Submissa - A viagem - Parte 1

Um conto erótico de Vanessa
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1420 palavras
Data: 01/04/2026 12:43:57
Assuntos: Sadomasoquismo

Ola novamente

Para quem não me conhece, chamo-me Vanessa, tenho 19 anos, 1,55 de altura e adoro ser submissa.

Era uma sexta feira, próximo das férias da Páscoa e eu não tinha faculdade.

Eu já tinha ido para casa do meu Dono, e ele me enviou uma mensagem a dizer que iríamos passar uns dias fora e para eu preparar apenas o meu necessaire de viagem, ou seja apenas as minhas coisas de higiene.

Fiz como ele me mandou e esperei que ele chegasse a casa.

Ouvi o carro dele a chegar e fiz o que sempre faço, que é ir espera-lo à porta. Coloquei-me de frente para a porta, mãos atras das costas e claro, totalmente nua. Esperei

Ele entrou, olhou-me, passou por mim, subiu as escadas sem dizer nada.

Eu continuei no meu lugar aguardando instruções.

Entretanto ele passou por mim, e disse-me para o seguir. Fomos até à garagem e ele levava as minhas coisas de higiene, mas apenas isso.

Um dos carros que ele tem é uma Pick-up estilo americano, não sei a marca. Tem um compartimento entre a cabine e a parte de trás.

Eu sou pequena e cabo perfeitamente nesse compartimento. Subimos no carro, ele já tinha umas cordas. Amarrou-me as mãos atras das costas e os meus p~es tambem. Colocou-me um alargador vaginal que o abriu bastante e por fim colocou-me uma venda nos olhos e tapou-me a boca com fita.

Pegou em mim e colocou-me dentro desse compartimento.

Nesse espaço havia sempre algo metalico, pequeno. Pequenas bolinhas, não sei explicar, mas tornava a viagem desconfortável.

Embora ele não tivesse dito para onde íamos, depois de lá chegar eu conheci o local e ficava a umas 3horas de onde estavamos e por isso terá sido esse o tempo da viagem.

Era uma casa que ele tem junto à praia, numa zona muito reservada.

Voltando atras... quando chegamos senti o carro a parar, ele abriu o compartimento e tirou-me lá de dentro. Soltou-me as pernas, mas não as mãos. Retirou-me a venda e retirou o alargador vaginal. Segurou-me pelo braço e seguimos para dentro de casa. Eu mal conseguia andar, doia-me o corpo todo, mas especialmente a minha xaninha, que tinha estado aberta durante toda a viagem.

Levou-me até ao quarto e quando entramos, eu olhei-me no espelho e vi a minha xaninha completamente aberta, toda escancarada.

Ele sorriu para mim e disse-me... - Não te preocupes que amanha já está normal.

Eu nem reagi de tão cansada que estava. ele atirou-me para cima da cama e ali fiquei.

Eu deveria ter adormecido, porque não me lembro de mais nada, mas só o senti já a penetrar o meu cu e a foder-me com força, até gozar dentro de mim.

Continuava de mãos amarradas atras das costas enquanto ele me fodia, quando terminou, não me soltou, mas eu não conseguir reagir e adormeci assim mesmo.

No dia seguinte de manha, quando acordei, ainda tinha as mãos amarradas, olhei e ele não estava na cama. Levantei-me fui até à parte de traz da casa, que dá para a praia. Lá estava o meu Dono sentado. Nessa altura ele soltou-me e mandou-me ir ao mar, lavar-me.

Não havia ninguém na praia. Obedeci.

Apesar de estar um pouco frio ainda para ir ao mar até me senti muito bem e refrescada.

Quando regressei, ele ordenou-me que fosse à cozinha buscar o nosso almoço, eu tinha dormido bastante e já eram horas de almoçar.

Fiz o que ele me mandou e comemos, lá fora no jardim.

Quando terminamos ele, me mandou levantar e aguardar num canto do jardim.

Nesse canto havia um pequeno ferro, não muito grande. Ai com uns 15 cm de altura, cilíndrico.

O meu Dono, veio ter comigo e deu-me para a minha mão um pequena embalagem de lubrificante.

- Toma, senta nesse ferro. É para colocar no cu.

Sem questionar, besuntei o ferro com o lubrificante e lentamente me sentei nele como o meu Dono me ordenou.

Fiquei sentada no chão, mas com o ferro bem dentro do meu cu.

Ele pegou nos meus pés e os amarrou, atras de mim, deixando-me com as pernas bem abertas. Seu sentia a relva do chão bem encostada na minha xaninha.

Depois amarrou as minhas mãos atras das costas. Fiquei completamente imovel.

Eu estava imovel, completamente nua, sentada no chão do jardim, completamente indefesa.

Vi ele colocar migalhas de pão e até açucar bem junto a mim no chão, por cima das minhas pernas e com os dedos abriu um pouco da minha xaninha, que porque estava enconstada à relva não voltou a fechar totalmente e também lhe deitou açucar.

Ele sentou-se a ler um livro, enquanto eu estava ali imovel.

Se há uma coisa que ele gosta de me fazer e colocar-me num local, como se fosse ornamento e de preferencia que eu esteja com algum sofrimento.

A certa altura o efeito do açucar começou a funcionar e formigas começaram a chegar perto de mim, a subir nas minhas pernas e claro na minha xaninha.

Estas formigas mordem, claro que não faz sangue nem ferimentos, mas sente-se uma ligeiras picadas e incomoda.

Ele percebeu isso e sem levantar os olhos, apenas me disse que não queria ouvir qualquer barulho da minha parte, por isso tive de me conter.

Olhei para baixo e tinha montes de formigas à minha volta e nesse momento olhei para ele e percebi que ele estava simplesmente a contemplar o meu sofrimento. E sim é a outra coisa que ele adora me fazer... fazer sofrer.

E eu estando ali, completamente indefesa a sofre e a ser observada por ele, não fiquei com raiva... aquilo me excitava ainda mais quando observei o sorriso dele, sádico, satisfeito por me ver naquela situação.

Entretanto ele levantou-se, aproximou-se de mim e ficou bem na minha frente a olhar para mim. eu olhava para cima, observava-o, esperava pacientemente o que ele pretendia me fazer enquanto ia sendo picada pela quantidade de formigas que tinha à minha volta, mas aguentava. Obedecia ao meu Dono.

Encostou-se bem na minha cara e ele estava de roupão, desapertou e por baixo o meu Dono estava completamente nu. Encostou o pau dele na minha cara. Ainda não estava duro, estava a meio. Não foi necessário ele ordenar-me para abrir a boca, eu abri.

Ele sorriu, passou a mão pela minha cabeça como que a fazer uma festa, uma caricia numa cadela.

- Linda menina, muito obediente. Disse ele

Eu sorri, abanei a cabeça em sinal de afirmação.

Ele colocou a pontinha do pau dele na minha boca, apenas em cima da minha lingua e para minha surpresa, pela primeira vez ele começou a urinar bem dentro da minha boca.

Eu tentei reagir a evitei engolir e por isso fiquei com urina pelo meu corpo.

Levei um enorme estalo na cara e depois ele meteu o pau dele dentro da minha boca, segurou a minha cabeça e terminou de urinar, bem na minha garganta.

Eu estava atrapalhada e me engasguei, depois comecei a sentir o pau dele a ficar duro, ai ele segurou a minha cabeça com mais força e me fodeu até gozar bem dentro da minha boca.

Depois deixou-me ali e foi para dentro de casa.

Não sei quanto tempo fiquei naquela posição, estava desconfortável e só pensava, porquê ele me tinha feito aquilo, era nojento, sentia-me triste, humilhada. Eu sei que estou com ele, porque aceito ser dominada, mas não pensei que ele rebaixa-se a este ponto. Estar amarrada, torturada desta forma ainda aceito, mas urinar em mim e ainda por cima dentro da minha boca. Sentia-me humilhada.

Bem sei que nunca estarei ao nivel dele, mas percebi que eu sou apenas uma boneca, um pedaço de carne para ele ser divertir.

Estava eu nos meu pensamentos, quando ele regressou, e naquele momento o meu coração disparou, senti uma alegria imensa em vê-lo.

Parecia uma cadela contente por ver o Dono chegar a casa depois de um dia de trabalho.

Tudo o que ele me tinha feito estava no passado e apenas queria a atenção dele.

Nessa altura eu percebi, sim eu pertenço a ele.

Olhei-o nos olhos e pedi-lhe desculpa e disse que perceberia se ele me quisesse castigar.

Ele pegou numa mangueira, abriu a agua e apontou para mim. A agua estava gelada, deu-me banho ali mesmo.

Depois soltou-me e mandou-me ir ao à casa de banho, tomar um duche, arranjar-me que iriamos almoçar fora e que tudo o que eu necessitava para vestir estaria em cima da cama.

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