com estocadas firmes, profundas, quase violentas. Ele segurava meus quadris com força, os dedos cravando na minha pele. Nunca tinha sido assim. Nunca tinha sido tão bruto.

— Porra… como você tá molhada — grunhiu ele, metendo mais forte.

Eu fechei os olhos.

E lá veio o flash.

Não era o João. Era o Adriano. Era o pau enorme, grosso, jovem, me abrindo toda. Era a mão dele apertando minha bunda, era a voz dele gemendo meu nome. Eu imaginava ele me fodendo , me chamando de safada, me enchendo até o fundo.

João acelerou, o corpo batendo contra o meu, a cama rangendo. Ele segurou meus cabelos com força, puxando minha cabeça para trás.

— Olha pra mim — ordenou ele, a voz rouca.

Eu abri os olhos, mas na minha cabeça era Adriano quem me olhava.

— Mais forte… — sussurrei sem pensar.

João grunhiu, satisfeito, e me fodeu ainda mais violento, quase com raiva. Cada estocada era profunda, quase dolorosa. Eu gemia alto, o corpo tremendo.

O prazer e o medo se misturavam de um jeito insano. Eu estava sendo comida pelo meu marido… mas imaginava o filho dele me fodendo. O medo de João descobrir tudo só aumentava o tesão. Se ele soubesse que eu estava pensando no Adriano enquanto ele me comia…

— Goza pra mim — ordenou ele, metendo mais fundo.

Eu gozei forte, o corpo convulsionando, a buceta apertando o pau dele. Gemi alto, mas na minha mente era o nome de Adriano que eu queria gritar.

João gozou logo depois, grunhindo, enchendo-me com porra quente. Ele ficou dentro de mim por alguns segundos, ofegante, depois saiu e virou de lado, como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei ali, deitada de costas, a buceta latejando, a porra dele escorrendo entre minhas pernas.

O prazer ainda pulsava no meu corpo.

Mas o medo… o medo era maior.

Porque, pela primeira vez, eu tinha traído meu marido na minha própria cabeça.

E João, dormindo ao meu lado, nem imaginava o quanto eu estava perto de perder tudo.

"Pessoal, não está dando tempo de fazer a correção total. Qualquer erro, me desculpem. Podem comentar aí pra gente ir arrumando juntos."

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