Comandos da Corna no Controle

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 820 palavras
Data: 07/04/2026 22:16:01

A sala do meu apartamento ainda carregava o cheiro persistente de sexo e vinho da noite anterior, mas agora era pleno entardecer no Ecoville, Curitiba. As cortinas semiabertas filtravam o sol alaranjado, jogando faixas quentes no sofá de couro. Meu corpo maduro de 49 anos – seios fartos com piercings reluzindo sob a camisola transparente, bunda empinada marcada por leves estrias – preparava taças de espumante gelado na cozinha. Adriane, 29, casada com Marcelo, chegara cedo dessa vez, confiante após o "show" anterior, usando um vestidinho curto que mal cobria as coxas suculentas, olhos faiscando autoridade nova.

— Hoje eu comando, Andressa. Você obedece, ele fode — disse ela, voz firme, sentando-se na poltrona central como uma rainha, pernas cruzadas.

— Chama o Marcelo. Diga que a corna quer mais.

Sorri safada, discando no viva-voz enquanto entregava a taça. Marcelo chegou em 15 minutos, calça jeans esticada pelo volume familiar, corpo atlético de 35 anos suado do dia.

— Amor? De novo isso? — perguntou ele, mas os olhos já me devoravam.

Adriane apontou o sofá.

— Tira a roupa dele, Andressa. Devagar. Começa chupando devagar.

Obedeci, ajoelhando-me aos pés de Marcelo, abrindo o zíper com dentes: seu pau de 17cm veados saltou rígido, cabeça roxa brilhando de excitação. Lambi a base devagar, língua plana subindo até rodar a glande com vácuo molhado, babando copiosamente enquanto mamava só a ponta, garganta relaxada.

— Engole mais fundo agora, vadia. Até as bolas — ordenou Adriane, reclinando-se, mão roçando o clitóris por cima do vestido.

Seus olhos fixos captavam cada tremor meu – saliva escorrendo pelas bolas dele, minhas bochechas afundando, Marcelo gemendo rouco.

— Usa a mão na base, torce enquanto chupa. Faz ele pulsar pra tua corna ver.

Intensifiquei, engolindo até a garganta, mão torcendo ritmada, bolas batendo no meu queixo com barulho molhado. Parei no comando:

— Agora mama as bolas dele. Chupa uma de cada vez.

Obedeci, sugando as bolas pesadas com fome, língua lambendo a virilha suada, enquanto masturbava o pau latejante. Marcelo grunhia:

— Porra, que boca gulosa...

Adriane rastejou pro tapete próximo:

— Lambe o cu dele também. Mostra como você é puta.

Virei Marcelo de costas no sofá, minha língua mergulhando no anel rosado, lambendo em círculos famintos enquanto mamava as bolas por baixo.

— Agora senta nele. Cavalgada lenta, de frente pra mim.

Montei no colo de Marcelo, guiando o pau grosso pra minha buceta carnuda depilada, gemendo rouca ao afundar:

— Ahh, que pica deliciosa!

Rebolava em círculos lentos, minhas tetas pesadas quicando, sucos melados pingando nas coxas dele. Marcelo mamava meus bicos duros, mãos nos meus quadris. Adriane via em close-up meus lábios se esticarem.

— Acelera o rebolado, mas não goza. Bombeia pra cima, amor – devagar, faz durar. E chupa os peitos dela forte.

Marcelo obedeceu, estocadas subindo ritmadas, pele chiando molhada, mamando meus piercings com dentes. Gemi prolongado, unhas cravando os ombros dele. Adriane comandava:

— Puxa os cabelos dela. Faz implorar.

Ele enfiou meus cabelos loiros pra trás, acelerando.

— Por favor, Adriane... me deixa gozar! — supliquei.

— Não ainda. Desmonta. Chupa ele de novo pra limpar teu mel.

Ajoelhei-me, engolindo o pau brilhante dos meus sucos, mamando voraz em vaivém rápido, baba e mel misturados escorrendo meu queixo abaixo.

— Engole tudo, vadia. Mostra pra mim — disse Adriane, dedilhando-se.

— Segunda posição: de lado no sofá, perna dela no ar.

Deitei-me lateralmente, coxa erguida, buceta exposta. Marcelo entrou de lado, pau afundando fundo em ângulo novo, bombadas laterais fazendo minhas tetas balançarem como pêndulos.

— Fode mais fundo, amor. Belisca os mamilos dela forte. E você, chupa os dedos dele suados.

Obedeci, mamando os dedos de Marcelo enquanto ele bombava, gemidos roucos. Adriane ajoelhada ao lado, nariz roçando minha bunda madura – via creme branco na base do pau, cheiro forte invadindo.

— Gira os quadris, Andressa. Rebola pro meu marido. Mais rápido agora. Faz ela tremer toda.

Meus quadris circulares ampliavam o atrito.

— Tá me rasgando gostoso, Marcelo!

— Terceira: de quatro pro lado, bunda bem empinada pra mim.

Posicionei-me no tapete, arco nas costas. Marcelo cuspiu pra lubrificar e meteu vaginal forte – estocadas brutais, minha bunda ondulando ondas hipnóticas, bolas estalando molhadas. Adriane debruçou-se a 30cm:

— Mão no clitóris dela, amor. E você, vadia, chupa meu dedo enquanto leva pica.

Mam ei o dedo de Adriane, meu corpo convulsionando, liberando creme abundante que escorria riachos pelas minhas coxas, molhando o tapete.

— Quarta: missionário com pernas nos ombros.

Marcelo me virou de costas no sofá, dobrando minhas coxas maduras até os peitos, pau mergulhando vertical brutal – batendo no útero a cada socada, clitóris roçando virilha peluda.

— Fode como animal, mas segura o gozo. Chupa a boca dela suja de pau — comandou Adriane, lambendo suor da minha teta.

Marcelo me beijava faminto, línguas enroscando.

— Volta no oral final: ajoelha e mama até ele gozar na tua garganta.

Obedeci, chupando voraz, garganta engolindo pulsos ritmados até a porra quente jorrar direto, transbordando cantos da minha boca. Engoli tudo, lambendo limpo.

Adriane desabou ajoelhada, ofegante de orgasmos múltiplos.

— Bom show, vadia. Semana que vem, eu participo.

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