O som da respiração de Natielly preenchia o meu fone de ouvido, um chiado rítmico e agudo que denunciava o pânico delicioso que ela estava sentindo. Eu, no carro, fechei os olhos, visualizando a cena: o corredor vazio, a sala com cheiro de livros velhos e suor de ginásio, e aquele homem alto pairando sobre a minha "santinha".
— Eu... eu não estou com medo — a voz dela surgiu, finalmente, mas falhou no final. — Eu só vim buscar o que você prometeu.
Ouvi o som de algo metálico batendo numa mesa — talvez as chaves dele.
— O que eu prometi? — a voz de Marcos estava mais perto agora, quase um sussurro que parecia lamber o ouvido dela. — Eu prometi material didático, mas você... você veio vestida para um interrogatório, Natielly. Essa saia de couro... esse perfume...
Houve um ruído de tecido roçando em tecido. Meu estômago deu um solavanco. Imaginava a mão dele descendo pelas costas dela, sentindo a textura da seda da blusa.
— Marcos, por favor... alguém pode chegar — ela disse, mas não havia convicção. Era um protesto protocolar.
— Ninguém chega antes das oito no bloco de Pedagogia. Estamos sozinhos. E você sabe disso. Por isso veio sem sutiã, não foi?
O silêncio que se seguiu foi torturante. Eu conseguia ouvir as batidas do meu próprio coração competindo com o áudio do fone. Natielly não negou. Ela não disse "chega". Ela apenas soltou um gemido baixo quando, presumivelmente, ele confirmou a suspeita com o toque.
— Seu marido... o advogado... — Marcos riu, um som seco e predatório. — Ele sabe que você sai de casa assim? Ele sabe que você está aqui agora, sentindo o calor da minha mão através dessa blusinha transparente, enquanto ele provavelmente está lendo processos chatos?
— Ele... ele confia em mim — ela mentiu, a voz embargada.
— Ele é um idiota, então — Marcos retrucou. — Um homem que tem uma joia dessas e não a tranca a sete chaves não merece o que tem. Olha para você, Natielly. Você está pegando fogo.
Ouvi o som de algo sendo arrastado — uma cadeira ou talvez ela sendo prensada contra a mesa.
— Vira de costas — a ordem de Marcos foi curta e grossa.
— O quê? Não...
— Vira. Agora. Quero ver se essa saia fica tão bem por trás quanto fica pela frente.
Eu prendi o fôlego. Meus dedos cravaram no estofado do banco do carro. Pelo fone, ouvi o som característico do couro da saia rangendo enquanto ela obedecia. O som de Natielly ofegando ficou mais nítido, como se ela estivesse com o rosto colado na madeira da mesa.
— Meu Deus... — a voz de Marcos mudou. O tom de deboche deu lugar a uma cobiça crua. — Você é toda bumbum, não é? Essa saia foi feita para ser preenchida por você. E esse fio dental... é quase um crime, "fessora".
Ouvi o estalo de um tapa seco, não violento, mas possessivo, ele devia ter dado um baita de tapa em bumbum guloso. Natielly soltou um grito abafado que rapidamente se transformou em um gemido longo.
— Paulo... — ela sussurrou, quase num lamento.
Eu não sabia se ela estava chamando por socorro ou se estava apenas querendo que eu soubesse que ela estava no auge do prazer e da humilhação. Mas ela não disse a palavra de segurança.
— O que foi? Está chamando o maridinho? — Marcos zombou, o som de um zíper sendo aberto ecoou no fone, fazendo meu sangue ferver e gelar ao mesmo tempo. — Ele não está aqui para te proteger, Natielly. Ele não está aqui para ver o que eu vou fazer com essa sua saia agora.
Eu estava prestes a explodir. A imagem mental de Marcos levantando a saia de couro e encontrando a vulnerabilidade total de Natielly era demais.
De repente, o som de passos pesados no corredor do prédio ecoou pelo fone.
— Marcos? Você está aí? — Uma voz feminina, provavelmente outra professora, chamou do lado de fora da sala.
O silêncio no fone foi instantâneo. Ouvi o som de tecidos sendo ajustados às pressas e o sussurro de Marcos perto do microfone:
— Amanhã, no mesmo horário. E se você contar para alguém o que aconteceu aqui, eu mostro para o conselho da faculdade como a "santinha da pedagogia" se veste para visitas particulares. Agora sai pelos fundos.
A conexão caiu. O silêncio no meu carro era ensurdecedor.
Dois minutos depois, vi Natielly sair pela porta lateral. Ela caminhava rápido, os cabelos ruivos desalinhados, a blusinha transparente ligeiramente amassada. Ela entrou no carro e bateu a porta, o rosto transfigurado. Ela não chorava. Ela sorria de um jeito que me deu calafrios.
O silêncio dentro do carro era denso, carregado pelo cheiro do perfume dela misturado ao odor metálico de adrenalina. Natielle se jogou no banco do passageiro, o peito subindo e descendo em uma arritmia frenética. Ela não olhou para mim de imediato; encarava o painel, as pupilas tão dilatadas que o castanho dos olhos quase desaparecera.
— Paulo... — ela sussurrou, a voz ainda rouca, carregada daquela eletricidade que eu tinha acabado de ouvir pelo fone.
Sem dizer uma palavra, ela levou as mãos à lateral da saia de couro. O som do zíper descendo foi um eco do que eu ouvi na sala de Marcos, mas agora era real, ali, a poucos centímetros de mim. Ela se inclinou para a frente, apoiando os joelhos no banco de couro do carro, e empurrou a saia para baixo até os joelhos.
— Olha o que ele fez amor— ela disse, com uma mistura de orgulho e choque.
A pele de Natielle era muito clara, o que tornava a marca ainda mais gritante. No bumbum do lado direito, estendendo para a polpa do seu bumbum, a forma de uma mão masculina estava impressa em um vermelho vivo, quase arroxeado nas extremidades. A força do impacto foram nítida; o "tapa seco" que eu ouvi deixou um relevo quente na pele dela.
— Estava ardendo... ainda está — ela confessou, levando a própria mão para tocar a borda da marca, os dedos trêmulos. — Ele me apertou contra aquela mesa fria, ele viu que eu sem sutiã Paulo e tambem viu o tamanho da minha calcinha. Eu senti cada dedo dele gravado em mim.
Eu estendi a mão, tocando levemente a pele quente onde a marca de Marcos ainda pulsava. Natielle soltou um suspiro longo, fechando os olhos. O contraste do vermelho da agressão consentida com a delicadeza dela era hipnotizante.
— Você tem aula em dez minutos — eu lembrei, minha voz saindo mais grave do que o normal.
— Eu sei. Preciso me transformar na "Professora Natielle" de novo.
O ritual de transição começou ali mesmo, no espaço confinado do carro. Ela se sentou e começou a puxar a saia de volta, ajustando o couro sobre os quadris com movimentos ágeis. Abriu o console central e tirou um estojo de maquiagem. Com a ajuda do espelho do quebra-sol, ela começou a apagar o rastro do caos:
Passou os dedos freneticamente pelos fios ruivos, prendendo-os em um coque baixo e impecável, sem um único fio fora do lugar.
Com um bastão de corretivo, camuflou a leve vermelhidão nas bochechas e o suor no lábio superior.
Vestiu um blazer estruturado que estava no banco de trás, escondendo a transparência da blusa de seda e a marca que Marcos deixou no seu corpo.
Em menos de cinco minutos, a mulher que gemia no meu fone de ouvido tinha desaparecido. No lugar dela, estava a acadêmica séria, pronta para falar sobre teorias pedagógicas. Ela borrifou um pouco de água termal no rosto para selar a máscara de frieza.
Antes de sair, ela se inclinou e me deu um beijo rápido, com gosto de gloss de cereja e segredo.
— A marca vai estar lá o dia todo, Paulo — ela sussurrou no meu ouvido, um sorriso de uma safadinha surgindo enquanto ela abria a porta. — Toda vez que eu sentar naquela cadeira da coordenação, eu vou sentir o peso da mão dele me lembrando do que aconteceu. E do que ainda vai acontecer.
Ela saiu do carro com passos firmes, a postura ereta, a saia de couro balançando ritmicamente enquanto ela caminhava em direção ao bloco de Pedagogia. Ninguém que cruzasse com ela no corredor imaginaria que, sob aquele blazer elegante, a pele dela ainda queimava com o estalo do pecado.
O motor do carro ainda estalava, esfriando, enquanto eu observava Natielly cruzar o pátio com a elegância de quem nunca quebrou uma regra na vida. Era fascinante. Liguei o carro novamente e dirigi para casa, onde eu iria ver uns processos no meu escritório de advocacia.
Sentei na minha mesa, mas a produtividade era zero. Abri um processo de partilha de bens, mas as letras dançavam. Eu só conseguia pensar no relevo avermelhado que vi no bumbum dela minutos antes.
Enquanto isso, na sala, o cenário era outro. Natielly entrou com o rosto sereno, o salto agulha ditando o ritmo do silêncio que se instalou entre os alunos.
— Bom dia, turma — a voz dela era firme, nem um resquício da rouquidão de antes. — Abram na página 112. Hoje falaremos sobre os mecanismos de controle social na educação infantil.
Ela se virou para o quadro, escrevendo com giz branco. Cada movimento do quadril sob a saia de couro era uma tortura silenciosa para quem olhasse de perto. Ela sentia o ardor. A cada passo, o tecido roçava na marca do tapa de Marcos, enviando ondas de choque que a faziam apertar o giz com força.
No intervalo, a adrenalina começou a baixar, dando lugar a uma urgência física. Natielly caminhou até o banheiro dos professores e trancou a porta. O silêncio parecia amplificar os batimentos dela.
Ela parou diante do espelho grande. Respirou fundo e desabotoou o blazer, jogando sobre a pia. Depois, com as mãos trêmulas, abriu o zíper da saia de couro e a deixou escorregar até o chão.
Ela se virou de costas, torcendo o corpo para enxergar pelo ombro.
Lá estava. A marca da mão de Marcos não tinha sumido; pelo contrário, estava mais nítida, um mapa de cinco dedos desenhado em um tom de rosa escuro contrastando com a pele branquíssima.
Ela tocou a marca. Estava quente. Instantaneamente, a imagem de Marcos a prensando contra a mesa inundou sua mente. O corpo dela reagiu no mesmo segundo,sua bucetinha de pelo ruivo ficou molhada na hora.
De repente, o celular dela, deixado sobre a pia, vibrou . O susto quase a fez cair. Era uma notificação do seu WhatsApp.
**[Marcos]:** *Não consigo parar de pensar no som que sua bunda fez quando minha mão encontrou ela. Quero ver o estrago que eu fiz, Natielly. Me manda uma foto de agora. Quero ver a minha marca em você.*
Natielly sentiu o sangue fugir do rosto. O coração disparou. Ela pegou o celular, os dedos pairando sobre o teclado. A regra entre nós era clara: transparência total. Ela não podia simplesmente mandar... mas a vontade de obedecer ao amante era uma droga poderosa.
Meu celular vibrou no meu escritório. Era uma mensagem de Natielly.
**[Natielly]:** amor... o Marcos acabou de me pedir uma foto do bumbum. Ele quer ver a marca que ele deixou. Eu estou no banheiro da faculdade, sozinha. Posso mandar para ele, meu amor?*
Eu li a mensagem e senti um soco no estômago. O ciúme e o tesão duelaram dentro de mim. Olhei para a tela, imaginando-a ali, seminua, esperando minha permissão para se entregar um pouco mais ao outro homem sob o meu comando.
O "sim" saiu dos meus dedos antes mesmo que meu cérebro processasse as consequências. A sensação de poder — e de entrega — era fascinante. e se Natielly ia se expor, seria sob o meu olhar
Eu digitei Mande, amor. Quero que ele veja exatamente o que fez. Mas lembre-se: ele só vê o que eu permito. Mande agora e me envie o print da reação dele.
No banheiro da faculdade, o coração de Natielly deu um salto. A minha permissão era o gatilho que faltava. Ela se posicionou de costas para o espelho de corpo inteiro, a saia de couro nos tornozelos, revelando as pernas trêmulas.
Ela impinou para a frente, apoiando uma das mãos na pia de mármore , e com a outra, ergueu o celular. Que ângulo incrivel meu amigos: a curva da sua cintura, o fio dental preto que parecia sumir no seu bumbum gigante, e marca da mao de marco no seu bumbum era de tirar o fôlego de tanto tesão
reinando no centro do bumbum direito, a marca vívida da mão de Marcos.
***Click.
O som do obturador ecoou no banheiro. Ela nem olhou duas vezes. enviou para o amante.
Não demorou dez segundos. O celular dela começou a vibrar freneticamente.
**[Marcos]:** *Puta que pariu, Natielly... Olha o estado disso. Minha mão desenhada na sua bunda.*
**[Marcos]:** *Dá para ver que ainda está inchado. Você está sentindo o calor daí? Porque eu estou sentindo daqui.*
**[Marcos]:** *Essa saia de couro deve estar um inferno encostando aí agora. Quero você na minha sala no final do expediente. Não aceito não como resposta.*
Natielly leu as mensagens ofegante. Ela rapidamente tirou um print da conversa e me enviou, cumprindo o acordo.
**[Natielly]:** *Pronto, amor. Ele está louco. Disse que quer que eu vá lá depois da aula... O que eu faço? Meu corpo todo está formigando.*
Li o print e senti meu sangue pulsar mais forte. A audácia de Marcos, acreditando que detinha o controle total sobre a situação, era o combustível perfeito para o meu jogo. Ele achava que estava agindo pelas minhas costas, mal sabendo que cada palavra, cada ordem e cada marca eram consumidas por mim em tempo real.
Eu não respondi de imediato. Deixei Natielly cozinhar na própria ansiedade por alguns minutos, imaginando-a ali, no banheiro da faculdade, com a saia de couro ainda nos tornozelos e o celular tremendo na mão.
**[Paulo]:** *Vá, meu amor. Mas não agora. Deixe ele esperar até o último minuto. Quero que ele sinta o gosto da autoridade antes de sentir o seu. E quando chegar lá, você vai dar a ele um "agrado" por ter deixado essa marca tão bonita em você.*
O resto da tarde foi uma tortura lenta. No escritório, eu não conseguia focar em nada que não fosse o relógio. Imaginei Natielly voltando para a sala, sentando-se naquela cadeira dura e sentindo a pele castigada pelo tapa de Marcos latejar contra o couro da saia.
Quando o sinal da última aula ecoou pelo fone — que eu já tinha reconectado discretamente —, ouvi o burburinho dos alunos saindo. O silêncio voltou a reinar no bloco de Pedagogia.
— Ele está me esperando — a voz de Natielly surgiu no áudio, um sussurro carregado de uma hesitação deliciosa.
— pode ir amor — eu disse, minha voz baixa e firme. — Lembre-se: você é minha. Tudo o que você fizer com ele, está fazendo sob os meus olhos. Agora vá.
Ouvi o som dos saltos dela batendo no piso frio do corredor. *Toc, toc, toc.* O som da predadora caminhando para a toca. A porta da sala de Marcos rangeu ao abrir e o som de uma tranca correndo logo em seguida fez meu coração saltar.
— Você veio — a voz de Marcos estava mais rouca, carregada de uma urgência animal. — Aquela foto... eu quase não consegui terminar a última reunião.
— Você me mandou vir, Marcos — Natielly respondeu, e eu percebi pelo tom dela que ela estava seguindo meu roteiro de "santinha acuada". — Mas eu... eu estou nervosa.
— Relaxa, "fessora". Ninguém vai entrar aqui. A segurança já fez a ronda — ouvi o som de couro rangendo. Ele devia estar puxando-a pela cintura. — Deixa eu ver de perto.
Houve um silêncio. Imaginei-o levantando a saia dela novamente, os dedos percorrendo a raba da naty, passando sobre a marca que ele mesmo criou.
— Está linda — ele murmurou. — Rosa, quente... do jeito que eu imaginei.
— Marcos... — Natielly interrompeu, a voz trêmula. — O meu... o meu marido, ele às vezes reclama que eu sou muito "travada". Eu queria... eu queria tentar uma coisa nova. Com você.
— Ah, é? E o que seria?
— Eu quero te agradecer pelo tapa. Do meu jeito.
Ouvi o som de algo batendo no chão — talvez o blazer dela. E então, o ruído inconfundível de joelhos batendo no piso. Meu peito deu uma pontada. Eu sabia exatamente o que estava acontecendo.
— Natielly... o que você está fazendo? — A voz de Marcos falhou. Ele estava pego de surpresa.
— Shh... só relaxa — ela sussurrou.
O que se seguiu foi um festival de sons desajeitados. O som do zíper dele descendo, a respiração de Marcos tornando-se pesada e entrecortada. Dava para ouvir que Natielly era inexperiente; o som de dentes batendo levemente no pau dele, a respiração dela abafada, os pequenas engasgo quando ela tentava ir fundo demais sem saber como.
— Calma... devagar — Marcos falou, as mãos dele provavelmente enterradas nos cabelos ruivos dela. — Assim... usa a língua, não os dentes... isso... meu Deus, Natielly...
Eu fechei os olhos no meu escritório, a mão apertando o braço da cadeira. Era uma sinfonia de humilhação e prazer. Minha esposa, a mulher "certinha", de joelhos no chão imundo de uma faculdade, pagando um boquete meia-boca para um colega de trabalho enquanto eu ouvia tudo de camarote.
Depois de alguns minutos de chupadas ruidosa e claramente atrapalhada, Natielly se afastou.
— Eu... eu não sei se estou fazendo certo — ela disse, ofegante.
— Você está aprendendo rápido demais — Marcos respondeu, a voz embargada. — Porra... eu vou gozar na sua cara se você continuar.
— Não — ela cortou, com uma firmeza que me fez sorrir. — Agora eu preciso ir. O Paulo deve estar me esperando para o jantar.
— O quê? Agora? Você me deixa assim?
— Amanhã tem mais, Marcos. Se você se comportar.
Ouvi o som dela se levantando, limpando o canto da boca com o polegar. Ela saiu da sala antes que ele pudesse protestar.
Cinco minutos depois, meu celular vibrou.
**[Natielly]:** *Amor, estou saindo. Foi horrível e maravilhoso ao mesmo tempo. Eu senti que ia engasgar, mas ver a cara dele provando algo que voce nunca provou foi a melhor coisa do mundo.*
**[Natielly]:** *Mas amor... tem uma coisa. O Marcos... ele me mandou uma mensagem agora, no meio do caminho pro
**[Paulo]:** *O que ele disse?*
**[Natielly]:** *[Print de tela]*
**[Marcos]:** *Você me deixou no limite, sua diabinha. Amanhã eu quero o serviço completo. Mas antes, quero saber como voce vai esconder a marcar da minha mão na raba para seu marido?
