O fim de semana que era só nosso…
Eduardo segurou meu cabelo com força e mandou, voz grave e cheia de ciúme:
— Responde pra ele agora, Mari. Na minha frente. Enquanto eu te como.
Meu celular tremia na mão. A mensagem de Ricardo ainda brilhava na tela: “Decidiu? Semana que vem é minha. Ou eu sumo. E eu te amo pra caralho.”
Eduardo meteu devagar, centímetro por centímetro, sentindo a buceta escorregadia do outro homem. Eu gemi alto, dedos voando no teclado enquanto ele começava a estocar mais fundo.
Eu digitei, voz entrecortada de prazer:
“Ricardo… eu tô com ele agora. Ele tá me comendo enquanto eu respondo você. Eu te amo também… mas preciso de tempo. Vamos conversar depois.”
Enviei. Eduardo leu por cima do meu ombro e rosnou, acelerando as estocadas:
— Isso… diz pra ele que seu marido tá te arrombando agora, vadia. Diz que essa buceta ainda é minha.
Eu gemi mais alto, rebolando contra ele:
— Ele sabe, amor… ele sabe que eu sempre volto pra você… ahhh, me fode mais forte!
Ele gozou dentro de mim com um rugido possessivo, enchendo minha buceta já cheia. Depois me abraçou, suado, tremendo:
— A gente vai ter nosso fim de semana. Só nosso. Eu já combinei com minha mãe: as crianças vão pra casa dela sexta depois da aula e só voltam domingo à noite. Nada de celular, nada de Ricardo. Só eu, você e essa cama. E você vai me contar TUDO que ainda escondeu.
Meu coração disparou. Eu sabia que ia ser pesado.
Sexta à noite, assim que a porta fechou e a casa ficou só nossa, Eduardo me pegou no colo e me carregou pro quarto como se fosse a primeira vez. Mas não era carinho. Era fome. Raiva. Amor desesperado.
Ele me jogou na cama, rasgou minha calcinha e caiu de boca na minha buceta, chupando forte, enfiando a língua fundo como se quisesse tirar o gosto do outro.
— Conta, Mari. Conta o que você nunca me disse enquanto ele te comia na pousada.
Eu arqueei as costas, gemendo, dedos cravados no lençol:
— Ele… ele me fez ligar pra você enquanto tava com o pau todo enterrado no meu cu… na sacada… o mar batendo lá embaixo… e ele metia devagar, sussurrando “diz que você é minha puta agora”… eu disfarcei, amor… falei que tava relaxando… mas gozei bem ali, apertando o pau dele no cu enquanto falava com você…
Eduardo rosnou, virou-me de quatro e meteu com tudo na buceta, batendo fundo, mão estalando na minha bunda:
— Continua, sua puta… o que mais?
— Ele filmou tudo… e depois, no banho, me fez de joelhos e disse que queria me engravidar… que queria gozar sem camisinha todo dia até eu parar de tomar remédio… e eu… eu quase disse sim, Eduardo… eu gozei só de ouvir ele dizendo que queria um filho meu… que queria me roubar de você de verdade…
Ele me fodeu mais forte, quase com ódio, segurando meus quadris como se nunca mais fosse soltar:
— Você quase disse sim pra ele te engravidar?! Porra, Mariana… você é minha esposa… minha… e tá deixando outro homem sonhar em te dar um filho?!
Eu gozei gritando, apertando o pau dele, lágrimas escorrendo:
— Eu te amo, Eduardo… eu te amo mais… mas ele me pressiona tanto… ele me disse que se eu não passar uma semana inteira com ele, ele some… e eu… eu não quero perder ele… ahhh, me fode, amor… me pune… me lembra que eu sou sua!
O fim de semana inteiro foi assim. Ele me comeu em todo canto da casa: na cozinha, eu debruçada na pia enquanto ele me arrombava o cu; no sofá, eu cavalgando ele de frente e contando mais segredos; na piscina, à noite, ele me segurando na borda e metendo devagar enquanto eu confessava que Ricardo já tinha me feito dormir com o plug anal dele dentro, pra eu “lembrar dele” quando voltasse pra casa.
Sábado à tarde, enquanto eu chupava ele devagar no quarto, o celular vibrou. Mensagem de Ricardo:
“Já decidiu, amor? Semana que vem eu quero você na minha cama todo dia. Quero te acordar com meu pau na sua garganta. Responde ou eu paro de te mandar mensagem pra sempre.”
Eduardo leu, segurou minha cabeça e enfiou o pau até o fundo da minha garganta:
— Responde pra ele agora… com meu pau na sua boca.
Eu, babando, olhos lacrimejando, digitei com uma mão enquanto ele fodia minha garganta:
“Ricardo… eu vou… vou passar a semana com você… mas só depois que eu der esse fim de semana pro Eduardo. Ele precisa de mim agora.”
Enviei. Ricardo respondeu na hora: “Boa menina. Mas quando você estiver comigo, vai ser só minha. Nada de ligar pra ele. Nada de sentir falta dele. Você vai ser minha mulher de verdade por sete dias.”
Eduardo leu e me virou de costas, metendo no cu com força, raiva e tesão misturados:
— Então você vai… vai dar uma semana inteira pra ele… enquanto eu fico aqui imaginando você gemendo pra outro. Mas antes… você vai me dar esse fim de semana inteiro. E vai gozar gritando meu nome até esquecer o dele.
Eu gozei de novo, apertando o pau no cu, gritando:
— Eu sou sua, Eduardo! Sua esposa… sua puta… mas ele me quer tanto… e eu… eu quero os dois… me fode mais forte… me marca pra ele ver!
Domingo à noite, quando as crianças voltaram, eu mal conseguia andar direito. Buceta e cu inchados, corpo marcado de chupões novos por cima dos antigos. Eduardo me abraçou forte na cozinha, sussurrando no meu ouvido enquanto as crianças estavam na sala:
— Eu te amo, Mari. Mais do que tudo. Mas se você for pra essa semana com ele… volta pra mim. Volta de verdade. Ou eu não sei se aguento.
Meu celular vibrou de novo. Ricardo:
“Faltam só cinco dias, amor. Prepara essa buceta e esse cu. Eles vão ser só meus.”
Eu sorri por dentro, molhada de novo, dividida entre o amor desesperado do meu marido e a fome insaciável do meu amante.
Porque eu sou dela. Sou dele. E agora… os dois me querem inteira.
E eu nunca estive tão molhada de medo… e de tesão.