Depois do churrasco, a vida seguiu “normal” por fora. Rogério elogiava minha salada e minha torta de limão, Juliana mandou uma mensagem no grupo agradecendo o convite, e eu respondi com um “Foi um prazer!” cheio de emojis de coração. Mas dentro de mim tudo tinha mudado.
Ricardo conseguiu meu contato na mesma semana.
Na segunda-feira, Rogério chegou em casa e comentou, distraído, enquanto tirava os sapatos:
— O Ricardo pediu seu número. Disse que a Juliana quer trocar umas receitas com você. Tudo bem?
Meu coração deu um salto. Eu respondi com a voz mais calma do mundo:
— Claro, amor. Pode passar.
Ele mandou o contato ali mesmo. Cinco minutos depois, meu celular vibrou com uma mensagem nova:
Ricardo: “Não foi só receita que eu quis. Quero te ver de novo. Sozinha.”
Eu fiquei olhando a tela por quase um minuto inteiro. Depois digitei, com os dedos tremendo:
Clara: “Quando?”
Ricardo: “Quinta. 14h. Motel Tropical, quarto 17. Eu pago. Chega de saia longa. Quero você exatamente como você é por baixo de toda essa fachada.”
Não trocamos mais nenhuma mensagem. Eu apaguei a conversa, bloqueei o número temporariamente e desbloquei na quinta de manhã. O dia inteiro eu me senti como se estivesse andando sobre vidro. Fui à igreja, sorri para as irmãs, preparei o almoço de Rogério, mas minha cabeça só repetia: “Quarto 17. 14h.”
Cheguei ao motel às 13h50. O quarto estava com a porta entreaberta. Entrei. Ricardo já estava lá, encostado na parede, camisa polo cinza, bermuda jeans. Ele me olhou de cima a baixo e sorriu de leve.
— Você veio.
Eu fechei a porta, fiquei parada no meio do quarto por um segundo. Depois, sem dizer nada, segurei a barra da saia longa e levantei devagar até a cintura.
Estava sem calcinha.
E entre minhas nádegas, brilhando discretamente, o plug médio que eu tinha colocado em casa, por conta própria.
Ricardo ficou imóvel. Os olhos dele desceram devagar, pararam na minha boceta lisa e úmida, depois subiram até o plug. Ele piscou uma vez, como se não esperasse aquilo.
— Você… veio sem calcinha. E com um plug no cu — murmurou, voz rouca.
Eu não respondi de imediato. Apenas mantive a saia levantada, olhando para ele. Depois, pela primeira vez, eu falei. A voz saiu baixa, mas clara:
— Eu quis vir assim… Quis que você me visse pronta.
Ele deu um passo à frente. A mão dele tocou minha coxa, subiu e roçou a base do plug. Girou de leve. Eu soltei um suspiro trêmulo.
— Porra, Clara… eu achei que você fosse só curiosa. Mas você veio preparada.
Ele tirou o plug devagar. Meu cu piscou, vazio. Ele cuspiu na mão, esfregou no pau e posicionou.
Antes que ele entrasse, eu sussurrei, ainda olhando no espelho:
— Fode minha garganta primeiro… Por favor. Quero engolir você inteiro.
Ricardo parou. Olhou para mim com surpresa genuína. Ele não esperava que eu pedisse.
— Você quer garganta profunda? — perguntou, quase testando.
Eu assenti, olhos baixos, mas voz firme:
— Quero. Quero que você foda minha boca como se eu fosse uma vadia. Quero engolir tudo.
Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e me fez ajoelhar. Abriu a bermuda. O pau saltou, grosso e já duro. Eu abri a boca e engoli até o fundo na primeira estocada. Garganta relaxada, babando muito, olhos lacrimejando. Ele gemeu surpreso.
— Caralho… você engole mesmo.
Eu tirei o pau da boca só para falar, saliva escorrendo pelo queixo:
— Mais fundo… fode minha garganta… me usa… eu aguento.
Ele segurou minha cabeça e meteu com força. Eu engasgava, babava, lágrimas escorrendo, mas não recuava. Entre uma estocada e outra eu murmurava:
— Isso… me sufoca… quero engolir seu gozo todo…
Ele gozou em menos de três minutos. Jatos quentes direto na minha garganta. Eu engoli tudo, sugando devagar até a última gota, limpando a cabeça com a língua. Depois olhei para ele, boca ainda aberta, voz rouca:
— Obrigada.
Ricardo ficou me olhando como se me visse pela primeira vez. Ele não sabia quem eu era de verdade. Não sabia da casinha, dos doze, do squirt, do mijo. Para ele, eu era só a esposa certinha que, de repente, tinha pedido para ter a garganta fodida e engolir tudo.
E isso o deixou impressionado.
Ele me levantou, me virou de costas contra o espelho e entrou no meu cu devagar. Enquanto metia, murmurou no meu ouvido:
— Você não é o que parece, Clara. Nem de longe.
Eu não respondi com palavras. Apenas empinei a bunda e recebi cada estocada em silêncio, sentindo que, aos poucos, a outra Clara estava começando a falar de novo.
A segunda vez no motel foi quatro dias depois.
Eu cheguei às 13h50, como da outra vez. Saia longa bege, blusa branca de manga comprida, cabelo preso no coque baixo. Por baixo: sem calcinha novamente, e o plug médio já dentro desde casa. Eu mesma tinha colocado, sem que ele pedisse.
Ricardo abriu a porta do quarto 17. Assim que entrei, ele me olhou de cima a baixo e sorriu de canto de boca.
— Você veio de novo.
Eu fechei a porta, fiquei parada no meio do quarto e, sem dizer nada, levantei a saia até a cintura, mostrando que estava sem calcinha e com o plug no lugar.
Ele respirou fundo.
— Porra, Clara… você não para de me surpreender.
Dessa vez eu não esperei ele mandar nada. Fui até ele, me ajoelhei, abri a bermuda e tirei o pau para fora. Olhei para cima e falei, voz baixa mas clara:
— Quero chupar você primeiro. Quero engolir fundo. Pode foder minha garganta?
Ricardo piscou, claramente impressionado. Ele ainda achava que eu era a esposa certinha que estava experimentando algo novo. Não fazia ideia de quanto eu já tinha treinado aquela garganta.
— Você quer mesmo? — perguntou, quase testando.
— Quero — respondi, olhando nos olhos dele. — Quero que você use minha boca. Forte.
Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e enfiou. Eu relaxei a garganta e engoli tudo até o fundo. Babava muito, fazia barulho molhado, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos. Entre uma estocada e outra eu tirava o pau da boca só para murmurar:
— Mais fundo… fode minha garganta… me usa como quiser…
Ele gemia, surpreso com a entrega. Fodeu minha boca por longos minutos, depois me levantou, me jogou na cama de bruços e tirou o plug. Entrou no meu cu devagar, mas fundo. Eu empinei a bunda e pedi baixinho:
— Mais forte… me fode o cu… quero sentir você bem fundo.
Ele acelerou. Uma mão no meu pescoço, a outra dando tapas firmes na bunda. Eu gemia, mas ainda controlada, pedindo mais:
— Isso… aperta meu pescoço… me usa… sou sua hoje…
A foda foi espetacular. Ele me virou de lado, depois de quatro, depois cavalgando de costas. Eu gozei duas vezes — uma com o cu sendo fodido, outra quando ele apertou meu clitóris enquanto metia fundo. No final, ele gozou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente.
Ficamos os dois ofegantes na cama. Ricardo passou a mão no meu cabelo, quase carinhoso, e disse:
— Preciso mijar. Já volto.
Ele se levantou e foi em direção ao banheiro.
Eu não pensei. Levantei da cama no mesmo instante, nua, porra escorrendo devagar pela minha coxa, e fui atrás dele. Cheguei ao banheiro antes que ele fechasse a porta.
Ricardo parou, surpreso, quando me viu entrar.
Eu me ajoelhei no chão do banheiro, bem na frente dele. Olhei para cima, abri a boca e falei, voz rouca mas firme:
— Mija na minha boca.
Ele congelou. Os olhos se arregalaram.
— O quê?
— Mija na minha boca — repeti, mais devagar. — Quero engolir. Por favor.
Ele ficou me olhando por longos segundos, como se não acreditasse no que estava ouvindo. A esposa certinha, de saia longa e coque, ajoelhada no banheiro de um motel, pedindo para beber mijo.
— Clara… você… tem certeza?
Eu assenti, boca ainda aberta, olhos fixos nos dele.
— Tenho. Quero sentir você me usando assim.
Ricardo respirou fundo, segurou o pau ainda meio duro e mirou. O jato quente saiu forte, acertando primeiro minha língua. O gosto salgado-amargo invadiu minha boca. Eu engoli o máximo que consegui, sem fechar os olhos, deixando parte escorrer pelo queixo, pelo pescoço, pelos seios. Quando ele terminou, eu lambi a cabeça devagar, limpando as últimas gotas.
Ele ficou parado, olhando para mim ajoelhada, molhada de mijo, porra escorrendo do cu, rosto corado.
— Porra… — murmurou, voz baixa e impressionada. — Você não é quem eu pensava que era.
Eu me levantei devagar, passei a mão no queixo molhado e respondi, voz suave:
— Ainda não sou… mas estou começando a mostrar.
Ele não disse mais nada. Só me olhou com uma mistura de choque, desejo e curiosidade nova.
Eu sorri de leve, voltei para o quarto e comecei a me vestir.
A segunda vez tinha sido ainda melhor.
E Ricardo agora sabia que havia muito mais por baixo da fachada.