Procuro Ana por toda parte, mais preocupado a cada novo lugar que não a encontro. O desespero começa a crescer, pensando que terei que passar mais um dia nessa tortura.
Quando entro na academia, meu coração dispara ao vê-la.
“Ei, Ana”, digo, a voz tentando parecer segura, mas saindo baixa. “A gente pode conversar?”
Ela está sentada sobre uma bola de estabilidade, halteres nas mãos, o corpo firme e equilibrado. Usa um conjunto de top e short roxos, justo o bastante para marcar cada linha do corpo. A pele levemente suada, o abdômen contraído, as coxas firmes. Toda a frustração presa entre minhas pernas pulsa ainda mais forte. Tento não encarar, mas é impossível ignorar.
Ela pausa o exercício. Me encara confusa por um segundo — até me reconhecer. A expressão muda na mesma hora. Os olhos se estreitam, e ela solta uma bufada.
“Ah. Você.” A voz dela é fria. “O que você quer?”
Engulo seco. “Olha… eu preciso falar com você sobre o que aconteceu aquele dia na academia. E na piscina também.” Tento manter o tom neutro. “Desculpa se te deixei desconfortável, tá? Eu não queria te deixar incomodada.”
Ela arqueia uma sobrancelha. “Incomodada?” ri de leve, sem humor. “Você foi extremamente desrespeitoso.”
Reviro os olhos sem paciência, é incrível como mulheres são exageradas. Mas respiro, lembrando da chantagem de Vanessa. “Eu só… achei que você não ia se importar. Você usa essas roupas curtas, eu pensei que—”
Ana solta os halteres no chão e se levanta da bola, o olhar agora afiado. “Você está mesmo tentando colocar a culpa em mim? Usando minhas roupas como justificativa pro seu comportamento escroto?”
Sinto a paciência se esgotar, é inacreditável que ela queira dar outro showzinho. “Não tô te culpando. Só tô dizendo que… quando você se veste assim, parece que quer chamar atenção. Só isso.”
Ana balança a cabeça, já se virando para voltar à seus exercícios. “Vai embora. Não tenho tempo nem paciência pra você.”
Respiro fundo e me viro para sair. Bem, eu me desculpei como aquela vagabunda pediu... espero que ela cumpra sua parte do acordo, penso enquanto volto pro meu chalé.
Caminho pelas passagens floridas, o corpo ainda cansado pelo exercício matinal, a cabeça à mil e a gaiola me apertando sem piedade. Mais uma noite sem dormir direito me espera.
No dia seguinte, chego novamente à porta da sala de Vanessa, determinado a exigir minha chave. Mesmo chegando cedo, ela já estava lá, me aguardando.
"Bom dia, senhor Marcelo. Entre, por favor", diz Vanessa, com uma voz cordial assim que me ouve ao pé da porta de sua sala.
Vanessa veste um blazer preto acinturado sobre uma saia lápis azul-marinho bem justa, que delineia suas curvas com precisão. Suas pernas são realçadas pela transparência sutil de uma meia-calça preta. Entre as lapelas do blazer, um vislumbre do tecido rendado do sutiã surge sobre seu já costumeiro decote generoso — junto, é claro, uma porção tentadora de seus seios fartos e perfeitamente arredondados.
"Conseguiu falar com a senhorita Ana?", Questiona ela enquanto me aproximo.
"Consegui, sim…", respondo com naturalidade. "Agora, sobre minha chave...?"
Vanessa observa-me com um olhar penetrante. "Se acertou com ela?"
"Sim, sim…", digo, sem paciência.
Vanessa sorri, seu olhar perspicaz permanecendo fixo em mim. "Muito bem", diz ela, apontando para o sofá largo ao canto da sala. "Sente-se para eu poder destrancá-lo."
Congelo por um instante. “Não… eu mesmo posso fazer isso.”
Vanessa balança a cabeça lentamente, sua expressão séria. "Não, senhor Marcelo. Até que o programa termine, você não terá acesso ao seu pênis. Se deseja algum alívio, será pelas minhas mãos."
Fico em silêncio, tentando entender se ouvi direito. O ar parece ficar mais pesado entre nós. Vanessa mantém seu olhar fixo em mim.
"V-Você quer... me masturbar?"
Vanessa apenas sorri, um sorriso calmo e irônico. "Não tenho interesse algum nesse pintinho atrofiado que você tem entre as pernas, senhor Marcelo. Mas sou eu quem está designada para essa tarefa."
Isso me pega de surpresa. Tenho vontade de foder essa vagabunda desde a primeira vez que a vi, mas a ideia dela me masturbando dessa maneira parece humilhante demais.
"Não… assim, não…"
"Como quiser", responde Vanessa, mantendo sua postura firme. "Podemos continuar com a sua reabilitação. Sente-se, por favor."
"Não, pera aí", digo, a voz subindo um tom. "Eu quero gozar!"
Vanessa leva a mão à cintura e inclina levemente o corpo à frente, o olhar frio. "Se é isso que o senhor deseja, então será amarrado, e nessas condições."
"Amarrado?!"
"Sim, senhor", confirma Vanessa com uma expressão impassível.
A ideia parece absurda, mas o desespero corrói qualquer resistência. Encaro aquele olhar firme procurando uma alternativa, até perceber que não tenho escolha.
"Ok… Pode ser assim, então…"
"Ótimo", diz ela, satisfeita, enquanto retira um par de algemas de dentro da gaveta. "Tire suas roupas e se sente naquela poltrona, por favor."
Relutantemente, faço o que ela manda. Despir-me diante de Vanessa já se tornou algo corriqueiro, mas a cada nova oportunidade parece conter uma dose mais humilhante que a anterior. Quando termino, restando apenas a pequena gaiola em meu pênis, sigo suas instruções e me sento no sofá.
Vanessa se aproxima em silêncio, o som firme dos saltos ecoando pelo chão. Em suas mãos, as algemas brilham sob a luz, frias e precisas como quem que as carrega. Ela se inclina e prende meus pulsos atrás das costas com habilidade. Então, com um empurrão gentil, porém inesperado, me faz deitar por completo no sofá — exposto e vulnerável.
Vanessa se acomoda ao meu lado, a proximidade dela por si só já é suficiente para fazer meu corpo reagir, um misto de expectativa e tensão que me percorre inteiro.
Ela percebe, claro. Sempre percebe. Um sorriso discreto se forma em seus lábios enquanto me observa, claramente se divertindo com a minha ansiedade, avaliando cada contração involuntária, cada respiração mais curta.
Então a presença inesperada de seus pés me surpreende, bem abaixo das minhas bolas, o toque macio do náilon envolto em seus dedos desliza com suavidade, fazendo meu corpo se contrair em um arrepio de prazer.
Seu pé sobe um pouco mais. O tecido roça de leve a pele exposta entre as aberturas da gaiola de metal, e depois desliza lentamente pela minha púbis e pelo abdômen. O toque é delicioso, elétrico… e profundamente frustrante. Bastaria estar livre para que tudo aquilo fosse realmente bom.
“Ah, que coisa adorável”, comenta, num tom carregado de zombaria. “Você molhou minhas meias, Sr. Marcelo. Está vazando como uma mulherzinha…”
Seu pé percorre meu tronco, subindo lento até o peito. Sinto um leve rastro úmido e quente se formando pelo caminho. Engulo em seco, tentando me recompor, tentando parecer menos afetado do que estou. É inútil.
“Eu… eu estou preso há uma semana”, respondo, a voz saindo fraca. “É claro que estou…”
Vanessa sorri ao ouvir isso. “Uma semana?” repete, com falsa compaixão. “Tadinho… então deve estar desesperado para sair dessa gaiolinha…” Seus olhos brilham com malícia. “Vamos dar um jeito nisso, então.”
Só então ela retira a chave, escondida em uma das taças do sutiã, e a leva ao dispositivo, sem pressa alguma. O simples som metálico ecoa alto demais na sala silenciosa. O metal cede, e meu pênis é libertado.
Fico ereto quase imediatamente, o alívio de sentir meu comprimento se esticar livremente é arrebatador. Vanessa observa com uma expressão de piedade claramente fingida. "Olha só… Tão pequenininho e tão durinho. É fofo de se ver."
Não respondo à humilhação dessa vez — não quero correr o risco de ela parar. Suas mãos quentes envolvem meu pênis carente, ainda sem estímulo direto, e massageiam com suavidade o meu saco inchado. "Hmm… Que bolinhas mais cheinhas…"
Um gemido escapa antes que eu consiga contê-lo. Vanessa observa minhas reações com um sorriso satisfeito, então pega um frasco de lubrificante e despeja uma quantidade generosa sobre o meu membro latejante. Com a ponta dos dedos, espalha lentamente, lubrificando tudo com cuidado excessivo. Só então seu punho desliza pelo comprimento, iniciando uma punheta lenta e gentil, enquanto a outra mão permanece em minhas bolas, massageando-as com toques ritmados.
Outro suspiro profundo escapa de mim; se Vanessa estivesse impondo um pouco mais de pressão, certamente eu já teria gozado ali mesmo.
“Hmmm… está gostoso, é?”, sussurra, numa voz doce demais para ser inocente.
Uma de suas mãos escorrega pelo meu períneo, perigosamente próxima do meu ânus. Mas eu não quero pará-la, está delicioso.
Vanessa parece perceber quando me aproximo do clímax, seus movimentos vão se tornando mais leves na mesma proporção, deixando-me gemer de frustração crescente.
“Já quer gozar?” pergunta, com um sorriso malicioso. “Você é sempre tão apressadinho assim?”
Seus toques continuam, lentos mas constantes. Minha respiração se torna pesada, e meu corpo se contorce na poltrona, as algemas me impedindo de me mexer muito, intensificando a sensação de impotência.
“Você vai aprender uma lição importante hoje”, murmura Vanessa, a voz baixa, firme, autoritária. “O prazer não é algo que você pode simplesmente exigir.”
Suas mãos se revezam em meu pênis, impondo só um pouco mais de pressão — ainda insuficiente para me levar ao gozo. A cada deslize, sinto que o próximo movimento será o estopim do orgasmo... mas ele nunca chega. Vanessa acompanha minha frustração com um olhar satisfeito, os olhos brilhando com um prazer cruelmente contido.
"Por favor...", suplico, enfim, carente e vulnerável demais para fingir qualquer controle.
"Por favor, o quê?", pergunta Vanessa, fingindo inocência, a voz baixa e provocante.
"Por favor, me deixe gozar... senhora…"
“Gozar…”, ela repete devagar, saboreando a palavra. “Você sabe que isso precisa ser merecido, não sabe?” Inclina levemente a cabeça. “O senhor acha que merece?”
“Sim… por favor…”, respondo sem forças, o corpo tremendo contra a poltrona.
Vanessa sorri de forma enigmática, sem interromper o ritmo lento e torturante. "Sabe, senhor Marcelo, você lembra que temos câmeras por todo o resort, não é?", indaga ela, a voz calma, mas com uma ameaça sutil que faz meu estômago revirar.
"Sim… Lembro…"
“Ótimo.” O sorriso se alarga. “Então por que não me conta um pouco mais sobre a sua conversa com aquela garota?” Suas duas mãos deslizam juntas, suaves demais, mantendo-me no limite da sanidade. “Estou muito curiosa para saber o que aconteceu.”
Tento desconversar, a vergonha e o medo de ser pego em uma mentira me consumindo. "Não foi nada demais. Já resolvemos tudo", digo rapidamente, a voz falhando.
“Você realmente acha que pode me enganar?”, insiste Vanessa, agora mais firme. “Diga a verdade, senhor Marcelo. O que realmente aconteceu?"
Meu corpo se contorce involuntariamente, a frustração me consumindo como fogo. "Eu... Eu tentei falar com ela, mas ela não quis me ouvir…", confesso, por fim.
"Ah, é mesmo?", Vanessa pergunta com um sorriso malicioso. "Mas você disse que tinham se acertado…" Ela atenua ainda mais os toques, desesperando-me ainda mais. "Diga a verdade…"
Me contorço o quanto posso na poltrona, a frustração me dominando. "Eu... eu só achei que estava sendo amigável... Ela não deveria ficar tão brava só por causa de alguns comentários."
"Alguns comentários…" Vanessa repete lentamente. "Então você voltou a assediar a pobre garota..."
Ela para completamente os movimentos, tento acompanhar a saída de suas mãos com a cintura, encontrando apenas o ar vazio. Meu pênis fica em riste, apontando para o teto, latejando desesperado por mais contato.
"Não! Não foi bem assim...", tento me defender, mas Vanessa não me deixa terminar.
"Bem, se o senhor insiste em manter os seus comportamentos inadequados, então não pode desfrutar do seu prêmio" declara ela, pegando a gaiola de castidade e começando a tentar inseri-la novamente no meu pênis rígido.
"Não! Não, por favor, não!", suplico, meu corpo se debatendo nas algemas enquanto Vanessa empurra com força a gaiola contra minha ereção. A frustração se intensifica, me deixando em um estado de desespero que não acreditava ser possível.
Vanessa ignora minhas súplicas. Seus movimentos são firmes, determinados. A pressão aumenta, o desconforto se torna intenso enquanto minha ereção é forçada de volta para dentro. Lentamente, ela molda meu pênis até encaixá-lo novamente naquela pequena prisão que me traz tanto tormento. Com a chave girando no mecanismo, meu fado é selado mais uma vez sob seu domínio cruel.
“Nããããooo…” lamento, a voz fraca, carregada de frustração.
“Prontinho.” Vanessa responde com naturalidade.
Com meu pênis novamente trancado, ela começa a destrancar também as algemas e então pergunta: “Cadê a calcinha que te emprestei, senhor Marcelo? Achei que tivesse deixado claro que o senhor deveria devolvê-la limpa.”
Penso por um instante, a mente ainda nublada pela frustração.
Demoro alguns segundos para responder. “Sei lá… deve ter ficado na minha outra calça…”, digo de má vontade. A verdade é que eu nem me lembrava disso.
“Bem se o senhor quiser ter o seu orgasmo, é melhor começar a levar a sério as coisas que digo.”
Ela abre a gaveta da mesa e tira de lá outra calcinha no mesmo estilo da anterior, mas agora azul clarinha, estampada com pequenas florzinhas e com uma rendinha branca nas laterais.
“Use-a no dia de hoje. Amanhã, quero as duas limpas. Está dispensado, Sr. Marcelo.”
“Se eu fizer isso… amanhã você vai me deixar gozar?”, pergunto, a ansiedade escapando da minha voz.
“Eu te garanto que, se você não fizer, não vai gozar por um bom tempo”.
“S-sim, senhora.” O medo de que ela cumpra a ameaça engole qualquer resposta mais áspera que eu gostaria de dar. Coloco a calcinha e, sem dizer muito mais, termino de me vestir.
Enquanto estou saindo, Vanessa se despede com um sorriso doce e inocente. “Até amanhã, querido.”
“Até amanhã… senhora…”, respondo com polidez forçada. O tom baixo e arrastado denuncia a frustração que me consome.
Meu desespero é tanto que ignoro as atividades do resort e vou direto para o meu chalé, o corpo ainda latejando com o desejo não saciado, ansioso para saber quando poderei gozar novamente. Vanessa me garantiu que não há câmeras escondidas no meu quarto, mas, mesmo assim, permaneço com a calcinha emprestada, exatamente como ordenado — o medo de que ela descubra de alguma forma a desobediência fala mais alto.
O dia se passa na mesma agonia. Volta e meia minhas mãos vão parar sobre a protuberância marcada no tecido, tentando conter o tesão que insiste em me dominar, mas só piorando a minha carência. Com o passar das horas, a calcinha vai ficando úmida, os fluidos vazando da pontinha do meu pênis engaiolado.
Quando a noite chega, lavo no chuveiro as duas calcinhas — a florida e a lilás, que encontro embolada no bolso da calça do dia anterior — e vou dormir, como sempre, com dificuldade, preso à expectativa torturante do dia seguinte.
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