Bem, continuando.
A água da piscina estava gelada, mas o corpo dela no meu colo queimava como brasa. Eu a segurava firme pela cintura fina, as pernas dela ainda envoltas na minha cintura, os braços finos ao redor do meu pescoço. O short rosa e a blusinha branca grudavam nela como uma segunda pele, ainda mais transparentes agora que estávamos submersos até o peito. Os bicos pequenos e rosados roçavam meu peito a cada respiração dela, duros, arrepiados, implorando por atenção.
E entre as coxas magras… aquela bucetinha virgem, marcada pelo tecido molhado, pressionava direto contra minha barriga. Eu sentia o calor dela mesmo na água fria. O clitóris saltadinho roçando de leve quando ela se mexia.
Meu Deus, o que eu tô fazendo? Ela é virgem. Pura. A menina que eu vi crescer, que chamei de princesinha desde os cinco anos. Eu sou o tio. O pai que ela não tem mais. E aqui estou, com o pau latejando contra a coxa dela, duro como pedra, imaginando como seria enfiar a cabeça inchada bem no meio daqueles lábios pequenos e desenhados.
Aline riu, um riso alto, inocente, sem entender nada do furacão que acontecia dentro de mim. Gotas de água escorriam pelo rosto dela, pelo pescoço, pingando entre os peitos pequenos.
— Tio… você é doido mesmo! — ela disse, ainda rindo, os olhos castanhos brilhando de pura diversão. — Eu falei que queria banho de piscina, mas não assim! Olha só a gente… parecemos dois bobos molhados. Rsrsrs…
Eu forcei um sorriso, mas minha voz saiu rouca, baixa, quase um sussurro:
— É… você disse que queria aproveitar o dia. E o quintal é nosso, né? Ninguém vê nada aqui dentro. Só eu e você, princesinha.
Ela mordeu o lábio inferior, aquele gesto que ela fazia sem perceber quando ficava pensativa. O corpo dela se mexeu de leve no meu colo, ajustando-se. A bucetinha pressionou mais forte contra mim. Eu senti o pau pulsar, a cabeça inchada roçando a coxa dela por baixo da água. Minha Culpa queimava no peito como ácido.
Para, caralho. Pensei comigo. Para agora. Ela confia em você. Você prometeu ao seu irmão, no caixão dele, que ia cuidar dela como filha. E agora tá aqui, desejando foder a bucetinha virgem da sobrinha. Monstro. Você é um monstro.
Mas eu não soltei. Pelo contrário. Meus dedos apertaram um pouco mais a cintura dela, puxando-a mais perto. A água balançava em volta de nós dois, criando pequenas ondas que faziam os bicos dela roçarem meu peito ritmadamente.
— Tio… — ela começou, a voz mais baixa agora, curiosa. — Tá tudo bem? Você tá… estranho. Seu coração tá batendo muito rápido. Eu sinto aqui no peito.
Ela colocou a mãozinha aberta no meu peito, bem onde meu coração martelava. Os dedos dela eram frios da água, mas o toque queimou.
Eu engoli em seco. O desejo era tão forte que doía.
— É o frio da água, Aline. E… você se molhou toda. Olha só pra você. A blusinha… tá transparente. E o short… — Eu parei, com a voz falhando. Não consegui completar. Meus olhos desceram sozinhos: os bicos furando o tecido, a bucetinha dividida, o clitóris marcado como um botãozinho rosado implorando pra ser tocado.
Ela olhou pra baixo, seguindo meu olhar. O rubor subiu pelo pescoço dela, chegando nas bochechas. Mas não era vergonha de verdade. Era algo novo. Uma confusão doce, inocente.
— Ah… rsrsrs é verdade. Tá tudo marcado, né? — Ela riu baixinho, sem jeito, mas não se afastou. — Nunca fiquei assim na frente de ninguém. Tio. Só… na sua frente. Mas você é meu tio. É diferente, né? Você me viu crescer. Não tem problema.
Não tem problema? Porra, Aline, tem TODOS os problemas. Sua bucetinha virgem tá pressionada contra mim, molhada de água e talvez de outra coisa que você nem entende ainda. E eu tô aqui, imaginando como seria lamber devagar, sentir o gosto doce de quem nunca foi tocada, enfiar a língua bem no meio e ouvir você gemer meu nome pela primeira vez. Meus pensamentos ferviam.
— É diferente, sim — murmurei, a voz grave. — Mas mesmo assim… você é linda, Aline. Mais do que devia.
E eu… eu não devia estar reparando nisso.
Ela piscou, confusa, mas o sorriso voltou, mais tímido.
— Você acha que eu sou linda? Tipo… de verdade? Eu me acho normalzinha. Magrinha, peitos pequenos… e lá embaixo… — Ela hesitou, mordendo o lábio de novo.
— Às vezes fico envergonhada porque marca tudo. As meninas da faculdade falam que é “destaque demais”. Mas você nunca me olhou assim antes.
— Eu sempre olhei — confessei, quase sem querer. As palavras saíram antes que eu pudesse segurar. — Mas nunca permiti. Porque você é minha sobrinha. Porque eu cuido de você. Porque… — A culpa me rasgou. — Porque seu pai era meu irmão e eu prometi que ia te proteger e te amar…
Ela ficou quieta um segundo. A água balançava. Seus dedos ainda no meu peito, traçando círculos inocentes.
— Eu sei. Você é o homem da casa tio. A mamae sempre me diz isso… que voce é o homem da nossa vida…. Eu e a mamãe… a gente te ama tanto. — A voz dela suavizou, quase um sussurro.
— Mas… sabe tio. nesse momento, aqui na piscina, eu me sinto… segura. E quente. Mesmo com a água fria.
O corpo dela se mexeu de novo. A bucetinha roçou mais deliberadamente contra minha barriga. Meu pau latejou forte, a cabeça inchada pressionando a coxa dela. Eu sabia que ela tinha sentido. O tecido fino do short dela era quase nada. Ela congelou por um segundo, os olhos arregalando de leve. Mas não se afastou. Só ficou me olhando, curiosa, como quem descobre algo novo sem saber nem entender o nome.
— Tio… — ela sussurrou, a voz manhosa, inocente.
— Você tá… excitado? Eu sinto algo duro aqui na minha perna. É… por minha causa?
A pergunta foi beeeem direta, feita com aquela pureza dela, quase me fez gozar ali mesmo. Eu sentia apenas Culpa e tesão misturados num nó que apertava minha garganta.
— Aline… — Eu fechei os olhos, lutando. — Desculpa.
Eu sou um homem. E você… você tá toda marcada, linda, da pra ver tudinho… Eu não devia. Eu não posso. Você é minha sobrinha. Eu te criei aqui nessa casa.
Ela não respondeu com palavras. Só se aproximou mais, colou seu rosto perto do meu, a respiração quente contrastando com a água fria. Os bicos roçando meu peito com mais força.
— Eu nunca senti nada assim — ela confessou baixinho, quase para si mesma. — É estranho… mais é uma sensaçao boa sabe tio. Como um formigamento lá embaixo. Mas eu sou virgem, tio. Nunca deixei ninguém tocar. Nem beijar eu sei ainda. Eu… eu confio em você. Só em você.
Aquela ls palavras ditas com tanta inocência, me destruiu. Eu queria devorá-la ali mesmo. Queria abaixar o short dela devagar, abrir aqueles lábios pequenos e lamber até ela tremer e gozar pela primeira vez na vida. Mas a culpa me segurava. Eu a segurei firme, mas não avancei.
— Vamos sair da piscina — eu disse, rouco. — Antes que eu faça algo que a gente não possa voltar atrás.
Ela assentiu, mas o olhar dela ficou diferente. Mais demorado. Mais curioso.
Saímos. Eu a sequei com a toalha, devagar, sentindo cada curva. Depois entramos em casa. O resto do dia passou em uma tensão silenciosa. Ela andava pela casa com mais liberdade agora. Usava Shortinhos mais curtos, blusinhas finas sem sutiã. Eu via a bucetinha marcada toda vez que ela se abaixava pra pegar algo no chão. Ela sorria pra mim como sempre, mas tinha um brilho novo nos olhos. Como se tivesse descoberto um segredo e quisesse saber mais.
À noite, Andréia já tinha ido dormir cedo no quarto dela, exausta do trabalho. A casa estava em silêncio. Eu estava na sala, com a luz baixa, assistindo um filme qualquer na TV. De repente ouvi os passos leves na escada.
Aline desceu.
Só de calcinha e sutiã de algodão branco, com desenhos da Hello Kitty espalhados. Um lacinho rosa na borda de renda. O sutiã era quase transparente, mostrando os bicos pequenos e rosados. A calcinha… meu Deus. Quase transparente também. Dava pra ver o montinho de pelos escuros, bem aparadinho, cobrindo a bucetinha virgem. O tecido fino marcava tudo: os lábios desenhados, o clitóris levemente saliente.
Ela parou na porta da sala, tímida, mas com um sorriso doce.
— Tio… não consigo dormir. Posso assistir o filme com você? Só um pouquinho?
Eu engoli em seco. Meu pau já estava duro só de ver ela assim.
— Claro, princesinha. Vem.
Ela se aproximou e, sem pedir, deitou a cabeça no meu colo. O cabelo cheirando a shampoo de morango. O corpo quente, quase nu, esticado no sofá. A bunda empinada levemente, a calcinha enfiada entre as coxas. Ela se ajeitou, a cabeça bem em cima do meu pau latejante. Sentiu na hora. O volume duro pressionando sua bochecha. Mas não se mexeu. Só ficou ali, respirando calmamente, assistindo o filme.
— Tio… — ela sussurrou depois de uns minutos, a voz manhosa. — Você tá excitado de novo né?. Eu sinto ele pulsando no meu rosto rsrsrs. É por minha causa?
Porque eu tô assim… quase sem roupa?
Eu fechei os olhos, com a culpa me devorando vivo.
— Aline… é dificil nao ficar assim perto de voce… e ainda mais que seu rosto ta bem em cima dele né minha princesa.
Ela virou o rosto levemente, o nariz roçando meu pau por cima da calça.
— Eu sei. Mas… é to gostando muito de saber que eu consigo fazer isso com você. Me faz sentir… mulher.
Não só sobrinha.
O filme continuou. Ela adormeceu ali, ainda com sua cabeça no meu colo, sua respiração suave. Eu fiquei ali, imóvel, o pau latejando contra o rosto dela por quase uma hora. Só tinha em mim Culpa e desejo brigando dentro de mim.
Quando o filme acabou, eu a peguei no colo com cuidado. Leve como uma pluma. Levei até o quarto dela no andar de cima. Deitei ela na cama, cobri com o lençol. E Ela murmurou quase dormindo:
— Te amo, tio…
Eu saí do quarto com o coração apertado.
De manhã, desci pra cozinha. Aline já estava acordada, fazendo café. Vestida normal, mas o olhar dela era diferente. Mais cúmplice. Tomamos café juntos, conversando sobre coisas bobas. Depois eu fui pro banheiro social do térreo. Ela tinha tomado banho ali antes.
E lá, eu vi pendurada no gancho da parede, sim, estava a calcinha que ela usou na noite anterior.
Branca, Hello Kitty, lacinho rosa. Ainda quentinha.
Eu não resisti.
Peguei. Levei ao nariz. O cheiro era doce, íntimo. O melzinho virgem dela marcava o tecido bem no centro con uma mancha úmida, transparente, cheirando a bucetinha fresca. Ela tinha se masturbado antes do banho. Eu tinha certeza. O cheiro era forte, doce, puro. Virgem. Minha sobrinha virgem gozou nessa calcinha pensando em quê? Em mim? No pau que ela sentiu pulsando no rosto dela ontem de noite?
Eu lambi. Devagar. O gosto era delicioso — doce, levemente salgado, melzinho virgem puro. Meu pau explodiu de tesão. Baixei a calça ali mesmo, no banheiro, e comecei a bater punheta. Forte. Imaginando a bucetinha dela aberta pra mim, os lábios pequenos brilhando, o clitóris inchado. Imaginando ela gemendo “tio… por favor… eu sou virgem, mas quero você”.
Gozei forte.
Jatos grossos no chão do banheiro. Meu orgasmo me deixou tremendo.
Tomei um banho rápido depois, só pra baixar o tesão.
Estava terminando de me enxugar quando ouvi a batida leve na porta.
— Tio… — a voz dela, manhosa, doce. — Eu esqueci minha calcinha aí dentro. Pode me passar? Por favor…
Eu olhei pra calcinha na minha mão. Ainda com meu cheiro misturado agora. Meu coração disparou.
Continua