Esposa tem Marido e namorado parte 4

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 2249 palavras
Data: 05/04/2026 18:02:49
Assuntos: Esposa, Heterossexual

Cheguei em casa no domingo à noite, o corpo ainda latejando. O cu inchado e sensível de tanto levar pau, a buceta vermelha e melada, marcas roxas no pescoço e nas coxas que o vestido curto mal escondia. Mal fechei a porta e Lucas e Sofia, meus quase adolescentes, correram da sala de TV pra cima de mim.

— Mãe! Cadê você o fim de semana todo? — perguntou Lucas, com aquele olhar curioso de quem já não é mais criança.

Sofia cruzou os braços, sorrindo maliciosa:

— É… você disse que ia “viajar com uma amiga”. Que amiga é essa que te deixa com cara de quem não dormiu nada? Tá até com chupão no pescoço!

Meu coração disparou. Eu ri, bagunçando o cabelo deles, tentando parecer natural enquanto sentia a porra de Ricardo ainda escorrendo devagar na minha calcinha.

— Ah, meus amores… foi só um fim de semana de descanso com uma colega do trabalho. Praia, sol, relaxar. Nada demais. Vocês sabem que eu e seu pai precisamos de um tempinho de vez em quando pra recarregar as baterias.

Lucas franziu a testa:

— Mas você nunca fica tanto tempo fora… e o pai ficou estranho o fim de semana inteiro, andando pela casa como se tivesse perdido alguma coisa.

Sofia deu de ombros:

— Tá bom… mas da próxima leva a gente também! Quero praia!

Eu beijei os dois na testa e os mandei pro quarto. “Amanhã tem escola, vão dormir.” Meu peito apertava. Eles não podiam imaginar… nem sonhar que a mãe deles tinha passado dois dias sendo comida sem parar por outro homem.

Quando entrei no quarto, Eduardo estava sentado na cama, só de cueca, o pau já meio duro só de me ver. Mas os olhos dele… ah, os olhos estavam diferentes. Tristes. Inseguros. Ele me puxou pra perto, me abraçou forte, mas a voz saiu rouca, quase quebrada:

— Mari… você tá cada vez mais longe. Dois dias inteiros. Eu fiquei aqui, imaginando você gemendo pra ele, e… caralho, amor, eu tô com medo. Medo de estar te perdendo. Medo de que um dia você não volte mais pra mim.

Eu senti um aperto no coração misturado com um tesão doentio. Segurei o rosto dele, beijei sua boca devagar e sussurrei:

— Nunca, Eduardo. Eu sou sua. Sempre vou ser sua. Mas… ele me quer mais. Ricardo me ligou hoje de manhã, antes de eu sair da pousada. Disse que quer mais tempo. Quer que eu passe uma semana inteira com ele no mês que vem. Disse que tá apaixonado, que não aguenta mais me dividir.

Eduardo gemeu, apertando minha bunda com força, os dedos afundando na carne ainda marcada.

— E você… o que você disse pra ele?

Eu sorri, mordendo o lábio, e comecei a tirar a roupa devagar na frente dele. Deixei o vestido cair, mostrei os chupões nos seios, a calcinha encharcada.

— Eu disse que ia pensar… mas agora eu quero você. Quero que você me coma sabendo que eu passei o fim de semana sendo dele.

Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e enfiou a língua na minha buceta sem aviso. Lambeu tudo, o gosto da porra de Ricardo ainda lá dentro.

— Porra, Mari… você tá cheia dele ainda. Conta pra mim. O que ele fez com você que você não me contou?

Eu gemi alto, empinando a buceta na cara dele, mas guardei os segredos mais pesados só pra mim. Ele não sabia… e nunca ia saber… que na sacada da pousada, enquanto Ricardo me comia o cu com o mar de fundo, ele tinha me feito ligar pra Eduardo pelo viva-voz. Enquanto o pau dele entrava e saía do meu cu, eu falei com meu marido, voz tremendo de prazer:

— Amor… tá tudo bem aqui… a praia é linda… (Ricardo metendo mais fundo, sussurrando no meu ouvido: “Diz que você tá sendo arrombada agora, vadia.”) Eu… eu tô relaxando… te amo…

Eduardo achou que era só isso. Não sabia que Ricardo tinha gozado bem ali, enchendo meu cu enquanto eu terminava a ligação. Nem sabia que depois, no banho, Ricardo me fez de joelhos e disse, pau na minha boca:

— Eu te amo, Mariana. Quero você pra mim. Quero que você deixe ele. Quero te foder todo dia, te acordar com meu pau na sua garganta. Pensa nisso.

Eu engoli tudo dele, olhando nos olhos, e respondi com a boca cheia de porra:

— Eu também te amo… mas ainda não. Ainda não.

Isso eu não contei pro Eduardo. Nunca.

Agora, na nossa cama, eu cavalgava meu marido com força, rebolando devagar, sentindo o pau dele deslizar na minha buceta escorregadia.

— Ele me comeu o cu o dia inteiro, amor… me arrombou na varanda, na cama, na hidromassagem. Disse que essa bunda agora é dele. Me fez gritar que eu era a puta dele enquanto gozava dentro do meu cu três vezes.

Eduardo segurava meus quadris, estocando pra cima, olhos vidrados:

— Mais… me conta mais, minha vadia… você gozou gritando o nome dele?

— Gozei… várias vezes… só com o pau dele no meu cu. Mas ele quer mais, Eduardo. Quer que eu passe uma semana inteira sem vir pra casa. Disse que vai me foder até eu não conseguir andar. Disse que vai me engravidar de um filho dele se eu deixar…

Eu menti um pouco ali, só pra ver o tesão e o medo nos olhos dele. Ele me virou de quatro, meteu com tudo e me fodeu como um animal.

— Você é minha… minha esposa… minha puta… não vai embora, vai? Não vai me deixar por causa do pau dele?

— Nunca, amor… eu te amo… mas ele me fode tão gostoso… me chama de puta casada dele… me faz engolir porra enquanto pensa em você esperando em casa…

Gozei apertando ele, gritando. Eduardo gozou logo depois, enchendo minha buceta, mas eu ainda sentia o cu latejando com a lembrança do que Ricardo tinha feito e que eu nunca ia contar.

Depois, deitados, suados, ele me abraçou forte, quase desesperado:

— Mari… me promete que não vai embora. Que isso ainda é nosso.

Eu beijei o peito dele, sorrindo por dentro.

— Eu prometo, amor. Eu sempre volto pra você.

Mas no meu celular, escondido, tinha uma mensagem de Ricardo que chegou agora:

“Quero você na minha cama amanhã à noite. Sem desculpas. E da próxima vez que for pra pousada, vai ser só nós dois… e você vai me dizer ‘eu te amo’ enquanto eu gozo na sua buceta sem camisinha. Pensa nisso, minha mulher.”

Eu não respondi. Ainda não. Mas já estava molhada de novo só de ler.

Porque eu amo meu marido. Amo meus filhos. Amo a vida que construímos.

Mas amo também ser a puta do meu amante… e os segredos que eu guardo são o que me faz gozar mais forte do que nunca.

(Se quiser Parte 5, com o amante pressionando pra valer e o marido descobrindo que tem coisas que eu nunca contei… é só pedir, amor. Vai ficar ainda mais dramático e safado.)

**Parte 5 – A pressão que vem dos dois lados e os segredos que eu não consegui mais esconder**

A semana depois da pousada foi um inferno delicioso. Meu corpo ainda doía de tanto levar pau, o cu ainda sensível, a buceta latejando toda vez que eu me sentava. Em casa, as crianças não paravam de perguntar:

— Mãe, quando é que você vai viajar de novo com essa “amiga”? — Sofia perguntou no café da manhã, com um sorrisinho que me deixou gelada.

Lucas só olhou pro pai e disse baixinho:

— O pai ficou estranho o fim de semana inteiro… parece que tá com medo de você não voltar.

Eu ri, disfarçando, mas por dentro eu tremia. Porque Ricardo não parava de pressionar. Mensagens o dia inteiro. “Quero você amanhã à noite. Sem desculpas.” “Estou apaixonado pra caralho, Mariana. Não aguento mais te dividir com ele.” “Se você não passar pelo menos uma semana inteira comigo no mês que vem, eu paro. Eu não aguento mais te ver voltar pra casa cheirando a ele.”

Eu respondia molhada, mas com o coração apertado. Até que na quarta-feira ele me chamou pra um motel rápido, só pra “conversar”. Assim que entrei no quarto ele me prensou contra a parede, rasgou minha blusa e enfiou três dedos na minha buceta já encharcada.

— Olha como você tá molhada só de vir me ver, sua puta casada — rosnou no meu ouvido, mordendo meu pescoço. — Eu te amo, Mariana. Eu quero você pra mim. Quero acordar todo dia com esse cu na minha cara. Quero que você diga pro Eduardo que acabou. Ou então… eu paro de te comer. Eu juro por Deus.

Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e meteu o pau todo de uma vez, estocando com raiva e tesão.

— Diz pra mim que você me ama mais que ele! — exigiu, batendo fundo, segurando meu cabelo. — Diz que vai passar uma semana inteira comigo, sem celular, sem ele, só minha vadia 24 horas por dia.

Eu gemia como uma cadela, unhas cravadas nas costas dele:

— Eu… eu te amo, Ricardo… caralho, me fode mais forte… eu quero uma semana com você… mas ainda não consigo deixar ele… ahhh, me arromba!

Ele gozou dentro de mim com um rugido, enchendo minha buceta de porra quente, e saiu de mim ainda duro:

— Pensa bem, Mariana. Da próxima vez que eu te chamar, ou você vem pra ficar mais tempo… ou eu sumo da sua vida.

Voltei pra casa com a calcinha encharcada da porra dele, o cheiro dele na pele. Eduardo me esperava no quarto, pelado, pau duro, mas o olhar era de quem estava no limite.

— Mari… a gente precisa conversar. Sério.

Ele me puxou pra cama, mas não me beijou. Me abraçou forte, quase desesperado, e a voz saiu embargada:

— Eu tô sentindo que tô te perdendo, amor. Você volta cada vez mais distante. Eu quero mais tempo nosso. Só nosso. Quero um fim de semana inteiro aqui em casa, sem celular, sem ele, só eu e você fodendo, conversando, sendo casal de novo. Eu te amo pra caralho… não me deixa pra trás.

Eu senti o peito apertar. Mas o tesão era maior. Ele me virou de bruços, abriu minhas pernas e enfiou o pau devagar, sentindo a buceta ainda cheia da porra do outro.

— Porra, Mari… você tá melada dele de novo… me conta tudo. Tudo mesmo.

Eu comecei a gemer, rebolando contra ele, mas ele parou de repente e segurou meus quadris:

— Não. Hoje não. Eu sei que tem coisas que você nunca me contou. Eu vi o vídeo, Mariana.

Meu sangue gelou. O vídeo. O que Ricardo tinha filmado na pousada, eu de quatro na sacada, pau dele entrando e saindo do meu cu enquanto o mar batia ao fundo. Eu não tinha mandado… mas aparentemente Ricardo mandou anonimamente pro número do Eduardo.

Eduardo meteu com força, estocando fundo, voz rouca de ciúme e tesão:

— Eu vi ele te arrombando o cu enquanto você gemia que amava o pau dele. Vi você gozando só com o cu. E eu ouvi você dizer… “eu te amo, Ricardo”… enquanto ele gozava dentro de você. Você nunca me contou isso, Mari. Nunca.

Eu gemi alto, apertando o pau dele com a buceta, lágrimas de prazer e culpa misturadas:

— Amor… me perdoa… eu disse pra ele no calor do momento… ele me pressionou tanto… me fez ligar pra você enquanto ele tava no meu cu… você não ouviu porque eu disfarcei… mas ele tava me fodendo o cu enquanto eu falava com você… e eu gozei… ahhh, me fode, Eduardo… me pune…

Ele me fodeu com raiva, batendo forte, mão no meu cabelo:

— Você é minha puta… minha esposa… mas tá se apaixonando por ele, né? Ele te pressiona pra deixar a gente… e você ainda goza pra ele. Eu quero meu tempo de volta, Mari. Quero um fim de semana inteiro só nós dois. Quero te foder até você esquecer o nome dele. E você vai me contar TUDO que escondeu. Agora.

Ele me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros e meteu fundo, olhando nos meus olhos:

— Diz que você me ama mais. Diz que vai me dar esse fim de semana inteiro. E diz que, se ele pressionar de novo, você vai me contar antes de ceder.

Eu gozei gritando, apertando ele, lágrimas escorrendo:

— Eu te amo, Eduardo… eu te amo mais… eu vou te dar o fim de semana… só nós dois… mas ele quer uma semana inteira… ele disse que para se eu não der… me fode, amor… me fode enquanto eu te conto tudo…

Ele gozou dentro de mim, rugindo, e depois me abraçou, suado, tremendo:

— Eu não vou te perder, Mari. Nem pro pau dele, nem pro amor dele. A gente vai resolver isso… juntos. Mas eu quero meu tempo. E quero que você me conte os segredos todos… enquanto eu te como devagar, a noite inteira.

Eu fiquei ali, deitada no peito dele, sentindo a porra dos dois misturada escorrendo de mim. O celular vibrou na mesa de cabeceira. Mensagem de Ricardo:

“Decidiu? Semana que vem é minha. Ou eu sumo. E eu te amo pra caralho.”

Eduardo viu a tela. Não disse nada. Só apertou minha coxa e sussurrou:

— Responde pra ele… na minha frente. Enquanto eu te como de novo.

Meu coração disparou. Os dois lados me pressionando. Os dois me querendo. E eu, no meio, molhada, apaixonada e completamente perdida… mas nunca tão safada.

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