Depois que eu vi que eu tive coragem de contar a vez que eu, a forma como eu comi o meu pai enquanto ele estava bêbado à noite e todas as noites eu ia lá e metia sempre naquele rabo guloso, eu decidi que eu queria fantasiar como teria sido se ele tivesse assumido que estava acordado. Então abaixo eu vou escrever um conto de como que são os meus sonhos. Bom, meu pai chegou então em um dia bêbado e como sempre eu eu ficava olhando aquela bunda dele, mas esse esse era um dia diferente, porque não tinha ninguém em casa. Então eu já sabia que eu ia foder ele sem realmente me preocupar se alguém iria aparecer e ia ver eu enrabando o meu pai. Então eu fiquei ali, resolvi ficar de cueca nesse dia, na sala. Então quando meu pai chegou, ele estava bêbado e eu estava ali de cueca. Ele não falou nada, porque realmente ele costuma chegar muito bêbado e só que ele ia cambaleando pela casa. Então, diferente de outras vezes, eu resolvi ajudar ele. E eu falei, deixa que eu te ajudo. E fui segurando, cuidado, você tá caindo. E fui levando ele pro as. Aí no Eu perguntei se ele precisava de alguma ajuda, ele pegou e balbuciou alguma coisa, pedindo para eu sair, pra eu sair. E então eu falei que era melhor ele tomar um banho. Ele falou que já ia tomar e eu falei não, você sempre demora para ir tomar banho, para de enrolar e vai logo tomar seu banho. Aí nessa, eu fui até o eu segurei ele e levantei ele da cama pra ele vim tomar banho. E ele veio me acompanhando. Na minha cabeça, eu já estava pensando várias coisas, como que eu ia foder ele acordado naquele dia. Então eu fui levando ele pro banheiro e fui abrindo o cinto da calça dele e depois fui abrindo os botões da camisa dele. Conforme eu abria os botões da camisa dele, eu sentia que eu estava abrindo um presente. Eu tava abrindo aquele meu homem que estava acostumado a eu enterrar o pau nele. E que aquele dia ele seria mais que minha putinha. Eu ia engravidar aquele homem, aquele homem que eu chamava de meu pai. Eu fui abrindo então a camiseta dele e eu tirei toda a camiseta dele, coloquei pra lavar. E ele com aquela cara meio de bêbado, com o olho meio fechado, foi deixando. Aí depois que eu tirei a camiseta e o cinto, eu fui abrindo a calça dele e a calça caiu. Então eu fui abrindo o chuveiro e ele ali com a cueca. E aí eu falei, pode tirar, quer ajuda pra tirar também? E ele não falou nada. Como ele não falou nada, eu resolvi então ir lá ajudar antes de ele responder numa próxima vez. Então o chuveiro já estava aberto e eu fui lá, baixando a cueca dele. Só que eu não baixei normal. Como ele estava muito bêbado e estava bem suscetível ao que eu quisesse, eu fui baixando a cueca dele e colocando as duas mãos por dentro da cueca dele, da parte de trás, passando a mão pela bunda dele. Fui baixando devagar, mas deixei uma das mãos ali parada na bunda dele e a outra eu fui terminando de descer a cueca. Eu me agachei e ele não disse nada. Então eu deixei, resolvi deixar a mão na bunda dele pra ver se ele falava alguma coisa, e ele não falou. Aí eu tirei a mão pra puxar ele pro chuveiro, chamei ele pro chuveiro e fui colocando ele lá, debaixo da água. E aí nessa hora, meu plano já era tomar banho com ele. Como eu estava de cueca, eu fui deixando a água cair em cima de mim e de mim também. E eu fui pegando sabonete, passando pelo peito dele, pelo braço. nas axilas, fui passando pela barriga, passei pela perna e quando eu fui passar a bunda dele, eu fiz diferente. Eu passei bastante sabonete na minha mão pra ficar cheio de sabonete de sabão e fui passando a mão direto na bunda dele e ficava ali, massageando aquela bunda, fingindo que eu estava lavando, mas na verdade eu estava abusando daquela bunda com a minha mão. Eu alisava bastante. Então eu mantive uma mão lá, peguei a outra no sabonete pra encher de sabão novamente e enquanto uma mão eu fui cada vez devagarzinho, fui deixando ela entrar para dentro do reguinho dele, a outra mão foi no pau dele. Então eu lavei o pau dele, lavei as bolas, o pau dele começou a criar um pouco de vida, ficar meio duro. Eu puxei a pele pra baixo, lavei bastante também. E nessa hora o pau dele começou a ficar bem mais duro. O pau dele já estava apontando pra cima, enquanto eu alisava o pau dele com uma mão e com a outra mão. E eu com meus dedinhos deslizando pra dentro do rabo dele. Eu deslizei pra dentro do rabo dele meu dedo e como ele não falava nada, eu fui deixando o meu dedo entrar. Meu dedo foi entrando um e eu fiquei no vai e vem com o meu dedo. Depois foi entrando outro, eu vi que ele não falava nada, foi deixando entrar outro dedo. Ele já estava gemendo, com aquele olho fechado ainda de bêbado, mas nessa hora ele abriu e ficou me olhando. Ficou olhando bem no fundo dos meus olhos, enquanto eu dedava ele. E ele dava uns gemidinhos. Eu... Eu entendi que ele queria mais. Então, nós dois debaixo do chuveiro, aquela água caindo, eu fui me aproximando dele e comecei a beijar a boca dele. e ele retribuiu, passando língua na minha língua, enquanto eu lisava, enfiava o dedo naquele cozinho. Já eram dois dedos que eu tava enfiando naquele rabo. Ele gemia e me beijava. Então, eu peguei a mão dele e coloquei no meu pau e fui mostrando o caminho pra ele me punhetar. Depois que eu larguei, ele já estava ali, me punhetando sozinho, sem eu fazer nada. Então, enquanto a mão dele estava ali, segurando o meu pau e punhetando, eu estava ali, socando o meu dedo no rabo dele. E enquanto a gente não parava de se beijar, a gente ficou assim uns 10 minutos, até a hora que eu resolvi parar e virar ele de costas devagarzinho. E ele foi deixando. Então esse foi o primeiro dia que eu percebi que a partir daí eu poderia foder ele acordado. eu virei ele de costas e o rabo dele estava bem abertinho, por conta do sabão que eu passei em todo em volta do seu corpo. Ah, então eu ensaboei bastante o meu pau e fui atrás dele. Meu pau deslizou direto pra dentro do cu dele. E eu comecei a meter nele. Enquanto eu metia, ele não falava nada. Ele só ficava gemendo, esfregado ali na parede. Ele ficava ali, parado na parede, prensado com meu pau no rabo dele. E gemendo e gemendo, aquele gemido de bêbado, que não sabe exatamente o que que tá acontecendo, mas totalmente entregue ao prazer. E aí eu comecei a beijar a orelha dele. Eu beijava a orelha dele e ficava também gemendo pra ele ouvir que estava sendo comido por mim e que aquilo não era um sonho. E eu falava pode meter, pai, pode meter. Ele não falava nada logo de início e eu parei. E aí eu parei. Eu falei pai, pede, pede pra eu comer você, mas tem que me chamar de filho. E aí ele falou quero, ele falou quero e eu disse não é assim que fala. Fala eu quero que você me fode. E ele disse eu quero que você me fode. Ele repetiu exatamente, ele sabia o que que estava acontecendo. E eu falei não, não é assim. Tem que me chamar de filho. Eu quero que você fala assim papai quer que você fode ele filhinho. E aí ele foi bem melhor do que eu estava pensando. Eu falou mete essa pica, filho, no seu pai. Me come bastante que nem você sempre me comeu com força agora. Eu quero que você me coma com força pra eu zinficar com o leite no rabo. Solta bastante leite no meu rabo. Eu fiquei assustado porque eu descobri que na verdade ele sempre estava acordado todas as vezes que eu comia ele. E ele falava eu sei que você me fode. Espero toda noite você me foder esse seu pau grosso no meu rabo. Não imaginava que eu tinha um filho de um pau tão gostoso e tão novinho ainda, e o pau assim tão gostoso. Eu amo quando você tá latejando enquanto goza no meu rabo. Então vai, mete com força. Cansei de fingir que tava dormindo. Eu quero você me comendo. Vem, filho, come o seu papai. Vem, filhinho, come o papai, vai. Dá porra pra mim. Nessa hora eu não aguentei e meu pau estourou de gozo no rabo dele. Gozei bastante. Acho que eu nunca tinha gozado tanto na minha vida. Depois disso, ele também gozou ao mesmo tempo. Virei ele de frente, beijei novamente e era um beijo profundo e agradeci. Obrigado pelo rabo, papai. Ele pegou meu pau, sem falar nada, depois pegou a toalha e começou a se secar. E ele se secou, foi direto pro quarto dormir, sem falar mais nada. Eu também fiquei sem jeito e fui pro meu quarto. Mas eu sabia que a partir daí, muita coisa ia mudar.
Meu pai liberou comer ele 2
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