Capítulo 3: O Eco de um Toque Inesperado

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1142 palavras
Data: 07/04/2026 14:00:57

Elias acordou com o sol filtrando pelas cortinas, o corpo ainda relaxado da noite anterior, mas a mente já correndo para o trabalho. Era sábado, e ele planejava ficar só até o meio-dia no escritório – tempo suficiente para resolver pendências urgentes. Beijou Juliana, ainda dormindo, e saiu, o carro cortando as ruas vazias da cidade. Chegou à empresa, o prédio silencioso com quase toda a equipe de folga, e mergulhou nos papéis acumulados. Mas o meio-dia virou 16h, as horas se esticando em chamadas e planilhas, o estresse voltando a apertar seu peito como um torno.

Após todos terem saído – na verdade, todos saíram 12h, e ele era o único ali agora –, Elias se recostou na cadeira, esfregando os olhos. Foi quando uma chave "ligou" em sua mente: a câmera. Instalara aquilo no quarto do pai por precaução, um sistema que gravava tudo, com áudio, armazenando doze semanas semanas na nuvem. Nunca pensara em checar – era para proteção, não espionagem. Mas agora, sozinho, a curiosidade mordeu. "Só pra ver se tá tudo bem", murmurou para si mesmo, acessando o app no computador. Começou pelo primeiro dia, o vídeo granuloso mas claro.

Lá estava Juliana, cuidando do sogro com uma cara de nojo na troca de fralda – Elias riu baixinho, imaginando a timidez dela lidando com aquilo. No banho, a envergonhação era palpável: ela esticava o braço como se fosse se desconectar do corpo, lavando o pau ereto de José com o máximo de distância possível, o rosto corado. A conversa, captada parcialmente pelo áudio (nem sempre audível, mas o suficiente), era tensa no início: "Desculpa, sogro… isso é estranho", dizia ela, voz baixa. José respondia: "Tudo bem, nora… fale de algo pra distrair. Como tá o Elias?" Logo aliviava para trivialidades – o tempo, receitas, nada profundo. Elias sentiu um alívio estranho, rindo da cena desajeitada.

Resolveu ver os demais dias em velocidade acelerada, pulando frames. As duas primeiras semanas eram visualmente parecidas: Juliana mais rígida no início, envergonhada com a ereção involuntária de José, mas cumprindo as tarefas. Ele percebeu que ele conversavam muito, quase o dia todo. Como estava no rápido, Elias não ouvia as conversas – só via os movimentos, o pai imóvel, ela eficiente mas distante. Mas, durante a segunda semana, algo mudou. Juliana parecia mais à vontade, lavando o sogro com atenção – especialmente o pau dele, que no vídeo parecia enorme, maior que o normal, rígido e pulsante sob as mãos dela.

Curioso, Elias pausou e voltou à velocidade normal, ajustando o áudio. A conversa era sobre Joana – José contava, voz nostálgica: "Minha Joana era foda, nora. Trabalhava como louca e, na cama, me deixava sem fôlego." Juliana ria, um som leve que Elias reconhecia como sua brincalhona interior: "Dar conta desse pauzão todo deve doer, hein?" José ria como criança: "Ah, doía sim… fazíamos cinco dias seguidos, ela reclamava, mas depois de uns dois dias de descanso, já tava me atacando de novo." Ele revelava mais: "Eu tava acostumado a gozar todo dia. Mesmo sem transar, ela me punhetava até o fim… e bebia tudo, às vezes." Isso tudo enquanto Juliana limpava o pau dele – uma limpeza que, aos olhos de Elias, parecia quase uma punheta, lenta e ritmada, os dedos circulando devagar.

Quando ela percebeu, pediu desculpas: "Ai, sogro… me empolguei." José, voz rouca: "Tudo bem, nora… não sinto dor de qualquer jeito." Juliana perguntou: "Que dor?" E ele: "De ter o saco cheio. Não gozo desde antes do acidente. Se sentisse, tava latejando, inchado." Ela mexeu nos testículos dele, tocando com curiosidade: "Realmente… tão inchados, meio roxos." José zoou: "Isso me ajuda a morrer logo, né?" Juliana não aceitou a brincadeira, franzindo a testa no vídeo: "Não fala besteira, sogro." E então, para surpresa de José – e de Elias, assistindo boquiaberto pelo PC da empresa –, ela começou a punhetá-lo de verdade, mão firme no pau de 20cm, ritmada e focada. Olhava fixamente para aquilo, mantendo certa distância. José murmurou: "Por quê, nora?" Ela: "Meu dever é cuidar de você… relaxa." Não demorou, e ele soltou jatos de porra pra cima, sujando a própria barriga. Juliana finalizou o banho, limpando tudo, José super sem graça: "Obrigado… mas me vista e saia, por favor." Eles quase não interagiram o resto do dia, mas Juliana quebrou o gelo mais tarde, voltando a conversar pouco antes de Elias chegar.

Elias não acreditava naquilo – sua amada punhetando o pai até ele gozar? Um nó apertou seu estômago, o coração acelerando com um misto de choque e algo mais sombrio, uma excitação traiçoeira que o enojava. "Que porra é essa?", murmurou, avançando para os dias seguintes. Os dois seguintes foram normais – banhos rotineiros, sem toques extras. Mas no terceiro, outra punheta, ela sempre distante o suficiente para a porra não sujá-la. E, dali em diante, todo banho tinha uma – lenta, ritmada, José gemendo baixinho apesar de nada sentir, Juliana mais confiante a cada vídeo.

Até que, chegando no exato dia anterior ao presente – o dia da foda selvagem –, Elias resolveu ouvir o banho completo. A conversa era comum no início, sobre o dia, mas José relembrou Joana mais uma vez: "Suas chupadas e punhetas eram maravilhosas… me matava de tesão." Juliana reclamou, voz brincalhona: "Então você não gosta do meu cuidado, sogro?" José: "Pelo contrário, nora… amo seu carinho." Elias percebeu a mudança – da primeira punheta para aquela, pouco mais de duas semanas, o tom entre eles havia evoluído, mais íntimo, solto, como velhos confidentes.

José, zoando: "Não se afasta tanto durante o carinho, nora… vem mais perto." Ela, se sentindo desafiada, subiu na cama, sentando de frente pra ele, pernas abertas, e começou a punhetá-lo devagar. Elias notou: Juliana estava de saia, a calcinha vermelha visível entre as coxas torneadas. José zoou: "Ei, se comporta… que calcinha é essa?" Ela retrucou: "Só vê, velho… nada demais." Masturbava com foco, olhos fixos no pau, pouco a pouco se aproximando. José fechava os olhos: "Você é a melhor nora do mundo… ahh." De repente, ele gozou – jatos voando, sujando as coxas e roupas dela. Juliana congelou por um momento, depois correu pra se limpar.

Quando voltou, estava sem as roupas sujas – apenas sutiã e calcinha de renda vermelhos, o corpo lindo exposto, bumbum grande e coxas torneadas brilhando sob a luz. Terminou o banho em silêncio, José quase hipnotizado, olhos vidrados na beleza da nora. Percebendo, ela zoou: "Para de babar, sogro… se comporte." Terminou, vestiu-o e saiu correndo pro banheiro. Elias viu que aquilo fora 30 minutos antes dele chegar… Agora entendia o fogo todo daquela noite – a selvageria de Juliana, o tesão voraz. O pior é que aquilo, de certa forma, o excitava, o pau endurecendo involuntariamente enquanto assistia, mas a angústia o consumia: e se Juliana se envolvesse com o pai? Seria possível? Ela o traindo dentro da própria casa, tornando o juramento que ele havia feito em uma maldição?

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