A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 5 - sendo puta com autorização da mãe

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2311 palavras
Data: 08/04/2026 00:20:16

Olá. Franzinha aqui de novo. Leia os contos anteriores pra entender minha história e transformação. Peço, também, que enviem o feedback nos comentários, quero saber o que vocês tem achado

PARTE 5 - SENDO PUTA COM AUTORIZAÇÃO DA MÃE

Depois de ter me entregue completamente ao Robson e ter me tornado sua propriedade, meu mundo virou de cabeça pra baixo e me tornei completamente promíscua. Eu me vestia e me maquiava igual uma prostituta, sempre com calcinhas fio dental aparecendo, shorts mostrando a polpa da bunda, cropped mostrando a barriguinha, até salto alto passei a usar, com unhas da mão e pé devidamente pintadas. Ousei bastante e também pus um piercing no umbigo, os meninos adoraram. Sinto que as outras pessoas da escola estranharam essa mudança brusca de comportamento. As poucas amigas que eu tinha se afastaram de mim, começaram a me olhar torto. Eu até poderia ficar triste, mas ao mesmo tempo, os meninos estavam sempre comigo, e eles que me interessava estarem perto. Passavam a mão na minha bunda, davam tapas, apertavam meus peitos. Em público mesmo, sem o menor respeito por mim. Eles realemente atenderam meu pedido e tornaram aquela a minha rotina durante as manhãs na escola. Eu punhetava os meninos durante a aula, já sem medo de ser pega, sorrindo realizada enquanto eles gozavam nas minhas mãos e eu lambia tudo enquanto a professora explicava a matéria. Saíamos pro banheiro abandonado durante o intervalo e eles usavam minha boquinha a vontade. Eu não me fazia de rogada, apenas tirava meu short e ficava de calcinha e blusinha, porque eles adoravam me ver babada e melecada de porra, e aceitava eles colocarem o pau na minha boca e esfregarem pelo meu rostinho. Também era encoxada e gozada por cima da calcinha enquanto me masturbavam, aquilo era uma delícia. Eu gozava como nunca por estar sendo autorizada a dar tanto prazer praqueles machos gostosos e pauzudos. Às vezes, éramos apenas eu e Robson, meu macho preto viril pro qual eu me submeti desde a primeira vez que vi aquele pau. Eventualmente, ia encontrá-lo à tarde na escola, com a desculpa de fazermos o tal trabalho de biologia, mas eu ia mesmo pra servir meu macho. Eu era louca por aquele pau preto, eu me transformava quando ele me usava, estava apaixonada naquele negão. Vivia fedendo a porra e pau, eu adorava ficar exalando esse cheiro. E eu amava isso! Era o tratamento perfeito pra uma vagabunda como eu. Meu único arrependimento foi não ter desabrochado pra essa vadia viciada em ser usada por macho antes.

Porém, em casa, ainda precisava manter as aparências. Minha mãe passou a desconfiar, pois passava mais tempo trancada no quarto e saindo mais cedo de casa, já que precisava trocar de roupa antes de chegar na escola. Um dia, minha mãe foi direta e me perguntou durante o almoço, enquanto eu sorria pro telefone, conversando com Robson sobre que roupa de puta deveria usar pra ele e os meninos me usarem no dia seguinte.

- Fran, seja sincera com a sua mãe. Você está namorando? - ela disse, me olhando séria

- E-eu... O-o que.. Q-que tipo de pergunta é essa? - respondi nervosa, gaguejando, eu definitivamente não esperava essa pergunta

- Tô perguntando. Você me falou sobre aquele menino, que estava fazendo trabalho junto, e desde então tem agido diferente. Passa mais tempo no quarto, fica rindo pra esse celular. Eu não sou boba, já tive sua idade, sei quando uma mulher tá se abrindo pro amor - ela sorriu e pegou na minha mão - Pode contar pra mamãe.

- M-mas eu... A g-gente... E-ele me trata bem, eu me sinto muito especial quando estou com ele. - respondi, sincera mas nem tanto kkk

- Que bom, minha filha! Eu sabia que esse dia ia chegar! Convide ele pra vir aqui jantar hoje, eu quero conhecê-lo!

- O-q-que? - eu cheguei a me engasgar, apavorei e fiquei congelada - M-mãe, e-eu não sei se é uma boa ideia

- Deixa de ser boba, menina. Traga ele aqui, quero conhecer esse homem que conquistou minha princesa! Nos conhecemos e vocês poderão namorar aqui em casa, como tem que ser.

- E-eu v-vou conversar com ele, então - foi tudo o que consegui responder

Aquilo não estava nos meus planos. Eu estava completamente surpresa. Quer dizer, eu adorava estar com o Robson, e saber que ele estava gamado em mim e me tornou sua propriedade foi algo que me deixou toda apaixonadinha. Era o meu macho, o que eu mais amava servir e ser submissa. Mas nunca sequer tínhamos nos beijado. E se ele não quisesse nada sério comigo? E se ele não quisesse mais me usar com os meninos se eu abordasse isso? Eu estava muito confusa e aflita. Mas confesso que o fato de minha mãe autorizar a gente a poder ficar juntos na minha casa era algo que me despertava um profundo desejo. Servir meu macho dentro da minha própria casa seria um sonho. Eu precisava no mínimo arriscar. Decidi abordar o assunto pelo whatsapp.

"Meu macho... A minha mãe acha que estamos namorando e quer te conhecer. Pediu pra que eu te convidasse pra jantar aqui hoje. Má ideia?"

Enviei e fiquei apreensiva com a possível negativa, de que Robson me xingasse ou qualquer coisa do tipo. Quando chegou a notificação de mensagem, eu não podia acreditar no que li.

"hahaha Coé, eu achei mó daora! Me envia a localização e o horário, eu vou sim, minha putinha. Na frente dela cê pode me chamar de Robson, tá? hahaha Até de noite, Franzinha."

Eu fiquei completamente sem reação. Não esperava ele topar assim tão fácil. Eu fiquei sorrindo igual uma idiota romântica olhando a tela do celular. Meu macho ia na minha casa, se apresentar como meu namorado pra minha mãe. Eu tava muito, mas muito feliz. Confirmei com minha mãe e comecei a aprontar tudo pra esperar o Robson. Me arrumei como uma princesa. Fiz um penteado com trança, passei um gloss discreto. Botei um vestido florido na altura do joelho e folgado, não marcava meu corpo, e calcei uma sapatilha Melissa nude. Precisava estar vestida de forma adequada pra não dar bandeira. Por volta das 20h, ouvi a campainha tocar e fui atender. Meu coração parecia que ia pular pela boca de tão nervosa. Ao abrir a porta, me surpreendi demais com o que vi. Robson estava de camisa polo branca e uma calça jeans escura, bem perfumado. Era muito diferente do macho marrento que eu estava acostumada a mamar e punhetar todo dia na escola. Ele carregava um pequeno buquê de flores na mão e me cumprimentou com um beijinho molhado na bochecha, o que ele nunca havia feito desde que nos conhecemos! Eu estava em choque, quem era esse homem?

- Boa noite. Você deve ser o Robson, não é? Prazer, meu nome é Lúcia, sou a mãe da Francieli. - minha mãe falou enquanto estendia a mão pra cumprimentá-lo

- Boa noite, dona Lúcia. - Robson se inclinou e beijou a mão de minha mãe, olhando-a nos olhos enquanto fazia isso - Estou encantado, agora sei de quem a Fran puxou a beleza!

- Ah, que isso... - minha mãe ficou extremamente vermelha e tímida, mas visivelmente feliz com o elogio - Entre, estou finalizando a janta.

- Dona Lúcia - ele estendeu o buquê de flores pra minha mãe - Comprei esse mimo pra senhora, espero que goste

- Nossa! - minha mãe pegou o buquê e me olhou, com uma expressão de surpresa - Muito gentil da sua parte. Obrigada!

Eu estava completamente sem chão com essa interação inicial. Robson estava sendo muito educado e minha mãe claramente estava encantada pelo bom rapaz que supostamente era o namorado da filha. Mal sabia ela que ele tratava a princesa dela igual uma vagabunda todos os dias e dividia a boquinha dela com os dois melhores amigos. Sentamos a mesa para jantar, um ao lado do outro. Embora eu tivesse me abrido a uma personalidade completamente depravada, estava muito tímida e nervosa por estar com ele no mesmo ambiente que minha mãe. Coloquei minha mão sobre a mesa e ele colocou a dele em cima, me surpreendendo demais. Minha mãe começou a puxar assunto, querendo saber mais sobre meu homem. Perguntava da idade, onde ele morava, há quanto tempo nos conhecíamos, quais suas expectativas pro futuro após a conclusão do colégio. Robson respondia tudo de forma muito polida e atenciosa, sequer usava gírias ou falava errado, eu via os olhos da minha mãe brilharem de encanto. Parecia que eu conseguia ler os pensamentos dela dizendo "minha filha arranjou um bom partido". Ela então começou a abordar sobre nós.

- Sabe, Robson... Eu me preocupo muito com minha filha, espero que entenda. Por isso acho importante eu te conhecer pra que eu fique mais tranquila.

- Claro, dona Lúcia. Eu entendo perfeitamente. A Fran é uma garota incrível, a senhora tem total razão de se preocupar com ela. Eu também me preocupo muito - ele disse e me olhou sorrindo, o que me fez ruborizar e sorrir de forma tímida

- Fico muito feliz de ouvir isso. Vejo que você é um rapaz educado e cuida muito bem dela. Eu criei a Fran pra ser uma mulher de sempre respeitar o homem que ela escolhesse pra se apaixonar.

- Sim, eu noto isso. A Fran realmente demonstra o quanto ela é uma mulher de valor e sabe me tratar como mereço, não é Fran? - Robson me olhou e sorriu, e eu apenas sorri envergonhada

- Que ótimo! Bom, eu quero que vocês sejam felizes juntos. Você quer namorar a minha filha? Tem minha permissão. Podem ser um casal dentro da minha casa com a minha bênção.

- Sim, dona Lúcia. Eu quero. Quero que possamos ser um casal aqui, da mesma forma que somos na escola - Robson sorriu e encarou minha mãe com uma cara de tarado, o que estranhamente fez minha mãe sorrir e ouvir cada uma das palavras dele com uma expressão de hipnotizada - Por isso, quero colocar algumas cartas na mesa e a senhora me diz se aceita ou não

A essa altura, eu não estava entendendo mais nada. O que ele estava fazendo? Por que minha mãe estava sendo tão liberal, sendo que me criou rigidamente a vida inteira? Era como se ele tivesse um poder absoluto sobre ela, ela parecia estar numa espécie de transe enquanto ouvia as palavras de Robson calmamente, como se fosse uma magia sendo citada sobre ela. Robson continuou

- A senhora não concorda que uma mulher deve servir seu homem, dona Lúcia? - disse ele enquanto bebia um gole de água, sem tirar os olhos da minha mãe

- Eu concordo sim. Mulher precisa obedecer. É meu mantra. Foi assim que eu criei a Francieli. - ela sorria de forma recatada

- Eu gosto disso. A senhora não faria nada pra prejudicar nosso namoro, não é? - Robson falava enquanto eu ia respirava fundo, incrédula com o rumo que a conversa estava tomando - O que precisar pra que eu não abandone ela, a senhora faria, não é?

- S-sim, claro. - minha mâe gaguejou - Eu dou total apoio pra que vocês fiquem juntos, não quero minha filha longe do homem que ela escolheu. Faço o que for preciso pra colaborar.

- Ótimo. Sendo assim, quero que a senhora autorize a Fran a usar roupas indecentes pra ir pra escola. Ela tem um corpo lindo, e eu como namorado dela, quero ver esse corpo exposto todo dia. - ele dizia enquanto se ajeitava na cadeira - Ela não vai mais se vestir toda tapada. Quero ela vestida de forma bastante vulgar

- Entendo... - disse minha mãe, sorrindo timidamente e olhando pra mim - Fran, você ouviu o rapaz. A partir de amanhã, você está autorizada a se vestir como quiser, desde que isso agrade seu namorado. Ele quem decide.

- E-eu... Tá bem, mãe. - eu respondi com os olhos arregalados, sem acreditar no que estava ouvindo. O que tinha dado nela?

- Perfeito - Robson disse, sorrindo maliciosamente - Também gostaria de tratá-la com os termos que quisesse. Quero poder chamá-la de coisas bastante pejorativas. A senhora está de acordo?

- Sim, estou. Você pode tratá-la como preferir, isso é entre vocês. - minha mãe respondia tudo olhando pra ele estática, era surreal a forma como ela parecia ter sucumbido a uma submissão as palavras dele também

- Maravilha. Lúcia... - Robson disse, se inclinando em direção a minha mãe - Eu e a Fran iremos pro quarto dela agora. Você sabe o que iremos fazer, não sabe?

- E-eu... - minha mãe ruborizou e sorriu - Eu sei sim.

- Isso. Tá na hora da Fran se tornar minha mulher por completo. - Robson se levantou e ficou parado na frente da minha mãe - E eu dormirei aqui também. Está de acordo?

- S-sim. - minha mãe olhava o pau de Robson marcando na calça, os olhos arregalados fitando o volume - Fiquem a vontade. Eu vou tirar a mesa. - disse sorrindo gentilmente

- Vamos pro quarto, vagabunda. Chegou a hora de te tornar mulher de verdade, sua puta! - Robson ordenou pra mim

- V-vamos, meu macho.

Eu estava aterrorizada. Nem nos meus maiores devaneios acreditava que isso poderia acontecer. Minha mãe aparentemente tinha se entregue ao poder do Robson da mesma forma que eu, sem nem pestanejar. Ela tinha me libertado das amarras que me colocou a vida inteira apenas por ele dizer que queria isso, uma pessoa que ela conheceu há pouco mais de uma hora. Sem entender nada, levantei da cadeira e fui em direção ao quarto com Robson, levando um tapa na bunda enquanto caminhava, o que fez barulho e minha mãe ouviu. Olhei pra ela com medo da reprovação e ela apenas sorriu, com uma expressão serena como quem dissesse "aproveita, minha filha". Não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido naquele jantar. Eu estava livre pra ser a puta que eu estava amando ser, minha mãe tinha sido submetida ao poder de macho dominador do Robson também e eu iria perder a minha virgindade. Eu estava assustada mas maravilhada com os rumos que o meu namoro estava tomando!

CONTINUA

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