Os dias seguintes àquela primeira noite de entrega foram marcados por uma calma nova na casa. Lucas acordava mais descansado, os treinos de natação rendiam melhor, e eu o via sorrir com mais frequência durante o café da manhã. Eu, Helena, continuava minha rotina no consultório, mas agora carregava um segredo quente que fazia meu corpo formigar em momentos inesperados. A ciência que eu tanto estudara se confirmava: o toque maternal tinha restaurado o equilíbrio dele. A oxitocina liberada durante o ato criava uma sensação profunda de segurança, reduzindo a ansiedade residual do luto e permitindo que o sono viesse naturalmente. Eu me sentia útil, necessária, e, confesso, cada vez mais envolvida.
Quatro dias se passaram sem que tocássemos no assunto. Na quinta-feira à noite, enquanto eu lia na sala, Lucas desceu do quarto. Vestia apenas a boxer preta justa, o corpo alto e atlético brilhando levemente sob a luz suave. Ele parou à minha frente, as mãos nervosas ao lado do corpo.
“Mãe... o sono está começando a ficar ruim de novo. Você... pode me ajudar hoje?”
Eu fechei o livro devagar, sentindo um calor subir pelo ventre. Levantei-me e o abracei, meus seios cheios pressionando contra o peito nu dele. “Claro, meu amor. A mamãe sempre vai cuidar de você.”
Subimos juntos. No quarto dele, a luz do abajur estava baixa. Eu tirei o robe, ficando só com a camisola fina de algodão que mal chegava às coxas. Sentei na cama e puxei a boxer dele para baixo. O pênis já estava semi-ereto, grosso e pesado, balançando levemente ao ser liberado. Eu o segurei com as duas mãos, sentindo o calor pulsar. Comecei devagar, movimentos longos e firmes, lubrificando com o pré-gozo que logo escorreu abundante. Lucas gemeu baixo, deitando a cabeça no travesseiro, os músculos do abdômen se contraindo a cada deslize da minha mão.
Dessa vez demorou quase trinta minutos. Eu explorei cada detalhe: apertava a base para prolongar, circulava a glande inchada com o polegar, massageava as bolas pesadas com a outra mão. Ele gozou com força, jatos grossos e longos que cobriram o peito e a barriga, alguns chegando até o pescoço. Eu limpei tudo com carinho, beijei a testa dele e o deixei dormindo profundamente.
De volta ao meu quarto, não resisti. Deitei na cama, a camisola levantada até a cintura. Minhas pernas se abriram naturalmente. Levei os dedos, ainda com o cheiro e o resquício do sêmen dele, até o nariz, inalando profundamente o aroma almiscarado, masculino, do meu próprio filho. Depois, sem hesitar, lambi. O gosto salgado, levemente amargo, invadiu minha boca. Um gemido escapou dos meus lábios. Minha outra mão desceu entre as coxas. Eu estava encharcada. Dois dedos entraram facilmente na minha vagina quente e escorregadia, enquanto o polegar pressionava o clitóris inchado. Comecei a me masturbar intensamente, os quadris se erguendo da cama. Pensava no pênis dele: grosso, latejante, na veia pulsando, na quantidade absurda de esperma que ele produzia. Meus pelinhos pubianos, escuros e bem aparados, arrepiaram-se completamente quando imaginei o corpo dele convulsionando sob meu toque. Acelerei os movimentos, os dedos entrando e saindo com um som molhado e obsceno, os seios balançando pesados dentro da camisola. O orgasmo veio forte, quase violento, fazendo minhas pernas tremerem e um jato leve de excitação escapar. Eu gozei gemendo o nome dele baixinho, o corpo inteiro convulsionando de prazer proibido.
A rotina se instalou devagar, mas inevitavelmente. Dois ou três dias depois, Lucas veio novamente pedir ajuda. Depois mais uma vez. Virou quase diário. Algumas noites ele dormia bem só com o toque; outras, precisava de mim. Eu ia até o quarto dele sempre que ele chamava, vestindo camisolas cada vez mais finas, os seios quase à mostra, as coxas nuas. O tempo das sessões começou a aumentar. Ele demorava mais para chegar ao clímax, como se quisesse prolongar o prazer do meu toque. Eu não reclamava, pelo contrário, adorava sentir o controle, a forma como o pênis dele inchava e latejava na minha mão experiente.
Até que, certa noite, eu propus uma mudança. Depois de quase vinte e cinco minutos de masturbação lenta e torturante, com Lucas gemendo e suando, eu parei por um instante.
“Filho, está demorando muito hoje. Que tal você fazer sozinho por uns minutos e a mamãe termina? Assim fica mais eficiente.”
Ele concordou com um aceno tímido. Deitou-se e começou a se tocar, a mão movendo-se no eixo grosso enquanto eu observava, sentada ao lado. Depois de uns dez minutos, ele parou e olhou para mim com olhos suplicantes. Eu assumi, terminando com movimentos rápidos e precisos. Ele gozou abundantemente mais uma vez, o sêmen quente espirrando no abdômen.
Isso virou padrão. Lucas se masturbava por um tempo, eu assumia a finalização com minhas mãos habilidosas. O prazer dele era visível — o corpo relaxava mais rápido depois, o sono vinha profundo e longo. As cenas dele se tocando na minha frente, ora de olhos fechados, ora olhando para mim, começaram a me impactar. Sentimentos intensos começaram a surgir, mas eu tentava afogar minha excitação. Os mamilos que marcavam a camisola certamente me denunciavam, mas a pouca luz deveria ajudar a disfarçar um pouco. Eu repetia comigo mesma que fazia aquilo para ajudar o meu filho a ter um devido descanso.
Até que, em uma noite de terça-feira, a rotina deu um novo passo.
Eu havia acabado de assumir o controle. Minhas mãos trabalhavam ritmadamente no pênis dele — agora completamente ereto, vinte centímetros de carne grossa e pulsante, a glande brilhando vermelha e inchada, pré-gozo escorrendo em fios longos. Lucas estava deitado, pernas abertas, o peito subindo e descendo rápido. Eu estava ajoelhada na cama, a camisola fina subida até a cintura, meus seios pesados balançando a cada movimento. O quarto cheirava a excitação — suor dele, meu próprio cheiro feminino, o aroma almiscarado do pré-gozo.
De repente, entre gemidos roucos, Lucas abriu os olhos e olhou diretamente para mim.
“Mãe... por favor...”
Eu diminuí o ritmo, mas não parei. “O que foi, meu amor?”
Ele engoliu seco, o rosto corado, a voz trêmula de desejo e vergonha.
“Você... pode chupar? Só um pouco... por favor...”
O pedido pairou no ar, pesado e elétrico. Meu coração disparou. Minhas mãos ainda deslizavam devagar no eixo latejante dele, sentindo cada pulsação. Eu olhei para o pênis do meu filho — tão grande, tão bonito, tão cheio de necessidade — e depois para os olhos dele, cheios de súplicaAgradeço a todas e todos que entraram em contato, não tive tempo de responder todos os emails.
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