Em pleno bar Zona Norte de São Paulo, eu beijava Christian, um beijo como nunca antes na minha vida tinha acontecido, mas as coisas precisam ser descritas com calma, porque meu mundo estava girando mais rápido que BeyBlade, dando mais voltas que linha de ônibus de capital e com a mesma pulsação autodestrutiva de um racha a 200 por hora na Marginal Pinheiros.
Ele estava vestido para dançar, uma calça jeans bem folgada clara, sapatos confortáveis, uma polo de manga curta branca, seu cheiro era inebriante, a nossa volta, o bar com uma pequena pista, música ambiente, na parede, uma roda de conduzir embarcações sobreposta por uma âncora, pessoas nos olhavam, pessoas me olhavam, uma mistura de desejo, inveja, ciúmes, desde a hora que a novinha chegou.
Botinhas com salto até meus joelhos, meias arrastão que terminam em uma microsaia de couro, que se eu não ficar abaixando, vai dar para a qualquer movimento, ver meu bumbum e a calcinha, exceto por um cardigan de seda, que desce pelas minhas costas, pendurado nos meus ombros com mangas de seda amarelo e que praticamente cobre meu quadril, tirando a visão, ficando só com a promessa nunca concluída.
Blusinha de alcinha abotoada com botões grandes e prateados para chamar atenção com decote generoso para meus seios médios sem sutiã, algo que sempre sei que posso apostar tudo neles para roubar a cena, inclusive, usando uma pequena correntinha com um pingente em forma de moeda, que para quase dentro do vale da perdição, para onde os olhos dele foram chamados, assim que parei diante dele, antes de ganhar um beijo
O beijo dele me faz sintonizar o mundo, ali nos braços dele, com as seus braços fortes envolta da minha cintura, meus braços pendurados na sua nuca, beijando a boca dele, entregue, se os olhares, já eram de inveja e ciúmes antes, agora, chegava a arder na pele, enquanto a indiazinha cor-de-canela vestida para o crime se dependeruava no namorado, um negro lindo com porte de atleta, definitivamente, um casal para ser invejado.
Após o beijo ele empurrou carinhosamente meus cabelos para trás da minha orelha, me fazendo sorrir, “E aí o que está tomando?”, “Eu estava tomando uma caipirinha enquanto te esperava, quer uma também?”, ele sorri e sinaliza que positivo, depois senta do meu lado, quando começamos a conversar um pouco, percebendo os olhos dele, que vão dos meus olhos, para uma delicada análise do meu corpo.
“Kelly essa sua saia… Quase consigo ver sua bundinha.”, eu fico vermelha, mas sorrio, quando ele fala isso desvio os olhos… “E gosta do que vê?”, ele olha e percebo como aperta uma coxa na outra, “Nossa e muito...”, eu sorrio, “Não têm medo de se vestir assim?”, minha risada é alta e cristalina… “Veja meu amor.”, me levantei puxando a saia para baixo e me viro de costas para ele.
“Viu o cardigan cobre tudo, inclusive dos lados, então não dá para ver nada, porque ele cobre meu quadril, é uma promessa nunca cumprida, a não ser que eu levantasse a blusa.” puxo a blusinha para cima, já que ela cobre meu quadril e alguns dedos, sendo mais comprida que a saia, deixando ele ver momentaneamente como a saia começa pouco antes da calcinha. “Basicamente, ninguém vê nada que eu não queira.”, falei soltando e me virando para olhar e analisar a reação dele.
Ele me olha com a boca aberta do que acabou de ver, a respiração até um pouco fora de compasso, “Ou seja a senhorita acabou de me dizer que essa saia é literalmente um sistema de maldade.”, eu olho para ele, deixo minha boquinha abrir momentaneamente sem falar, demonstrando uma certa, timidez inocente e sapeca, antes de perguntar… “Maldade com quem?”, ele me agarra pela cintura e eu sorrio, “Garota, eu já te falei que não sou de ferro.”, eu sorrio, “E eu já te disse que eu tão pouco.”, nossos lábios se encontram de novo…
Após o beijo puxei ele para a pista, nessa hora estava tocando ‘O Trem das Onze’, sorri olhando para ele, começamos a dançar, sambando, dois profissionais da música, dançando em um salão, sorri contente, aos poucos, me solto, logo estou sambando de verdade, nos braços dele, diante de seus olhos me viro de costas, olhei por cima dos ombros, um olhar sapeca e cheio de luxúria e promessa, sambando e rebolando para ele com uma roupa minúscula, que fazia ele suspirar.
“Eu quero muito te agarrar.”, eu dou risada, “Aqui não pode… Aqui eu só quero brincar.”, ele deu risada, “Tah brincando com fogo e depois não vai aguentar…”, eu dou uma risada que vem de dentro olho para o teto antes de falar, “Christian, eu aguento sorrindo o que a todas as mulheres que você já conheceu, não aguentariam aos prantos”, dessa vez foi ele quem riu e ficou todo vermelho e sem jeito, a música acabou e fomos beber mais um pouco.
Em algum momento da noite, ele estava tocando cavaquinho, eu parei um segundo para olhar meu celular, Alberto havia me mandando um boa noite, então respondi…
Alberto - “Boa noite princesinha espero que esteja se divertindo.”
Eu - “Boa noite Alberto, estou me divertindo sim, não se preocupe, eu vou voltar para casa em segurança.”
Alberto - “Confio em você. Te amo.”
Eu - “Também te amo.”
Alberto jamais aprovaria o que estou fazendo e prestes a fazer, eu sei disso e ele também sabe, a verdade é, se não estou sendo totalmente sincera com ele de onde estou e com quem, ele já deve desconfiar que não vai gostar da resposta, afinal, ele me conhece bem de mais para eu achar que posso esconder algo.
Por outro lado, Christian mexe comigo de uma forma diferente, ele estava tocando cavaquinho e todos do bar estavam cantando a mesma música, ele estava lindo sentado com a banda, eu me aproximei sambando, ouvindo a letra percebendo ser uma música religiosa, sorrio olhando para ele, sambando seduzindo, sem me importar com as outras pessoas a volta.
Meu corpo rodando, de frente para ele, meus cabelos, as vezes são levantados pelas minhas mãos soltando uma cascata de cachos pelas costas, cantando quando começa a repetir, minha voz se misturando as outras, meu corpo, girando, rebolando e sambando em cima de um salto dez agulha, mostrando que a indiazinha têm samba no pé, eu sou tão musicista quanto ele, que me olha abismado, vendo as pernas longas, a micro saia, quando giro a cardigan protege meu corpo impedindo que vejam de mais.
🎵Irin ajó emi ojisé, Odara!
Irin ajó emi ojisé, Ewá!
Meu gavião vai ao encontro do Orun
Que na casa de Ogum, é tempo de alafiar🎵
Uma hora eu percebi que seus olhos estavam totalmente em mim, totalmente no meu quadril, rebolando e dançando para ele, me virei de costas dançando, seguro a barrinha do cardigan, puxei devagar, apertando contra a pele, para ele ver subindo, mostrando o quanto a saia já subiu, fazendo a blusa ir subindo seguindo a coxa macia que samba de meia arrastão até o literal encontro entre a bundinha e as coxas, mais um pouquinho mostraria porque a saia já subiu um pouco mais que isso, solto o cardigan e me viro.
Os músicos quase engasgaram apesar de continuar cantando e tocando, mas Christian, me olhava, com um incêndio nos olhos, com um calor visível no corpo, nossos corpos, irradiando calor enquanto eu dançava, olhando para ele, olhos nos olhos enquanto danço rebolando, ele seguindo minhas pernas, meus pézinhos sambando, meu giro, por fim a música acaba.
Eu me sentei na coxa dele e sorri olhando para ele com fogo nas bochechas que me deixava vermelha, “Porque eu?”, ele pergunta sorrindo, “Eu não sei.”, eu respondo sincera, ele continua tocando e cantando agora, comigo me contorcendo e dançando no colo dele ao som da música, me recuperando, depois de um tempo e uma bebida fria para esfriar meu corpo levantei e fui dançar mais.
Depois que terminou de tocar, ele se levantou e me abraçou minha respiração até parou, olhando nos olhos dele, “Você é incrível.”, eu respondo, “Você que é, não têm ideia de como estou me sentindo.”, ele olha para mim e me pressionou mais contra ele, “Kelly se metade do fogo que colocou nesse salão for só por minha causa, eu acho que sou o homem mais sortudo do mundo.”, eu dou risada,”Está partindo do princípio que sou uma boa garota. Eu não sou.”, “A mim, me agrada as más”, eu dou risada e ganho um beijo…
Quando saímos do bar, já era madrugada avançada, eu estava toda aérea e feliz, havia bebido consideravelmente, mas estava bem e feliz olhando para o céu, “Acho que vou sentir saudades do céu estrelado do interior.”, “Posso te levar onde se vê perfeitamente as estrelas longe daqui.”, eu sorrio, “Adoraria.”, “Vou me programar…”, eu olho para a rua, “Você vai pedir um Uber para casa?”, ele pergunta, eu respiro fundo olho para ele com um sorriso, faço que sim com a cabeça.
Ele sorri concordando, mas percebo um suave estremecimento, ele está tão quente quanto eu, com tanto fogo quanto eu, mas não vai admitir, só que isso me faz sorrir, ele é tão fofo que eu sorrio olhando para ele, ele olha para mim e sorri percebendo meu sorriso, “Que foi?”, ele pergunta, “Me perguntando se te mereço.”, “Se não sabe, aproveita e deixa para se preocupar depois.”, faço que sim com a cabeça.
“Então vai chamar o Uber?”, ele insiste, eu sorrio, “Você poderia me levar para um motel, né?”, ele trava olhando para mim, vejo nos olhos dele, que ele quer, de verdade, muito, principalmente depois de me ver sambar a noite toda, ele só não esperava, “C-claro… Vamos...” eu sorrio, mas ele pega o celular e eu olho o que ele está fazendo, procurando os melhores moteis da região, ele definitivamente não estava preparado para que eu quisesse isso, muito menos assim, com uma pergunta direta…
Breve estávamos a caminho…
… … … … … … … … …
Entramos no quarto de motel e foi como se tivesse entrando em um mundo só nosso, uma cama grande dominava o lugar, do outro lado um banheiro grande com dois chuveiros, do lado dele um banheiro funcional, a única coisa com porta, já que os chuveiros era vidro e se via udo.
Tudo pintado de vermelho com detalhes em preto, um móvel em X na parede, uma poltrona sexual em forma de ~ completava o ambiente. Eu olhei em volta, já estive em alguns quartos de motel, mas era a primeira vez que eu realmente olhava um quarto, que eu realmente me via nele, em sua total e complexa mistura de cores, texturas e mobiliários, não só uma cama disponível para um casal, então eu sorri e olhei para o Chris.
Ganhei um beijo na boca, estremeci inteira, fomos indo para a cama, mas fiz ele sentar na cama… “Calma… Alguns presentes precisam ser desembrulhados com jeitinho.”, eu sorrio e me afasto, mudei a música, colocando uma lentinha de motel, quando eu tirei a cardigan meio cumprida, finalmente ele viu o cumprimento da saia enquanto dançava, só uma faixa de tecido cobrindo o quadril, mostrando a polpinha do bumbum quando me movo.
“Você é louca de se vestir assim.”, eu sorrio, “Você merece que me vista assim.”, tirei a blusinha ainda dançando, exibindo os seios médios com mamilos durinhos pela cena erótica que se formava, depois a saia, um zíper lateral e lá se vai a faixa de tecido, por baixo um shortinho, o comecinho do bumbum à mostra, mas não muito menor do que algumas garotas usavam lá.
“Você nunca esteve exposta!”, ele percebe e eu dou risada, “Não só sendo malvada.”, “Mulher eu vou acabar com você.”, “Eu conto com isso, já falei que aguento sorrindo, o que com certeza, outras não aguentam aos prantos.”, ele dá risada, continuo minha dança, movo o shortinho, me sento na poltrona em formato de ~, e movo as botas e a meia calça arrastão, ficando só com um fio dental branquinho de tirinha fininha na cintura, a tirinha e as bordas vermelhas, o tecido branquinho que cobre minha bocetinha estampado com pimentinhas.
“Você é gostosa demais.”, ele diz isso admirando meu corpo, magrinha, pernas longas, terminando em uma bundinha pequena, mas bem redondinha, em forma, os seios médios, totalmente bronzeada de forma uniforme, com as marquinhas de biquíni em pequenos triângulos nos lugares previstos, “E o que vai fazer quanto a isso?”, digo com um sorrisinho safado, pagando para ver.
Ele se aproxima eu ainda sentada na poltrona, logo seus beijos, em seguida, seus lábios procuram meu colo, depois meus seios, ele beija, chupa, dá mordidinhas, dando atenção para um com a boca e o outro com as mãos até me ver ficar molinha e toda entregue, tremendo dos pés a cabeça.
Aí ele desce para meu quadril, minhas pernas, remove minha calcinha para o ladinho, me puxa para a borda da poltrona, meu quadril ficando mais alto, que minha cabeça, dou um gritinho rindo e em seguida um suspiro de prazer, sua boca se encaixa perfeitamente, carinhosamente, sua língua sabe exatamente onde pressionar, eu estou em segundos gemendo toda entregue, agarrando as laterais da poltrona e cruzando os tornozelos em seus ombros, com as coxas ao redor do seu rosto até gozar com um gritinho contido, tremendo todinha.
Depois de ter me feito gozar ele tira a roupa dele, o corpo atlético, forte e aí ele me mostra seu pau, eu olho meio intimidada, de boca aberta, grande e grosso, duro como uma pedra, eu olho e fico um tempo olhando, sentindo o frio na barriga de saber que não vai ser fácil, “Tah com medinho depois de falar tanto que aguentava?”, eu sorrio com o desafio, “Cala a boca Christian!”, mas estava sim, medo do estrago que vai fazer.
Bom, fiz o que uma boa garota sexualmente educada pela internet faria, me sentei na poltrona e coloquei na boca, não cabia tudo, mas sim um bom pedaço, um pouco mais com esforço, mas aí eu engasgava, coloquei a mão na base, batendo uma com a mão, chupando o resto, o jeito certo de tratar um pau grande, ele deu um gemido delirando de prazer que eu sabia fazer isso.
Logo ele já estava movendo o quadril fodendo meus lábios, eu brincando com a língua e chupando, usando a mão, usando o espaço das bochechas, até sentir ele gozar e me encher a boca, bebendo tudinho, tomando o cuidado de não deixar nada vazar, sorrio olhando para ele, o queixo babado, o rosto molhado de lágrimas pelo esforço, “Viu aguentei.”, ele deu risada e eu já emendo, “Vem para cá, troca de lugar.”, trocando de posição, com ele agora sentado na poltrona, relaxado.
Após ter colocado uma camisinha nele eu subi com uma perna de cada lado, mas com o peito do pé apoiado sobre seu quadril, isso me impediria de descer meu quadril por completo e me machucar enquanto não estivesse pronta para isso, fiz pontaria e desci, foi automático, ficar toda tensa, meus olhos arregalados, minha boca aberta em um grito congelado enquanto ele ia entrando me arrombando por dentro, ele fascinado vendo minha respiração acelerada e os olhos se enchendo de lágrimas ainda assim foi até o fundo.
Cavalgando o pau dele, me sentindo mais e mais ensopada, aumentando aos poucos a velocidade, “Caralho isso está me arrebentando por dentro…”, ele dá risada, “Aguenta Indiazinha, não falou que aguentava? Agora aguentaaaaa!!” ambos gemendo, minha reboladas já são frenéticas, até que gozamos, não tive como não gritar, sentando até onde dava, até minha bunda encontrar meus calcanhares sobre seu quadril.
Levantei toda molinha, trocando as pernas e fui para cama, me deitei de bruços sentindo tudo sensível por dentro, até uma dorzinha gostosa, ele veio e se deitou comigo de conchinha, “Não é que a indiazinha aguentou mesmo?”, eu dei risada e ficamos uns minutos para me recuperar e logo já começaram os beijos, breve já estou com fogo de novo e agora, mais acostumada, eu me encaixo nele, as pernas abertas, para recebê-lo, “Pode foder, já me acostumei.”, eu sorrio safada e ele me invade me arrancando um grito.
Ele se senta na cama segurando as minhas pernas abertas e começa a me foder, fundo, constante, mas sem brutalidade, me arrancando gritos, enquanto me contorço toda no esforço de aguentar, os braços abertos, exibindo meus seios, as mãos espalmadas na cama, segurando as cobertas, basta ele olhar para baixo para ver meu quadril estreito de garota magra, com as pernas totalmente abertas e a bocetinha, engolindo o pau dele inteiro me abrindo ao máximo, o que deixa ele louco, até pulsa dentro de mim, enquanto me vê aguentando aos gritos.
“Caralho Indiazinha!!!”, ele fala já não se aguentando começando a socar com mais vontade, ouvindo meus gritos de prazer e uma leve dorzinha que me tira o fôlego quando ele bate lá no fundo, por fim goza socando tudo, me arrancando a alma do corpo, sentindo parar de respirar toda tensa, gozando junto, gozando intensamente com o homem que me fascina desde a primeira vez que vi e aí relaxo inteira de uma vez, quase desmaiando na cama.
“Deus como é grande!”, sussurro constatando enquanto ele sai de mim, “E você aguentou tudinho.”, eu sorri, fazendo que sim com a cabeça, toda molinha e arriada na cama, completamente sem forças, depois de mais um tempo de carícias fomos para o banho, tomando banho com ele, suas mãos deslizando pelo meu corpo eu sorrio, toda manhosa, deixando, nos beijamos algumas vezes e fomos dormir, porque sinceramente, eu realmente não aguentava mais nem ser encostada na minha judiada bocetinha.
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Cheguei em casa no dia seguinte completamente molinha, sentindo minhas pernas ainda meio bambas, por ter feito o que fiz, mas estava sorrindo, pensando no Christian, nas suas reações, em como fiquei feliz de dançar para ele, como seus olhos negros brilhavam intensamente quando me via aguentando tudo, como sua pele negra fica suada, brilhante, hipnotizante, como seus cabelos são uma graça emoldurando seu sorriso.
“Oi princesa.”, eu olho para o lado e vejo Alberto, que estava com uma xícara de café em pleno sábado de manhã, assistindo tv. “Oi.”, sorrio, me aproximo dele e me sento no seu colo olhando o que ele está assistindo. “O que está assistindo?”, “Uma série de ficção científica, quer ver comigo?”, eu sorrio e faço que sim com a cabeça, “Mas preciso de um banho antes.”, “Tah bom, vai lá tomar seu banho que eu preparo pipoca.”, eu faço que sim com a cabeça e vou.
Quando volto ele já está com a pipoca nos ajeitamos no sofá com o balde de pipocas entre nós, para assistirmos a série do Alien, foi interessante passar este momento em silêncio, apesar do meu cérebro, minha mente ainda estava no motel, quando eu e Christian acordamos mais cedo, levou poucos segundos de conversas, logo beijos explodiram.
Ele subiu sobre mim e me invadiu em papai e mamãe, meus braços e pernas ao redor do seu corpo, me beijando, me fodendo, delirantemente fundo, arrancando gritinhos de prazer, já acostumada com tal profundidade, arranhando suas costas, pernas cruzadas atrás de seu quadril, enquanto sou fodida e beijada até gozar no pau dele, uma, duas vezes antes dele finalmente gozar em mim.
A verdade é que o fim de semana inteiro eu fiquei meio lânguida, pensando nele, hora nos momentos de sexo, hora no bar ou na dança, ele tocando cavaquinho e me olhando com aquele jeito, aquele olhar, ou então o ônibus, a primeira vez que dormimos de conchinha, com a promesa de que o sexo entre nós seria perfeito, como foi.
Por fora eu estava normal, curtindo a piscina, a academia, a sala de massagem, curtindo os programas de domingo que o Alberto havia separado para mim, me levou no parque do Ibirapuera, que foi a experiência fascinante, ele é enorme, o lago é gigante e os peixes são lindos, depois jantamos em um restaurante grande, no alto de um prédio com uma vista incrível, antes de voltarmos para casa.
Na minha cabeça viajando em lembranças e por dentro meu corpo todo doía, uma dorzinha deliciosamente incômoda, que fazia eu me lembrar dele, cada vez que sentia ela pulsante e essa dorzinha me seguiria por quase a semana toda…
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Na segunda feira comecei a trabalhar, ensaiar as músicas, iria ter show em breve, além disso, alberto ainda estava resistente ao beijo no clipe de Coelha Primordial, mas uma ideia surgiu e seria incrível, montarmos o beijo com IA, mas teria um twist porém, com isso resolvido, também tive alguns encontros com patrocinadores, nada demais apenas jantares com velhos babões que faziam questão de me ver pessoalmente.
Alberto, trouxe uma pessoa qualificada para nos acompanhar nessa negociação, era importante, exatamente por ele saber o que está fazendo nessas situações ele gosta de cobrir todas as bases, garantir todos os detalhes, ele também garantiu que não faltasse meus remédios, algo que poderia ser bem ruim a longo prazo e é claro, não deixou os velhos babões chegarem perto demais.
Óbvio que eu e o Chris ainda conversávamos bastante por WhatsApp, eu deveria saber que isso pode dar problemas, eu, sei que vai dar, veja, mas é que eu realmente, estou tão fascinada, que eu não estou me importando, se for para dar problemas, que dê, a última coisa que eu quero, é exatamente perder um homem que faz eu me sentir daquele jeito.
Meu aparelho deleta as conversas depois que eu as tenho, ele não grava, então isso me dá alguma vantagem, além de sempre arquivar a conversa, então não fica na frente, quando abro o aparelho, eu não posso deixar o Alberto descobrir sobre o Christian, isso seria, muito ruim para nós dois, principalmente para mim, estava na cozinha tomando uma vitamina, quando ele entra e me pergunta sem rodeios.
“Kelly, quem é Christian?”, eu olho para ele, sentindo um frio na barriga, “Um amigo.”, ele olha para mim desconfiado, eu sei que dei bandeira ultimamente, mas sei meu papel muito bem, já jogamos esse jogo, “Só um amigo?”, “Sim Alberto, somos só amigos.”, “Porque não me falou dessa, amizade, antes.”, “Porque não achei que fosse importante.”, “Tudo é importante Kelly, principalmente quando se trata de pessoas com quem você está andando.”, eu suspiro, começando a ficar nervosa isso não é bom.
“Desculpa não ter falado Alberto, mas é só um amigo eu prometo…”, ele olha para mim, vejo nos olhos dele o peso da desconfiança, ele suspira e vai pegar seu café duplo, na máquina portátil de espresso, aquela de cápsulas, “Espero que você não esteja mentindo para mim.”, “Porque mentiria?”, “Me diz você?”, “Não estou mentindo Alberto, eu prometo.”, dou um abraço e um beijinho no rosto dele. “Indo para a academia.”.
“Tah bom, tenha um bom treino.”, me retiro com o coração acelerado…
=== === === … … … FIM DA FAIXA 2 … … … === === ===
Essa série sempre têm seus títulos tirados de letras de música, a música em questão sempre estão anotadas abaixo...
Música do Título: Loirinha Bombril
Intérprete: Paralamas do Sucesso
Pois é gente, Kelly possui um segredo que eventualmente vai lhe causar problemas e é claro, ela mesma sabe disso, mas como ela já falou, ela não consegue ficar longe dele, a questão é, quando vai dar um problema e não se...
Espero que estejam gostando de acompanhar essa série.
Gostaria de deixar um ponto aqui... kkkkkkk... Christian foi baseado no Big Mac do Mchmm e no Jopa do Bayoux, então gostaria de agradecer os dois por terem bagunçado com a minha cabeça, criado situações sexuais que mexeram muito comigo nos estágios iniciais de imaginação dessa série. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Fica aí um ponto a ser lembrado.
Por favor, se chegaram até aqui, votem, comentem, façam uma autora feliz. 😘
