No texto anterior, narrei o exato momento do meu primeiro chifre. De alguma forma, vocês foram testemunhas, pois enquanto escrevia para vocês, minha esposa estava trancada no quarto dando a buceta para o nosso vizinho e, logo depois, perdendo a virgindade do cu. Vocês foram praticamente meus cúmplices.
Por isso, eu sinto que tenho uma dívida com vocês por não descrever minha esposa, vou pagar essa dívida agora.
Todo homem com potencial de ser corno acaba se casando com uma gostosa, Thais, minha esposa, é um exemplo disso. Uma morena viciada em academia e isso se reflete, principalmente, na sua bunda, é redondinha e apetitosa de um jeito irresistível, daquelas que fazem a boca salivar só de olhar. O tipo de bunda que você abre e encontra um cuzinho esperando para ser preenchido. Os seios cabem nas mãos, com os biquinhos pequenos. Sua buceta é tão estufada que fica desenhada mesmo sob a calça jeans que ela usa para trabalhar, até a racha fica marcada. É o tipo de buceta que nenhum marmanjo consegue ignorar, já flagrei até meus amigos olhando com o tesão estampado nos olhos.
Uma mulher gostosa assim não foi feita para ser comida por apenas um homem. Ela deve ser dividida, compartilhada. Porém, eu sei que, por mais que eu tente explicar, muitos de vocês não vão entender o prazer de ser corno, alguns vão dizer que sou otário, outros que sou louco.
Só posso dizer para todos vocês que o prazer de ser corno é uma mistura estranha de ciúme, desejo, orgulho e humilhação que se entrelaçam como fios impossíveis de separar. É uma sensação que não cabe nas definições comuns.
Dito tudo isso, vou narrar o que aconteceu na madrugada do dia do meu primeiro chifre.
Acordei pouco antes do amanhecer, ouvindo os gemidos de Thais.
Caminhei até a porta, pensei que seria como da última vez, que estaria trancada, mas não estava...
Empurrei devagar.
E foi então que me deparei com a cena que ficaria marcada para sempre na minha memória.
Minha linda esposa sentada no nosso vizinho, seus quadris subindo e descendo, rebolando devagar, sua buceta se abrindo para receber aquela pica enorme.
E quando o vizinho me viu, abriu a bunda dela com as duas mãos, revelando que o cu da minha esposa não era mais aquele pequeno furinho que eu costumava admirar, as pregas delicadas que antes preservaram a virgindade daquele cu, agora estavam abertas e inchadas ao redor de um buraco profundo e escuro.
Tenho que confessar para vocês que meu coração acelerou tanto que pensei que teria um infarto diante daquela obra de arte, era a marca do meu primeiro chifre, a prova definitiva de que eu era corno manso.
Em pé ali, eu me via prestando atenção não só no cu arrombado, mas também na forma como uma bucetinha tão pequena conseguia engolir uma rola tão grande, era impressionante.
Os gemido de Thais era acompanhado pelo som úmido da pica entrando e saindo.
De repente, ela olhou para mim, procurou o pau do vizinho com as mãos, tirou a camisinha e sentou. Fiquei sem reação.
Duas sentadas sem a barreira do preservativo...
Aconteceu.
Um pequeno volume branco surgiu nas bordas da buceta. Em seguida veio mais, escorrendo devagar por toda extensão daquele pau enorme. O vizinho urrava como um urso enquanto terminava de inundar o útero da minha esposa com sua porra.
E quando Thais saiu de cima dele, tinha um recheio cremoso entre as pernas, não sabia que o esperma poderia ter uma consistência tão espessa.
Não resisti, tirei o pau para fora, enfiei sem pensar duas vezes.
Vou tentar descrever qual a sensação de meter numa buceta logo depois dela ser fodida e inseminada por outro pau.
Eu pensei que estaria mais aberta, que meu pau ia até sambar ali dentro. Porém não foi assim, a buceta estava macia, as paredes internas pareciam inchadas, pressionando suavemente ao redor da minha rola. A sensação foi inesperada, um aperto delicado e constante. O esperma do vizinho funcionava como um lubrificante diferente, ajudava a deslizar ao mesmo tempo que produzia contato. Se eu soubesse que comer uma buceta fodida era tão gostoso, teria pedido para ser corno de todas minhas namoradas do passado.
Entre uma metida e outra, olhei para o vizinho em pé ao lado da cama e agradece por ele ter deixado a bucetinha da minha mulher tão macia. Lembro que ele fez uma cara de sacana, sorriu e não disse nada.
Quando eu estava prestes a gozar, minha mulher me beijou, um beijo profundo, romântico, gozei ouvindo ela sussurrar que me amava e dizer que era um marido perfeito.
Depois de tudo, nos dois ficamos abraçados na cama enquanto o vizinho terminava de vestir a roupa. E antes dele ir embora, trocamos algumas palavras, não combinamos nada, mas ele deixou claro que vai estar sempre a disposição para amaciar minha esposa. Eu fiquei feliz em saber disso.
Mais tarde, quando o sangue esfriou, Thais disse que estava toda dolorida, com o cu ardendo. Na mesma hora, fui a farmácia, comprei uma pomada íntima e deste então estou cuidando do rabo dela. Toda manhã, abro a bundinha com cuidado, aplico a pomada com todo carinho e amor, hoje o cuzinho dela já está praticamente pronto para levar pica.