Minha vida "privada"

Um conto erótico de Mari
Categoria: Lésbicas
Contém 1312 palavras
Data: 05/04/2026 12:46:49

Como relatei no meu primeiro conto, eu acabei me tornando a privada particular da minha tia.

Ela sempre brinca dizendo que seu cuzinho ficou com apego emocional com a minha língua. Além disso que fazermos ser uma baita de uma ajuda com a prisão de ventre dela.

Lembrando que a tia Elaine não é minha tia de sangue, ela é apenas a esposa do meu tio.

Caso tenham esquecido, ela é uma gaúcha linda, alta, pele branca muito bem cuidada, cabelos loiros, lisos até a altura da bunda (e que bunda) e um corpo de violão.

Me pediram para contar mais algumas das nossas aventuras, então cá estou.

Nosso segredo continua firme e forte e toda vez que a tia Elaine precisa atender ao chamado da natureza, ela toca em meu ombro e pergunta discretamente se posso ajudá-la com o encanamento.

Ninguém desconfia que aquela mulher conservadora, mãe de família e adepta aos bons costumes há anos usa outra mulher como vaso sanitário.

Geralmente vamos a passos largos para o seu quarto, que possui uma suíte de luxo, tiramos todas as roupas e ela já me avisa como está sua bunda (se está suada ou não, ou se o chocolate – como nós chamamos – já está na portinha).

Eu simplesmente amo quando ela abre o bundão para que eu coloque o rosto entre suas nádegas. Me julguem, mas eu me derreto toda com o cheirinho de um cu feminino bem suadindo.

Ela também já não sente qualquer vergonha de peidar na minha cara, eu até a incentivo. Costumo dar notas de 0 a 10 por cada bomba e quando é um pum nota 10 ela ganha uma linguada bem molhada e profunda no meio do cu.

Inclusive, eu amo praticar beijo no cuzinho dela e ela adora tentar agarrar a minha língua. Isso faz com que ela evacue sem quaisquer problemas.

Quanto ao chocolate, ela ainda prefere fazer em um vaso sanitário normal ao fazer diretamente na minha boca. Ainda não acredita totalmente que eu como a merda dela como quem come um bolo de chocolate.

Entretanto, consegui convencer ela a usar a minha língua como papel higiênico. Afinal, é macia, quentinha, molhada, limpa mais fundo, massageia e é ecologicamente sustentável.

Uma vez, no mercado, estávamos fazendo compras e minha mãe perguntou que tipo de papel higiênico ela queria. Ela falou na maior inocência que usava o natural e ecológico bem na minha frente.

Minha mãe riu e recomendou ela a usar o perfumado, pedindo para eu pegar um lote para ela.

Ah, mamãe! Se a senhora soubesse que o “natural e ecológico” estava bem na sua frente, acho que a senhora teria um infarto.

Pois bem, na maioria das vezes entramos juntas no banheiro, onde ela senta de costas para mim na tampa do vaso e eu, ajoelhada, me ponho a lamber a bunda dela por quase 10 minutos, a estimulando. Enfio minha língua bem fundo no cuzinho dela, molho bastante com saliva, dou beijos e chupo.

Quando ela sente que vai evacuar, se vira, levanta a tampa da privada e senta de frente para mim. Ela costuma puxar a minha cabeça pro meio das suas pernas e selar a privada com o meu rosto.

Então eu fico ali, ouvindo a merda cair na água junto com os peidinhos que ela eventualmente solta. Quando ela termina, aperta o botão da descarga e fica de costas para mim, para que eu possa limpá-la com minha própria língua.

Me dá um pouco de pena ver tanto chocolate sendo desperdiçado assim. Contudo, há dias em que estou com sorte e ela me manda deitar no chão, de barriga para cima, para que possa sentar na minha cara.

Isso ocorre mais quando ela está com prisão de ventre. Daí ela pede para que eu lamba até a merda sair, o que normalmente acontece na minha boca.

Eu me farto nesses dias. É quase como comer um chocotone inteiro.

Acho que desde quando começamos a fazer isso, eu devo ter comido pelo menos uns 8 ou 9kg de merda dela.

Eu me sinto bastante honrada de ser a privada dela e ela parece confiar bastante em mim.

Eu ainda lembro de quando ela ficava com receio de defecar na minha boca e fazia nos meus peitos ou abdômen.

Já praticamos tanto que a mira dela ficou impecável. Ela agacha e deixa o cuzinho a centímetros da minha boca, eu selo ele com meus lábios e ela faz sem dó (eu amo rs). Uma vez até quase me afogou quando comeu frutos do mar e precisou me usar com urgência (nesse dia eu precisei engolir na mesma velocidade que ela soltava, e mesmo assim fiquei com a boca e peito cobertos de merda.

Pra quem tá se perguntando como é a sensação: tentei engolir uma concha de feijão de uma só vez (é o mais próximo que eu consigo pensar em como foi).

Seu jeito de agradecer a minha ajuda é me deixar massagear seus pés, cheirar suas meias e tênis depois da academia ou sentar no meu rosto após um longo s cansativo dia.

Hoje em dia ela sabe que sou lésbica e me recompensa dessa forma. Na cabeça dela, toda lésbica é como eu: uma depravada que ama comer merda.

São palavras fortes, mas eu não discuto por três motivos: 1, ela não fala por maldade, mas sim porque ignorância. 2, eu realmente gosto quando ela fala esses absurdos, ainda mais antes de me fazer limpar a bunda dela. 3, eu não posso contestar, pois geralmente estou com a boca lotada de chocolate rs.

Certa vez ela quase contou o nosso segredo quando estava bêbada. Nesse mesmo dia realizei um outro fetiche que não sabia se tinha, mas acabou que não fiquei muito fã (ainda).

Ela passou mal e precisou vomitar após virar meia garrafa de cachaça, quando chegamos no banheiro comum da casa me ajoelhou na sua frente e falou bem assim:

— Abre a boca, Marina! Eu não quero sujar o chão.

Eu não entendi de primeira, achei que ela queria mijar e muito raramente ela faz isso diretamente na minha boca.

Então eu abri a boca na maior inocência e só me lembro de ver ela se debruçar sobre mim e brincar de mamãe passarinho.

Confesso que fiquei com vontade de vomitar também, mas mantive a minha postura como privada e tomei uns bons goles de cachaça misturada com o churrasco que estávamos fazendo. Eu nunca mais tomei vitamina do mesmo jeito depois disso.

Mas foi somente essa vez pra nunca mais. Hipócrita? Talvez. Acontece que eu tenho certo nojo de vômito (sim, a menina que come cocô tem nojo de tal coisa, podem rir).

Porém certas vezes eu lembro desse ocorrido e a minha boceta fica completamente molhada. Não vou mentir, tem dias em que eu aceitaria tomar outra vitamina da titia direto da fonte.

Por favor, não pensem que eu sou doida. Eu sempre digo isso, pois sei que o que eu faço é bem fora da caixinha, mas mesmo assim continuo sendo um ser humano.

Sou bem limpinha, prezo muito pela minha higiene e saúde. Meu sorriso é brilhante e eu amo o contraste dos meus dentes branquinhos com a merda na minha boca. Sou uma ótima profissional na área em que trabalho e uma excelente namorada (sim, eu namoro, mas a minha parceira sequer imagina o que faço).

Enfim, quando tiver tempo eu posto mais das minhas aventuras.

Por favor, não sejam cruéis nos comentários. Como eu disse, eu sei que tudo isso é bem estranho mas esse foi o jeito que encontrei em me expressar e aliviar um pouco o peso.

Desculpe por qualquer erro ortográfico ou caligrafia e também por não responder os comentários do primeiro conto (confesso que eu fiquei com vergonha, mas muito feliz de saber que teve gente que gostou e que também pratica).

Beijinhos!

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Comentários

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Mari20,delícia seus contos, pra quem gosta e pratica isso são deliciosos. Limpar o cuzinho da minha Dona é outra coisa que adoramos, geralmente quando ela está na privada e entro no banheiro, já ajoelho na sua frente e fico lambendo sua bucetinha enquanto ela faz seu cocô, logo depois ela fica de quatro pra mim e limpo seu cuzinho inteiro com muito tesão.

Já aconteceu numa festa de minha Dona ter bebido umas a mais e deu um sumiço, quando voltou já chegou me dando um beijo na boca com força e senti que ela tinha vomitado no banheiro e nem uma água na boca passou...e isso ocorreu em outras festas,até que ela disse que quando estivéssemos em casa e ela bebesse um pouco a mais, ia transar comigo no banheiro, sentando no meu pau e eu deitado no chão do banheiro e com certeza ia vomitar na minha barriga, peito e até na minha cara. E quando aconteceu foi uma delícia. Eu nem penso em procurar psicólogos ou psiquiatras pq sei que desde novinho sou submisso e com um tesão incrível em ser humilhado, e minha mulher/Dona sempre foi dominadora.

Aguardando novos contos de suas experiências, e como disse abaixo o AnjoNegro, acho que deveria talvez não conversar de cara com sua namorada, mas aos poucos procurar saber quais são os limites dela, às vezes a gente se surpreende com a nossa própria companheira..vai que ela tem o fetiche de fazer um cocô em alguém?

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Seus contos me deixam louco de tesão, eu não prático(talvez por não ter alguém pra isso) mais sinto muito tesão com esse tema. Acredito q cada um tem seus fetiches e desde q não prejudiquem ninguém entao tá tudo certo e ninguém tem nada haver cm sua vida.

Uma dúvida, já tentou conversa sobre isso cm sua namorada?

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