Era uma sexta feira e o jantar seguiu normal, muitas risadas e fofocas do nosso dia a dia, então Ana sentou no colo do Danilo, e não no meu, senti que estava sendo traído, mas a sensação não era ruim. Eu não sabia explicar aquele sentimento, um misto de ciúmes e desejo por aquela cena que se seguia na minha casa.
Ana puxou Danilo para um beijo onde as línguas se entrelaçavam e ela me olhava com cara de safada, e com um pedido de permissão que eu não sei, mas também não disse ali, que não podia, Ana dava uma rebolada e o volume na calça do Danilo era evidente. Ele puxou os cabelos dela para trás e passou a beijar seu pescoço, e tirou um peito dela para fora e passou a chupar e dar leves mordidas enquanto Ana se contorcia no colo dele.
– Porra Aninha, eu quero muito te comer
– Aqui não, é meu aniversário e quero que você me coma na cama do corno.
Ela disse me olhando e percebi que o Danilo também parou o que estava fazendo, ele sabia do acordo. Eu paralisei, era parte do nosso acordo e ela estava quebrando, eu não sabia o que fazer. Ela então pegou ele pelo braço e puxou para subir as escadas para o quarto e me chamou.
– Vem meu corninho, vem ver tua esposa na pica do comedor, fodendo em todas as posições na sua cama, vem...
Eu não me mexi, e eles subiram, eu queria poder contar a vocês o sentimento daquele momento, era um misto de impotência e humilhação, mas meu pau duro denunciava ou quase dava aval para aquela situação, passou uns 10 minutos, e ela desceu já pelada e um pouco suada.
– O que foi amor ?
– O nosso acordo - respondi quase sem voz
– Amor hoje é meu aniversário, vai ser gostoso, se você não curtir a gente para, por favor, vamos, sem você eu não vou.
Ela me puxou mas a minha vontade era de dizer não, mas eu iria magoar ela, no aniversário dela e não queria isso, então aceitei.
– Amor fica aí na cadeira que já já eu te chamo para participar
Ela foi andando em direção da cama e ele puxou ela jogando de bunda para o alto.
– Olha corno como, olha como ela tá empinada com essa bunda gostosa que eu vou meter até o talo.
– Pede puta, pede puta para o macho de verdade
– Me come no meu aniversário, vai come essa puta na frente do corno.
– Tá gostando corno ? De ver ela submissa a um macho de verdade.
Ele enfiou a pica enorme na minha esposa que deu um grito.
– Caralho que buceta gostosa, uma buceta dessas tem que dividir.
Ele passou estocar forte e sem pena que só ouvia ecoar pelo quarto o Ploc, Ploc, Ploc.
Ele saiu de dentro dela com o pau pingando e deitou mandando ela cavalgar, ela subiu nele e sentou
– Nossa, é muito grande amor, vai me deixar toda arrombada
– Você aguenta.
Ele deu um tapa na cara dela enquanto Ana rebolava
– Quem tá te comendo? Fala para mim?
– Meu macho pauzudo
– O corno tem pau pequeno e não te satisfaz?
Ana ficou em silêncio e ele deu outro tapa
– Responde puta
Outro tapa na cara
– Aiii o pau dele é pequeno o seu é muito maior e só você me preenche
Ele girou ela sem tirar o pau de dentro e passou a estocar rápido até berrar gozando dentro e cair de lado na cama, com o silêncio do quarto eles adormeceram se esquecendo de mim ali no canto. Eu levantei sem gozar, me olhei no espelho e me senti um merda. Desci e dormi no sofá naquela noite.
Ana me acordou com um beijo, mas eu só estava fingindo dormir.
– Obrigada amor, eu te amo e sou muito feliz por me deixar viver isso, agora vamos tomar café. Vem.
A mesa tava posta e os dois conversavam como um casal de namorado e eu só conseguia ficar em silêncio. Tomei banho sem avisar eles e sai de casa para espairecer. Quando cheguei eles estavam transando de novo. Fiquei na sala assistindo TV.
– Oi irmão, espero não estar causando problemas, isso tudo foi ideia dela.
– Sem problemas
– Vou pegar uma água aqui, beleza ?
– Fica a vontade.
Eu acho que ele percebeu que eu estava monossílabico porque a Ana logo apareceu
– Onde você tava amor ? Te procuramos para brincar
– Fui dar uma volta
– Quer subir com a gente ?
– Hoje não Ana
Ela me olhou avaliando a situação, e sentou do meu lado
– Está assistindo o que ?
– Não sei, só trocando de canal
– Vou pedir ao Danilo para ir embora
– Não precisa, pode curtir a vontade
Passou uns minutos e o Danilo saiu sem se despedir, naquela noite Ana tentou transar comigo, mas eu não tava no clima, ela estava no banheiro falando com a Carol no celular.
– Amiga, acho que fiz merda
– Não fez amiga, isso é assim mesmo, daqui a pouco ele se solta, foi assim com o Evandro também
– Mas ele tá puto, mal está falando comigo
– Tenta fazer as pazes, vai lá e dá muito para ele.
A semana foi de uma tentativa absurda da Ana me recompensar sobre o que aconteceu naquele dia, mas tinha alguma coisa fora do lugar, a química morreu, a confiança morreu, estava diferente.
Ana não me pediu perdão e talvez por influência da Carol ela resolveu dobrar a aposta.
É proibida a cópia, reprodução e/ou exibição fora da "Casa dos Contos" sem a devida autorização dos autores, conforme previsto na lei.
Deixarei um e-mail para contato, caso queiram que eu escreva sobre a história de vocês, dar sugestão, mandar fotos e vídeos, trocar ideia e só mandar para: freitascontos@gmail.com