A gordinha da infra

Um conto erótico de Carinhosa dos Contos
Categoria: Grupal
Contém 1419 palavras
Data: 07/04/2026 22:02:41

Alice tinha 27 anos, mas cara de 19. Gordinha gostosa, daquelas que a barriguinha macia e os peitos fartos e durinhos – pra uma gordinha, era raro – faziam qualquer homem babar. Cabelo castanho preso num coque desleixado, óculos de grau de armação grossa, e um sorriso de menina inocente que escondia a puta mais safada do escritório.

Ela trabalhava como analista de infraestrutura. Passava o dia entre servidores, cabos e planilhas. Mas por baixo da calça jeans larga e da camiseta de time, usava sempre calcinha de renda – quando usava – e a bucetinha peladinha. Ela gostava de se depilar toda. Lisinha, igual boneca. Só que inchada, quente, sempre pronta.

O escritório era de médio porte. Tinha o Ricardo, analista de suporte, 24 anos, magrelo, tímido, pau médio mas curioso. E o Dr. Carlos, diretor, 52 anos, barriga de chopp, pau grosso e arrogante. Os dois já tinham reparado nela. Mas nenhum dos dois sabia que o outro também queria.

– Alice, meu note tá uma merda. Preciso formatar – Ricardo disse numa sexta-feira, perto do fim do expediente.

– Me dá que eu faço – ela respondeu, com aquele olhar de quem não quer nada.

O expediente acabou. Todos foram embora. Só ficaram Alice e Ricardo na sala da infraestrutura, uma sala pequena com duas mesas, um sofá velho e uma prateleira de equipamentos.

Ricardo sentou na mesa dela enquanto ela ligava o notebook. Ela se inclinou para pegar um cabo, a camiseta subiu, mostrando um pedaço da barriga branca e macia. E a calcinha – uma fio dental preto – apareceu por cima da calça.

Ele ficou duro na hora.

– Ricardo… – ela disse, sem tirar os olhos da tela. – Tá olhando onde?

Ele corou.

– Desculpa, eu…

– Não precisa pedir desculpa. Só olha direito.

Ela se virou na cadeira, abriu as pernas devagar. A calça jeans apertada marcava a bucetinha lisa. Ricardo engoliu em seco.

– Você é virgem, Ricardo? – ela perguntou.

– Não… mas nunca fiz com uma gordinha.

– Agora vai fazer.

Alice se levantou, desabotoou a calça e deixou cair no chão. A calcinha fio dental – molhada. A bucetinha peladinha, rosinha, os lábios inchadinhos. Ela se sentou na borda da mesa, abriu as pernas.

– Vem chupar.

Ricardo se ajoelhou. Abriu os lábios dela com os dedos. Lambeu devagar, com medo. O gosto era doce, quente. Ela colocou a mão na nuca dele e empurrou.

– Lambe direito, caralho. Toda ela.

Ele lambeu o grelo, chupou os lábios, enfiou a língua dentro. Alice gemia baixo, a mão apertando o cabelo dele.

– Isso… assim… tira a calça.

Ricardo se levantou, tirou a calça e a cueca. O pau dele – uns 14cm, fino, cabeça rosa – estava duro, babando.

– Deita no sofá – ela mandou.

Ele obedeceu. Alice montou nele, a buceta lisa escorregando na cabeça do pau. Ela se ajeitou, enfiou devagar, gemeu.

– Porra, que buceta apertada – ele disse.

– É porque é de novinha, seu bobo.

Ela começou a quicar. Os peitos fartos e durinhos balançavam dentro da camiseta. Ela tirou a camiseta – os seios caíram redondos, bicos morenos pequenos, duros. Ricardo tentou pegar, mas ela bateu na mão dele.

– Só olha. Quem manda aqui sou eu.

Ela quicava mais rápido, a buceta lisa sugando o pau dele. O sofá rangia. Ricardo já tava gemendo.

– Vai gozar? – ela perguntou.

– Já… já…

– Ainda não.

Ela parou. Tirou o pau dele da buceta – melado de baba – e levantou.

– Agora espera.

A porta abriu. Dr. Carlos entrou, de paletó e gravata, ainda no escritório.

– Eu sabia que você ainda tava aqui, Alice – ele disse, já fechando a porta atrás de si. Depois olhou pra Ricardo, nu no sofá, o pau duro brilhando.

– E esse?

– É meu assistente hoje – Alice respondeu, pelada, os peitos balançando. – O senhor vai ajudar a gente?

Carlos largou o paletó, desabotoou a camisa. O peito peludo, barriga de chopp, e o pau – grosso, 18cm, veiudo – já saindo da calça.

– Você é uma puta, Alice. Uma puta de cara de santa.

– O senhor nem sabe o quanto.

Carlos se sentou na cadeira giratória, o pau duro apontando pro teto.

– Vem chupar.

Alice ajoelhou. Passou a língua na cabeça grossa, lambeu o furo, depois enfiou tudo na boca. Chupava com vontade, babando, olhando pra cima com olhar de cadela.

– Isso… chupa essa rola de diretor…

Ricardo olhava, o pau na mão, punhetando devagar.

Carlos puxou o cabelo de Alice.

– Quatro. De quatro na mesa.

Ela subiu na mesa de madeira, empinou a bunda. A bucetinha lisa e rosada por baixo, o cuzinho pequeno e fechado.

– Você vai comer meu cu? – ela perguntou.

– Vou. Mas primeiro vou lamber.

Carlos ajoelhou atrás dela. Abriu a bunda, lambeu o cu. Lambeu devagar, a língua entrando um pouco. Alice gemeu.

– Aí, seu velho safado… lambe esse cuzinho…

Ele lambeu por uns dois minutos, até o cu dela ficar babado. Depois levantou, passou o pau babado na buceta lisa dela, só pra molhar mais, e encostou na entrada do cu.

– Vai doer? – ela perguntou.

– Vai. Mas você vai gostar.

Ele enfiou devagar. A cabeça grossa entrou – Alice gritou baixo, mordeu o braço. Ricardo parou de punhetar, vidrado.

Carlos foi entrando centímetro a centímetro. O cu dela abria, rosado, apertando o pau dele.

– Porra, que cu gostoso – ele gemeu.

– Anda, fode esse cu logo – ela pediu, já acostumando.

Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. A mesa rangia, os peitos de Alice balançavam, ela gemia contra a madeira.

– Chama o menino – Carlos ordenou.

– Ricardo, vem aqui.

Ricardo se aproximou, o pau duro. Alice pegou o pau dele, colocou na boca, e chupou enquanto Carlos comia o cu dela.

– Assim… chupa ele enquanto eu fodo seu cu…

Ela chupava Ricardo com fome, babando tudo, enquanto o cu dela era macetado pelo diretor. Os dois gemidos se misturavam.

Carlos parou, tirou o pau do cu de Alice – ela sentiu um vazio.

– Agora você vai deitar de costas na mesa.

Ela deitou. As pernas abertas, a buceta lisa e molhada, o cu aberto e babado.

– Ricardo, fica na cabeceira. Ela chupa você deitado.

– Dr. Carlos, o senhor vem por baixo?

– Não. Eu vou comer a buceta. E você vai comer o cu dela.

– Como assim? – Ricardo perguntou, sem entender.

Alice riu.

– Dupla penetração, seu bobo. Um pau no cu, outro na buceta. Ao mesmo tempo.

Ricardo arregalou os olhos. Nunca tinha feito.

Carlos se posicionou entre as pernas de Alice. Enfiou o pau grosso na buceta lisinha dela – entrou com um barulho molhado. Alice gemeu.

– Agora você, menino. Enfia no cu.

Ricardo se posicionou atrás, por cima. Passou o pau na buceta babada pra lubrificar, encostou na entrada do cu de Alice. Empurrou devagar. O pau fino entrou mais fácil que o de Carlos.

– Isso… enfia tudo… – ela pedia.

Os dois paus dentro dela. Ricardo no cu, Carlos na buceta. Eles começaram a se mexer – um entrava enquanto o outro saía. Um ritmo perfeito.

Alice nunca tinha sentido tanto prazer. Os olhos reviraram, a boca aberta, gemendo sem parar.

– Porra… vocês dois… vão me matar de tesão…

Carlos metia fundo na buceta, a cabeça do pau batendo no colo do útero. Ricardo metia no cu, o pau curvado raspando na parede interna.

– Vai gozar? – Carlos perguntou.

– Já… já vou… gozem junto comigo…

Ela esfregava o grelo na barriga de Carlos, se contraía toda.

– Agora, caralho! Agora!

Os três gozaram juntos. Carlos gozou primeiro – jorrou leite grosso dentro da bucetinha lisa de Alice. Ela sentiu o jorro quente. Ricardo gozou em seguida, dentro do cu dela. Alice gozou apertando os dois paus, esguichando mel em volta do pau de Carlos.

Ficaram parados, ofegantes, os dois paus ainda dentro dela.

Carlos tirou primeiro. O leite escorreu da buceta de Alice, pingando na mesa. Ricardo tirou depois – a porra dele escorreu do cu, grosso e branco.

Alice ficou deitada na mesa, as pernas abertas, os dois buracos escorrendo leite.

– Isso… é ser analista de infraestrutura – ela disse, rindo.

Carlos vestiu a calça, acendeu um cigarro.

– Segunda-feira tem reunião na minha sala. 9h. Vem de saia.

– Vou de vestido. Sem calcinha – ela respondeu.

Ricardo ainda tremia, tentando vestir a cueca.

– Você – Alice disse pra ele. – Segunda você formata meu note. No meu apartamento.

– S… sim.

Ela se levantou, limpou a buceta com o papel toalha, vestiu a calça jeans e a camiseta. A calcinha ela jogou no lixo.

– Não vou precisar mais.

Ela saiu da sala com os cabelos bagunçados, a cara de inocente de volta, e a bucetinha peladinha escorrendo leite dos dois.

Ninguém no escritório nunca soube.

Mas toda sexta-feira, depois do expediente, a sala de infraestrutura virava um puteiro.

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