Elias mal conseguia processar as semanas que se seguiram ao acidente – um borrão de noites insones e dias intermináveis no hospital, onde o pai, José, permaneceu inconsciente por duas semanas inteiras, respirando por aparelhos, o corpo forte que ele tanto admirava agora frágil e imóvel. Quando José finalmente acordou, o alívio veio misturado a um soco na realidade: tetraplégico, dependente de tudo e todos. Elias o visitava diariamente, segurando a mão dele, lembrando do juramento à mãe – uma promessa que agora pesava como chumbo em seu peito. Após três dias acordado, José recebeu alta, e Elias o levou para casa, instalando-o no quarto adaptado, o ar cheirando a remédios e incerteza.
Mas algo estava errado desde o início. Nenhum técnico de enfermagem aceitava o valor que Elias oferecia pelos cuidados intensos – ligações cancelando em cima da hora, desculpas vagas. Alguns, mais diretos, reclamavam da câmera de segurança que ele instalara, um modelo hiperavançado e disfarçado como um enfeite na parede, com captura de som para evitar qualquer maus-tratos ao pai. Elias a colocara por precaução, sem contar a Juliana – era sua forma de proteger, de cumprir o juramento à risca. "Não se sentem confortáveis com vigilância", diziam eles, e Elias bufava internamente, pensando no quanto aquilo complicava tudo. No geral, o problema era dinheiro – José insistia em pagar o padrão, mas ninguém mordia a isca. Elias tratava pessoalmente com todos, enquanto Juliana lidava com outros detalhes, como compras e adaptações na casa.
Nos primeiros dias, foi Elias quem cuidou de tudo: banhos mornos, alimentação cuidadosa, trocas de fralda que o deixavam com um nó na garganta. José, inicialmente resistente – "Não quero você me vendo assim, filho… isso é humilhante" –, acabou se acostumando após duas semanas, os olhos cansados aceitando a nova rotina. Mas ele reclamava constantemente: "A empresa tá sem nós dois, Elias… isso vai afundar tudo." Uma coisa chamava a atenção de Elias em todo banho: o pau de José, de 20cm e um pouco fino, ficava ereto, rígido contra a água. "É involuntário, filho… não sinto nada", explicava José, voz baixa. Elias, tentando aliviar a tensão, zoava: "Pai, parece que o velho guerreiro ainda tá vivo." Dava um tapa leve, brincalhão, e José desdenhava: "Ri à vontade… eu não sinto porra nenhuma." Era assim todo banho – uma mistura desconfortável de intimidade forçada e humor forçado, que Elias suportava pelo juramento.
Certo dia, após um mês de José na casa, Elias discutia com o pai sobre a empresa – vozes altas ecoando no quarto: "Pai, eu cuido de tudo, mas preciso voltar pro escritório… não dá pra ficar aqui o dia todo." Juliana, ouvindo da cozinha, interveio: "Ei, amor… deixa eu ajudar. Eu cuido dele enquanto você trabalha." Elias hesitou, não querendo sobrecarregar sua amada – via o cansaço nos olhos dela, a timidez que ela escondia com brincadeiras leves quando estavam sozinhos. Mas ela insistiu: "Realmente tem tarefas que precisam de você lá… eu dou conta, Elias. Pelo bem de todos." José pareceu ressabiado, franzindo a testa: "Juliana… isso é... íntimo demais. Banho, fralda… a gente é amigo, mas nunca fomos assim próximos." Elias concordou internamente – a ideia o incomodava, mas a empresa clamava por ele. Pelo bem dela, aceitou.
No dia seguinte, Elias voltou ao trabalho, o escritório um caos acumulado que o consumiu até quase 23h. Chegou em casa exausto, os músculos doendo, e encontrou Juliana dormindo lindamente no quarto deles, o corpo curvilíneo enrolado nos lençóis. José, no quarto adaptado, estava acordado, vendo TV – eles haviam instalado um sistema de voz para ele ligar e desligar sozinho. "Como foi o dia, pai?", perguntou Elias, sentando-se ao lado da cama. José sorriu fraco: "Bem… apesar daquilo." Elias não entendeu, e José explicou, voz baixa: "A Juliana ficou super envergonhada com a ereção no banho. Coitada… pegou no pau como se fosse um verme, mantendo distância máxima." Elias riu, imaginando a cena – a timidez dela contrastando com a brincalhona que era com ele. José debochou: "Fácil rir do futuro cadáver, né?" Eles brincaram um pouco mais, trocando a fralda de José enquanto conversavam sobre a empresa – números, prazos, o peso que Elias carregava sozinho. Depois, Elias foi pro banho, a água quente aliviando um pouco a tensão, e enfim desabou na cama ao lado de Juliana.
E assim os dias seguiram, mais um mês se passando em uma rotina exaustiva. Em dado dia, Elias chegou em casa e foi recebido por Juliana, eufórica, os olhos brilhando de um jeito que ele não via há semanas. Ela o puxou pro banheiro, despindo-o com fome, mãos ansiosas abrindo botões: "Vem, amor… deixa eu te mimar." Durante todo o banho, ela o beijou, punhetando devagar o pau grosso dele: "Mmm, meu homem… sente isso." Elias ofegava, o tesão crescendo: "Ahh, Juliana… delícia." Ao fim, no quarto, ela o jogou na cama e o chupou, língua circulando a cabeça: "Mmm, meu gostoso… "
Eles fodem com força – Juliana o montando primeiro, rebolando ritmada no pau de 18cm: "Ahh, meu homem… me come com gosto." Aquilo enchia Elias de orgulho e tesão, o peito inchando enquanto metia de baixo: "Ahh, minha linda… rebola assim, delícia." Trocaram para missionário, ele por cima, estocadas profundas na boceta úmida dela, mãos nos seios pequenos: "Sente isso, amor… tô louco por você." De quatro depois, tapas leves na bunda grande: "Ahh, safada… goza pra mim." Ela gemia alto: "Mete forte, meu homem… ahh, delícia! Me fode, porra!" Nesse último mês, só haviam feito amor três vezes, entre o corre-corre – agora, era selvagem, urgente. Ao final, gozaram juntos, Elias pulsando dentro dela: "Ahh, toma, minha linda… te amo."
Ela pareceu aliviada, abraçando-o forte: "Te amo muito, Elias… muito." Dormiram nus, corpos entrelaçados. Mas algo chamava a atenção de Elias – aquela selvageria… Juliana nunca fodia daquela forma, nem nos primeiros anos de seus longos 12 anos de casados. O que havia mudado nela?