No dia seguinte, pela manhã, tomei uma decisão íntima e profundamente pessoal enquanto me olhava no espelho grande do banheiro principal. Meu corpo, aos quarenta e dois anos, ainda era voluptuoso e bem cuidado — os seios cheios e naturais, a cintura marcada, os quadris largos e a bunda grande e macia que o tempo havia deixado ainda mais atraente. Mas eu queria oferecer algo mais puro, mais sensível e mais vulnerável ao meu filho. Queria que ele sentisse cada detalhe da minha feminilidade sem barreiras.
Entrei no chuveiro quente, usei o creme depilatório com cuidado meticuloso e, depois, a lâmina afiada, deslizando devagar sobre a pele. Os pelinhos pubianos escuros desapareceram completamente, revelando os lábios vaginais inchados, rosados e macios como seda. Passei creme hidratante com movimentos lentos e circulares, sentindo a pele sensível formigar ao toque dos meus próprios dedos. Quando me olhei novamente no espelho, completamente nua, senti um misto estranho de vulnerabilidade, vergonha e uma excitação profunda. Era para ele. Queria que Lucas sentisse cada textura nova, cada centímetro liso e delicado da minha buceta. Queria ser completamente exposta para o desejo dele.
À noite, quando subimos juntos para o quarto, o ar já estava carregado de uma tensão sexual palpável. Eu vestia apenas um baby-doll transparente preto, curto o suficiente para mal cobrir a curva inferior dos meus seios cheios e deixar a bunda grande completamente à mostra. O tecido fino deixava pouco para a imaginação, revelando os mamilos escuros e endurecidos. Lucas me olhava com fome crescente, os olhos castanhos escurecendo enquanto percorriam meu corpo sem disfarce.
Deitei-me na cama king size, abri as pernas devagar e chamei-o com a voz rouca e carregada de desejo:
“Vem aqui, meu amor. Hoje a mamãe quer te ensinar algo novo. Quero que você chupe minha buceta. Vem… eu vou te guiar com calma.”
Ele se aproximou devagar, os olhos fixos na minha vagina recém-depilada, brilhando de excitação e um pouco de surpresa. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos, puxando-o gentilmente para baixo entre as minhas coxas.
“Devagar no começo, filho. Beija os lábios com carinho… isso… agora usa a língua, lambe de baixo para cima, bem devagar… Ahhh, assim… perfeito. Agora circula no clitóris… sente como ele está inchado e sensível pra você?”
Lucas obedecia com dedicação, a língua quente e ainda hesitante no início, depois ganhando mais confiança e ritmo. Eu gemia alto, sem me conter, guiando os movimentos da cabeça dele com as mãos:
“Chupa o clitóris com mais força… isso… coloca a língua dentro de mim… ahh, meu filho… você está me deixando louca.”
O prazer era intenso e avassalador — a boca quente dele explorando minha buceta completamente lisa, o som molhado e obsceno da língua trabalhando entre meus lábios, o nariz roçando minha pele sensível. Eu segurava a cabeça dele com firmeza, movendo os quadris contra o rosto dele, ensinando-o exatamente como me dar prazer. Meus gemidos enchiam o quarto enquanto ondas de prazer subiam pela minha espinha. Depois de vários minutos deliciosos, em que eu quase gozei na boca dele, eu o puxei para cima, ofegante.
“Agora me fode, Lucas. Quero que você me use. Me possua completamente. Eu sou sua agora… faça o que quiser comigo.”
A partir daquela noite, as transas ganharam uma nova intensidade e uma nova linguagem. Havia muito mais diálogo, mais palavras cruas e explícitas que saíam dos meus lábios enquanto ele me penetrava fundo e forte.
“Me usa, filho… me fode como você quiser. Essa buceta é sua… esses seios são seus para apertar e morder… me possui como homem possui uma mulher.”
Ele explorava meu corpo com mais ousadia a cada dia. As mãos grandes e fortes apertavam meus seios pesados, amassando-os com desejo, chupando os mamilos com força enquanto estocava fundo dentro de mim. Depois ele me virava de quatro na cama, batendo na minha bunda grande com a palma da mão, fazendo a carne macia tremer e ficar vermelha a cada investida poderosa.
“Bate mais forte… marca a mamãe… eu gosto quando você me possui assim, com força… me faz sentir que sou toda sua.”
Uma manhã, poucos dias depois, eu estava na cozinha preparando o café da manhã — vestindo apenas um robe leve amarrado frouxamente na cintura e uma calcinha rendada por baixo. O sol da manhã entrava pelas janelas grandes, iluminando o balcão de mármore branco. De repente, senti Lucas atrás de mim. Ele me abraçou por trás, o corpo quente e jovem colando nas minhas costas, o pau já completamente duro pressionando contra a minha bunda grande por cima do tecido fino do robe.
“Lucas… agora não”, murmurei, rindo nervosa, o coração acelerando. “A empregada pode chegar a qualquer momento. Tenho medo que alguém veja…”
Ele não parou. Beijou meu pescoço com lábios quentes, as mãos descendo para abrir o robe com urgência. “Eu quero ver você gozar, mãe. Quero sentir você gozando no meu pau bem aqui.”
Antes que eu pudesse protestar mais, ele abaixou minha calcinha rendada até os joelhos, levantou o robe até a cintura e posicionou o pau grosso e latejante na entrada da minha buceta. Eu já estava molhada apesar do medo e da adrenalina. Ele penetrou-me de uma vez, fundo e forte, fazendo-me gemer alto e me apoiar com as duas mãos no balcão frio.
As estocadas eram rápidas, possessivas e profundas. Uma mão dele apertava meu seio por dentro do robe aberto, beliscando o mamilo, enquanto a outra descia para esfregar meu clitóris inchado com movimentos circulares rápidos.
“Filho… ahh… vai devagar… alguém pode chegar… ahhh!”
“Gozar pra mim, mãe. Goza no pau do seu filho. Quero sentir você apertando bem forte.”
O medo misturado ao prazer intenso me levou ao limite rapidamente. Gozei forte, as pernas tremendo violentamente, a buceta contraindo em espasmos ao redor do pau grosso dele. Um gemido abafado escapou enquanto eu mordia o lábio com força para não gritar. Lucas estocou mais algumas vezes, depois parou de repente, saindo de mim com o pau brilhando da minha excitação abundante. Ele sorriu satisfeito, beijando meu ombro suado.
“Estou satisfeito… por enquanto. Só queria te ver gozar assim, desesperada na cozinha.”
Eu fiquei ali, ofegante, a calcinha ainda nos joelhos, o corpo inteiro pulsando de prazer e adrenalina. Ele saiu da cozinha como se nada tivesse acontecido, deixando-me excitada, confusa e com as pernas fracas.
Naquela noite, eu caprichei ainda mais no sexo. Vesti uma lingerie nova especialmente escolhida para ele: um sutiã meia-taça preto que mal continha meus seios pesados e uma calcinha fio-dental que desaparecia completamente entre as nádegas grandes. Quando Lucas chegou ao quarto, eu o empurrei para a cama com determinação e montei nele com fome voraz. Cavalguei com força, os seios saltando pesados dentro do sutiã, falando sem parar entre gemidos:
“Me fode, meu amor… usa essa buceta com vontade… aperta meus seios… bate na minha bunda… eu sou toda sua, filho.”
Ele obedecia com entusiasmo crescente, as mãos apertando minha carne macia, os dedos cravando na bunda grande, as estocadas subindo para encontrar as minhas descidas. Depois ele me virou de quatro na cama, me fodendo por trás com força bruta, batendo na minha bunda até ela ficar vermelha e quente.
Quando senti que ele estava perto do clímax, eu me virei rapidamente, ajoelhei-me na frente dele e segurei o pau latejante e brilhante com as duas mãos.
“Quero que você goze na minha boca, filho. Enche a boca da mamãe com seu leite quente e grosso.”
Chupei com voracidade — fundo, molhado, a língua trabalhando incansavelmente na glande sensível. Lucas segurou minha cabeça com as duas mãos, gemendo meu nome entre dentes. “Mãe… caralho… vou gozar…”
Explodiu na minha boca — jatos grossos, abundantes e quentes enchendo minha língua. Eu engoli tudo com prazer, lambendo cada gota, olhando nos olhos dele enquanto terminava de limpar o pau com a língua devagar e provocante.
Depois, deitamos abraçados, suados, exaustos e profundamente satisfeitos. Eu acariciava o peito dele com ternura, sentindo o coração bater forte sob minha palma. O desejo entre nós não parava de crescer, de se transformar em algo ainda mais intenso. Eu queria ser possuída, usada, amada e dominada por ele de todas as formas possíveis. E Lucas, meu filho, estava aprendendo rapidamente a tomar o que era dele com confiança e desejo.
O que tínhamos se tornava cada vez mais intenso, mais perigoso e mais irresistível. E eu, no fundo do meu ser, já não queria mais parar.
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Contato: helenice_inc6@proton.me. Posso contar sua história aqui, me escreva se tiver interesse. Estou recebendo muitos contatos, mas não vou conseguir responder todos.