Sara fechara negócios com um novo fornecedor da feira – uma empresa de Jundiaí. Iria viajar no fim de semana e chamou Rufus pra ir junto, mas ele tinha provas: "Desculpa, amor… não dá pra faltar." Gislaine se oferece: "Eu vou com você, mãe… a gente resolve e ainda curte um pouco." Sara aceita animada: "Ótimo, filha! Vai ser divertido." Viajariam na sexta pela manhã, e Rufus, após a faculdade, ficaria na loja. Sara zoa: "Cuidado com a Jaqueline, hein? Ela é fogo." Rufus ri: "Para com isso…" Gislaine franze a testa, curiosa e enciumada: "Por quê? O que tem a Jaqueline?" Sara pisca: "Nada… só brincadeira." Mas o tom deixa Gislaine intrigada, um ciúme sutil brotando.
Elas viajam, e no decorrer do dia, após a faculdade, Rufus lida bem com a rotina e as meninas. Jaqueline agora bem à vontade com ele: "Ei, Rufus… obrigada pela massagem ontem. Salvou minha perna!" Nas interações, ele percebe que o jeito dela era super sensual e até feminino, apesar da aparência de lésbica masculinizada – voz suave, elogios constantes: "Você é bom nisso… mãos de ouro." Um contraste que o intriga. Rufus começa a achar que as "cantadas" dela pra Sara talvez fossem só o estilo dela… ou não, quem sabe.
Enquanto divagava, Beatriz, com uma saia bem curtinha preta que mal cobria as coxas, pede ajuda: "Rufus, me ajuda a pegar essa caixa alta?" Ao esticar, a saia sobe, revelando a calcinha verde fina. Ela demora a perceber e ajeitar, corando: "Ops… vento traiçoeiro." Em vários momentos, Beatriz cria situações sensuais – roçando o corpo nele ao passar em corredores apertados, inclinando-se pra mostrar o decote: "O que acha dessa peça? vai vender bem." Jaqueline ri, mas entra no jogo, "acidentalmente" deixando a calça jeans escorregar ao se abaixar, calcinha branca à mostra: "Droga… zíper frouxo." Sem Rufus perceber, um duelo sensual começa entre elas – Beatriz piscando provocativa, Jaqueline retribuindo com sorrisos maliciosos, calcinhas expostas em momentos "inocentes". Rufus vê tudo, excitado, pau semi-duro na calça, mas ignora: "Foco no trabalho, meninas… nada de bagunça."
Perto do final do dia, quase na hora de fechar, Sara liga em chamada de vídeo – Gislaine ao lado dela, no quarto do hotel, ambas com expressões coradas, visivelmente excitadas, bochechas vermelhas e respirações aceleradas. "Ei, amor… resolvemos com o fornecedor rapidinho. Depois do lanche, já viemos pro quarto e ficamos entediadas… aqui está chaaato!! Aí a conversa com a Gislaine esquentou, falando de você", diz Sara, voz rouca, olhos brilhando. Gislaine morde o lábio: "É… lembranças quentes." Rufus ri maliciosamente: "Ah é? Lembrem que a regra vale pros dois lados – se quiserem sexo, só entre vocês ou comigo e o João. Nada de outros!" Elas caem na gargalhada, se olhando com cumplicidade, corando ainda mais – Sara fala: "Para de falar besteira, Rufus… ou eu caio de boca no bife aqui do lado!" Gislaine se levanta rápido, mãos entre as pernas, ofegante: "Preciso… ir no banheiro." Sara ri alto: "Vai recorrer à siririca, filha? Dispensou a gata que tá aqui?!" Rufus zoa: "De tanto brincar, vocês vão acabar se pegando de verdade…" Eles gargalham juntos, mas a tensão é palpável – olhares carregados, respirações pesadas na tela, um tesão elétrico no ar, como se o "joguinho" pudesse explodir a qualquer momento.
Então, de repente, a expressão de Sara muda, olhar afiado: "Tem olhares curiosos aí… atrás de você." Rufus se vira – Jaqueline e Beatriz espiavam quietinhas, ofegantes, olhos vidrados. Flagradas, ficam sem graça: "Já fechamos a loja… tchau!", dizem, partindo apressadas. Rufus nota que ambas estavam coradas, pernas inquietas. Sara pergunta: "Pulou a cerca com elas?" Ele nega: "Não… mas elas tavam fogo hoje." Conta as situações picantes – saia subindo, calcinha verde de uma; o lindo cofrinho da Jaqueline e sua calcinha branca... "As duas são safadinhas…" - diz Rufus. Sara não se aguenta, tira a roupa: "Ahh, delícia… vou ter que me tocar também, você dizendo isso ta me matando!" Rufus faz o mesmo, masturbando o pau duro: "To morrendo de saudades, amor… geme pra mim." Eles se masturbam via vídeo, gemidos ecoando – Sara dedilhando o clitóris: "Ahh, Rufus!", Rufus acelera: "Delícia… Você é um tesão, minha gata!" Dessa vez, não percebem que Beatriz voltara, assistindo escondida – mão dentro da calcinha, dedilhando febril, olhos fixos no show delicioso, mordendo o lábio pra não gemer alto. Estava decidida a chupar aquele pau assim que fosse possível...