Capítulo 8: O fogo na festa

Um conto erótico de Helena
Categoria: Heterossexual
Contém 1596 palavras
Data: 06/04/2026 08:04:29

O convite para o casamento de Beatriz, prima de Lucas pelo lado paterno, chegou por e-mail no meio da semana. Seria no sábado, em uma bela fazenda de luxo nos arredores de São Paulo, com cerimônia ao ar livre ao pôr do sol e uma recepção grandiosa sob tendas brancas iluminadas por luzes suaves. Eu aceitei imediatamente. Seria uma oportunidade de aparecer em família, mostrar que estávamos bem e que a vida seguia seu curso normal. Lucas pareceu animado, mas eu conhecia aquele brilho perigoso nos olhos dele — o mesmo que aparecia todas as vezes que estávamos sozinhos.

No sábado à tarde, nos arrumamos com capricho especial. Escolhi um vestido longo de seda verde-esmeralda que abraçava minhas curvas com elegância. O decote em V profundo valorizava meus seios cheios e maduros, revelando o vale suave entre eles de forma provocante, mas sofisticada. A cintura era marcada, os quadris largos destacados pelo caimento do tecido, e uma fenda lateral generosa revelava minhas pernas longas e bem torneadas a cada passo. Completei o look com o cabelo solto em ondas suaves, maquiagem leve que realçava meus olhos castanhos e saltos altos que alongavam ainda mais minha silhueta. Sentia-me poderosa, feminina e desejável.

Lucas estava irresistível. O terno preto sob medida marcava perfeitamente os ombros largos, o peito definido e a cintura estreita. A camisa branca impecável contrastava com a pele morena clara, e a gravata fina dava um ar maduro e elegante ao seu rosto jovem. Ele parecia mais homem do que nunca.

No carro, durante o trajeto até a fazenda, as provocações começaram cedo. Lucas dirigia com uma mão no volante e a outra descansando possessivamente na minha coxa exposta pela fenda do vestido. Seus dedos traçavam círculos lentos na minha pele.

— Você está linda pra caralho hoje, mãe — murmurou ele, a voz rouca. — Esse decote… todo mundo vai ficar olhando pros seus peitos. E eu vou ficar louco sabendo que eles são meus, que eu posso apertá-los quando quiser.

Eu sorri, sentindo um calor familiar subir pelo ventre, mas tentei manter a compostura.

— Comporte-se, Lucas. É um casamento da família. Não vamos chamar atenção.

Mas ele não parou. Durante todo o caminho, sussurrava elogios baixinho no meu ouvido: como o vestido marcava perfeitamente minha bunda grande e macia, como ele queria enfiar a mão por baixo do tecido ali mesmo no carro, como já estava duro só de imaginar eu gemendo o nome dele mais tarde. Chegamos à fazenda com o fogo já bem aceso entre nós dois.

A cerimônia foi bonita e emocionante, com o sol se pondo em tons alaranjados e rosados atrás das árvores. Na recepção, sob as tendas brancas decoradas com flores e luzes douradas, o decote do meu vestido realmente chamou atenção. Vários homens — tios mais velhos, primos distantes e amigos do noivo — lançavam olhares demorados para o meu colo, alguns sorrindo de forma que deixava claro o desejo em seus pensamentos. Eu me sentia observada, desejada, poderosa. Lucas, por sua vez, atraía olhares das mulheres mais jovens e até de algumas convidadas maduras. Elas se aproximavam, conversavam animadamente, tocavam o braço dele com familiaridade excessiva. Eu via o ciúme e o tesão misturados queimando dentro do meu peito.

Sentados à mesa principal com parte da família, as provocações continuaram de forma discreta e perigosa. Debaixo da longa toalha branca, estiquei a mão e comecei a acariciar o pau dele por cima da calça social. Senti-o endurecer imediatamente sob meus dedos habilidosos. Apertei devagar, massageando toda a grossura, sentindo o calor pulsar através do tecido enquanto conversávamos educadamente com uma tia sobre os estudos de Lucas. Ele mantinha o rosto impassível, sorrindo educadamente, mas sua perna tremia levemente debaixo da mesa. Em determinado momento, ele se inclinou para perto do meu ouvido e sussurrou, a voz carregada de desejo:

— Continua assim e eu vou te foder bem aqui em cima da mesa, mãe. Não me provoca.

A dança começou após o jantar. Depois de algumas músicas mais animadas, Lucas me puxou para a pista de dança. Dançamos colados, o corpo dele pressionando o meu de forma quase indecente. Senti a ereção discreta roçando minha barriga enquanto nos movíamos ao som da música lenta. No meio de uma canção romântica, ele segurou minha mão com firmeza e me puxou para fora da tenda principal. Caminhamos rápido por um caminho lateral da propriedade, afastando-nos das luzes e do barulho da festa, até chegarmos a um canto escuro e vazio, atrás de uma fileira de árvores altas e arbustos densos.

— Lucas, não… aqui não — eu sussurrei, tentando resistir, o coração martelando no peito. — Alguém pode aparecer a qualquer momento. É arriscado demais.

Mas ele já me virava de costas, pressionando meu corpo contra o tronco grosso de uma árvore antiga. Levantou o vestido longo até a cintura com urgência, abaixou minha calcinha rendada até os joelhos e abriu minhas pernas. Senti o pau dele, já fora da calça, quente e duro, roçando minha buceta molhada. Ele penetrou-me por trás com uma estocada firme e profunda, enchendo-me completamente. Eu mordi o lábio inferior com força para não gemer alto demais.

Ele começou a me foder com intensidade, as mãos apertando meus quadris largos, o pau grosso entrando e saindo rápido. Eu estava encharcada, o som molhado e obsceno da nossa conexão ecoando baixo na noite silenciosa. Mas ele demorava a gozar — talvez pela adrenalina do risco, talvez por querer prolongar o prazer proibido. Os minutos passavam e eu ficava cada vez mais aflita, o prazer crescendo sem chegar ao clímax, o medo constante de sermos descobertos misturando-se ao tesão insuportável.

De repente, ouvimos passos e vozes se aproximando pelo caminho. Uma tia de Lucas — tia Margarida, irmã mais velha do pai dele — apareceu a poucos metros de nós, falando animadamente ao celular. Ela parou exatamente na curva do caminho, ainda sem nos ver por causa da escuridão e dos arbustos densos.

Lucas parou as estocadas abruptamente, mas manteve o pau enterrado bem fundo dentro de mim. Eu tremia inteira, tentando controlar a respiração ofegante. A tia continuou a conversa por quase dois minutos inteiros, rindo de algo que alguém dizia do outro lado da linha, completamente alheia ao que acontecia a poucos passos dela. Quando finalmente se afastou e desapareceu no escuro, Lucas deu mais algumas estocadas rápidas e desesperadas, mas o momento já havia sido quebrado pelo susto. Ele saiu de mim com relutância, guardou o pau ainda duro e latejante dentro da calça e me ajudou a ajeitar o vestido amarrotado.

Voltamos para a festa como se nada tivesse acontecido, os corpos ainda latejando de desejo frustrado, as pernas trêmulas e o coração acelerado.

No caminho de volta para casa, já tarde da noite, eu não aguentei mais a tensão. Sentada no banco do passageiro, tirei a calcinha devagar, levantei o vestido até a cintura e abri bem as pernas. Comecei a me tocar na frente dele enquanto Lucas dirigia pela estrada escura.

— Olha só o que você fez comigo a noite toda… — murmurei, a voz rouca de excitação. Meus dedos circulavam o clitóris inchado e escorregadio. — Estou encharcada por sua causa, filho. Mas você não pode me tocar agora. Só dirige e olha.

Lucas apertava o volante com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Seus olhos alternavam entre a estrada e minha buceta depilada, brilhando de excitação sob a luz fraca do painel. Eu me masturbava devagar, gemendo o nome dele baixinho, descrevendo em detalhes como queria sentir o pau grosso dele dentro de mim, como estava louca para ser fodida assim que chegássemos em casa. Ele tentava esticar a mão para me tocar, mas eu batia de leve em seus dedos, impedindo-o com um sorriso provocante.

— Não. Só quando chegarmos.

Assim que o carro parou dentro da garagem escura da nossa casa, mal desligamos o motor. Lucas saiu rapidamente, deu a volta, abriu minha porta e me puxou para fora com urgência. Sentou-me na borda do capô ainda quente do carro, abriu minhas pernas e levantou o vestido até a cintura. Abaixou a calça social e me penetrou com uma estocada forte e profunda, de uma vez só. Eu me deitei de costas no capô, os seios quase saltando do decote generoso, enquanto ele me fodia com estocadas profundas e possessivas, as mãos apertando meus quadris.

— Me fode, filho… me usa… essa buceta é toda sua — eu gemia alto, as pernas bem abertas ao redor da cintura dele.

Ele apertava meus seios por cima do vestido, chupava os mamilos através do tecido fino, batia de leve na minha bunda grande quando me virava de lado para mudar o ângulo. A transa foi intensa, rápida, animal e urgente. Gozamos quase ao mesmo tempo — eu primeiro, contraindo violentamente ao redor do pau dele, depois Lucas enchendo minha buceta com jatos quentes e abundantes.

Ficamos ali por longos minutos, ofegantes e colados um ao outro no capô do carro dentro da garagem escura. Meu vestido estava amarrotado, o corpo marcado pelos dedos dele, o sêmen dele escorrendo lentamente pela minha coxa.

Eu sorri, acariciando o rosto suado dele com ternura.

— Você me deixa completamente louca, Lucas. Cada vez mais louca.

Ele me beijou profundamente, ainda enterrado dentro de mim, e respondeu com a voz rouca:

— E eu sou completamente seu, mãe. Pra sempre.

O fogo entre nós não diminuía. Pelo contrário. Cada risco corrido, cada provocação sussurrada, cada transa intensa só alimentava ainda mais aquela chama proibida. E eu, Helena, já não tinha mais vontade nenhuma de apagá-la.

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Contato: helenice_inc6@proton.me. Posso contar sua história de incesto aqui, me escreva.

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