O Marido Eduardo Parte 01

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1266 palavras
Data: 06/04/2026 18:27:37
Última revisão: 06/04/2026 19:03:31
Assuntos: Esposa, Heterossexual

O Marido que Criou o Próprio monstro

Meu nome é Eduardo. Tenho 40 anos, sou pai de Lucas, 14 anos, e Sofia, 13 anos, e há dezoito anos sou o homem que mais ama, mais protege e mais deseja Mariana no mundo inteiro. Mas também sou o monstro que eu mesmo criei — e o karma me cobra caro todos os dias, com juros de sangue, lágrimas e noites em que acordo suando frio, o coração martelando como se fosse explodir. Porque eu já fui o Ricardo. Eu já fui o amante que roubava a mulher casada, que a fazia se sentir viva, que a levava a questionar tudo o que tinha. E agora vejo Mariana — minha Mariana, a mesma mulher que casou virgem comigo — se tornando exatamente como Clara era. E isso me mata por dentro.

Clara. Ainda sinto o cheiro dela quando fecho os olhos. Eu tinha 24 anos, namorava firme com Júlia, uma menina doce que sonhava com casamento e filhos. Júlia era segura, previsível, o tipo de mulher que me fazia sentir “bom”. Mas Clara… Clara era fogo puro, proibido, destruidor. Casada há dez anos com um empresário rico que viajava o tempo todo. Ele não era ruim de cama — ela me contou isso várias vezes, com a voz rouca, entre gemidos e lágrimas de frustração. “Ele sabe foder, Eduardo… quando tem tempo. Mas nunca tem. Chega cansado, mete rápido, goza e dorme. Eu fico lá, molhada, latejando, querendo mais, e ele já ronca ao meu lado.” Ele dava conforto, dinheiro, status. Eu dava o que ela nunca teve: paixão pura, obsessão, a sensação de ser desejada como mulher.

A gente se conheceu numa festa de empresa. Ela usava aliança grossa no dedo, vestido justo que marcava os seios grandes e pesados, a bunda redonda e firme, a cintura fina. Quando nossos olhares se cruzaram, ela mordeu o lábio e sorriu de um jeito que meu pau endureceu na hora. Naquela mesma noite, no estacionamento escuro, ela me puxou pro canto atrás de um carro, colou o corpo quente no meu e sussurrou rouca no meu ouvido, voz tremendo de tesão e desespero:

— Meu marido nunca me toca assim… me beija, Eduardo. Me fode com a boca antes que eu mude de ideia.

Eu a beijei com fome selvagem, língua invadindo a boca dela, mão subindo pela coxa grossa por baixo do vestido, sentindo a calcinha já encharcada, quente, pegajosa de desejo. Meu pau latejava dolorosamente contra a barriga dela. “Você é casada… e eu tenho namorada”, eu disse, voz falhando de desejo e culpa imediata que já apertava meu peito como uma mão de ferro. Ela riu baixo, apertando meu pau por cima da calça com força, esfregando a palma quente:

— E daí? Eu quero pau de verdade. Quero que você me arrombe enquanto ele conta dinheiro no hotel. Me leva agora… ou eu vou enlouquecer aqui mesmo.

No motel, mal fechamos a porta e ela caiu de joelhos, puxando meu cinto com pressa desesperada, olhos molhados de tesão:

— Olha como eu tô molhada só de pensar em você o dia todo… meu marido me dá dinheiro, mas só você me faz pingar assim. Engole meu pau, corno… engole o pau que vai comer sua mulher enquanto você trabalha.

Eu segurei o cabelo dela, meti fundo na garganta quente e molhada, sentindo ela engasgar, babar, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto gemia em volta do meu pau como uma vadia faminta. “Isso… chupa gostoso, vadia casada… engole tudo que seu marido nunca vai ter.” Depois eu a joguei na cama, rasguei a calcinha encharcada e meti sem camisinha, estocando fundo, pele batendo contra pele com força bruta, sentindo a buceta apertada dela me sugar como se nunca tivesse sido comida direito na vida.

— Diz pra mim que você é minha puta casada — eu rosnava, batendo forte, mão estalando na bunda dela, marcando a pele clara com vermelhidão, dedos cravados nos quadris.

— Eu sou sua puta casada… meu marido me dá conforto, mas só você me arromba assim… me enche de porra, Eduardo… goza dentro da buceta que ele nunca mais vai sentir apertada! Me fode mais forte… me faz esquecer que sou casada… me rouba dele! Eu quero ser sua… só sua!

Eu gozava rugindo, jorrando quente fundo nela, enchendo até escorrer pelas coxas grossas. Ela gozava gritando, unhas cravadas nas minhas costas, corpo tremendo inteiro, olhos revirando de prazer puro, buceta pulsando em volta do meu pau como se quisesse me prender pra sempre. Depois, deitada no meu peito suado, ela chorava baixinho, voz quebrada:

— Eu te amo… me tira dele. Quero acordar todo dia com você dentro de mim.

O desejo de possuí-la era insano. Eu queria ser o homem que ela escolhia, queria roubar a mulher casada, queria destruir o casamento dela pra tê-la só pra mim. Toda semana eu planejava: mandava mensagens o dia inteiro (“Pensa em mim enquanto ele te ignora. Eu te fodo melhor”), ligava escondido (“Deixa ele. Vem morar comigo. Eu te fodo todo dia, te faço gozar até esquecer o nome dele”), prometia futuro. “Eu cuido de você. Você merece pau de verdade todo dia, não essa vida morta.” A tensão era constante: medo de ser descoberto pela Júlia, culpa que queimava como ácido depois de cada encontro quando eu voltava pra casa e via Júlia me esperando com sorriso inocente. Eu me sentia um lixo, um traidor, um monstro. Mas o tesão vencia tudo. Depois de cada foda eu saía do motel com o peito inflado de poder… e no carro, sozinho, o conflito me rasgava vivo: Eu estou destruindo um casamento. Eu estou traindo Júlia. Mas Clara me quer. Ela me escolhe. Eu gozava de novo só de lembrar das palavras dela, pau na mão, lágrimas de culpa escorrendo.

O affair durou quase um ano. Até que o marido desconfiou, brigou feio e Clara, com medo de perder tudo, terminou comigo por telefone, chorando: “Eu te amo… mas não posso perder minha vida.” Eu sofri pra caralho. Chorei sozinho no carro por horas, pau ainda latejando de saudade do corpo dela, odiando o marido dela e me odiando mais ainda por ter desejado destruir um casamento alheio. O conflito nunca saiu de mim: desejo que ainda queimava, culpa que me consumia, lição que eu jurei aprender.

Anos depois, casei com Mariana. Ela era virgem, criada em família conservadora, onde sexo era pecado e “mulher direita” esperava o marido. Quando nos conhecemos ela tinha 19 anos. Olhos baixos, voz tímida, corava só de eu segurar sua mão. “Eu quero esperar o homem certo”, ela me disse. Eu fui esse homem. Fui o primeiro beijo, o primeiro toque, o primeiro pau que entrou devagar nela, numa noite de lençóis brancos, ela tremendo de medo e desejo. Nos primeiros anos o sexo era carinhoso, quase sagrado. Ela gemia baixinho, apertava meus ombros, gozava escondendo o rosto no meu pescoço. Era pura. Era minha.

Tivemos Lucas e Sofia. Eles cresceram vendo o pai e a mãe como o casal perfeito. Lucas, quase 14, já pergunta por que a mãe “viaja tanto a trabalho”. Sofia, 13, me olha com aqueles olhos que parecem saber demais: “Pai, a mamãe tá estranha… você tá bem?” Eles estão no meio disso tudo. Eu morro de medo que descubram. Quero que eles tenham a família estável que eu quase destruí na vida de Clara. Quero que Mariana seja feliz — sexualmente, emocionalmente, completamente feliz. Eu a amo tanto que quero que ela sinta o fogo que Clara sentiu comigo. Mas não assim. Não se isso for destruir nossos filhos, nossa casa, nossa vida.

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Comentários

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Não entendi o porquê desse capítulo, afinal o q ele fez no passado tem a ver com o q a esposa está fazendo agora?, vc quis por isso como ele pagando por algo do passado?(Um carma), ficou estranho, ou seria uma justificativa pra esticar ainda mais o conto?, com a possibilidade dela não o deixar pelo amante, desculpa mas na minha opinião ficou deslocado do restante do conto, algo muito fora da casinha,.um cara q era um comedor,(sabe como as coisas funcionam), jamais entregaria sua esposa a outro

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Vou ter que enrolar, porque o final mudou. Preciso saber por que mudou — já perguntei e estou esperando a resposta. Eu já tinha um final pronto. Quero que seja fiel aos fatos.

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pois era um cara seguro e conhecedor desses esquemas e de uma hora para outra vira um banana. não entendi

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