Eu e as calcinhas da minha mãe 2

Um conto erótico de Carlos
Categoria: Heterossexual
Contém 8130 palavras
Data: 06/04/2026 15:54:10

Segui aquela rotina por diversos meses. Incontáveis punhetas foram batidas cheirando calcinha usadas da minha mãe. Como eu disse antes, já conhecia todas as calcinhas dela, as novas, as velhas, as que ela mais usava... todas!

Apesar de ter inúmeras fantasias e fazer vários planos de ação, eu não executava nada. Na hora H falta coragem.

Até que em uma determinada semana de maio aconteceu uma reviravolta. Minha mãe ia passar um semana fazendo umas consultas e exames de rotina. Ela chegou no domingo no final do dia, pois na segunda cedo já teria que ir para a primeira consulta. Nessa bendita semana aconteceu de tudo um pouco... algumas coisas que já vinham acontecendo e outras novas.

Eu e ela apressados para sair, kitnet muito pequena, só um banheiro... era o combo perfeito. Logo na segunda-feira cedinho, nos cruzamos várias vezes no banheiro. Ela fazendo xixi comigo ali do lado, eu tomando banho enquanto ela estava no banheiro e por fim, aconteceu algo inédito: quando eu saí do banheiro e fui para o quarto, dou de cara com minha mãe vestindo somente calcinha. Ela estava de costas pra mim, então só pude vê-la de calcinha e suas costas nuas. Obviamente, minha mãe percebeu minha presença, mas não falou nada, apenas continuou se vestindo. À vi colocando o sutiã e posteriormente suas roupas. Por coincidência, levei o mesmo tempo para calçar os meus tênis.

A seca e a tara misturada que eu tinha por minha mãe, não deram em outra. Esperei ela sair e toquei uma grande punheta. De igual forma aconteceu o fim desse dia, com uma baita punheta cheirando a calcinha que ela tinha passado o dia todo.

No dia seguinte, eu já sabia que ela ia precisar sair cedo novamente, e muito embora eu não fosse ter aula no primeiro horário, acordei cedinho para acontecer aquela mesma “confusão”. Deu parcialmente certo... aconteceu de ela fazer xixi do meu lado (acho que já era a coisa mais natural do mundo), ela tomou banho comigo lá, eu também tomei banho com ela por lá, mas infelizmente quando fui dar o flagrante dela se vestindo, ela já estava vestida. Na verdade, aconteceu o oposto do dia anterior, eu que me troquei na frente dela.

Enquanto ela passava uma maquiagem no rosto, de frente pra ela e ainda enrolado na toalha, vesti minha cueca por baixo da toalha e depois deixei-a a cair no chão. Fiquei andando pelo quarto só de cueca, fingindo escolher uma roupa.

Assim que minha mãe saiu, toquei mais uma punheta, fantasiando que minha mãe tinha gostado de me ver de cueca, que tinha achado meu volume grande e me elogiado. Mas não passou de fantasia, pois não percebi um olhar sequer de minha mãe pra mim. Nesse mesmo dia criei coragem e fiquei novamente só de cueca em frente a minha mãe, e fui até mais ousado do que pela manhã. Já era noite, minha mãe já estava deitada para dormir, e então saí do banheiro vestindo somente cueca. Novamente fiquei zanzando pelo quarto fingindo procurar um calção e até parei em frente a minha mãe e puxei assunto com ela. Trocamos algumas palavras daquela forma, minha mãe deitada na cama e eu em frente a ela só de cueca.

Assim como pela manhã, aquela situação me rendeu uma grande punheta. Por outro lado, a ficou também a grande frustração por ela não ter dado nenhuma olhada na minha cueca.

Na verdade, aquilo tudo não passava de fantasia da minha cabeça. Era tudo muito unilateral. A situação estava me consumindo totalmente. Eu tinha fantasias com minha mãe 24 horas por dia.

No dia seguinte decidi ser mais ousado. Quando minha mãe estava no banheiro escovando os dentes, cheguei para usar o sanitário e coloquei minha rola meio bomba pra fora. Fiquei observando com o canto do olho para ver se ela olhava pra mim, mas ela virou o rosto para o outro lado. O restante do dia foi na mesma pegada... me troquei na frente dela, sempre que podia andava só de cueca pela casa e as vezes deixava a barraca armada para tentar chamar a atenção dela, mas não consegui em momento algum.

Eu era tão cego e inocente por achar que esse tipo de situação iria seduzir minha mãe.

Na verdade, o tiro saiu pela culatra. Após essa semana que ela passou comigo, acho que minha mãe ficou um pouco espantada com as minhas atitudes e me deu um baita gelo. Ela demorava cada vez mais ir para capital, e nas vezes que ela ia, passava pouquíssimo tempo lá. Ia para resolver alguma coisa do trabalho e já voltava no mesmo dia ou no dia seguinte. E teve uma vez em específico que eu descobri que ela dormiu na casa de uma amiga, ao invés de dormir comigo.

Esse gelo que ela me deu não influenciou em nada em minha tara. Continuava fantasiando com ela, pegando calcinhas usadas... Cheguei a fazer algumas loucuras, como entrar sorrateiramente no quarto dos meus pais na madrugada, enquanto eles dormiam, somente para procurar alguma calcinha usada, isso quando eu ia de férias.

Muitas vezes eu mesmo achava meu comportamento doentio, a ponto de pensar em procurar alguma ajuda para acabar com aquela loucura, mas não conseguia me desvencilhar daquele sentimento por ela. Já tinha fantasiado até mesmo em dopar minha mãe e fazer coisas com ela (o que seria estupro). Enfim, passava milhões de fantasias em minha cabeça.

No fundo no fundo, eu sabia que não conseguiria nada. Além daquela mulher não me dar nenhuma brecha, ela era casada e o mais importante, claro, era minha própria mãe. Esse último fato tornada toda e qualquer fantasia minha impossível. No restinho de consciência que eu tinha, pensava comigo mesmo: ela até poderia trair meu pai/seu marido, até poderia se separar, mas nunca poderia deixar de ser minha mãe.

Passaram-se dois anos desde aquela semana, desde o início do gelo. Nesse período meus sentimentos oscilaram bastantes... ora vinha aquela tara gigantesca, ora eu não sentia nada por ela. Esse tempo todo fez muito bem pra mim. Serviu para eu amadurecer as ideias.

Apesar daquela tara ter diminuído muito e por vezes ficar incubada, vez ou outra eu tocava uma cheirando calcinha usada da minha mãe ou então transava com alguma ficante pensando nela. Mas nem se comparava com a frequência que ocorria a dois, três anos atrás. Vez ou outra eu até pensava que tinha me livrado totalmente daquilo, pois as vezes via alguma calcinha dando bobeira, mas não sentia nada.

Enfim, desde aquela semana as coisas nunca mais tinham sido as mesmas. Nas poucas vezes que ela foi pra minha kitnet, ela nunca mais fez xixi do meu lado, ou ficava à sem usar calcinha ou sutiã por baixo da roupa e sempre passava no máximo uma noite.

A grande virada aconteceu quando eu passei uma semana muito doente (dengue). Minha mãe viajou para cuidar de mim, mas passou somente um dia. Eu tinha certeza que em outro momento ela teria pedido até demissão para estar do meu lado. Dessa vez eu senti o baque.

Esse evento em específico me fez revisitar algumas memórias antigas. Revivi aquela fatídica semana diversas vezes e me questionava se tinha feito algo tão sério e explícito pra minha mãe me evitar por mais de dois anos. Será que ela se incomodou tanto por eu andar de cueca pela casa? Será que ela se sentiu ofendida por eu minha barraca armada? Será que ela percebeu que eu pegava as calcinhas dela? Será que meu desejo por ela era tão na cara assim e eu não percebia? Várias perguntas rondavam minha cabeça.

Cheguei a conclusão que eu tinha que recuperar ela como mãe. Que deveria lutar contra aquele sentimento.

Coloquei meu plano em prática: no dia das mulheres, pedi a uma amigo meu para levar uma cesta de chocolates para minha mãe no trabalho dela, no aniversário dela eu a presenteei com uma linda bolsa de couro, no dia das mães dei um perfume e em outros dias aleatórios enviava nem que fosse um bombom, seja para o trabalho dela ou lá para casa mesmo. Todo o meu dinheiro eu juntava só para comprar presentes pra minha mãe. Fiz isso tudo sem qualquer maldade, sem qualquer intenção obscura, no mais puro sentimento de filho para mãe.

Percebi que meu plano deu certo. Minha mãe já voltava a frequentar mais minha kitnet, a gente até passou a conversar mais, com um papo mais maduro, falando sobre alguns problemas, planos para o futuro, relacionamento... Isso ocorreu tanto pela nossa reaproximação quanto pela maturidade que eu tinha adquirido.

A situação tinha se estabilizado. Minha mãe voltou a frequentar mais minha kitnet. Ela ia com mais frequência parecida com aquele começo, ora pra resolver as coisas do trabalho dela, ora só pra espairecer, passear, ou mesmo me fazer companhia, já que agora minha companhia era muito mais agradável.

Aos poucos, aquelas “circunstâncias” que eu tanto falava voltaram a acontecer. Devido ao calor, ela ficava bem à vontade (sem roupas íntimas por baixo), vez ou outra fazia xixi comigo ali do lado, ficávamos conversando até tarde da madrugada...

Da minha parte, no máximo que eu fazia era tomar banho com ela lá banheiro, mas com a cortina fechada, claro. E aqui ou acolá eu cheirava uma calcinha usada, não chegava a me masturbar, cheirava só por cheirar. Eu tinha ficado bem retraído.

A grande virada de chave aconteceu no carnaval de 2009. Eu, minha mãe e meu pai viajamos para passar o carnaval na casa de um amigo dele. Nessa data em específico aconteceram duas pequenas coisas, que causaram um grande estrago. A primeira: estava todo mundo na festa de carnaval, seguindo o trio, quando do nada, minha mãe sai de perto do meu pai, vem até mim e me dá um forte abraço, seguido por um longo beijo na bochecha e um “te amo” ao pé do ouvido. Isso aconteceu na frente de todo mundo, e foi uma coisa normal que qualquer mãe um pouco bêbada, faria com seu filho.

Acredito que ninguém tenha estranhado ou maldado a situação.

A segunda: no último dia de carnaval, foi minha vez de me declarar. Quando estávamos seguindo o trio, virei uma dose pra dar a coragem necessária, e assim como ela fez, me dirigi até minha mãe, e deu um forte abraço nela. A diferença do abraço que minha mãe havia me dado é que esse tinha sido por trás. Meu pai e o grupinho que estava com a gente continuou seguindo o trio, enquanto eu segurei minha mãe nesse abraço.

“Te amo”. Falei em seu ouvido e abraçando-a bem forte. Minha mãe apertou meus braços, que a enlaçavam. Soltei uma de minha mãos, afastei o seu cabelo e como ela tinha feito no dia anterior em minha bochecha, fiz em seu pescoço. Dei um grande beijo e demorado beijo no pescoço. “Te amo muito, mãe” voltei a falar em seu ouvido. Minha mãe não falava nada, mas apertava meu braço que estava em volta de sua cintura, como se aprovasse minha atitude.

Estava lá nós dois parados no meio do percurso do trio, enquanto uma multidão passava pulando e dançando seguindo o trio.

Dei mais um longo beijo em seu pescoço e falei novamente que a amava. Então dessa vez minha mãe, afasta meu braço que ainda a abraçava, vira de frente pra mim, dá um beijo na minha bochecha e em seguida fala ao meu ouvido “também te amo... agora vamos acompanhar o pessoal”... e então começamos a correr atrás do trio.

Aconteceu apenas isso, mas foi o suficiente pra voltar aquele sentimento todo. Certeza que o “antigo eu” faria de tudo pra conseguir a calcinha que ela tava usando ou talvez tentaria até coisa pior. Mas apesar de a vontade estar no corpo todo, de fazer mais alguma investida, dar mais um abraço, a minha nova versão se controlou. Eu tinha medo de achar que ela tava me dando alguma moral, fazer besteira e acabar ganhando novo gelo.

No dia seguinte voltamos do carnaval. Como a capital fazia parte do trajeto de volta pra casa, minha mãe ficou comigo e meu pai seguiu viagem. Íamos passar mais cinco dias juntos, apenas nós dois.

Minha cabeça estava um turbilhão. De um lado, muito pensamentos como: vai lá, ataca ela, ela tá te dando moral, aquele abraço e aquele beijo foram dando em cima de ti, aproveita que tá só vocês dois; olha o jeito que ela se veste; ela ta se oferecendo pra ti... do outro lado era: não faz isso, ela vai brigar contigo; era só um abraço normal, era um beijo de mãe, era só porque ela tava bêbada; vai com calma.

Segui os últimos pensamentos. Não fiz nada...

No domingo, aconteceu algo inédito naqueles 3 anos... ajudei minha mãe com a levar a bagagem lá para baixo e enquanto ela aguardava a carona chegar, fui mês despedir oficialmente dela. Começou com um tchau e boa viagem, seguido de um abraço normal. O que seria só um simples abraço, eu a apertei em meus braços e fui retribuído na mesma proporção, sendo bem apertado pelos braços de minha mãe. “Te amo muito, mãe... vou ficar com saudade” falei após dar um beijo em sua bochecha. “Também te amo muito, meu amor” ela falou retribuindo o beijo.

O abraço foi se desfazendo aos poucos, cada um foi afrouxando o “laço” e até que terminamos um do lado do outro esperando o carro chegar, na sombra de uma pequena árvore que ficava ao lado da entrada da kitnet.

Eu senti que minha mãe tinha ficado muito envergonhada após esse abraço, pois diferente do que a gente tinha dado uns 5 dias antes, não tinha álcool no meio. Eu também fiquei muito envergonhado, mas muito eufórico e com vontade de abraçar ela novamente.

Quem visse aquela cena, e soubesse que ali era mãe e filho, talvez pensaria que era uma situação normal, que eram apenas uma mãe e um filho carinhosos. Mas quem não conhecesse, talvez estranhasse aquela mulher com seus quarenta e poucos anos em uma abraço tão longo e apertado com um jovem de seus vinte e poucos anos.

De novo minha cabeça tava um turbilhão, cheia de pensamentos, fantasias e conjecturas.

Ela já tinha me dito que teria que voltar na quinta-feira, pois teria que resolver alguns problemas do trabalho (ela era coordenadora de um setor da secretaria de educação e tinha que fazer algumas viagens e reuniões... ela não achava ruim pois ganhava diárias e “folga” do trabalho presencial mais pesado). Nessa ida dela, aconteceu mais do mesmo, a única diferença foi que eu a recebi com um daqueles longos abraços. Na nossa despedida, após mais um abraço apertado, ela me falou que teria que voltar na semana seguinte também.

E mais uma semana se iniciou com as mesmas expectativas. Eu aguardava ansiosamente ela chegar, o que geralmente ocorria às quintas, e quando chegado o dia, a recebi com um grande abraço. Nesse dia a levei para almoçar, no dia seguinte levei para jantar e no sábado pedimos pizza. Eu que paguei tudo. Meu dinheiro do estágio era gasto todo com minha mãe. Não media nenhum esforço por ela.

No mais, aconteceu as mesmas coisas de sempre. Após nos despedirmos com mais um grande abraço, minha mãe disse que ia passar umas duas semanas sem ir lá. Fiquei triste, claro, mas não desanimei.

Nessas duas semanas longe, não deixei passar em branco. Mandei entregar chocolates para ela, depois mandei entregar flores, hidratante... tinha um amigo meu que eu sempre pedia ele pra comprar e entregar essas coisas, ele disse que eu só podia ter feito algo de muito errado e queria perdão dela... mal sabia ele que eu queria conquistar minha própria mãe.

Chegou mais uma tão esperada quinta-feira. Nessa vez, percebi que minha mãe estava muito mais receptiva comigo. Aquele abraço caloroso de recepção já era de praxe. E começou a surgir abraços de quando eu chegava do estágio, ou quando ela chegava da rua. Nem sempre eram longos e apertados, ou com beijo. A gente tava tão apegado, que minha mãe pediu pra eu acompanhá-la nas reuniões dela, mesmo sabendo que eu tinha aula. E claro, eu faltei aula para fazer companhia a ela.

À noite, acontecia de eu me oferecer pra passar um dos milhares hidratantes que eu à tinha presenteado. A vontade era de passar o hidratante no corpo todo, mas me contentava em ficar só pelos pés. Inclusive essa era das minhas grandes fantasias... começava pelos pés, depois ela pedia para passar nas pernas, costas, e até que ia para o corpo todo. Mas não passava de fantasia, pois já tinha feito aquilo várias vezes, mas nunca tinha passado dali.

Chegara mais um dia de um grande abraço de despedida...

Apesar de ser muito lento e respeitoso, cada passo dado se mostrava um progresso. Minha cabeça não tinha mais aquele turbilhão de pensamento. A ideia agora era ir de pouquinho em pouquinho, sem criar muita expectativa.

O próximo abraço de recepção foi em um local diferente. Dessa vez eu que fui recebido com um grande e caloroso abraço por minha mãe. Tinha chegado o feriado de semana santa e eu viajei para o interior. A tônica foi a mesma... eu a tratava como uma rainha. Super educado, carinhoso, atencioso... um abraço aqui, outro ali... um beijinho surpresa... chocolate, ovo de pascoa...

Na quinta-feira, como de costume na nossa família, todos foram para o sítio dos meus avós. Lá era onde a família toda se reunia... diversos primos e tios que vinham de outras cidades para passar o feriado. Era costume acontecer essa reunião mais animada até meia-noite. Quando dava meia-noite em ponto, parava tudo. Não podia mais beber, nem ouvir música, nem dançar, nem brincar. Só voltava ao normal na meia-noite de sábado.

Nesse dia em específico, eu estava com meus primos jogando, dominó e baralho, e minha mãe estava com suas irmãs... pouco mais de meia-noite, eu, minha mãe e meu pai voltamos pra casa. Assim que eu desço do carro, minha mãe toca levemente no meu braço, como se quisesse chamar minha atenção e pergunta baixinho se eu tava com sono. No mesmo instante acendeu um sinal de alerta. Uma pergunta daquelas, do nada, falando baixinho, como se quisesse que meu pai não escutasse.... Sumiu qualquer resquício de sono. Obviamente respondi que não e então fui pro meu quarto.

Mas se passaram, 5, 10, 15 minutos, e nada. Tinha sido um alarme falso. Vou dormir.

Quando pensei em levantar pra apagar a luz, minha mãe entra no quarto. Vestindo camisola e segurando um hidratante. “Passa nos meus pés, por favor... tô cansada de tanto ficar em pé preparando comida pra aquele tanto de gente.”

Meu nome é pronto. Novamente o sono se dissipou na mesma hora.

Minha mãe sentou na minha cama e ficou com as costas apoiada na parede. Eu fiquei na outra ponta da cama com os pés dela sobre minhas pernas (ela estava no “comprimento” e eu na “largura”, mais lateralmente a ela). Como sempre fazia, despejei um pouco de hidratante nos pés e comecei a massageá-los. Papo vai, papo vem... minha mãe falando das trocas de fuxicos da reunião familiar de mais cedo, eu falava de algum fuxico que meus primos soltaram... conversas triviais.

Entre uma fofoca e outra, entre um movimento de perna aqui, uma ajeitada ali, a camisola de minha mãe sobe um pouco e mostra a calcinha vermelha que ela usava por baixo. Nas mesma hora meu olhar se direcionou para lá. Passei alguns segundo olhando para a aquela calcinha que eu conhecia a quilômetros de distância e que já tinha perdido as contas de quantas punhetas já tinha batido cheirando ela.

Até que as fofocas foram interrompidas por um silêncio ensurdecedor. No instante que eu levantei meus olhos, meu olhar se cruzou com o da minha mãe. Ela me pegou no flagra olhando para a calcinha dela.

Não parou por aí... ficamos nos encarando por alguns segundos. Nenhum dos dois desviava o olhar. A conversa, que vinha em um ritmo intenso, parou abruptamente com essa encarada.

Nesse jogo de encarar, eu que perdi. Desviei meu olhar novamente para a calcinha dela, olhando por mais alguns segundos e depois tornei a olhar para minha mãe, que ainda em silêncio olhava para mim. Nos encaramos mais um pouco, então minha mãe dá um sorrisinho e abaixa a camisola. “Do que que eu tava falando mesmo?” ela perguntou rompendo o silêncio. “Da Sabrina...” eu respondi.

Minha mãe voltou a conversar como se nada tivesse acontecido. Parece que o mundo tinha ficado em câmera lenta por uns quarenta segundos.

O fato dela “pagar” calcinha, ver eu olhando, ficar me encarando, e terminar com aquele sorrisinho, me quebraram. Eu tava só com o corpo ali, pois a alma estava em outro lugar. E essa nem foi a pior parte.

Após alguns minutos desse acontecimento, enquanto eu ainda massageava os pés dela, minha mãe flexiona uma das pernas, deixando o joelho dobrado para cima e fica balançando a perna de um lado pro outro, abrindo e fechando levemente a perna.

Era inevitável eu não olhar para lá. Se minutos antes eu vi apenas a parte de cima calcinha, digamos assim, dessa vez dava pra ver o pacotinho que formava nela. Olhando fixo pra xoxota, percebi com o canto do olho que minha mãe olhava pra mim.

Nossos olhares se cruzaram por um breve momento. Dessa vez eu que dei um sorrisinho e voltei a olhar para o pacote que aquela calcinha escondia.

Já tava claro que ela fazia aquilo propositalmente.

Eu entrei de vez no jogo dela. Ora ficava encarando ela, ora ficava admirando a xoxota. Diferente da primeira vez, não teve aquele silêncio, pelo contrário, minha mãe não parou de falar um segundo. E antes dela voltar ao normal, minha mãe abriu bem a pera, como se tivesse dizendo “olha bem... eu quero é que tu veja mesmo”.

Eu olhava descaradamente. Nessa última vez, ela abriu tanto as pernas, que pude ver uma partezinha mais escura da virilha dela.

Depois do showzinho dela, conversamos por mais alguns minutos e então ela disse que ia dormir. Antes de sair do quarto, perguntei cadê o meu abraço e assim finalizamos aquela noite. Com um daqueles longos e calorosos abraços.

Foi difícil manter a consciência. Não restava nenhuma sombra de dúvidas que minha mãe quis me provocar e fez tudo de propósito. Desde o pedido para passar hidratante, até aquela última abrida de perna, foi tudo na intenção de me provocar.

Após quebrar uma, adormeci consciente de que teria que ser mais incisivo. Mas no outro dia já vi que tinha que mais cauteloso mesmo. Percebi que minha mãe tava morrendo de vergonha de mim, pois ela mal de olhava, e me evitava a todo custo. Descobri que naquele dia ela tinha tomado algumas taças de vinho. Talvez tenha sido por isso que ela tava tão acesa.

Mas eu nem esquentei com isso. Eu já tinha esperado muito tempo e com um grande progresso, então não custava esperar mais. Essa situação toda foi boa porque percebi que minha mãe ficava mais afoita quando bebia. Tanto aquele primeiro abraço no carnaval, quanto essa massagem, ocorreram porque ela tinha bebido.

Enfim, eu dei o espaço que ela queria e necessitava. No restante do feriado, eu não fiquei no pé dela, também evitava contato e evitava até mesmo estar no mesmo lugar, só para ela não se sentir sufocada ou aumentar a vergonha.

“E não vai me dar nenhum abraço não?”, ela me perguntou momentos antes de eu embarcar de volta. Demos um abraço normal, até porque meu pai estava do lado. Entendi que aquele abraço era uma mensagem de que tava tudo bem.

A receita já estava escrita. Era só ir com calma, sem afobação.

Cerca de duas semanas depois, como de costume, em uma quinta-feira, minha mãe chega. Pra confirmar que realmente não tinha nenhum mal-estar, a recebi com um grande abraço, que foi bastante recíproco. Nos primeiros minutos dela ali, já pude confirmar que estava tudo bem. O sorriso, as conversas... tudo entregava que ela estava bem à vontade.

Fiz igual das últimas vezes, acompanhei ela no trabalho, levei-a para almoçar, levei para lanchar à noite. Eu ia só arrodeando, pelas beiradas... Nessa primeira noite, ainda me ofereci para fazer massagem nos pés de minha mãe, mas ela recusou dizendo estar com muito sono e cansada.

Na manhã seguinte, logo cedo aconteceu aquelas “circunstâncias” que a gente já estava acostumado. Enquanto eu tomava banho, minha mãe usava o banheiro e enquanto ela tomava banho eu também usava o banheiro. Eu já estava arrumado para ir para a aula, sentado à mesa tomando café, quando sou surpreendido por minha mãe, que sai do quarto, parcialmente arrumada: com os cabelos penteados, de batom, calça jeans, sandália e só de sutiã.

O restante do meu café da manhã foi daquela maneira, encarando minha mãe sentada na minha frente sem a blusa.

Era respirar fundo e manter a calma.

Cheguei do estágio no finalzinho da tarde e já convidei minha mãe para irmos jantar fora. Em um restaurante chique. Ela ficou receosa, pelo gasto, mas no final acabou aceitando e estabelecendo a condição de que iria ajudar a pagar a conta.

Minha mãe se produziu toda, estava impecável, muito linda. Eu fiz o máximo que eu pude, coloquei a melhor roupa do guarda-roupa.

Foi um jantar extremamente agradável. Era nossa primeira vez em um lugar tão chique e elegante.

Na volta para casa, ao entramos na kitnet, minha mãe falou “hoje eu quero aquela massagem que tu ofereceu ontem”. Confirmei imediatamente. Mal deu tempo de eu beber um copo de água, já ouço ela falando “Bora!!”. Pensei que ela fosse tomar um banho, colocar uma camisola, mas quando entrei no quarto, me deparo com ela na cama, com as costas encostadas na parede, ainda vestida com a mesma roupa do jantar (um vestido preto).

Eu sentei na outra ponta da cama, de frente pra minha mãe. O hidratante já me esperava lá. Apesar da ousadia inicial, faltou um dos componentes principais (álcoooolll). Notei que ela estava muito tímida e retraída. Tanto é que a massagem não durou sequer cinco minutos.

No dia seguinte, minha mãe me provocou algumas vezes... andando de shortinho, sem blusa, somente com sutiã. Algumas vezes eu não conseguia parar de encarar as tetas dela, mas em nenhum momento parece que isso a incomodou. Em outros momentos ela me abraçava e me beijava de surpresa. Esses abraços e beijos foram retribuídos na mesma moeda.

Durante a noite, saímos para lanchar e ao voltar para casa conversamos por várias horas. Já estávamos prontos para dormir, até que eu saí para beber água e quando retorno para o quarto encontro minha mãe deitada de bruços, com a camisola levantada e mostrando parcialmente a bunda e a calcinha. Eu tinha acabado de sair do quarto e ela tava normalzinha, aí no instante que retorno ela estava daquele jeito.

E a melhor parte foi ver ela me encarando com a cara de “gostou?”. Logo ela se cobriu, acho que a intenção da minha mãe erra só dar uma leve provocada.

Naquele momento foi difícil controlar o “vai com calma”. Subiu uma vontade tão grande de montar em cima dela. Fui dormir pensando seriamente em ir pro tudo ou nada.

Estava cada vez mais difícil manter a “calma”. Acordei com o mesmo pensamento: devo ir pro tudo ou nada?

Minha mãe não me ajudava nessa dúvida. O último sinal que ela havia dado era extremamente positivo, mas na manhã seguinte já notei ela arredia, envergonhada. Apesar disso, o pensamento de tudo ou nada ainda rondava minha cabeça. No decorrer daquela manhã, tentei provocar algumas situações, como ficar de cueca na frente dela, mas a situação não evoluiu.

Minha mãe iria viajar de volta umas 14 horas da tarde. O que eu poderia fazer até lá?

Íamos sair para almoçar fora... minha mãe tomou banho e foi para o quarto se arrumar. Na minha vez, eu fui meio que para o tudo ou nada. Saí pelado do banheiro, com o pau uns 70% duro e entrei no quarto enxugando meus cabelos com a toalha.

“Meu deus” ela falou um pouco assustada e olhando diretamente pro meu pau.

“Ops, de vez em quando dá um branco na cabeça... tinha esquecido que a senhora tava aqui”, eu falei me enrolando na toalha.

A desculpa era muito esfarrapada, mas para fazer parecer que tinha sido um acidente mesmo, evitei de me trocar com minha mãe ali no quarto.

Durante o almoço, notei minha mãe bastante retraída, como se tivesse envergonhada. Ela mal olhava na minha cara. Eu continuei normal, tratando-a super carinhosamente, e muito educado.

Voltamos para casa já quase na hora de minha mãe viajar.

Quando eu pensei que não ia mais acontecer nada, assim que entramos na kitnet, minha mãe abre sua mala, que já estava fechada, só no ponto de viajar, tira um vestido e então começa a se despir ali mesmo na sala e na minha frente.

“Essa roupa sujou”... Ela deu essa desculpa muito mais esfarrapada que a minha e então começou a tirar a blusa e logo em seguida tirou o short. Foi um verdadeiro strip-tease. Ela fez todo esse movimento me encarando e a pouco mais de dois passos de mim. Na hora que era pra eu ir pro tudo ou nada eu paralisei, fiquei hipnotizado.

Fui pego tão de surpresa, que enquanto ela vestia o vestido, fiquei me questionando: Como assim? Do nada?!”

Após isso, descemos com as malas para aguardar o carro chegar.

Ao invés daquela situação ter me deixado muito excitado, me deixou com nervosismo inexplicável. Logo eu, que havia passado o dia todo pensando em ir ao ataque, quando vi uma brecha daquela, me deu uma suadeira e formigamento nas mãos.

Como sempre acontecia, aguardávamos a carona chegar em uma sombra de uma árvore na calçada próxima à kitnet. Demos aquele abraço bem apertado, nos declaramos uma ao outro, beijinho na bochecha e no pescoço... Antes mesmo do carro chegar, demos um novo abraço apertado... e depois mais outro......

[...] Nesse último, criei uma baita coragem pra deslizar minha mão pra bunda da minha mãe. Deslizei minha mão em um toque leve até a bunda dela. Em seguida, como não houve manifestação contrária, apertei levemente aquele bumbum durinho. Aquela mesma mão subiu para a cintura e em seguida desceu novamente para a bunda, dando um apalpada mais forte. Minha mãe aceitou tudo numa boa.

Como o tecido do vestido do vestido era bem molinho, eu sentia perfeitamente o tecido da calcinha. Cravei minha mão novamente em sua bunda. Dessa vez sentia meus dedos abrindo-a. Com o dedão, tentava abrir um buraco naquele vestido. A dedada foi tão grande, que ficou no meu dedo o cheirinho do cu dela.

“Vamos subir, mãe. Não vá hoje”... Muito ofegante e ainda me abraçando, respondeu “Vamos!”. Peguei as malas e saí na frente... no primeiro degrau da escada eu gozava. [...]

Essa última parte era apenas fantasia minha. O que de fato aconteceu foi somente até aquele terceiro abraço, que foi interrompido com a chegada da carona. O resto foi minha fantasia enquanto me masturbava logo ao voltar pra kitnet. Eu tava tão excitado que gozava antes mesmo de fantasiar o sexo propriamente dito. Gozei demais só imaginando as preliminares.

Não saia da minha cabeça aquele último acontecido na kitnet. Ver minha mãe trocando de roupa na minha frente, me encarando, fazendo um verdadeiro strip-tease. Me masturbei muito tendo várias fantasias com aquela situação.

Passava horas e horas revivendo e criando fantasias com cada um dos ocorridos. Tentava decifrar e adivinhar possíveis pensamentos da minha mãe, como por exemplo: se naquele nosso último almoço, ela tava pensando muito em ter me visto pelado, se ela conseguia tirar a imagem do meu pau da cabeça e se for por isso que ela resolveu me provocar se trocando na minha frente. Só de ter esses tipos de pensamentos me rendia uma baita punheta.

Já completava a terceira semana sem ver minha mãe. Nesse intervalo a gente se falou algumas vezes por ligação, e apesar de ela dizer que não tinha previsão de ir por lá, não consegui decifrar se era verdade ou ela estava me evitando. No início da quarta semana, por acaso, falando com meu pai por telefone, fiquei sabendo que eles iriam para uma festa que iria ocorrer na cidade vizinha durante o fim de semana. No mesmo instantes decidi: se ela não vem até mim, eu vou até ela. E numa quinta-feira, eu cheguei lá de surpresa. Meti atestado no estágio e perdi prova, mas não podia deixar aquela oportunidade passar.

Logo na minha chegada, percebi que minha mãe estava um pouco estranha. Ela exalava uma mistura de timidez com desconfiança. Na minha chegada, dei um abraço bem apertado nela, mas não fui bem retribuído. Pelo menos notei que não era raiva ou repulsa... nas poucas palavras que trocamos, conclui que ela agia como se tivesse com vergonha de algo. No dia seguinte até cheguei a perguntar o porque ela estava estranha, mas a resposta foi que não estava estranha não, que estava normal.

Enfim, bora pra festa!

Eu, meu pai, minha mãe e um casal de amigos deles, pegamos a estrada por uns 40 minutos rumo ao show. Desde que meu pai falou que eles iam pra festa, meu plano estava bem traçado em minha mente: esperar minha mãe beber e ir para o ataque.

Assim que chegamos no evento, meus pais ficaram com o grupo de amigo deles e eu me reuni com o meu grupo. Depois de tomar umas e ficar calibrado, fui em busca do meu alvo, minha mãe. Na hora que avistei o grupo deles, já estranhei o fato de minha mãe estar com uma garrafa de água e quando cheguei junto dela e ofereci minha cerveja, ela me respondeu que não estava bebendo, pois ela que iria dirigir na volta. Ainda insisti para que ela bebesse pelo menos um gole, mas ela negou novamente.

“Porra!!!, mas que azar!” eu pensei. Todo o meu plano se baseava em ela ficar minimamente bêbada. Agora tudo tinha desmoronado. Fiquei feito uma estátua tentando raciocinar e pensar em um novo plano, mas não vinha nada em mente. Tomei mais umas pra ver se aumentava a coragem, ainda dancei umas duas músicas com ela, e foi só. Não dava pra eu arriscar tanto com ela sóbria e com tanta gente conhecida ao nosso redor.

Fiquei mais um pouco por lá, depois fui onde meus amigos, em seguida retornei na esperança de ver ela bebendo... mas só nada.

Até que em determinado momento, minha mãe vem até mim e me convida para acompanhá-la ao banheiro. Nessa hora acendeu uma faísca de esperança. Encaramos uma longa fila naqueles banheiros químicos, mas fui bem recompensado. Quando voltávamos para o grupo de amigos, eu a agarrei e dei um daqueles abraços apertados. Dessa vez foi recíproco.

Voltamos para onde meu pai, e alguns minutos depois eu que a convidei para darmos uma volta na festa. Ela topou de imediato. Saí na frente abrindo caminho no meio da multidão e minha mãe segurando minha mão logo atrás. Paramos em frente ao palco, nos abraçamos e dançamos duas músicas. Depois andamos para outro lado e dançamos mais algumas músicas. Nos abraçamos, dançamos, ficávamos pouco tempo no mesmo lugar.

O vento tinha soprado a meu favor. Minha mãe me seguia sem qualquer oposição, se eu a abraçava, ela me abraçava na mesma intensidade, se eu dava um beijo, ela também me dava, se eu a agarrava para dançar, ela topava.

Só tinha que tomar um cuidado: tinha muita gente conhecida lá, então não poderia ser tão atrevido com minha mãe, pois se algum conhecido visse que trocando carícias com minha própria mãe, seria uma grande tragédia.

Paramos em um lugar em que eu não vi nenhum conhecido por perto. Iniciamos uma dança de forró bem agarradinho, e então sussurrei em seu ouvido: “Te amo!”. Minha mãe me meu um beijo na bochecha e também falou “te amo”. Em seguida fiz como naquela minha fantasia: desci levemente minha mão para o bumbum de minha mãe. Em um toque muito sutil e superficial, só para saber se teria alguma oposição dela. Não teve.

Aquela fantasia tinha servido como treino... subi minha mão para a cintura e depois desci novamente para o bumbum, em um novo toque sutil. Em seguida dei um leve aperto, e novamente, sem qualquer oposição. Durante aquela dança fiquei alternando esses movimentos. Deixei minha mão estacionada no bumbum e gradualmente ia aumentando a intensidade dos apertos. Dançamos mais de duas músicas daquela maneira. E as vezes eu puxava ela mais para próximo, para ter um contato maior de virilha com virilha.

Em certo momento, cravei minha mão na bunda dela, e a puxei com força para grudar em meu corpo. E pela primeira vez ela demonstrou uma certa oposição, tirando minha mão da bunda e se afastando um pouco. Ela se explicou: “tem conhecido aqui”.

Ou seja, ela também estava atenta e esse detalhe. Como tinha muita gente ao redor, não percebi se de fato tinha algum conhecido por perto. Não insisti mais em pegar na bunda dela. Dançamos mais algumas músicas e então voltamos para o grupo.

Estava no intervalo entre uma banda e outra. Minha mãe ficou com meu pai e seu grupo e eu com os meus amigos. Nós só voltamos pra meu pai e meus amigos não sentirem nossa falta, mas acho que se dependesse da gente, íamos passar o restante da festa só nós dois.

Quando estava prestes a começar uma das principais atrações da noite (banda desejo de menina), eu fui onde minha mãe. Assim que nossos olhares se cruzaram, ela fez um sinal com a cabeça, tipo dizendo: “bora?!”. Fui diretamente até ela, a arranquei do meu pai e então saímos novamente no meio da multidão.

Paramos em um canto, envolto de pessoas desconhecidas e começamos a dançar. Eu já tinha passe livre na sua bunda. Em nenhum momento minha mãe me impediu ou tirou minha mão de lá. E olha que teve umas vezes que amassei pra valer o seu bumbum.

Minha musa curtia muito o show. Cantava, interpretava cada música, levantava as mãos, dançava muito... Em determinado momento, ficamos abraçados na posição “calango”, ela virada de frente para o palco e eu atrás. Claro que eu não perdi a chance de esfregar meu pau na bunda dela.

“Se ela deixou eu pegar na bunda, será que vai deixar na boceta?” eu me questionei com muita vontade de descer minha mão que estava envolta em sua barriga. Bastava descer só mais um pouquinho e então estaria na boceta.

Não fui de uma vez... primeiro comecei pegando no cós da calça e dando uma leves puxadas para cima. Depois coloquei a pontinha do dedo dentro da calça, e logo em seguida dentro da calcinha. Nesse momento minha mãe segurou minha mão, não a tirou de lá, mas compreendi que ela não queria que eu avançasse. Aproveitando que a pontinha do dedo ainda estava lá, coloquei mais um dedo e passei a puxar a calcinha para cima, a fim de dar uma pressãozinha na boceta. Teve um momento que puxei tanto, que percebi que a calcinha ficou para fora da calça. Em momento algum minha mãe demonstrou oposição.

Alternávamos entre a dança e esse abraço. Quando estávamos dançando, não tirava minha mão por nenhum segundo da bunda dela e quando abraçados, ora ficava puxando a calça, ora a calcinha, ou então passeando com minha mão na barriga por dentro da blusa, esfregando meu pau na bunda dela... inclusive, por várias vezes senti ela dando uma reboladinha.

Passamos o show daquela banda juntinhos... ir ao banheiro, comprar minha cerveja, comprar a água dela... não nos desgrudamos por nenhum momento.

Só voltamos para os nossos grupos quando o show terminou e se iniciou mais uma troca de bandas. Dessa vez eu nem fui onde meus amigos, fiquei lá com minha mãe e meu pai. Ainda dei umas apertadas na bunda dela mesmo com meu pai do lado, claro que fiz isso de maneira discreta.

Iniciara a última atração... dessa vez, minha mãe que estava sentada em uma cadeira, me dispensou, dizendo que estava com as pernas doendo e cansada de tanto dançar. Fiquei triste, mas não esmoreci.

Por volta das 5 horas da manhã chegamos em casa. Fiz com minha mãe do mesmo jeito que ela fez comigo naquele dia da semana santa. Assim que saímos do carro, segurei em seu braço e perguntei baixinho “já tá com sono?”. Minha mãe esperou meu pai entrar em casa e então respondeu “mais ou menos”. Ainda segurando em seu braço falei “pois vamos ficar mais um pouco aqui”. Ela ficou parada olhando para a porta, observando se meu pai voltaria e alguns segundo depois falou “´tá bom”.

A puxei pelo braço, demos a volta no carro e ainda no fundo da garagem coloquei ela contra a parede. Prensei minha virilha contra a dela e fiquei a encarando. Me encarando, minha mãe falou:

-Meu deus, tu tá muito bêbado.

-Tô nada... tô bonzinho (respondi continuando a empurrar meu pau contra a virilha dela... de fato eu tava muito bêbado, sentia a fala embolar, os olhos pesarem e os movimentos lentos, mas apesar disso estava consciente de tudo que tava fazendo).

-Tá sim, tá muito bêbado.

Desencostei ela da parede, a abracei, apalpei a bunda e comecei a beijar e passar a língua em seu pescoço.

-Calma... tu vai me derrubar. (ela falou me ajudando a equilibrar).

Eu estava mais bêbado que pensava. Até o equilíbrio eu estava com dificuldade de manter. Tentei beijar a boca dela, pegar nos peitos, na boceta, mas ela me impediu.

-Para... tu tá muito bêbado. Vamos dormir, vamos. (era o que ela dizia enquanto se esquivava de mim).

-Não, mãe. Vamos ficar mais um pouco.

-Pois vamos sentar ali nas cadeiras. (dessa vez ela que me pegou pelos braços e me conduziu até umas cadeiras que ficava lá na área)

No momento que eu sentei, me dei conta do quanto eu tava bêbado. Após alguns poucos minutos de conversa, minha mãe me leva para meu quarto.

Acordei no dia seguinte quase três horas da tarde, com uma ressaca braba. No restante daquele dia também percebi que minha mãe também estava com muita ressaca, mas uma diferente da minha... ressaca moral.

Me evitou a todo custo, mal falava comigo, evitava trocar olhares... eu sinceramente ficava sem entender pra que aquilo tudo. Se minha mãe tivesse bêbada, eu nem dizia nada, mas tudo que ela fez e aceitou eu fazer, ela estava muito consciente e não foi forçada a nada. Mas enfim né... como a ressaca tava muito grande, eu não estava com tanta paciência pra pensar nessas coisas.

No dia seguinte, no meu último dia por lá, ela continuou me evitando. Durante o café da manhã, almoço e em outros abordagens minhas, minha mãe mal me deu confiança.

Minha carona de volta chegou três da tarde. Meu pai levou algumas sacolas com mantimentos para o carro que me aguardava e minha mãe ficou na porta interna da casa esperando eu sair.

-Tchau, mãe. (eu falei quando passei por ela)

-Tchau. (ela me respondeu friamente)

Sem qualquer aviso, a abracei bem forte pegando-a de surpresa.

-Te amo muito (falei no ouvido e dei um beijo em sua bochecha)

No primeiro momento ela não me abraçou, mas em seguida ela retribuiu o abraço, com bem menos intensidade que o meu.

-Também te amo. (ela falou timidamente)

Nessa hora eu fui pro tudo ou nada. Desci minha mão para a bunda dela e dei uma apertadinha. Minha mãe não falou nada e então eu lancei essa.

-Deixa eu levar de lembrança. (apalpando a bunda da minha mãe, peguei no elástico da calcinha sob o vestido e o puxei)

-Rum (minha mãe se assustou com o meu pedido e fez esse som)

-Tô falando sério, mãe. (falei ainda apalpando a bunda dela e puxando novamente o elástico da calcinha)

Minha mãe desfez o abraço, me encarou e eu logo falei com um sorriso malicioso que não escondia minha intenções. “tô falando sério... deixa eu levar de lembrança”.

-E pra que que tu quer minha calcinha?

Antes mesmo de eu responder, ela olha sobre os meus ombros para ver se meu pai não estava vindo, dá um passo pro lado, coloca as mãos sob o vestido e começa a abaixar a calcinha. Minha mãe embola a calcinha com uma mão, como se tivesse amassando ao máximo uma folha de papel, e então me entrega.

-Pega... vai, vai, vai (ela falou quase me expulsando, como se quisesse se livrar logo de mim)

Tive que colocar uma mochila na minha frente para esconder minha ereção. Até pensei rapidamente em cancelar a viagem...

Tava muito ansioso, querendo chegar logo em casa e desfrutar daquela calcinha. Independente do cheiro, ela era a mais especial de todas, que foi tirada na minha frente e entregue em minhas mãos. Durante aqueles quatro ano batendo punheta com calcinhas usadas, nunca tinha passado por minha mente pedir uma calcinha pra ela, e nem mesmo antes de pedir eu tinha pensado nisso. Aquele pedido saiu no automático.

A primeira coisa que fiz quando entrei na kitnet foi sentir o cheiro da calcinha. Estava maravilhoso, com aquele cheirinho de suor de xoxota com um pouquinho de xixi seco. Enchi ela de porra.

À noite, em êxtase com todos os últimos acontecimentos, liguei para minha mãe para saber quando ela iria por lá. Tive quatro chamadas recusadas. Só consegui falar com ela quando liguei para meu pai e pedi pra ele passar o telefone pra minha mãe, que respondeu brevemente que não sabia quando iria e finalizou a ligação com um “tu me mata de vergonha”.

Como eu não sabia se ela ia demorar a ir, já estava fazendo planos pra ir onde ela.

Logo na terça-feira, enquanto eu tomava café e já estava pronto para ir para faculdade, sou surpreendido com alguém mexendo no trinco da porta. E fiquei mais surpreso ainda quando vi minha mãe entrando lá. Assim que ela passou pela porta, não me contive e a agarrei com um forte abraço. Minha mãe me abraçou na mesma intensidade.

Fiz vários questionamentos, e ela me explicou que tinham marcado uma reunião de última hora, que ela teve que sair de madrugada, que voltaria ainda naquele dia e que não poderia demorar, pois estava quase atrasada para a reunião.

Minha mãe usou o banheiro, bebeu água e já ligou pedindo um táxi. Por aquele abraço inicial, e pelo tom da conversa, percebi que a raiva ou timidez de dias atrás tinha sumido completamente. Antes de sairmos cada um para o seu rumo, demos um daqueles costumeiros abraços, seguido com uma apalpada na bunda e uma encarada.

Fiquei encarando minha mãe com o olhar malicioso e sorriso maldoso.

-O que é que tu quer heeeinn??? (ela perguntou com um sorrisinho de canto da boca)

-Adivinha? (a abracei novamente e peguei em sua bunda)

-O que? (ela perguntou retribuindo o abraço)

-Me dê essa calcinha de lembrança, mãe... (falei apalpando bem forte a bunda dela)

-Tu me mata de vergonha... e eu já não te dei uma anteontem?!

-Eu quero essa que a senhora tá usando...

-Pra que é mesmo que tu quer minha calcinha?

-A senhora quer saber mesmo?

-Não não não (ela sabia bem qual seria a resposta kkk)

-Hahaha

-Eu não sei que horas vou voltar... se eu passar o dia todo sem calcinha vou ficar toda assada... posso até pegar uma infecção.

Nessa hora veio aquela calcinha que ela tinha me dado dois dias atrás, mas ela tava cheia de porra.

O táxi dela chegou e então minha mãe partiu.

Era só ter calma com essas oscilações dela, que no final ia dar tudo certo.

Por volta das sete horas da noite, minha mãe me liga para avisar que já tinha chegado em casa e para me perguntar: “tu olhou debaixo do travesseiro?”, respondi que não... “então olha lá... tchau, beijo”.

Na mesma hora corri com uma suspeita já em mente. E essa suspeita se confirmou. Tinha uma calcinha embaixo do meu travesseiro.

O cheiro estava incrível, maravilhoso. Duas outras coisas me chamaram muita atenção. A primeira é o fato de ela ter voltado na kitnet só para deixar a calcinha pra mim, e a segunda é que a calcinha era nova. Eu conhecia todas as calcinhas da minha mãe e sabia que aquela era nova. Ou seja, ela tinha comprado já pensando em mim.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Carlãooo a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários