O dia em que minha irmã descobriu que eu tinha tesão na mamãe. pt 5: nós três...

Um conto erótico de Mauro
Categoria: Heterossexual
Contém 1536 palavras
Data: 07/04/2026 14:26:30

Os dias depois do flagra foram os piores da minha vida.

Mamãe mal falava com a gente. Chegava do trabalho, tomava banho, jantava sozinha no quarto e trancava a porta. Quando cruzava com Michelle ou comigo no corredor, desviava o olhar. O sorriso quente dela tinha sumido. No lugar, só silêncio constrangedor e olhares rápidos cheios de dor.

Na quarta-feira à noite, eu estava na cozinha pegando água quando ela desceu. Vestia um robe de seda preto curto, cabelo loiro solto ainda úmido do banho. Os seios avantajados marcavam o tecido fino, a bunda redonda balançando de leve enquanto andava. O perfume dela invadiu a cozinha inteira.

Ela parou quando me viu. Ficamos os dois parados, olhando um pro outro.

— Mauro… — a voz dela saiu baixa, quase um sussurro. — A gente precisa conversar.

Sentamos à mesa da cozinha. Mamãe cruzou os braços por baixo dos seios, apertando eles sem perceber. Os olhos dela estavam vermelhos, como se tivesse chorado de novo.

— Eu não consigo parar de pensar naquilo — confessou, olhando pra mesa. — Vocês dois… no meu quarto… usando minhas roupas… meu perfume… o cheiro de sexo no ar. Eu me sinto traída. Suja. Como se eu tivesse falhado com vocês.

Eu engoli seco. Não sabia o que dizer.

— Mãe… desculpa. A gente nunca quis te machucar.

Ela levantou os olhos. Havia raiva, mas também algo mais fundo.

— Vocês me chamavam de “mamãe” enquanto… enquanto faziam aquilo? — a voz tremeu. — Michelle imitando minha voz? Usando minhas calcinhas? Meu Deus, Mauro… vocês são meus filhos...

O silêncio ficou pesado. Mamãe respirou fundo, o peito subindo e descendo rápido, fazendo os seios avantajados se moverem.

— Eu passei todos esses dias me sentindo culpada. Achando que fiz algo errado pra vocês terem esses desejos. Mas ontem à noite… eu não consegui dormir. Fiquei pensando em vocês dois juntos. No jeito que Michelle olhava pra mim quando eu saía do banho. No jeito que você me olha desde que era mais novo.

Ela corou violentamente.

— Eu… eu notei. Sempre notei. Achava que era coisa de adolescente. Mas agora… saber que vocês dois me desejam desse jeito… me deixa confusa pra caralho.

Michelle apareceu na porta da cozinha nesse momento. Tinha ouvido tudo. Estava de shortinho e regata, cabelo curtinho bagunçado, rosto sério.

— Mãe… — disse ela baixinho. — A gente te ama. De verdade. Não é só desejo.

Mamãe olhou pra ela, depois pra mim. Os olhos dela desceram por um segundo pro meu peito nu (eu estava sem camisa) e voltaram rápido pro rosto.

— Eu não sei o que fazer — admitiu, voz quase um sussurro. — Parte de mim quer fingir que nada aconteceu. Outra parte… fica imaginando como seria. Como seria ter vocês dois me olhando daquele jeito. Me tocando.

Ela corou ainda mais e cobriu o rosto com as mãos.

— Meu Deus, eu sou horrível por pensar nisso. Vocês são meus filhos.

Michelle se aproximou devagar e sentou do outro lado da mesa.

— Não diz isso, mãe. A Você é uma ótima mãe, mas também é linda. Gostosa pra caralho. A gente não consegue parar de te desejar.

Mamãe baixou as mãos. Os olhos dela estavam brilhando – mistura de lágrimas e algo novo. Curiosidade.

Na noite seguinte, as coisas começaram a mudar devagar.

Mamãe desceu pra assistir TV com a gente. Sentou no sofá entre nós dois. Usava um shortinho de algodão e uma camiseta larga, mas sem sutiã. Os seios avantajados balançavam livres toda vez que ela se mexia. O perfume estava forte.

Durante o filme, a perna dela roçou na minha. Não tirou. Depois roçou na perna de Michelle também. Ninguém falou nada.

No intervalo, mamãe pegou o controle e pausou.

— Eu… eu quero entender — disse, voz baixa. — Me contem. Como começou. O que vocês fazem quando pensam em mim.

Michelle e eu trocamos um olhar. Devagar, começamos a contar. Primeiro tímidos, depois mais soltos. Falamos do perfume, das fotos, da masturbação, das fantasias. Mamãe ouvia em silêncio, respirando mais fundo, os bicos dos seios marcando a camiseta.

Quando terminamos, ela ficou quieta por um longo tempo.

— Eu não sei se consigo… ainda — murmurou. — Mas eu não consigo mais fingir que não sinto nada quando vocês me olham assim.

Ela se levantou, mas antes de subir pro quarto parou na escada e virou pra nós.

— Amanhã… eu quero que vocês me mostrem. Só mostrem. Sem tocar. Quero ver como vocês fazem quando pensam em mim.

Ela subiu as escadas sem esperar resposta, a bunda avantajada balançando no shortinho.

Michelle e eu ficamos na sala, coração acelerado.

A negação estava acabando.

A curiosidade tinha começado a vencer.

E mamãe estava começando a cair.

***

A noite seguinte foi a que mudou tudo.

Mamãe nos chamou pro quarto dela depois do jantar. A voz dela estava baixa, quase tímida ao dizer:

— Subam. Quero… quero ver.

Michelle e eu subimos em silêncio. Quando entramos, o quarto estava com as luzes baixas, só o abajur aceso. Mamãe estava de pé ao lado da cama, vestindo o robe de seda bege que Michelle tinha usado antes. Por baixo, dava pra ver que não tinha nada. O perfume dela preenchia o ar inteiro.

Ela olhou pra nós dois, rosto corado, olhos brilhando de nervoso e desejo.

— Eu não sei se vou conseguir ir até o fim… mas eu quero tentar. Quero sentir como vocês me desejam. Sem pressa.

Michelle foi a primeira a se aproximar. Parou na frente de mamãe e, devagar, abriu o robe dela. Os seios avantajados saltaram livres – grandes, pesados, redondos, com mamilos grossos e rosados já endurecidos. A bunda avantajada ficou exposta, redonda e macia. Mamãe tremeu quando o ar tocou a pele.

— Você é tão linda, mãe… — sussurrou Michelle, voz rouca. — A gente sonha com isso há tanto tempo.

Eu me aproximei pelo outro lado. Minhas mãos tremiam quando toquei a cintura dela. A pele era quente, macia, perfumada. Mamãe soltou um suspiro trêmulo.

— Devagar... — pediu ela.

Michelle se inclinou e deu um beijo leve no vale entre os seios de mamãe. Depois subiu, lambendo um mamilo grosso enquanto eu fazia o mesmo do outro lado. Mamãe gemeu baixo, mão no cabelo curtinho de Michelle, outra na minha nuca.

— Ah… meus filhos… isso é tão errado… mas tão bom…

Nós a guiamos até a cama. Mamãe deitou de costas, robe completamente aberto. Michelle tirou a própria roupa rápido e subiu primeiro, beijando a barriga da mãe, descendo devagar até chegar entre as pernas. A boceta dela era inchada, molhada, com lábios grossos e um tufo loiro bem aparado. Michelle lambeu devagar, língua larga passando pela fenda.

Mamãe arqueou as costas, gemendo mais alto:

— Michelle… filha… ah, que boca gostosa…

Eu tirei minha roupa e subi ao lado. Mamãe virou o rosto e me beijou pela primeira vez – um beijo profundo, faminto, língua enroscada na minha enquanto eu apertava um dos seios pesados. O mamilo grosso rolava entre meus dedos. Depois desci a boca e chupei forte, sentindo o peso do seio na minha mão.

Michelle continuava lambendo lá embaixo, gemendo contra a boceta da mãe. Ela tremia, uma mão no cabelo de Michelle, a outra apertando meu pau duro.

— Vem, Mauro… filhinho… deixa a mamãe te sentir.

Eu me posicionei entre as pernas dela. Michelle se afastou um pouco, segurando a coxa aberta de nossa mãe. Eu esfreguei a cabeça inchada do pau na boceta molhada dela, depois empurrei devagar.

Centímetro por centímetro, quente, apertado, encharcado.

Mamãe soltou um gemido longo e rouco quando eu entrei todo:

— Ai, meu Deus… que pau grosso… tá enchendo a mamãe toda…

Eu comecei a meter devagar, estocadas profundas e ritmadas. Michelle subiu e sentou no rosto de mamãe, oferecendo a boceta molhada pra ela. Mamãe hesitou só um segundo, depois lambeu com vontade, língua entrando na filha enquanto eu fodia ela.

O quarto encheu de gemidos: o som molhado do meu pau entrando na boceta de mamãe, os gemidos abafados dela contra a boceta de Michelle, os suspiros de Michelle.

— Isso, mamãe… lambe a filhinha… — gemia Michelle, rebolando no rosto dela.

Eu acelerei, segurando a bunda avantajada de mamãe com as duas mãos, metendo mais fundo. Os seios grandes balançavam a cada estocada.

Mamãe gozou primeiro – um orgasmo forte, corpo inteiro tremendo, boceta apertando meu pau em espasmos enquanto gritava contra a buceta de Michelle. O leite quente escorreu pela minha base.

Michelle gozou logo depois, gemendo “mamãe… porra… mamãe” enquanto esfregava a boceta no rosto de mamãe.

Eu não aguentei mais. Segurei a cintura dde mamãe e meti fundo, gozando dentro dela com jatos grossos e quentes. Mamãe gemeu alto, sentindo cada jato enchendo ela.

Ficamos os três abraçados na cama grande, suados, ofegantes, o perfume de mamãe misturado com cheiro de sexo puro.

Mamãe, ainda tremendo, beijou primeiro Michelle, depois eu. Os olhos dela estavam úmidos, mas o sorriso era pequeno e satisfeito.

— Isso… isso não pode sair daqui — sussurrou ela. — Mas eu não quero parar. Vocês são meus… e eu sou de vocês.

Michelle sorriu, apertando um dos seios avantajados de mamãe.

— A gente vai cuidar bem da mamãe… sempre.

Eu só abracei as duas mais forte, sentindo o corpo voluptuoso de nossa mãe entre nós.

O segredo estava selado.

E agora a família tinha um novo jeito de se amar.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Yan a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários