A sala do meu apartamento ainda carregava o cheiro persistente de sexo e vinho da noite anterior, mas agora era pleno entardecer no Ecoville, Curitiba. As cortinas semiabertas filtravam o sol alaranjado, jogando faixas quentes no sofá de couro. Meu corpo maduro de 49 anos – seios fartos com piercings reluzindo sob a camisola transparente, bunda empinada marcada por leves estrias – preparava taças de espumante gelado na cozinha. Adriane, 29, casada com Marcelo, chegara cedo dessa vez, confiante após o "show" anterior, usando um vestidinho curto que mal cobria as coxas suculentas, olhos faiscando autoridade nova.
— Hoje eu comando, Andressa. Você obedece, ele fode — disse ela, voz firme, sentando-se na poltrona central como uma rainha, pernas cruzadas.
— Chama o Marcelo. Diga que a corna quer mais.
Sorri safada, discando no viva-voz enquanto entregava a taça. Marcelo chegou em 15 minutos, calça jeans esticada pelo volume familiar, corpo atlético de 35 anos suado do dia.
— Amor? De novo isso? — perguntou ele, mas os olhos já me devoravam.
Adriane apontou o sofá.
— Tira a roupa dele, Andressa. Devagar. Começa chupando devagar.
Obedeci, ajoelhando-me aos pés de Marcelo, abrindo o zíper com dentes: seu pau de 17cm veados saltou rígido, cabeça roxa brilhando de excitação. Lambi a base devagar, língua plana subindo até rodar a glande com vácuo molhado, babando copiosamente enquanto mamava só a ponta, garganta relaxada.
— Engole mais fundo agora, vadia. Até as bolas — ordenou Adriane, reclinando-se, mão roçando o clitóris por cima do vestido.
Seus olhos fixos captavam cada tremor meu – saliva escorrendo pelas bolas dele, minhas bochechas afundando, Marcelo gemendo rouco.
— Usa a mão na base, torce enquanto chupa. Faz ele pulsar pra tua corna ver.
Intensifiquei, engolindo até a garganta, mão torcendo ritmada, bolas batendo no meu queixo com barulho molhado. Parei no comando:
— Agora mama as bolas dele. Chupa uma de cada vez.
Obedeci, sugando as bolas pesadas com fome, língua lambendo a virilha suada, enquanto masturbava o pau latejante. Marcelo grunhia:
— Porra, que boca gulosa...
Adriane rastejou pro tapete próximo:
— Lambe o cu dele também. Mostra como você é puta.
Virei Marcelo de costas no sofá, minha língua mergulhando no anel rosado, lambendo em círculos famintos enquanto mamava as bolas por baixo.
— Agora senta nele. Cavalgada lenta, de frente pra mim.
Montei no colo de Marcelo, guiando o pau grosso pra minha buceta carnuda depilada, gemendo rouca ao afundar:
— Ahh, que pica deliciosa!
Rebolava em círculos lentos, minhas tetas pesadas quicando, sucos melados pingando nas coxas dele. Marcelo mamava meus bicos duros, mãos nos meus quadris. Adriane via em close-up meus lábios se esticarem.
— Acelera o rebolado, mas não goza. Bombeia pra cima, amor – devagar, faz durar. E chupa os peitos dela forte.
Marcelo obedeceu, estocadas subindo ritmadas, pele chiando molhada, mamando meus piercings com dentes. Gemi prolongado, unhas cravando os ombros dele. Adriane comandava:
— Puxa os cabelos dela. Faz implorar.
Ele enfiou meus cabelos loiros pra trás, acelerando.
— Por favor, Adriane... me deixa gozar! — supliquei.
— Não ainda. Desmonta. Chupa ele de novo pra limpar teu mel.
Ajoelhei-me, engolindo o pau brilhante dos meus sucos, mamando voraz em vaivém rápido, baba e mel misturados escorrendo meu queixo abaixo.
— Engole tudo, vadia. Mostra pra mim — disse Adriane, dedilhando-se.
— Segunda posição: de lado no sofá, perna dela no ar.
Deitei-me lateralmente, coxa erguida, buceta exposta. Marcelo entrou de lado, pau afundando fundo em ângulo novo, bombadas laterais fazendo minhas tetas balançarem como pêndulos.
— Fode mais fundo, amor. Belisca os mamilos dela forte. E você, chupa os dedos dele suados.
Obedeci, mamando os dedos de Marcelo enquanto ele bombava, gemidos roucos. Adriane ajoelhada ao lado, nariz roçando minha bunda madura – via creme branco na base do pau, cheiro forte invadindo.
— Gira os quadris, Andressa. Rebola pro meu marido. Mais rápido agora. Faz ela tremer toda.
Meus quadris circulares ampliavam o atrito.
— Tá me rasgando gostoso, Marcelo!
— Terceira: de quatro pro lado, bunda bem empinada pra mim.
Posicionei-me no tapete, arco nas costas. Marcelo cuspiu pra lubrificar e meteu vaginal forte – estocadas brutais, minha bunda ondulando ondas hipnóticas, bolas estalando molhadas. Adriane debruçou-se a 30cm:
— Mão no clitóris dela, amor. E você, vadia, chupa meu dedo enquanto leva pica.
Mam ei o dedo de Adriane, meu corpo convulsionando, liberando creme abundante que escorria riachos pelas minhas coxas, molhando o tapete.
— Quarta: missionário com pernas nos ombros.
Marcelo me virou de costas no sofá, dobrando minhas coxas maduras até os peitos, pau mergulhando vertical brutal – batendo no útero a cada socada, clitóris roçando virilha peluda.
— Fode como animal, mas segura o gozo. Chupa a boca dela suja de pau — comandou Adriane, lambendo suor da minha teta.
Marcelo me beijava faminto, línguas enroscando.
— Volta no oral final: ajoelha e mama até ele gozar na tua garganta.
Obedeci, chupando voraz, garganta engolindo pulsos ritmados até a porra quente jorrar direto, transbordando cantos da minha boca. Engoli tudo, lambendo limpo.
Adriane desabou ajoelhada, ofegante de orgasmos múltiplos.
— Bom show, vadia. Semana que vem, eu participo.