Confissões de Vinho e Tesão Voyeur

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 903 palavras
Data: 07/04/2026 12:32:21

A cozinha de Andressa pulsava com o aroma de malbec encorpado e queijo brie derretido na ilha de granito, luzes amareladas dançando nas taças suadas. No Ecoville, Curitiba, 22h30, a garrafa pela metade selava a intimidade das amigas. Andressa, 49 anos, corpo voluptuoso e confiante – seios pesados balançando livres sob o vestido de seda preta, bunda marcada pelo tempo mas empinada, coxas grossas roçando a bancada –, inclinava-se rindo para Adriane. Aos 29, casada com Marcelo, ela era magrinha com curvas suculentas, blusa fina colando nos mamilos duros, pernas entrelaçadas nas da amiga.

"Desembucha, Dri: qual tua fantasia mais suja que o Marcelo nem sonha? Ele te fode todo dia ou rola segredo?", provocou Andressa, enchendo as taças, decote revelando pelos pubianos aparados sob a renda.

Adriane engoliu seco, o vinho queimando a garganta e soltando a confissão. "Jura não julgar? Eu gozo imaginando ele com outra puta, pau duro esticando uma buceta alheia, gemendo rouco. Eu assistindo de canto, mão na minha boceta encharcada, sem tocar neles." Bebeu mais, olhos vidrados. "Você seria perfeita: montada nele, rebolando essa bunda madura, chupando os peitos enquanto ele te enche."

Andressa lambeu os lábios carnudos, arrepios na espinha. "Corna voyeur tarada? Liga pro teu macho agora. Eu faço o show." Discou no viva-voz do celular de Adriane.

"Amor? Tarde...", grunhiu Marcelo.

"Vem já. Vinho e papo quente na Andressa", ordenou Adriane, voz trêmula de tesão. Ele chegou em 20 minutos, terno social esticando o corpo atlético de 35 anos, pau já meio duro na calça.

Andressa trancou a porta, arrastando-o pro sofá da sala. "Senta. Tua mulher quer ver." Ajoelhou-se, abrindo o zíper devagar: pau de 23cm veados saltou, cabeça roxa inchada pingando pré-gozo grosso. "Olha, Adriane: tua amiga vai engolir o cacete do teu marido." Lambeu a base devagar, língua plana subindo até sugar a glande com vácuo molhado, babando rios enquanto mamava metade, garganta relaxada. Marcelo gemia: "Porra, Andressa... que boca gulosa."

Adriane se contorceu na poltrona oposta, short jeans encharcado escorrendo pelas coxas internas, o cheiro almiscarado de excitação dela misturando-se ao ar. Seus olhos grudaram no pau do marido desaparecendo na boca madura de Andressa – via cada veia pulsando, o brilho da saliva escorrendo pelas bolas dele, o jeito que as bochechas dela afundavam no vácuo. "Chupa mais fundo... faz ele pulsar pra mim", sussurrou Adriane, inclinando-se pra frente, uma mão involuntária apertando o próprio peito por cima da blusa, sentindo os mamilos como pedras. O coração dela batia descompassado, uma pontada de ciúme erótico misturada a um tesão avassalador, boceta latejando vazia só de imaginar o pau dele tão inchado por outra.

Andressa tirou o vestido, corpo nu maduro exposto – buceta carnuda depilada brilhando de umidade. "Primeira posição: me fode montada." Sentou no colo dele de frente, guiando o pau grosso pro fundo da boceta, gemendo rouca: "Ahh, caralho, que pica esticada! Tá batendo no útero!" Rebolava devagar no início, quadris circulares, tetas pesadas quicando nos peitos dele, piercings nos mamilos roçando a pele. Sucos melados escorriam pelas bolas, som chiado ecoando. Marcelo mamava os bicos duros: "Vai, sua puta de 50, rebola mais!"

Adriane deslizou da poltrona pro chão, rastejando de joelhos até ficar a meio metro do sofá, rosto na altura das coxas entrelaçadas deles – perto o suficiente pra sentir o calor irradiando, pra ver os lábios da buceta de Andressa se abrindo e fechando em torno do pau do marido, fios de mel grosso pingando no tapete. "Fode ela forte, amor... me mostra tua porra nela", implorou, voz rouca, agora com as duas mãos dentro do short: uma dedilhando o clitóris inchado em círculos rápidos, a outra enfiada fundo na boceta escorregadia, imitando o ritmo das bombadas dele. Seus olhos devoravam cada detalhe – a pele das coxas de Andressa tremendo, os gemidos guturais de Marcelo ecoando como facadas de prazer/dor no peito dela, o cheiro forte de sexo invadindo as narinas. Ela mordia o lábio até sangrar levemente, lágrimas de tesão nos cantos dos olhos, gozando baixo pela primeira vez só com o espetáculo.

Andressa desmontou, de quatro no tapete felpudo, bunda empinada pro alto. "Agora me pega por trás, enquanto ela vê de perto." Marcelo se posicionou, cuspindo na mão pra lubrificar e metendo vaginal forte – estocadas profundas, pele batendo pele, bunda ondulando a cada impacto. "Tá apertada pra caralho, Andressa!" Ela virava o rosto pra Adriane: "Olha como ele me arromba, Dri! Vem mais perto."

Adriane obedeceu, deitada de bruços no tapete ao lado, rosto a 30cm da ação – via o pau brilhante entrando e saindo da buceta carnuda de Andressa em close-up, o creme branco se formando na base, as bolas dele estalando molhadas na virilha dela. "Me fode mais forte, Marcelo! Faz ela gozar pra tua corna ver!", gritou Andressa. Adriane esticou a mão trêmula, lambendo os dedos melados que Andressa estendia, provando o gosto salgado e doce misturado ao do marido. Seu corpo todo vibrava, pernas abertas no chão, dedinhos socando a própria boceta em sincronia, unhas cravando o tapete enquanto o segundo orgasmo a fazia arquear as costas, esguichando no piso sem nem tocar o clitóris.

Andressa explodiu gritando, corpo convulsionando, esguichando jatos quentes no abdômen de Marcelo. Ele gozou logo após, rugindo e jorrando porra dentro dela, transbordando em fios espessos pelas coxas maduras.

Adriane desabou ofegante no tapete, corpo mole de orgasmos múltiplos, olhos vidrados nos fluidos escorrendo. Andressa, suada, piscou: "Mais posições amanhã, corna? Teu pau é viciante."

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