Esposa a flertar sem fim parte 6

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 982 palavras
Data: 07/04/2026 02:08:21

A Tentação que Queima

Letícia acordou antes do amanhecer, o corpo todo dolorido e marcado como se tivesse sido usada por um estranho. A boceta ainda latejava, inchada e sensível das estocadas brutais de Roberto na noite anterior, misturada com o resquício pegajoso do esperma dele que escorria devagar pelas coxas. Ela sentia o cheiro de sexo no quarto inteiro — o dela, o dele, e o fantasma do tesão proibido de Jamal. “Eu quase deixei ele me foder ontem… na nossa cozinha, com meu marido e meu filho voltando. Eu quase abri as pernas pra um garoto de 18 anos, amigo do Lucas.” A culpa caiu como um soco no estômago, fazendo-a apertar os olhos com força. Lágrimas quentes escorreram. Ela era uma boa esposa. Uma boa mãe. Uma mulher de 39 anos que sempre controlara tudo. E agora? Agora sua boceta traidora pulsava só de lembrar da cabeça grossa e preta do pau de Jamal roçando seus lábios molhados, pressionando, quase entrando.

Roberto dormia ao lado, o braço possessivo sobre ela, um sorriso leve no rosto. Ele ainda achava que era só um joguinho quente, uma fantasia que os deixava loucos na cama. Não via o pânico nos olhos dela. Não via que o desejo por Jamal já não era mais só tesão — era uma fome que a consumia, que a fazia se odiar e se molhar ao mesmo tempo.

No trabalho, Victor não esperou nem o almoço. No corredor dos fundos, ele a puxou para dentro de uma sala de arquivos vazia, trancou a porta e a prensou contra a parede.

— Você está cheirando a puta desesperada hoje, Letícia — rosnou ele, a mão grande subindo por baixo da saia e enfiando três dedos grossos de uma vez na boceta encharcada. — Porra… ainda molhada do que quer que tenha acontecido ontem. Quer meu pau agora, né? Quer que eu te foda aqui, rapidinho, enquanto seus colegas trabalham do outro lado da porta?

Letícia gemeu alto, mordendo o próprio punho. Os dedos dele eram brutais, curvando-se exatamente onde ela precisava, o polegar girando no clitóris inchado.

— Victor… não… aqui não… eu sou casada… aaahh… — mas as pernas dela se abriram sozinhas, o quadril empurrando contra a mão dele. Ele riu baixo, baixou o zíper e tirou o pau grosso, veioso, já babando pré-gozo.

— Chupa, safada. Chupa como a vadia que você está virando.

Ela caiu de joelhos, os olhos marejados de vergonha e tesão, e abriu a boca. Victor enfiou fundo, fodendo sua garganta com estocadas curtas e brutas. Letícia engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, mas chupava com fome, a boceta pingando no chão. “Eu sou nojenta… traidora… mas meu corpo quer mais.” Ele gozou com um grunhido, enchendo sua boca de porra quente e salgada. Ela engoliu tudo, tremendo, odiando-se por ter gozado só de chupar ele.

Em casa, o destino riu da cara dela. Roberto e Lucas saíram para levar o carro na oficina. Jamal apareceu menos de dez minutos depois, como se sentisse o cheiro dela no ar. Não houve palavras. Ele a empurrou contra a ilha da cozinha, beijou-a com violência, língua invadindo, mãos rasgando a blusa para apertar os seios nus.

— Eu vou te comer hoje, Letícia — rosnou ele contra a boca dela, puxando a calça de ioga até os tornozelos. — Essa boceta casada vai ser minha.

Letícia choramingou, as mãos tremendo enquanto ele se ajoelhava e enfiava a língua fundo, chupando o clitóris como um animal faminto. Dois dedos grossos voltaram a fodê-la, depois três, esticando-a. Ela agarrou os cabelos dele, empinando a bunda, gemendo alto.

— Jamal… para… por favor… meu marido… meu filho… aaahh… não para… me chupa mais forte…

Ele se levantou, puxou o short para baixo. O pau preto, monstruoso, latejava na frente do rosto dela — veias grossas, cabeça inchada brilhando. Letícia olhou hipnotizada, a boceta contraindo de desejo puro. “É enorme… vai me destruir… e eu quero que destrua.” Ela abriu a boca, mas ele a virou de costas, esfregando a cabeça grossa nos lábios molhados dela, pressionando, quase entrando.

— Deixa eu meter, safada — sussurrou ele, a voz rouca de tesão. — Deixa eu te foder como seu marido nunca fodeu.

Letícia empurrou a bunda para trás, sentindo a cabeça dele abrir os lábios… quando o barulho da garagem os congelou. Roberto e Lucas voltando. Jamal guardou o pau às pressas e correu para o porão. Letícia mal teve tempo de se vestir, o corpo inteiro tremendo de frustração e alívio misturados, a boceta latejando vazia.

À noite, sozinha com Roberto, ela contou tudo — cada detalhe sujo, cada gemido, cada palavra. Contou como quase deixou Jamal meter. Contou como chupou Victor no trabalho. Roberto ficou louco de tesão. Ele a jogou na cama, deu palmadas tão fortes na bunda que ela gritou, depois a fodeu de quatro com estocadas brutais.

— Sua puta… quase deixou o garoto negro te rasgar? Quase chupou o pau do Victor no escritório? Diz que você quer os dois! Diz que quer trair seu marido como a vadia que você é!

Letícia soluçava de prazer e culpa, as lágrimas caindo no lençol.

— Eu quero… eu quero o pau do Jamal me esticando toda… quero que ele me encha de porra jovem enquanto você assiste… aaahh… e o Victor… quero que ele me foda no trabalho… me usa, amor… me fode pensando neles!

Ela gozou gritando o nome de Jamal, o corpo convulsionando, esguichando forte no pau do marido. Roberto meteu mais fundo, gozando com um urro, enchendo-a até transbordar.

Deitada no escuro, sentindo o esperma escorrendo e o coração partido, Letícia chorava em silêncio. Roberto a abraçava, satisfeito, achando que era só fantasia. Não via as lágrimas. Não via que a linha tinha sido cruzada para sempre. Não via que, da próxima vez, ela não ia parar.

“Eu amo minha família… mas esse desejo está me destruindo. E o pior é que eu não quero que pare nunca mais.”

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