Minha sobrinha me ajudou a lavar o carro. E tudo mudou PARTE 5

Um conto erótico de Daniel Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1144 palavras
Data: 07/04/2026 18:57:01

Continuando gente…

Acordei devagar, ainda preso naquele estado entre sono e realidade, sentindo algo quente, molhado e macio deslizando pelo meu pau. Um prazer lento, ritmado, quase surreal. Quando abri os olhos, a visão me acertou como um soco.

Aline estava nua, completamente nua, ajoelhada entre minhas pernas. O cabelo castanho bagunçado caindo no rosto, os peitos pequenos balançando levemente enquanto ela chupava meu pau com vontade. A boquinha rosada estava esticada ao redor da cabeça inchada, baba escorrendo pelos cantos, olhos semicerrados de concentração e desejo.

Ela percebeu que eu acordei. Tirou meu pau da boca com um “ploc” molhado, olhou pra mim com aquele olhar doce e safado que estava nascendo nela e sussurrou:

— Bom dia, titio…

E voltou a chupar. Mais fundo agora, tentando engolir mais, a língua girava desajeitada mas cheia de carinho.

Eu soltei um gemido rouco, a minha mão indo instintivamente para o cabelo dela, mas o tesão foi mais forte.

Ela é virgem…. E agora tá aqui, chupando o pau do tio logo de manhã, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Fiquei olhando ela me chupar por uns minutos: o jeito inocente como ela lambia a cabeça, como tentava descer mais e engasgava de leve, como olhava pra cima pra ver se estava fazendo gostoso.

Era divino. Quente, molhado, apertado.

Depois de um tempo ela parou, puxou minha cueca completamente pra fora e subiu em cima de mim.

Ela Montou sob meu corpo, me abraçando forte, peito contra peito, eu via rosto escondido no meu pescoço. A bucetinha quente e molhada encostou direto no meu pau duro. Ela começou a rebolar devagar, esfregando os lábios da sua bucetinha ao longo do meu pau, pressionando o clitóris contra a cabeça grossa.

Os movimentos eram ritmados, intensos, desesperados. Ela me abraçava forte, gemendo baixinho no meu ouvido:

— Tio… eu acordei molhada pensando em você… quis sentir você assim… quentinho… bem pertinho… annn.. que delicia sentir voce assim.. hummm.

Eu segurei a cintura fina dela ajudando no ritmo. A bucetinha dela deslizava pra cima e pra baixo, molhando todo o meu pau com seu melzinho virgem.

Cada vez que a cabeça roçava na entradinha apertada, ela tremia gemendo forte no meu ouvido.

De repente ela acelerou, rebolando mais forte, esfregando sua bucetinha com urgência. O corpo dela ficou tenso. Ela levantou o rosto, olhos vidrados, e me beijou.

Foi o primeiro beijo da vida dela.

Um beijo molhado, doce, intenso, cheio de vontade reprimida. A língua dela entrou tímida no começo, depois mais faminta, procurando a minha enquanto ela gozava esfregando na minha rola. O corpinho tremia inteiro, a bucetinha pulsando e soltando mel quente por todo o meu pau.

Eu não aguentei e gozei junto com ela, minha porra subindo entre nossos corpos, sujando a barriga dela e a minha. O beijo continuou durante o orgasmo, com gemidos abafados um na boca do outro. Quando terminamos, eu a abracei forte, ainda ofegante. A culpa me consumia mais aquilo era muito bom…

— Aline… você não devia ter vindo assim. Se sua mãe…

Ela só sorriu, deu um selinho doce e sussurrou:

— Eu sei. Mas eu quis.

Peguei ela no colo, nua, e levei pro meu banheiro. Tomamos um banho juntos. Eu ensaboei cada centímetro daquele corpo delicado, lavei a bucetinha dela devagar com os dedos, cheio tesao fazendo ela gemer bem manhosinha, ela me lavou também, masturbando meu pau ainda meia bomba. Ela me agarrou forte, me dando Beijos molhados e intensos, risadas baixas, nossas mãos explorando nosso corpo. Era perigoso. Era íntimo demais. Mas era delicioso.

A noite, porém, trouxe algo que eu jamais imaginei.

Eu estava deitado na cama quando ouvi duas batidas leves na porta. Imaginei que era Aline, e nem me importei — entra.

Era Andréia.

Ela estava usando uma lingerie preta de renda extremamente sensual: um shortinho transparente que mal cobria a bunda, sutiã de renda que deixava os seios fartos quase à mostra, os bicos escuros visíveis. O cabelo estava solto, maquiagem leve. Nunca, em todos esses anos, eu tinha visto ela assim. Sempre reservada, sempre a viúva correta, comportada. Jamais imaginei ver ela desse jeito algum dia da minha vida.

Ela entrou , fechou a porta e deitou ao meu lado na cama.

Ficou um silêncio por uns longos segundos, depois ela falou baixinho, com sua voz calma mas carregada:

Eu sempre achei que um dia isso fosse acontecer, porque dentro da nossa rotina, voce sempre foi o nosso referencial de homem, provedor, tão amoroso e cuidadoso.

— E eu sei o que tá acontecendo, voce sempre foi mais que um cunhado, voce sempre foi como um irmão… mas… Eu sei que você e Aline… estão se aproximando. Mais do que deviam.

Meu sangue gelou. Nooossa… A culpa me acertou como um soco.

Andréia continuou, olhando para o teto:

— Eu ouvia barulhos… via os olhares… vi a forma como Aline anda pela casa agora, mais livre, mais mulher. E eu não sou burra.

— Ela virou o rosto pra mim.

— Eu não vim brigar. Eu to aqui pra dizer que… eu entendo, nao se assuste e nem se preocupe.

Olha…Você é o homem dessa casa. Você nos acolheu, nos sustentou, nos deu segurança quando meu marido morreu. Você merece ser feliz. E eu quero que você continue fazendo minha filha feliz… do jeito que ela precisa agora. Eu entendo que esse é um momento importante pra ela, de descobrir o proprio corpo, e ela confiou em voce, ela sempre me falou que só viveria a intimidade dela com alguem que ela tivesse um sentimento de amor, e ela sempre encontrou isso em voce. Voce respeita ela, e sei que está sendo carinhoso e paciente com ela.

Ela respirou fundo, a voz ficando mais baixa e íntima:

— E… ehhh… sabe… percebendo tudo isso aqui em casa, eu também …

quero te fazer feliz. Pronto falei rsrsrs…

Eu quero que voce seja, o que seu irmão era pra mim. Meu homem… Não quero ser só a cunhada viuva. Eu quero ser sua mulher também. Dentro dessa casa você pode ter nós duas sabe. Pode ser o homem da casa de verdade. O provedor… e o macho que nós duas precisamos.

Depois disso ela se levantou, caminhou até a porta, virou-se uma última vez pra mim e disse:

— Não precisa decidir nada agora. Continua seu cuidado com ela… eu vou continuar fingindo que não sei. Por enquanto. Mas saiba que eu tô aqui. Pronta pra você também.

E saiu, fechando a porta suavemente.

Eu fiquei ali, no escuro, de pau duro, meu coração disparado, minha culpa e tesão lutando uma guerra brutal dentro de mim. Mais tambem muito tesao, era incrivel meu nivel de tesao esses dias…

Aline de um lado. Andréia do outro. As duas lindas, as duas querendo. E eu, no centro dessa teia proibida que eu mesmo acabei construindo.

Não tinha mais volta meeesmo.

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