**Lenda Urbana: Dead or Alive 2 – A Versão do Diretor “Kasumi’s Forbidden Ecstasy”**
Vamos voltar ao ano 2000. *Dead or Alive 2* acabara de explodir nas arcades e consoles, um sucesso absoluto da Team Ninja e Tecmo. Eu era um fã obsessivo da franquia. Tinha o jogo original no PS2, jogava horas seguidas, decorava combos, colecionava revistas importadas e, principalmente, era completamente apaixonado pela Kasumi. Aquela kunoichi tímida, de cabelo castanho sedoso, olhos doces e corpo que parecia feito para atormentar qualquer adolescente. Eu sonhava com ela. Literalmente.
Recentemente, um boato maluco começou a circular nos fóruns japoneses e nos primeiros sites de fansub: existia uma **Versão do Diretor** inédita, uma build interna que Tomonobu Itagaki, o próprio diretor, teria mandado destruir antes do lançamento. Diziam que era “tão intensa que nem a Tecmo aguentou”. Minha curiosidade virou obsessão. Tentei contato com ex-funcionários por e-mail e telefone. Nada. Só secretárias eletrônicas frias.
Meu último recurso foi o próprio Itagaki. Consegui, depois de muita insistência, uma entrevista rápida por Skype. Fiz as perguntas padrão: “De onde surgiu a ideia do jogo?”, “O que achou do resultado final?”, “Qual personagem foi a mais difícil de animar?”. Ele respondeu educado, quase mecânico. Quando finalmente soltei a bomba — “E a tal Versão do Diretor?” —, o silêncio foi ensurdecedor. Vi o rosto dele ficar vermelho tomate. Os olhos estreitaram. Ele respirou fundo e disse, com voz baixa e séria:
“Não procure por ela. Deixe essa memória morrer. Por favor.”
E desligou na minha cara.
Fiquei sentado na cadeira, coração acelerado, olhando para a tela preta do Skype. Fui dormir com aquilo na cabeça.
No dia seguinte, ainda obcecado, mandei um e-mail para o endereço que ele havia me dado. Quarenta e cinco minutos depois, a resposta chegou. O texto era curto, mas gelou minha espinha:
“Basta me dar seu endereço completo. Eu lhe enviarei a Versão do Diretor… se você realmente tem certeza de que quer jogá-la. Cuidado. As coisas que você vai ver e sentir vão ficar para sempre na sua mente. Não há volta.”
Eu hesitei por uns dez segundos. Depois escrevi: “Quero. Por favor.”
Uma semana depois, chegou um pacote simples, sem remetente aparente, postado do Japão. Dentro, um CD prateado comum de PS2. A capa era idêntica à do *Dead or Alive 2* original. Só que, no verso, alguém havia escrito à mão, com caneta preta: “Director’s Cut – Private Copy – Do not copy”.
Coloquei no meu PlayStation 2. O coração batia forte.
A tela do PlayStation 2 apareceu normal, o logo da Tecmo e da Team Ninja. A intro começou… e travou completamente. A imagem congelou no frame exato em que Kasumi aparecia pela primeira vez. Silêncio absoluto. Nenhum som. Seis minutos se passaram. Eu já ia reiniciar quando, de repente, a tela cortou para o título: **Dead or Alive 2 Director’s Cut**. Ficou estático mais cinco minutos. Silêncio total. Não conseguia apertar Start.
Então, baixinho, quase inaudível, começou a voz da Kasumi. Primeiro os sons normais do jogo… depois um grito longo, agudo, de K.O. — um grito de derrota que nunca existiu na versão vanilla. Três segundos de puro desespero sensual. Em seguida, gemidos. No começo pareciam de dor… mas mudaram. Ficaram mais graves, mais molhados, mais… de prazer. E, no meio da estática, consegui distinguir um vídeo escondido: Kasumi de quatro, calcinha abaixada até os joelhos, sendo fodida com força por trás por Ryu Hayabusa. Os gemidos dela eram em japonês puro, ofegantes, quase suplicantes. Meu pau endureceu na hora. O vídeo durou uns vinte segundos e sumiu.
A tela cortou para o menu principal. Silêncio absoluto.
Fui nas opções. Dificuldade estava em “Very Easy” por padrão. Dei risada: “Caralho, nem no original era assim…” Troquei para Normal. Idioma travado em japonês — ótimo, eu preferia a voz original dela. Saí das opções e a tela voltou a ficar estática por uns segundos (sem vídeo dessa vez).
Escolhi Arcade Mode. Personagens normais. Selecionei Kasumi. Quando o cursor passou por cima dela, os peitos dela balançaram com mais força que o normal e ela soltou um gemidinho curto, quase um suspiro de tesão. Meu pau deu um pulo dentro da calça.
Primeira luta: Lei Fang. Normal, ganhei fácil. Vitória padrão.
Segunda luta: Helena Douglas. A intro era diferente — Helena aparecia mais próxima, olhar provocante. Ganhei também. Mas, ao final, a tela congelou no close de Kasumi. Silêncio. De repente, um vento forte soprou no palco, levantando a saia ninja dela, expondo a calcinha branca. Kasumi deu um gemido baixo, surpresa. A tela entrou em estática novamente… e um bônus carregou.
**Bônus Mode: “Kasumi’s Secret Pleasure”**
Kasumi apareceu de quatro, calcinha puxada para o lado, buceta completamente exposta, brilhando. Instrução em japonês: “Faça ela gozar antes do tempo acabar.” Eu controlava o dedo dela. Tinha que enfiar devagar, depois mais rápido, circulando, pressionando o clitóris. Os gemidos dela aumentavam conforme eu acertava o ritmo. Quando ela gozou — corpo tremendo, gemido alto e longo, líquido escorrendo pela coxa —, a tela piscou e voltou para o menu.
Próxima luta: Tina Armstrong. O stage era completamente diferente — um beco escuro cheio de revistas pornográficas japonesas espalhadas no chão, pôsteres de hentai nas paredes. A intro entre as duas foi estranha: Tina riu e disse algo em inglês que soou como “Você parece molhada hoje, Kasumi…”. Luta difícil. No meio, tela estática. Carregou uma cutscene nova: Kasumi versus Ryu Hayabusa. Eu ia controlar Kasumi contra ele. Perdi feio.
Quando a luta terminou, a câmera focou em Kasumi caída no chão, ofegante. Estática. E então um vídeo sem corte começou, impossível de pular.
Kasumi de quatro, completamente nua, sendo fodida com força por Ryu. Ele segurava o cabelo dela, estocadas profundas, pele batendo contra pele. Os gemidos dela eram altos, desesperados, em japonês: “Ryu… mais fundo… por favor…”. Ryu grunhia, apertando o bumbum dela. A câmera mostrava tudo em detalhes — suor, o bumbum dela tremendo a cada investida, a buceta dela engolindo o pau dele. Durou quase dois minutos inteiros. Meu pau estava latejando, duro pra caralho. Não consegui nem tocar nele, só assistir hipnotizado.
O vídeo terminou e apareceu uma tela de **Game Over** especial: Kasumi ainda sendo fodida por trás, gemendo sem parar, olhos revirados de prazer. A frase “Continue?” piscava em vermelho. Depois de uns minutos, a tela apagou sozinha e voltou ao menu.
Continuei com Kasumi. Quando passei o cursor sobre ela, vi que o rosto dela estava diferente: bochechas vermelhas, olhos semicerrados, boca entreaberta, claramente excitada.
As lutas seguintes ficaram cada vez mais carregadas. Depois de cada vitória, pequenas cutscenes eróticas: Kasumi se tocando discretamente, gemendo meu nome (sim, o meu nome real, que eu nunca coloquei no jogo). Depois de vencer Christy, o bônus voltou: agora ela estava de lado, pernas abertas, e eu tinha que usar dois dedos enquanto ela rebolava contra eles.
Perdi de novo contra Hayabusa no final. O vídeo dessa vez foi ainda mais explícito: Kasumi montada nele, cavalgando com força, peitos balançando, bumbum batendo nas coxas dele, gemendo alto: “Eu sou sua… me usa… me enche toda…”. O Game Over mostrou os dois gozando juntos, Kasumi tremendo inteira.
Quando o jogo finalmente terminou, a tela ficou preta. Só a voz dela, suave, quase sussurrando:
“Você viu tudo… agora eu sou sua para sempre. Volte quando quiser… eu vou estar esperando.”
O PS2 desligou sozinho.
Até hoje, quando coloco qualquer outro jogo de DOA2, o disco normal, Kasumi olha diferente pra câmera. E à noite, antes de dormir, eu ainda ouço os gemidos dela na cabeça.
A lenda diz que Itagaki só enviou essa cópia para quem realmente insistiu. E que, depois de jogar, você nunca mais consegue ver Kasumi da mesma forma inocente.
Se você ainda tiver um PS2 guardado… talvez seja melhor não procurar essa versão.
