Meu nome é Thiago. 27 anos, casado com a Camila desde os 19. Ela era virgem quando me deu, eu também. Sempre achei que nossa vida era simples, mas honesta. Até a pandemia foder tudo. Ela perdeu o emprego, eu ganhando pouco, contas atrasadas, a moto que eu sonhava dar de entrada… e o aluguel ameaçando nos jogar na rua. Eu me sentia um merda, um fracassado. Mas nunca imaginei que ia chegar a esse ponto.
Na festa da empresa, o Enzo — o chefe todo poderoso, alto, rico pra caralho — ficou olhando pra Camila mais do que devia. Ela estava linda pra porra: vestido justo, peitos empinados, bunda redonda balançando. Eu notei, mas fingi que não. Depois ele me chamou na sala dele.
Sentei, nervoso pra caralho. Ele foi direto, voz baixa e calma:
— Isso não é sobre trabalho, Thiago. É pessoal. Vi sua mulher na festa. Ela me deixou o pau duro só de olhar. Quero comprar fotos dela. Sem ela saber que você tá vendendo.
Meu sangue ferveu. Levantei quase batendo na mesa:
— Que porra é essa, Enzo?! Você tá louco? Minha Camila não é puta!
Ele nem piscou. Só puxou a carteira e jogou mil reais na mesa.
— Se ofendeu, pega isso e esquece. Mas escuta até o fim… pode sair rico.
Sentei de novo. Suando frio. Meu coração batendo no peito como se fosse explodir. *Eu sou um corno? Vou vender a buceta da minha mulher por dinheiro?* A voz na minha cabeça gritava “não”, mas a outra sussurrava “ela nunca vai saber… e a gente precisa pra caralho”.
Ele continuou, frio:
— Foto sensual com roupa: 10 reais. Lingerie: 100. Só de calcinha: 150. Pelada, mostrando essa bucetinha apertada: 200. Dez fotos por semana e você fatura 2 mil fácil. Em um mês, 8 mil. Mais que seu salário. Pensa na moto, nas contas, na viagem que você sonha dar pra ela… enquanto eu bato punheta olhando pra buceta da sua esposa.
Eu xinguei baixo, “filho da puta escroto”, levantei e saí batendo a porta. Mas na porta parei. *E se for só fotos? Ninguém vai saber. A gente precisa.* Voltei no fim do dia, cabeça baixa, vergonha queimando o rosto.
— Me passa o Pix dos mil… e seu zap.
Mandei as fotos que já tinha no celular: algumas dela de biquíni, outras que ela mandou pra mim quando namorávamos. Mas ele queria mais. Naquela mesma noite, depois que Camila tomou banho, eu pedi:
— Amor, tira uma foto pra mim? Só de lingerie… tô com saudade de você.
Ela riu tímida, mas fez. Tirou o robe, ficou só de calcinha preta fio-dental. Peitos grandes naturais balançando, bucetinha depiladinha marcando o tecido. Eu tirei várias: de frente, de lado, de quatro. Ela até abriu um pouco as pernas na última, sem saber que eu tava vendendo aquilo.
Enviei tudo pro Enzo. Meu pau tava duro pra caralho de vergonha e tesão misturado. Sou um merda. Tô vendendo a intimidade da minha mulher.
O Pix caiu na hora: dois mil reais. Meu celular vibrou com a notificação. Eu tremi inteiro.
Cheguei em casa eufórico e destruído ao mesmo tempo. Camila estava na cama, de camisola fina, lendo. Eu não aguentei. Puxei ela pra mim com força, rasguei a camisola. Ela arregalou os olhos:
— Thiago… o que deu em você hoje? Tá estranho…
Eu não respondi com palavras. Abri as pernas dela, cuspi grosso na bucetinha dela (que já tava um pouco molhada de surpresa) e meti dois dedos fundo, abrindo ela.
— Abre essa buceta pra mim, amor… hoje eu tô louco pra te foder.
Ela gemeu baixo, mas tinha dúvida nos olhos. Eu sabia o que ela tava pensando: Por que ele tá tão bruto de repente? Será que tá estressado com dinheiro? Enquanto eu chupava aqueles peitos duros, mamilos rosados, na minha cabeça só passava as fotos que eu tinha acabado de vender. *O Enzo tá olhando pra essa buceta agora. Tá batendo punheta pra minha mulher.*
Desci a boca, lambi a bucetinha dela devagar, sugando o clitóris inchado. Camila arqueou as costas, gemendo mais alto:
— Ai, Thiago… que delícia… chupa mais forte… porra, você nunca faz assim…
Eu meti a língua fundo, sentindo ela ficar encharcada. Lubrificação escorrendo pelo meu queixo. Ela agarrou meu cabelo, quadril rebolando na minha cara:
— Mais fundo… lambe minha bucetinha toda… eu tô pingando pra você…
Levantei, pau latejando, cabeça grossa brilhando de baba. Coloquei ela de quatro na cama, exatamente como nas fotos que enviei. Segurei a bunda dela, abri bem e meti devagar, sentindo cada centímetro apertar meu pau.
— Caralho, Camila… sua buceta tá tão molhada hoje… aperta meu pau assim, vai…
Ela gemia alto, empinando mais:
— Mete tudo… rasga minha bucetinha… eu sou sua vadia hoje… fode mais forte, amor!
Enquanto eu socava fundo, estocadas brutas, barulho molhado ecoando no quarto, ela rebolava contra mim. Eu olhava aquela bunda balançando e imaginava o Enzo gozando nas fotos dela. Culpa queimava meu peito, mas o tesão era maior. *Eu vendi ela… e tô adorando.*
Camila virou o rosto, olhos vidrados de prazer e confusão:
— Thiago… o que tá acontecendo com a gente? Eu tô gozando tanto… mas você tá diferente… ai, porra, não para… me arromba!
Eu aumentei o ritmo, mão descendo pra esfregar o clitóris dela enquanto metia. Ela tremia inteira, buceta pulsando forte no meu pau, lubrificação escorrendo pelas coxas, molhando o lençol.
— Goza pra mim, Camila… aperta esse pau… imagina que tem outro homem olhando pra você agora… querendo te foder…
Ela gozou forte, gritando, corpo convulsionando, buceta esguichando um pouco no meu pau. Eu não aguentei. Gozei dentro dela, jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar, escorrendo pela bucetinha inchada.
Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela aninhou no meu peito, ainda tremendo.
— Thiago… eu te amo… mas hoje você me fodeu como se tivesse raiva… ou tesão por outra coisa. O que tá acontecendo na sua cabeça?
Eu beijei a testa dela, coração apertado de culpa. *Se ela soubesse que eu vendi as fotos dela pro meu chefe… que ele tá olhando pra essa buceta que eu acabei de encher de porra…
Mas o dinheiro já tava na conta. E o desejo proibido já tava aceso.