O dia em que minha irmã descobriu que eu tinha tesão na mamãe. pt 3: Revelação...

Um conto erótico de Mauro
Categoria: Heterossexual
Contém 1661 palavras
Data: 05/04/2026 21:47:53

A noite seguinte foi a gota d’água.

Mamãe tinha viajado pra passar o fim de semana na casa de uma amiga, então éramos só eu e Michelle em casa. Eu estava no meu quarto, deitado na cama, ainda sentindo o cheiro da lingerie de Michelle na minha cabeça e o pau latejando da tortura da noite anterior. Não tinha conseguido dormir direito.

Por volta das duas da manhã, a porta do meu quarto abriu devagar. Michelle entrou sem bater, fechou a porta e trancou. Estava de camisola fina, cabelo curtinho bagunçado, rosto sério.

— Levanta — ela disse baixo. — Quarto da mamãe. Agora.

Meu estômago gelou. Eu obedeci em silêncio. Fomos até o quarto da nossa mãe. O cheiro dela estava forte: perfume doce, baunilha, roupa de cama limpa. A cama king size estava arrumada, as luzes baixas.

Michelle acendeu só o abajur e sentou na beira da cama. Eu fiquei de pé, nervoso.

— Tira a roupa toda — ordenou ela. — E deita aqui do meu lado.

Eu tirei tudo. Fiquei nu, pau já começando a endurecer apesar do medo. Deitei ao lado dela na cama da mamãe. Michelle tirou a camisola, ficando só de calcinha preta. O corpo atlético dela brilhava na luz fraca: seios pequenos firmes, bunda redondinha pressionada contra o colchão.

Ela virou de lado, ficou me olhando de perto. O silêncio era sufocante.

— Bate punheta — ela mandou. — Devagar. Olhando pra mim.

Eu comecei. A mão subia e descia no pau duro, olhos grudados nos seios dela, na curva da cintura, na bunda que eu via de relance. Michelle observava tudo, respiração um pouco acelerada.

Depois de uns minutos, ela sussurrou:

— Fala dela enquanto bate.

— Mamãe… — eu gemi baixo, a voz tremendo de vergonha e tesão.

Michelle fechou os olhos por um segundo. Quando abriu, tinha algo diferente no olhar. Não era só desprezo. Era… dor?

De repente ela segurou meu pulso, parando minha mão.

— Para.

Eu parei, confuso. O pau latejava na minha mão, babando.

Michelle respirou fundo, sentou na cama e passou as mãos no cabelo curtinho. A voz dela saiu baixa, quase quebrada:

— Eu não vou contar pra ela. Nunca.

Eu pisquei, sem entender.

— O quê?

— Eu nunca ia contar, Mauro. Nem hoje, nem amanhã. Isso destruiria tudo. Destruiria ela, destruiria a gente, destruiria a nossa família.

Ela olhou pra mim. Os olhos dela estavam úmidos. Pela primeira vez desde o flagrante, não tinha raiva. Tinha algo cru, exposto.

— Eu uso isso contra você porque… porque eu precisava te aproximar. Porque eu não aguentava mais fingir que odeio você o tempo todo. Porque eu também… eu também sinto a mesma coisa.

Meu coração parou.

Michelle continuou, voz tremendo um pouco:

— Você sabe que eu gosto de garotas também. E eu desejo a mamãe há anos. Desde que comecei a notar corpo de mulher. Eu roubo a lingerie dela pra me masturbar. Eu fico molhada quando ela sai do banho só de toalha e os seios grandes dela quase caem. Eu me toco pensando na boca dela na minha boceta, naqueles peitos pesados na minha cara… Eu sou bissexual, Mauro, você sabe. E a nossa mãe é o maior tesão da minha vida.

Ela engoliu seco, olhando pro meu pau ainda duro.

— Quando eu te peguei se masturbando pra ela… eu fiquei com raiva no começo. Raiva de verdade. Mas depois… eu senti ciúme. Ciúme porque você podia olhar pra ela sem medo. E eu usei a chantagem pra te ter perto. Pra te fazer olhar pra mim também. Pra gente dividir isso.

O silêncio caiu pesado.

Eu não sabia o que dizer. O ódio que eu sentia por ela nos últimos dias começou a rachar. No lugar dele veio uma onda estranha de alívio… e de tesão ainda maior.

Michelle se aproximou mais, o corpo quente encostando no meu. A bunda redondinha roçou na minha coxa.

— Eu não quero mais te humilhar por humilhar — sussurrou ela. — Quero que a gente faça isso juntos. Fantasie com ela. Toque em mim pensando nela. E talvez… um dia… a gente consiga algo mais.

Ela pegou minha mão e colocou sobre um dos seios pequenos dela. O mamilo estava duro.

— Toca em mim, Mauro. Só hoje. Sem chantagem. Porque eu quero.

Meu coração batia tão forte que doía. Eu apertei o seio dela devagar, sentindo a firmeza. Meu pau roçou na barriga dela.

Pela primeira vez, não era só medo ou vergonha.

Era cumplicidade.

Michelle encostou a testa na minha, respiração quente.

— A gente vai dividir a mamãe… mesmo que só na fantasia. Por enquanto.

***

Depois daquela noite no quarto de mamãe, tudo mudou entre nós. Não tinha mais ordens secas nem humilhação pura. Tinha um acordo silencioso, quase secreto: a gente ia dividir o desejo proibido. E Michelle, com aquela personalidade forte dela, tomou a frente.

Era uma sexta à noite. Mamãe ia dormir na casa dda titia só voltaria no domingo. A casa era nossa.

Michelle me chamou no quarto dela por volta das dez horas. Quando entrei, ela já estava sentada na cama, sorrindo de canto com aquele ar de quem planejou tudo.

— Fecha a porta e tranca — disse baixinho. — Hoje a gente começa de verdade.

Eu obedeci. Meu coração já batia forte.

Ela se levantou, foi até o guarda-roupa e pegou uma sacola que eu não conhecia. De dentro, tirou peças que eu reconheci na hora: roupas da nossa mãe. Um robe de seda bege que mamãe usava em casa, um sutiã rendado preto que mal continha os seios avantajados dela, uma calcinha fio-dental da mesma cor e o seu frasco de perfume favorito.

Michelle olhou pra mim, olhos brilhando de tesão e nervosismo.

— Hoje eu vou ser ela. Só pra você. Só pra gente.

Ela tirou a camisola que estava usando e ficou nua na minha frente. O corpo atlético brilhava: seios pequenos e firmes, bunda redondinha empinada, coxas definidas. Depois, devagar, começou a se vestir como mamãe.

Primeiro o perfume. Ela borrifou no pescoço, entre os seios, na barriga e na virilha. O aroma doce, amadeirado com baunilha, invadiu o quarto inteiro. Era exatamente o cheiro dela. Meu pau deu um salto dentro do short.

Depois veio o sutiã. Michelle vestiu o rendado preto. Os seios pequenos dela mal enchiam as taças, mas o efeito era surreal – o tecido delicado marcando os mamilos rosados, o vale que ficava entre eles parecendo uma imitação pervertida dos peitos pesados da nossa mãe.

Em seguida a calcinha. Ela virou de costas pra mim, dobrou o corpo e deslizou o fio-dental entre as nádegas redondinhas. A bunda ficou ainda mais empinada, a renda desaparecendo entre as curvas firmes.

Por último, o robe de seda bege. Ela vestiu e amarrou frouxo na cintura. O tecido caía aberto na frente, mostrando o sutiã, a barriga lisa e a calcinha. Era exatamente como mamãe ficava quando andava pela casa de manhã.

Michelle virou de frente pra mim, passou a mão no cabelo curtinho (tentando imitar o jeito que mamãe jogava o cabelo loiro) e falou com a voz mais suave, mais madura, imitando o tom dela:

— Vem cá, meu filho… chega mais perto.

Porra. Meu pau endureceu completamente só com a voz.

Eu me aproximei. O cheiro dela (agora misturado com o perfume da mamãe) me deixou tonto. Michelle pegou minha mão e colocou sobre o sutiã.

— Toca… como você sempre quis tocar nela.

Eu apertei. Os seios pequenos eram firmes, diferentes dos pesados de mamãe, mas o tecido rendado e o perfume faziam minha cabeça girar. Michelle gemeu baixinho, imitando o jeito que imaginávamos mamãe gemer.

— Isso… aperta mais. Sente como são macios…

Ela desceu a mão e abriu meu short, tirou meu pau pra fora. Estava duro, latejando, a cabeça inchada brilhando.

— Olha como você fica duro pra mamãe… — sussurrou ela, ainda na voz de nossa genitora. — Que menino safado.

Michelle começou a me masturbar devagar, a mão quente subindo e descendo enquanto eu apertava os “seios” dela. Depois ela se ajoelhou na minha frente, robe aberto, bunda redondinha empinada pra trás. Olhou pra cima, imitando o olhar doce de mamãe.

— Quer que a mamãe chupe você?

Eu só consegui gemer um “sim”.

Ela lambeu a cabeça do pau devagar, depois abriu a boca e engoliu uns cinco centímetros. A boca quente, molhada, língua girando. Enquanto chupava, ela gemia baixinho, como se fosse mamãe saboreando o pau do próprio filho.

Eu segurava o cabelo curtinho dela, quadril mexendo devagar, fodendo a boca dela enquanto o perfume de mamãe subia até meu nariz.

Depois de uns minutos, Michelle tirou o pau da boca com um fio de saliva, levantou e me empurrou pra cama. Subiu em cima de mim, montando na minha cintura. O robe aberto, o sutiã rendado, a calcinha molhada roçando no meu pau.

Ela rebolou devagar, esfregando a boceta por cima da calcinha contra meu pau.

— Imagina se fosse ela aqui… aqueles peitos grandes balançando na sua cara… aquela bunda avantajada sentando no seu pau…

Eu gemi alto. Minhas mãos apertavam a bunda redondinha dela, puxando ela mais forte contra mim.

Michelle tirou o sutiã, jogou pra lado e colocou um dos seios pequenos na minha boca.

— Mama… como você sonha mamar os peitos dela.

Eu chupei forte, língua girando no mamilo, enquanto ela cavalgava mais rápido, a calcinha toda molhada.

— Isso… mamãe tá gostando tanto… — gemeu ela, ainda imitando a voz.

Não chegamos a transar de verdade aquela noite. Ficamos horas assim: esfregando, chupando, masturbando um ao outro, sempre fingindo que ela era mamãe, sempre com o perfume dela no ar.

Quando gozei, foi na barriga dela, jatos grossos enquanto ela sussurrava:

— Goza pra mamãe… isso… bom menino.

Depois, deitados na cama, suados, o cheiro de sexo misturado com o perfume de nossa mãe. Michelle tirou o robe e me abraçou por trás.

— Amanhã a gente continua — sussurrou no meu ouvido. — E vai ficar cada vez melhor.

Eu só consegui concordar, o coração acelerado.

Pela primeira vez, o desejo por mamãe não era mais solitário.

Era nosso.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Yan a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários