Nossa rotina deu uma mudada legal, depois que nos descobrimos e nos comemos. Manu realmente enlouquece um homem na cama ou onde quer que seja. Nos dias seguintes, a gente fodeu no seu apartamento e no meu, na sua cama e na minha, fora algumas fugidas para motéis e viagens rápidas.
Antes que nos estabelecêssemos como um casal, como estava tudo a indicar, sentíamos que precisávamos conversar. Afinal, ela havia saído de um relacionamento tóxico, e eu estava sozinho há muito tempo e me jurando celibatário ad infinitum. Além do mais, tínhamos especificidades sobre as quais não havíamos tratado – estava tudo na base da apenas informação. Foi ela que puxou o assunto, certa noite de chuva (novamente a Natureza agindo!), depois de fodermos horrores no meu ap.
– A gente está se dando super bem, adoro sua pica e sei que você morre pelo meu priquito, mas precisamos falar sobre umas coisas. Por exemplo, eu não estou a fim de outro casamento na minha vida, nem quero me sentir amarrada a você. Então, acho que não rola nem o lance de morar junto... cada um deve ter o seu canto, sua vida...
– Concordo com você, minha deusa. Até porque tem a minha bissexualidade, e eu continuo sentindo atração por homens (pensei em Fê... mas só pensei – nada falei). E eu posso querer dar uma sentada em alguma rola por aí... Como acho que você, gostosa como é, pode receber cantadas todo o tempo, e alguma dessas pode lhe agradar. Não quero que deixe de gozar uma boa trepada só porque estamos fodendo com certa frequência...
A conversa caminhou por aí, na maior sinceridade. No final, ficou acertado que continuávamos na pista, fodendo e sendo fodidos por quem desse na nossa veneta, sem qualquer sentimento de culpa ou escondido. Por enquanto, só não rolava mais pessoas junto conosco – cada um poderia ter seus casos sem a participação do outro. Mas... quem sabe se não rolaria um trisal ou uma pequena suruba, em algum momento?! Tudo poderia acontecer... Quanto a contar ao outro, só se quisesse ou se o outro perguntasse, e o relato picante poderia até servir para apimentar uma foda. Mas nada por obrigação...
E por estarem assim, justos e acertados, sentimo-nos muito mais leves e livres de nóias, e isso despertou na gente uma puta vontade de transar. Em pouco tempo estávamos nus, nos comendo, aos gemidos e ganidos, gozando feito dois animais, ouvindo Alceu...
Tínhamos ambos a chave do apartamento do outro, e um ficou sendo a extensão do outro. Ficávamos mais à vontade, por isso era mais usado o meu, por eu morar sozinho; no dela sempre havia a possibilidade de Fê estar por lá – embora isso não representasse qualquer impedimento. Já chegamos a transar com ele presente. Estávamos vendo um filme, e Manu especialmente gostosa. Começamos a nos acariciar, a rola foi endurecendo, a xoxota alagando, em pouco nos agarramos no sofá mesmo, ignorando completamente que o filho dela estava na poltrona ao lado. O tesão estava fora do controle: afastamos parte de nossa roupa e nos fodemos, aos gemidos e gozadas. Depois continuamos vendo o filme, agarrados e tranquilos, como se nada tivesse acontecido. Nem Fê demonstrou se abalar também.
Outra vez, estávamos fodendo no sofá da minha sala, eu comia o cu de Manu (ela adora que eu goze no seu rabo), quando Fê entrou no apartamento, passou por nós e foi pegar não sei o que na minha cozinha. Pegou, voltou, passou novamente por nós – eu gozava loucamente no cu da mãe dele – e voltou para casa, onde recebia um rapazinho no seu quarto. Quando fomos para lá, ao entrar na sala, ouvimos os gritos de gozo de Fê; olhamo-nos e rimos, cúmplices. Em pouco tempo, ele saía, abraçado com o amiguinho e nos apresentava sua “apetitosa carne”, como ele escrotamente o chamava.
Eu estava achando uma delícia aquela intimidade extrema, aquele estar à vontade, mesmo com o Fê por perto. Ele era super de boa. Não havia qualquer rastro de constrangimento em nada do que fazíamos. Qualquer dos três trocava de roupa ou tomava banho, sem preocupação alguma de estarem os três. Uma vez, fui à varanda do apartamento deles e encontrei Fê batendo uma punheta. Ao me ver chegar, não alterou o ritmo, continuando até gozar, os jatos esguichando pela grade.
Nesse dia eu me encantei com a rola dele e a quis no meu cu mais do que antes. Mas nada falei ou fiz, que ele estava em estado de nirvana, recém gozado, olhos fechados e riso sacana nos lábios. Mas minha pica ficou dura e fui até a cozinha, onde Manu, só de calcinha (muito escrota), lavava uns pratos. Não resisti, encostei nela, mordisquei sua nuca, ela gemeu, afastei o fio dental, lambi seu cu e fui enfiando minha rola, até gozar loucamente no seu rabo, meu leite descendo pelas suas coxas...
Pelo espelho sobre a pia, flagrei Fê na porta da varanda, assistindo nossa foda…
