O Abraço da Presença

Um conto erótico de Lore <3
Categoria: Lésbicas
Contém 2445 palavras
Data: 07/04/2026 17:01:07
Assuntos: Lésbicas

Logo pela manhã, meu celular começou a fritar de tantas mensagens. Comecei a responder, mas ele acabou descarregando, e eu me distraí cuidando da minha esposa, que já havia acordado.

Com a adrenalina mais baixa, acredito que toda a emoção do parto bateu forte e pesou um pouco mais por não estarmos na presença do nosso bebê.

— Ele estava o tempo todo comigo, e agora não está mais — Júlia falou, chorando.

— Eu nem sei o que dizer, amor… Só… bora pensar que hoje nós vamos estar com ele? — tentei.

Nesse momento, chegou a hora do banho dela. Outro dilema, porque o pessoal estava todo solícito, querendo ajudá-la, e Juh morrendo de vergonha de ficar pelada na frente dos outros.

— Amor… esse povo todo aí viu seu parto — falei, rindo no ouvido dela.

— Mas agora não tem nenhum bebê saindo de mim — ela cochichou.

— Elas estão acostumadas e não ligam para isso, veem todas as espécies de priquitos existentes — brinquei e dei um beijinho.

— Pode ser só a Lore? — Júlia perguntou em voz alta.

— Você prefere assim? Pode… claro que pode! — uma enfermeira respondeu.

Juh até deixou escapar um sorrisinho antes de agradecer.

Levantar da cama parecia uma tarefa simples, até deixar de ser.

Segurei a mão dela com cuidado e a ajudei primeiro a sentar, bem devagar. Só esse movimento já arrancou uma reação imediata. Juh levou a mão à barriga, fechando os olhos com força.

— Calma… vai no seu tempo — falei baixo, ficando bem pertinho.

Ela respirou fundo algumas vezes antes de tentar ficar de pé e, quando os pés tocaram o chão, o corpo dela enrijeceu inteiro.

— Ai… amor, parece que todos os meus órgãos vão cair… — ela disse, apertando minhas mãos.

Aproximei-me mais, segurando firme nela para sustentar o peso com cuidado.

— Eu sei… essa sensação é muito estranha mesmo, amor. Parece que está tudo solto e fora do lugar, mas não está. É o seu corpo se reorganizando — tentei explicar.

— Mas está certo isso? — Juh perguntou, visivelmente desconfortável.

— Ontem seu corpo abriu espaço, mudou tudo por dentro em questão de minutos, e agora ele está tentando voltar para o lugar. Foi cirurgia, teve corte, camadas… fica essa sensação de vazio, como se não tivesse sustentação mesmo — falei.

Júlia assentiu de leve, ainda agarrada a mim.

— É muito esquisito… — ela sussurrou.

— Eu sei, gatinha. Aos pouquinhos vai melhorando, tá? A gente só não pode forçar — respondi, ajustando melhor o braço dela sobre meus ombros.

Ela respirou fundo mais uma vez e tentou se firmar. Percebi que o corpo dela ainda estava rígido, cauteloso, como se testasse cada músculo antes de confiar.

— Eu estou aqui, segura em mim — pedi.

— Parece que eu vou desmontar… — Juh disse, bem baixinho.

— Não vai. Seu corpo só está sensível… porém sabe o que está fazendo. E eu estou aqui para te segurar enquanto ele se ajeita — garanti, beijando-a.

Fomos dando pequenos passos lentos até chegarmos ao banheiro.

Quando voltamos para o quarto, Júlia já parecia menos tensa, apesar do cansaço evidente. Eu a ajudei a deitar com cuidado, ajeitei o travesseiro e sentei ao lado dela, fazendo um carinho leve em seu rosto.

— Você não dormiu nadinha? — Juh questionou, toda carinhosa.

— Não consegui, mas nem estou sentindo… quando eu quiser tirar um soninho, deito aí contigo — falei e dei um beijinho nela.

Não demorou muito para que uma das médicas da UTI neonatal entrasse no quarto.

— Bom dia, meninas. Vim trazer notícias de Dom — ela disse, animada.

Imediatamente, senti o corpo da Juh enrijecer de leve ao meu lado.

— Ele passou bem a noite, está estável, respirando com auxílio do CPAP — a médica explicou.

Júlia me olhou, claramente esperando uma tradução.

— O CPAP é um suporte com pressão contínua de ar. Ajuda os pulmõezinhos dele a ficarem abertos, porque, como nosso neném é prematuro, eles ainda são imaturos… — tentei.

A médica assentiu.

— Exatamente. Ele não está entubado, o que é um ótimo sinal. O CPAP ajuda a manter a respiração eficiente sem precisar de algo mais invasivo.

Juh continuava tensa, apertando bastante a minha mão.

— Ele nasceu com 1,320 kg e 38 centímetros. É pequeno, mas dentro do esperado para a idade gestacional. Agora o foco é ganho de peso e adaptação — ela explicou.

— E ele já está recebendo alimentação? — Juh perguntou.

— Sim, iniciamos com pequenas quantidades por sonda e também vamos começar o estímulo com leite materno. Mesmo que seja pouco no início, já faz muita diferença para ele — a médica respondeu.

— Eu não quero que ele tome fórmula… — ela disse, visivelmente preocupada.

Levei a mão ao rosto dela, fazendo um carinho leve.

— Ei… calma. A gente vai estimular, sim. Você vai tirar seu leitinho, todo mundo vai ajudar, mô. Vai dar certo… — falei.

— Mas… — Júlia começou.

— Mas isso não vai virar uma preocupação agora, tá bem? O mais importante é o nosso menino ficar forte. E, se precisar complementar, ainda bem que existem fórmulas boas para ajudar nisso — continuei.

Ela hesitou por um segundo e então concordou, com os olhinhos marejados.

— A gente vai fazer o melhor por ele. Juntas — finalizei, dando um beijinho nela.

— Você é ótima, viu? Nem precisei trabalhar — a médica disse, sorrindo.

E nós duas acabamos rindo também.

— E vocês podem ir vê-lo hoje. Mais tarde organizamos a visita — ela completou.

Não demorou muito para avisarem que a nossa família tinha chegado. Recebi a informação ainda dentro do quarto e, pelos nomes, já deu para entender que não era pouca gente. Kaique e Milena estavam com meus irmãos; os pais de Juh tinham chegado, meus pais também, além dos irmãos dela e dos meus cunhados. Basicamente, todo mundo.

Eles ficaram na recepção, justamente para não tumultuar o andar.

Eu e Juh nos entreolhamos no mesmo instante. Ela ainda estava deitada, visivelmente cansada, mas dava para ver o alívio só de saber que os meninos estavam ali.

— Vou chamar sua mãe enquanto converso com o pessoal. O que você acha? — perguntei, fazendo carinho com o nariz nela.

Minha gatinha assentiu.

Não demorou muito para D. Jacira entrar no quarto e ir direto até Júlia. Saí rápido, com medo do nível de ansiedade do meu povo.

Assim que virei o corredor e cheguei à recepção, todo mundo olhou ao mesmo tempo. Kaique e Milena vieram correndo me abraçar.

— Como está a mamãe? — Mih perguntou.

— Ela já tomou café? A gente trouxe amoras! — Kaká disse, balançando a mochila nas costas.

— A mamãe está bem… já se alimentou, já levantou para o banho e agora está com a vovó — respondi, com eles ainda agarrados em mim.

— Nós podemos ficar? Por favor, mãe, a gente promete que não vai dar trabalho — Milena pediu, melancólica.

— Não queremos ficar em casa enquanto vocês estão aqui — Kaique completou.

— Eu entendo que é frustrante, mas… não sei, meus amores… não faço ideia de quanto tempo Dom vai ficar por aqui — respondi, também triste.

Eles ficaram em silêncio, chateados.

— Como ele está? — Mih perguntou depois.

— Estável. Ele deve ficar um tempo na UTI porque é pequenininho e precisa ganhar peso. Também está recebendo ajuda para respirar. Precisamos que ele evolua para ficarmos juntinhos em casa, entendem? — perguntei.

Os dois assentiram, desanimados.

Olhei para o restante do pessoal e vi meu sogro bastante inquieto. Resolvi ir até todos para dar as notícias. Fui respondendo às perguntas conforme vinham, sem deixar ninguém criar um cenário pior do que realmente era.

Sr. José ouvia tudo em silêncio, visivelmente emocionado. Meus pais estavam mais aliviados do que qualquer outra coisa. Meus irmãos e cunhados eram mais ativos, questionando sobre a evolução.

— Vai demorar um pouco, provavelmente algumas semanas — falei.

Depois de falar com todo mundo, organizar minimamente a situação e perceber que o clima já não era mais de desespero, respirei fundo e senti um certo alívio.

Eu imaginei que estavam todos ali em busca de notícias, mas foi reconfortante quando verbalizaram que não pretendiam subir. Sabendo do desejo de todos, principalmente da minha mãe, falei que, conforme os dias fossem passando, iríamos organizando as visitas.

Meu sogro e meus pais ficaram conversando com Milena e Kaique, tentando convencê-los de que seria melhor voltar para casa e aguardar. Enquanto isso, meus irmãos me puxaram para uma mesinha.

— E aí, como é que você está? — Loren perguntou.

— Estou indo… torcendo para acabar logo e irmos para casa — falei.

— Quer chorar? — Lorenzo perguntou.

Eu queria.

— Não… — respondi vagamente.

— Chora… — Loren sugeriu.

E nenhuma palavra seria capaz de expressar tudo o que eu senti naquele momento.

— Olha o que eu trouxe para te animar! — Lorenzo exclamou depois de um tempo.

Quando olhei para dentro da mochila dele, vi uma garrafa de whisky.

— Você trouxe bebida alcoólica? — minha irmã questionou, desacreditada.

— Ué, você disse para trazer alguma coisa para ela — meu irmão respondeu.

— Para comer! — ela rebateu.

Antes de dizer qualquer coisa, comecei a rir só de observá-los.

— Não tem problema, eu quero uma dose mesmo — falei, ainda rindo.

— Está vendo? Aqui tem comida… eu trouxe o que não tem — Lorenzo disse, convencido.

— Nossa, eu adoraria que alguém tomasse isso de você — ela respondeu, sorrindo.

— Você é muito mal-agradecida, porque eu ainda trouxe um copo de shot para você — ele retrucou.

— Então vamos encerrar brindando — falei.

E foi o que fizemos, às escondidas.

Quando voltamos, Sarah me contou que tinham passado lá em casa e arrumado duas malas para a gente, e que iriam mandando o que faltasse aos poucos. Victor foi buscar no carro, e quando voltou, eu agradeci a todos por estarem ali, por serem esse apoio nos momentos difíceis.

Eu estava extremamente grata por sentir aquele amor incondicional em um momento tão delicado.

Meu sogro havia subido para ver a filhota e já descia junto com minha sogra.

— Eu insisti para trocar com você hoje, mas ela não quer de jeito nenhum. Se você achar que a gente deve fazer isso mesmo assim, pode contar comigo — D. Jacira disse.

— Eu também não quero largar dela, não — falei, rindo.

— Depois a gente vê isso — ela respondeu, sorrindo.

Confirmei, me despedi de todos e segui com Mih e Kaká. No elevador, fomos conversando.

— Pode abraçar? — meu filho perguntou.

— De levinho. Lembrem que a mamãe passou por uma cirurgia nesta madrugada — respondi.

— Não pode falar de Dom, não é? Para a mamãe não ficar triste… — Mih quis confirmar, reflexiva.

— Ajam naturalmente. Se precisarem falar, digam coisas boas. Que tudo vai ficar bem e que logo iremos para casa, porque é o que estamos torcendo — aconselhei, fazendo carinho nos dois.

Eles estavam cabisbaixos.

— A mamãe está com saudade de todos os filhos e precisa de umas doses de felicidade… eu sei que posso contar com vocês — falei.

Os dois assentiram.

— Eu não queria ter que ir embora — Mih disse, enxugando rapidamente as lágrimas.

— Eu também não — Kaká completou, encostando a cabeça em mim.

Meu coração doía de todas as formas. Nem consegui responder.

Nos higienizamos e fui organizando as malas que meu sogro já tinha levado.

— Tenho um presente — falei para Júlia.

— Cadê eles? — ela perguntou, sorrindo, completamente derretida.

— Ué, eles quem? — me fiz de desentendida e roubei um selinho.

— Traz meus filhos — Juh pediu, segurando meu rosto e me dando um beijo mais demorado.

— Eu já estava com saudade, sabia? — falei, bem perto da boca dela, roubando mais alguns beijinhos.

— Amor… você bebeu? — ela perguntou, com uma expressão engraçada.

— Longa história… Lorenzo achou uma boa ideia trazer um whisky para me animar… — respondi, rindo.

— E você achou uma ideia incrível tomar? — Júlia perguntou.

— Eu não ia fazer essa desfeita ao meu irmãozinho, amor… — respondi, andando de costas até a porta.

— Amor… — ela disse, com os olhos semicerrados, mas sorrindo.

— Vou buscar seus filhos, senhora — falei, já saindo.

Eles já estavam prontinhos. Os olhos brilhando, inquietos, braços balançando sem parar enquanto conversavam.

Fiquei um bom tempo só observando até que fui vista. Fiz sinal para que viessem e, no primeiro impulso de correrem, arregalei os olhos. Foi o suficiente para que se contivessem. Acabamos rindo disso.

— Devagar, tá? Sem pressa — reforcei.

Eles entraram com toda a pressa do mundo… mas uma pressa contida, calculada, do jeitinho deles. Diminuíram o passo quando chegaram perto, trocaram um olhar rápido e seguiram com cuidado, com sorrisos enormes no rosto.

Kaique foi o primeiro a se aproximar, mas parou antes de tocar na mãe, esperando um sinal. Milena veio logo atrás. Quando Juh abriu mais os braços, os dois foram ao mesmo tempo, se encaixando nela com todo cuidado.

— Sua barriguinha está doendo, mamãe? — Kaká perguntou.

— Não, amor… só quando eu levanto que tudo parece esquisito — ela respondeu, visivelmente segurando a emoção.

— Eu… eu estava com saudade… e ainda estou… — Mih disse, pausadamente, encostando a cabeça no pescoço dela.

— Eu também estou, meu amorzinho — Juh respondeu, acariciando a nuca de Milena.

As duas deixaram algumas lágrimas escaparem.

Talvez por lembrar do que eu tinha dito, Kaique se desesperou um pouco com a cena.

— Mamãe, eu trouxe amora, olha! — ele disse, enfiando várias na boca de Juh. — A senhora pode?

Comecei a rir e o abracei por trás, enchendo de beijinhos.

— Posso tudo que meus filhos trazem — Juh respondeu, mastigando com dificuldade.

— Se não pudesse, também não ia dar tempo de recusar — brinquei.

Depois disso, o clima mudou completamente. Eles começaram a falar ao mesmo tempo, contando coisas aleatórias, fazendo perguntas, se embolando nas frases. Kaique mostrou a mochila várias vezes, com pijama e roupas. Milena ficou mais grudada, mas conversava também.

Júlia acompanhava tudo, sorrindo, respondendo, olhando para um e para o outro como se quisesse guardar cada segundo.

Eles fizeram exatamente o que combinamos. Sem esforço, sem perceber… só sendo eles. E funcionou. Minha gatinha ficou visivelmente mais leve.

O tempo passou rápido e, quando a conversa começou a diminuir e o cansaço voltou a aparecer, eu já sabia que estava chegando a hora. Nem precisei falar nada. Eles perceberam.

— Nenéns… — comecei.

Kaique se encostou quietinho ao lado da cama, olhando para as mãos. Milena não se mexeu, continuou abraçada à Juh.

— Não quero ir — Mih disse.

— Eu também não… quero ficar aqui… — Kaká completou.

E, me contradizendo completamente, movida cem por cento pela emoção, tomei uma decisão.

— Tudo bem… vocês ficam — falei.

Os dois levantaram a cabeça na mesma hora.

— Sério? — Kaique perguntou.

— Sério mesmo? — Milena reforçou.

— Sério — confirmei.

Kaique abriu um sorriso e começou a organizar as coisas na mochila. Milena não disse nada, só voltou a abraçar Juh, mas, pela primeira vez, parecia tranquila.

— Eu fico quietinha… prometo — ela disse, baixinho.

— Eu também — Kaká completou.

— Eu sei — respondi.

Juh me olhou, e eu sabia exatamente o que ela estava pensando. Era impossível não deixá-los ficar, pelo menos aquela noite.

Liguei para Lorenzo e avisei que não precisava buscá-los. Ele riu quando percebeu que eu tinha voltado atrás, mas entendeu.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Lore a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Lore Lore Contos: 173Seguidores: 52Seguindo: 5Mensagem Bem-vindos(as) ao meu cantinho especial, onde compartilho minha história de amor real e intensa! ❤️‍🔥

Comentários

Foto de perfil de Jubs Oliver

Eu nem gosto tanto de amoras, mas amei essas ❤️🤷🏻‍♀️😂

1 0
Foto de perfil de Lore

Não me deu uma 😔 😂😂😂😂

1 0
Foto de perfil de Jubs Oliver

Você tinha Whisky 😌

2 0
Foto de perfil de Lore

Caraca... Tem algo de muito errado com o site 😳

0 0
Foto de perfil de Lore

Voltou ao normal já, mas até o nome de vocês havia mudado 🤔 🤷🏽‍♀️😂😂😂😂

1 0
Foto de perfil de Whisper

O Dudu deu um F5. Kkkkkkkk

1 0
Foto de perfil de Whisper

Amei! ❤️

Que família linda! É maravilhoso ver o amor que existe entre vocês! ❤️

Todo mundo precisa de um Lorenzo na família; ri muito com a maneira dele de pensar. Kkkkkkk

Sinceramente, não há muito o que dizer. Seus capítulos xoxos são sempre incríveis, e este não fugiu à regra. Rsrs

Muito bom, como sempre, minha amiga querida!

Parabéns, Lore! 🤗❤️😘

0 0
Foto de perfil de Lore

De fato, não tinha Whisky. Logo, o raciocínio de meu irmão foi excepcional 🥃 😂😂😂😂😂

Fico feliz que você tenha gostado do capítulo xoxo, Jú. E agradeço por todos carinho conosco!!! 🥰❤️😘

PS: O site está instável por aí também?

1 0
Foto de perfil de Whisper

Foi, ele pensou no lógico, decisão perfeita. Kkkkkk

Eu amo todos e claro que tem alguns capítulos especiais, mas sem dúvida, eu amo os xoxos! rsrs

Por nada, muito feliz por você ter postado e de saber que vocês estão bem! ❤️

Ps: Eu achei que era minha net, mas depois descobri que é o site travando, aqui está ruim também.

1 0
Foto de perfil de Lore

Na minha cabeça o próximo é curto, mas bonitin 😍

Só você mesmo, viu?! 😂😂😂😂

O tempinho fora foi ótimo para reorganizar a cabecinha. Grazadeus estamos bem! 🙌🏽❤️🥰

PS: Seu nick ficou como "Sussurrar" por um tempo 😂😂😂

1 0
Foto de perfil de Whisper

Bom saber!

Que bom, eu imaginei que faria bem vocês se afastarem um pouco, que bom que fez bem e foi só um pouquinho. rsrs

Ps:É o Dudu testando o traduzir página do CDC. Kkkkkkkk

0 0
Foto de perfil de Lore

O meu ficou "História" e o do Juão "Zzzzz"

Enfim, foi esquisito 😵‍💫

0 0
Foto de perfil de Whisper

Então o tradutor deu bug. Kkkkkkkkkkkk

Eu não vi isso não.

1 0
Foto de perfil de Lore

Tiquin de nada 🤏🏽

Saímos do hospital direto para a Pousada #PazTerrível 😮‍💨

1 0
Foto de perfil de Whisper

Aínda bem. 🙏🏻

O importante é estar em paz. Kkkk

1 0
Foto de perfil de Jubs Oliver

Falando q nem hétero top 😂

2 0
Foto de perfil de Whisper

Tu tá qui tá hoje. Kkkkkklkkkkkkk

0 0
Foto de perfil de Lore

!!!

1 0
Foto de perfil de Whisper

Até parece que vocês trocaram de corpo. Kkkkkk

1 0
Foto de perfil de Lore

Seria meu auge em beleza 😍

1 0
Foto de perfil de Jubs Oliver

🙂‍↔️

Você nunca saiu do seu auge 🤷🏻‍♀️❤️

0 0
Foto de perfil de Jubs Oliver

#PazTerrível 😮‍💨

😂😂😂😂

0 0
Foto de perfil de Lore

Que perturbação 😂😂😂😂

0 0
Foto de perfil de Lore

Tirou o dia pra zoar com a cara do seu amô? 😂😂😂😂

1 0
Foto de perfil de Jubs Oliver

Oiii, my queen 🙂❤️

0 0
Foto de perfil de Whisper

Oie minha famozinha preferida! 📸🤗❤️

Recebi o recedo viu, outro beijo enorme para você!😘

Fiquei muito feliz em saber que você estava em casa e bem.

1 0
Foto de perfil de Jubs Oliver

🥰

Beijão, minha diva! 😘😘😘😘😘❤️

1 0
Foto de perfil de Whisper

❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️😘

1 0
Foto de perfil de Whisper

Ela voltou, e ainda por cima com um capítulo xoxo. 🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳

Bora ler. rsrs

0 0
Foto de perfil genérica

Foi um capitulo emocionante, fofo. Feliz que tenham publicado. Sei que outros ficarão felizes também.

Espero que as duas estejam bem e a Juh mais animada.

0 0
Foto de perfil de Lore

E eu feliz que você tenha gostado, Juão!

Agora estamos bem, o susto maior já passou... 🙌🏽

Obrigada por comentar!!! ☺️❤️😘

0 0
Foto de perfil de Lore

Deu nem tempo sentir saudade... Um capítulo xoxo procês! 😘❤️😂

0 0