Amor em dinheiro parte 2

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1061 palavras
Data: 01/04/2026 00:37:59

Meu nome é Thiago. E eu sou um merda.

Depois daquela noite em que fodi a Camila como nunca, enchendo a bucetinha dela de porra enquanto imaginava o Enzo batendo punheta nas fotos que eu vendi… eu não dormi. Fiquei olhando pro teto, pau meio duro ainda, coração apertado de culpa misturada com um tesão doentio. Eu vendi a intimidade da minha mulher. Por dinheiro. Sou um corno de merda. Mas o Pix de dois mil reais tinha caído. As contas estavam pagas. A entrada da moto estava garantida. E o Enzo… ele queria mais.

Quinze dias depois ele me chamou na sala dele de novo. Eu entrei tremendo.

— Thiago, as fotos foram boas… mas eu quero mais. Dez novas. E um vídeo dela se masturbando. Dois mil pelo vídeo. Agora.

Eu engoli seco. Meu pau deu um pulo só de imaginar. Mas a voz na minha cabeça gritava: Para, Thiago. Você tá destruindo seu casamento.

Cheguei em casa e fui direto pra Camila. Ela estava na cozinha, de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, mamilos marcando o tecido. Eu abracei ela por trás, pau já duro encostando na bunda dela.

— Amor… tira umas fotos pra mim hoje? Só de lingerie… tô louco de tesão por você.

Ela virou, franzindo a testa, desconfiada:

— De novo, Thiago? Você tá estranho pra caralho ultimamente. Primeiro aquela foda bruta do nada, agora isso… o que tá acontecendo?

Eu menti na cara dura, beijando o pescoço dela:

— Nada não, amor. Só tô com saudade da sua bucetinha. Tira pra mim… por favor.

Ela hesitou, mas o desejo dela também tava ali. Tirou a regata devagar, peitos grandes balançando livres, mamilos rosados duros. Ficou só de calcinha fio-dental preta. Eu tirei foto atrás de foto: ela de quatro no sofá, bunda empinada, calcinha enfiada no meio da bunda carnuda; ela sentada de pernas abertas, mão por cima da calcinha esfregando devagar; ela tirando a calcinha devagar, mostrando a bucetinha depiladinha, lábios inchados brilhando um pouco de tesão.

Enviei tudo pro Enzo. O Pix caiu na hora: dois mil.

Mas ele queria o vídeo.

Naquela mesma noite, depois do jantar, eu pedi de novo. Camila já tava desconfiada, mas eu insisti, dizendo que era pra “esquentar nosso casamento”. Ela deitou na cama, abriu as pernas devagar, mão descendo até a bucetinha.

— Assim, Thiago? Você quer ver sua mulher se tocando como uma vadia?

A voz dela tava rouca, mistura de vergonha e excitação. Eu gravei tudo. Dois dedos circulando o clitóris inchado, buceta ficando molhada pra caralho, lubrificação escorrendo. Ela metia os dedos fundo, gemendo baixo:

— Ai… tá gostoso… imagina que tem outro homem olhando… querendo me foder…

Eu quase gozei ali só de ouvir. Enviei o vídeo. Enzo pagou na hora.

Mas o pior veio depois.

Enzo me chamou de novo. Propôs a viagem: “Convence ela a ir como secretária pra Chapecó. Eu pago quatro mil. Se rolar algo… mais dinheiro. Mas ela nunca vai saber que você vendeu ela.”

Eu aceitei. Voltei pra casa e menti pra Camila:

— Amor, o chefe precisa de uma secretária pra viagem de trabalho. Paga bem, duas diárias de 250 reais. A gente precisa.

Ela topou. Mas no dia da viagem, quando ela voltou do aeroporto, eu vi no celular dela uma mensagem do Enzo: “As fotos que seu marido vendeu pra mim ficaram ótimas. Obrigado pela bucetinha.”

Camila leu. E explodiu.

Eu tava na sala quando ela chegou. Ela jogou o celular na minha cara, olhos cheios de lágrimas, raiva e algo mais… algo quente, proibido.

— Seu filho da puta! Você VENDEU as fotos da MINHA buceta pro seu chefe?! Pelada?! De quatro?! O vídeo de eu me masturbando?! Thiago… como você pôde?!

Ela tava tremendo inteira. Eu vi o conflito explodindo dentro dela: vergonha queimando as bochechas, culpa por ter mandado as fotos “pra mim”, raiva pura de mim… mas também os olhos brilhando de um tesão doentio, de uma curiosidade que ela nunca admitiu.

— Eu… eu precisava do dinheiro, amor… a gente tava afundado…

Ela deu um tapa na minha cara, forte. Depois começou a chorar, mas a voz saiu rouca, quase gemendo:

— Você me vendeu como uma puta, Thiago! Meu corpo… meus peitos… minha bucetinha apertada… tudo pro seu chefe rico bater punheta! E o pior… eu fiquei molhada lendo isso. Molhada pra caralho! Eu tô com nojo de você… mas tô imaginando ele olhando pras fotos, pau duro, querendo me foder… e isso tá me deixando louca!

Ela caiu no sofá, pernas tremendo. Puxou o shortinho pra baixo, sem vergonha, e enfiou dois dedos na bucetinha encharcada na minha frente:

— Olha o que você fez comigo, seu corno de merda! Tô pingando só de pensar que ele viu tudo isso… que ele quer me arrombar enquanto você paga as contas com o dinheiro da minha buceta!

Eu fiquei paralisado, pau explodindo na calça. Camila continuou, dedos metendo fundo, barulho molhado ecoando:

— Eu te odeio… mas eu quero ir nessa viagem. Quero ver até onde ele paga… quero sentir um pau diferente me rasgando enquanto penso em você sabendo que me vendeu. Eu sou uma vadia agora? É isso que você quer?!

Ela gozou ali, forte, esguichando um pouco no sofá, gemendo alto o nome “Enzo” misturado com “seu corno”. Depois olhou pra mim, olhos vidrados de ódio, culpa, desejo e lágrimas:

— Eu vou nessa viagem. E quando eu voltar… ou eu te perdoo… ou eu te largo. Mas agora… me fode. Fode sua mulher que foi vendida. Mete forte, como se você estivesse me entregando pra ele.

Eu meti nela como um animal. Buceta encharcada, pulsando, ela arranhando minhas costas:

— Mais forte, Thiago! Imagina ele me comendo… imagina ele pagando pra me ter… ai, caralho, eu tô gozando de novo só de pensar!

Nós fodemos por quase uma hora. Ela gozou três vezes, eu enchi ela de porra duas vezes, suados, molhados, o quarto cheirando a sexo e traição.

Quando terminamos, ela aninhou no meu peito, ainda tremendo, voz baixa e quebrada:

— Eu te amo… mas você me quebrou. Agora eu quero ver até onde vai esse preço. E isso me assusta… porque uma parte de mim… quer que ele pague caro. Muito caro.

Eu fiquei em silêncio. Culpa me comendo vivo. Mas meu pau já latejava de novo.

O preço… tinha subido. E a Camila… ela tinha acabado de descobrir o próprio preço.

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