Fui a janta do frentista!

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Crossdresser
Contém 1156 palavras
Data: 06/04/2026 04:36:35

O ano era 2022. Eu estava morando perto do metrô Carrão, no apartamento do meu irmão. Estava naqueles dias em que ser puta era a única coisa que eu queria. Aqueles dias em que o tesão transborda e a única coisa que resolve é um macho arregaçando você.

Era sábado. Cheguei em casa quase de noite e fui tomar banho pra ver se aliviava. Mas a água descendo no meu corpo, minha mão passando sabão no corpo – só me deixou mais puta ainda. Sabe aquele dia que só um pau bem duro e bem fundo no seu cu acaba com o fogo? Pois é.

Saí do banho molhado e fui pro WhatsApp. Dois contatos: o amigo do meu sobrinho (da outra história) e um rapaz do pagode. O primeiro já estava ocupado, o outro nem respondeu. Foda-se.

Lá pelas 23h, me montei. Lingerie de cinta-liga, camisolinha aberta que amo. Entrei no Bate-papo UOL igual cadela no cio. Conversei com um, com outro, até que achei ele: frentista de posto na Radial Leste, perto de casa.

A conversa já começou quente. Ele dizendo que ama uma cdzinha, me chamando de "bebê", "amor". Fomos pro reservado. Ele mandou foto pelado de lado – pau durasso, grosso, cabecinha rosa. Amei na hora. Mandei uma minha daquele jeito: lingerie, salto, rabeta com calcinha socada. Ele curtiu muito. Passamos pro WhatsApp sem enrolar.

Ele falou que saía pra jantar lá pelas 2h da madrugada. Uma hora de descanso, mas dava pra esticar pra uma hora e meia – ele e o outro frentista tinham esquema. Ele fez chamada de vídeo no banheiro do posto. Gente, ele era mais gostoso do que na foto. Pau grosso, corpo liso, safado. Ele me viu montadinha e quase babou. Eu pedi se eu podia usar o perfume Kenzo que eu adoro – disse que tinha namorada mas tomava banho no posto de manhã. "Pode usar, amor. Vou cheirar você inteira."

Fiquei até ele chegar me acabando na foto que ele mandou. Punheta imaginando aquela rola me rasgando.

Quasw no horario ele me mandou mensagem " em 10 minutos chego", ele disse. Meu cu já pulsava. Interfonei na portaria e deixei autorizado. Deixei a porta entreaberta. Ele entrou e me viu: empinada no sofá, de salto, cinta-liga, camisolinha aberta. "Porra, que visão", ele sussurrou.

Não deu tempo de falar nada. Ele me puxou pela cintura com força e me beijou. Já senti o volume da calça dele encostando na minha barriga – pau durasso latejando. Ele me virou de costas, esfregou a rola por cima do jeans na fenda da minha bunda e falou no meu ouvido: "Você não sabe o que eu vou fazer com você, sua putinha gostosa."

Eu tremi inteiro.

Ele me fez ajoelhar na frente do sofá. Eu fui abaixando a calça dele devagar, mordendo a zorba. Quando a cueca desceu, o pau saltou na minha cara – grosso, cheiroso de sabonete. Eu abri a boca e engoli bem gostoso. Passei a língua da base até a cabecinha, lambi o melado que já escorria.

"Chupa tudo, amor. Enfia na garganta."

Eu engoli até quase vomitar. Olhava pra cima, ele mexia meu rosto, me chamava de "cadela linda", " puta linda". Eu babava tanto que escorria pelo saco dele. Ele puxava meu cabelo, metia na minha garganta e tirava, me beijava com o gosto do próprio pau e mandava voltar a mamar.

Até que ele disse: "Chega. Quero seu cu."

Me levantou, me jogou de bruços no encosto do sofá. Minhas pernas abertas, uma no assento do sofá, outra pendurada. Ele afastou minha calcinha de lado, cuspiu no meu cu e enfiou a língua. Gente, eu quase gritei. A língua dele entrou fundo, fazendo círculos, cuspe escorrendo pelo meu cuzinho. Eu mordia o sofá pra não gemer alto.

"Põe a camisinha com a boca", ele mandou. Eu tirei o pacote com os dentes, abri e coloquei a camisinha naquela pika babando inteira. Ele cuspiu de novo no meu cu, segurou minha cintura com as duas mãos e começou a entrar.

Devagar no começo. Só a cabecinha – era grosso pra caralho. Ele empurrou mais, eu gritei abafado. "Relaxa, sua putinha. Deixa eu entrar tudo." E ele foi. Foi entrando até a base. Eu sentia cada centímetro entrando no meu cuzinho, uma mistura de dor e tesão que me fez suar inteira.

"Porra, que cu apertado", ele gemeu. Começou a meter. Forte. Rápido. O barulho da barriga dele batendo na minha bunda ecoava na sala. Ele puxava minha cintura pra trás enquanto empurrava. "Isso, amor, me come inteira", eu gemia.

Ele me tirou dali, me jogou na cama de bruços. Coloquei o travesseiro embaixo do quadril, abri bem as pernas, empinei a rabeta. Ele nem esperou. Enfiou de novo sem dó, agora mais fundo, mais violento. Cada estocada fazia meu corpo inteiro sacudir. Ele segurava meus ombros e metia sem parar. Eu gemia gostoso, xingava baixo: "Arrebenta meu cu, caralho."

Ele riu. "Sua putinha safada. Toma tudo." E metia mais forte.

Depois ele sentou na cabeceira da cama, abriu as pernas e me chamou: "Vem de costa. Quero ver esse cu abrindo." Eu sentei de costas pra ele, encaixei a rola – ela entrou fácil, todo melada de cuspe e lubrificante. Comecei a rebolar devagar, sentindo ele gemer atrás de mim. Eu olhava pra trás e via a cara de safado dele, os olhos fixos no meu cu engolindo a pica inteira. Ele dava tapas na minha bunda, marcando. "Olha como você fica putinha com essa rola dentro", ele dizia.

Até que ele pediu: "Senta de frente. Quero te beijar enquanto você senta." Eu virei, abracei ele, e fui descendo naquela rola bem devagar. Ele segurou minha bunda com as duas mãos, abrindo meus glúteos, e eu sentei fundo. Ficamos nos beijando com língua e saliva enquanto eu subia e descia. O pau dele tocava no fundo do meu cu a cada rebolada. Eu apertava ele com o cu de propósito e ele gemia no meu ouvido: "Assim, amor. Assim. Vou gozar."

Ele gozou gemendo, pulsando dentro da camisinha, ainda enfiado até o talo. Eu senti cada latejada. Fiquei sentada em cima dele, o pau ainda duro dentro de mim. Ele me abraçou, passou a mão no meu cabelo, beijou meu pescoço. "Porra, você é demais", ele falou.

Eu quase dormi em cima dele com a rola dentro do meu cu. Ficamos uns bons minutos assim, até ele amolecer.

Depois a gente transou mais vezes. Durante meses, eu fui a "janta dele". Ele saía do posto, vinha me comer por uma hora e meia, gozava dentro do meu cuzinho (às vezes pedia pra gozar na minha boca), gozava e voltava pro trabalho. Teve noite que ele nem jantava comida – só me comia e ia embora.

Deixei de dar pro amigo do meu sobrinho às vezes porque esse frentista vinha na madrugada e era maravilhoso.

Tenho contato até hoje. Mas agora ele casou, e a gente se vê pouco. Mas que homem gostoso, carinhoso...

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