Nathalie, uma jovem de apenas 20 anos, tímida, religiosa e cheia de culpa, veio do interior para estudar em Londres. Para ajudar o pai doente e pagar as contas, ela aceita trabalhar como massagista tântrica — um mundo que contrasta violentamente com a educação conservadora que recebeu.
Na véspera do Valentine’s Day, sozinha na clínica após trancar a porta, algo dentro dela se quebra. Pela primeira vez, ela desliga a câmera de segurança, apaga as luzes da recepção e decide se entregar ao desejo que sempre reprimiu.
Diante do grande espelho da sala de massagem, Nathalie se despe devagar. Observa seu corpo nu — os seios firmes com mamilos rosados que endurecem ao toque do ar frio, a cintura delicada, a bunda pequena e empinada, a vulva rosada com uma fina faixa de pelos castanhos. Pela primeira vez, não sente apenas vergonha: sente curiosidade, desejo e uma excitação proibida.
Com as mãos trêmulas, ela começa a se tocar. Espalha óleo morno pelos seios, aperta os mamilos sensíveis, desce até abrir os lábios da xoxota e massageia o clitóris inchado. Hipnotizada pelo próprio reflexo, experimenta poses sensuais, empina a bunda, abre as pernas e explora até o cuzinho rosado e apertado com os dedos escorregadios.
O prazer aumenta quando ela pega um vibrador sugador de clitóris. Deitada na maca, pernas bem abertas, ela assiste a si mesma no espelho enquanto o aparelho pulsa repetidamente mente em seu ponto mais sensível e um dedo desliza devagar para dentro do cuzinho. Os gemidos ecoam na sala vazia, o corpo se contorce, as coxas tremem.
O orgasmo chega como uma explosão avassaladora: Nathalie grita, o corpo convulsa e jatos quentes de porra esguicham com força, cobrindo o espelho à sua frente. É o orgasmo mais intenso de sua vida — uma libertação de anos de repressão religiosa e auto julgamento.
Depois do êxtase, ainda ofegante e com o corpo brilhando de óleo e suor, ela limpa tudo com cuidado: a maca, o vibrador, o chão e o espelho marcado por sua própria excitação. Ninguém nunca saberá o que aconteceu ali.
Mas Nathalie nunca mais será a mesma. Naquela noite solitária, ela finalmente se abriu para si mesma, descobriu seu prazer, sua beleza e seu poder como mulher. Um conto erótico íntimo, sensual e profundamente empoderador
sobre auto descoberta, quebra de tabus e o prazer solitário sem culpa.
O conto completo “Nathalie – L’escriptor eròtic” está disponível agora no Instagram
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