Esposa a flertar sem fim parte 1

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 929 palavras
Data: 01/04/2026 12:29:16

A Chama Proibida

Letícia estacionou o carro na garagem e sentiu um arrepio familiar subir pela espinha ao ouvir o silêncio da casa. Aos 39 anos, ela era uma mulher casada, mãe de um filho de 18 anos e gerente de compras em uma grande empresa — uma vida organizada, respeitável, que ela sempre protegera com unhas e dentes. Mas ultimamente algo dentro dela estava mudando, e isso a assustava. Seu corpo ainda era esbelto, 1,68 m de curvas suaves, seios firmes tamanho B, bunda redonda e pernas longas que os colegas não conseguiam ignorar. O cabelo loiro na altura dos ombros emoldurava seu rosto bonito, e ela sabia que ainda chamava atenção. Só que agora aquela atenção, que antes a envergonhava, começava a acender um fogo perigoso entre suas coxas.

Quando entrou no quarto, Roberto a esperava com aquele olhar novo — faminto, quase predatório.

— Ei, amor… você está deliciosa pra caralho hoje — murmurou ele, abraçando-a por trás e apertando seus seios por cima da blusa justa.

Letícia fechou os olhos, sentindo os mamilos endurecerem instantaneamente. “Ele está diferente desde que contei sobre Victor”, pensou. Victor, o gerente sênior charmoso e insistente do trabalho, havia flertado abertamente com ela meses atrás. Roberto ficara furioso no início… e depois excitado. Agora vivia falando sobre isso, imaginando outros homens desejando-a. E o pior: parte dela adorava.

— Você saiu mais cedo? — perguntou ela, voz trêmula, enquanto a mão dele deslizava para dentro da blusa e beliscava seu mamilo sensível.

— Estava com saudade dessa boceta gostosa — ele sussurrou roucamente no ouvido dela. — Aposto que os caras do escritório ficam de pau duro só de olhar pra você.

Letícia gemeu baixinho, a vergonha queimando suas bochechas. “Ele não sabe o quanto eu luto contra isso. Eu gosto da atenção… mas sou casada, sou mãe. Isso é errado.” Mesmo assim, sua boceta já estava molhada, latejando. Roberto abriu o botão da calça dela, enfiou a mão dentro da calcinha e começou a esfregar seu clitóris inchado. Ela empurrou o quadril contra a mão dele, odiando-se por estar tão excitada.

Ele a curvou com força sobre a cama, puxando calça e calcinha até os joelhos.

— Não assim, amor… isso não é certo — protestou ela, voz rouca de tesão. Ser tomada por trás a fazia se sentir suja, animal, uma puta submissa. Seu intelecto se revoltava, mas seu corpo traía: a boceta escorria, os mamilos duros roçavam o lençol.

Roberto não ouviu. Enfiou o pau duro de uma vez, fundo, estocando com força bruta.

— É assim que você precisa ser fodida, não é? Como uma vadia safada que deixa os outros loucos — rosnou ele, batendo a pélvis contra a bunda dela.

Letícia enterrou o rosto nos braços, gemendo alto. Cada estocada a preenchia completamente, o pau grosso roçando seu ponto G, fazendo suas paredes internas pulsarem. “Ele não percebe o quanto eu me odeio por gostar disso… o quanto me sinto culpada e ao mesmo tempo viva.” O orgasmo veio violento: ela gritou, os dedos dos pés se curvando, o corpo convulsionando enquanto esguichava pela primeira vez na vida, molhando as coxas e o lençol. Roberto gozou logo depois, enchendo-a de porra quente.

Depois, ofegante e envergonhada, ela se limpou e trocou para um vestido leve de verão. Ainda sentia o esperma escorrendo pela coxa. “Deus, o que está acontecendo comigo? Eu nunca fui assim…”

Na cozinha, Roberto a inclinou novamente sobre a ilha. Deu palmadas fortes na bunda dela, fazendo-a gritar de dor e prazer.

— Abaixa essa bunda pra mim, gostosa — ordenou ele.

Letícia obedeceu, tremendo. Ele puxou a calcinha para o lado, abriu suas nádegas e lambeu seu ânus franzido. Ela engasgou, chocada. “Isso é nojento… mas por que minha boceta está pingando?” A língua dele desceu para os lábios molhados da boceta, chupando com fome. Ela gemia alto, segurando a ilha, quando a porta lateral se abriu.

Lucas e os amigos — incluindo Jamal, o garoto negro alto e musculoso — entraram. Letícia se endireitou em pânico, o vestido amassado, o rosto vermelho, a calcinha ainda molhada e fora do lugar. Eles sabiam. O olhar de Jamal demorou um segundo a mais nela, e ela sentiu um calor proibido subir pelo ventre. “Ele é só um menino… amigo do meu filho… o que estou pensando?”

Mais tarde, sozinha com Jamal na cozinha, ele pediu um gole do vinho dela. Letícia riu, nervosa, mas cedeu. Ele bebeu do mesmo copo, lábios exatamente onde os dela haviam estado. O gesto foi íntimo demais. Quando ele a abraçou, o corpo jovem e forte dele pressionou o dela. As mãos de Letícia, quase sem querer, desceram até a parte superior da bunda firme dele por baixo do short largo.

— Você cheira tão bem, Letícia… — sussurrou Jamal, chamando-a pelo primeiro nome.

O choque a fez se afastar. “Meu Deus, o que eu fiz? Ele tem 18 anos! Sou casada, sou mãe!” Mas sua boceta latejava, molhada como nunca. Ela subiu correndo para o quarto, o coração disparado, culpa e desejo brigando dentro dela.

Quando contou tudo a Roberto, esperava raiva. Em vez disso, ele a agarrou, beijou com fome selvagem e a jogou na cama.

— Sua safada… flertando com o garoto negro do nosso filho… — rosnou ele, puxando o vestido dela para cima. Letícia ficou chocada e absurdamente excitada. Roberto a comeu com força, chamando-a de vadia, descrevendo como Jamal devia estar de pau duro pensando nela. Ela gozou gritando, lágrimas nos olhos de prazer e vergonha. “Ele não vê o quanto isso me destrói e me enlouquece ao mesmo tempo… o quanto eu quero e tenho medo de querer mais.”

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