Macho pra Caralho! (Parte 06)

Um conto erótico de Bayoux
Categoria: Heterossexual
Contém 2163 palavras
Data: 05/04/2026 09:16:58
Última revisão: 05/04/2026 09:29:39

Quando voltei da academia no condomínio, bateu uma certa frustração: Camilinha não estava esperando por mim na cama. Ela havia ido.

Talvez tenha pegado um pouco pesado demais com ela. Saber afrouxar é tão importante quanto saber apertar. Sim, talvez tenha errado na mão, talvez a tenha assustado. E agora ela se fora, quebrando o encanto que tão habilmente vinha construindo desde que a trouxera para a gaiola de cristal.

A imersão no meu mundo não possui uma medida exata para que possa afirmar quando a adesão se tornava irreversível para uma mulher. Todas as garotas se haviam afastado em algum momento, mas todas haviam voltado pouco depois, mais humildes, submissas e desejosas do que nunca. Seria assim com Camilinha também?

O que me deixava ansioso era que nunca havia sido tão rápido. Normalmente levava de quatro a cinco noites sendo fodidas até a exaustão por um macho para que elas chegassem à decisão de se entregarem com exclusividade, mas a loirinha fugiu da gaiola em apenas duas. Na cabeça, repassava cada detalhe da noite anterior, buscando uma pista de quando ela tomou essa decisão.

O jantar transcorreu normalmente, criei o clima romântico necessário, uma verdadeira ilusão, e logo em seguida mudei tudo, impedindo-a de sentar-se comigo para exigir que ficasse chupando pau, agachada embaixo da mesa. Mas não foi isso que a afetou, ela engoliu a rola com afinco, obediente, tanto que quando terminei de comer ela ainda estava ali, caprichando com a boquinha na rola, como uma bela puta.

É certo que ela ficou bem confusa quando a liberei de chupar pau e a garota achou que poderia jantar. Ilusão e realidade, eu jogava com ela o tempo todo, era parte da iniciação para fazer parte do seleto grupo de mulheres que fodia regularmente. Sua expressão mudava da esperança ao espanto em segundos, sempre quando a surpreendia com uma nova ordem imprevista.

Não foi diferente quando proibi Camilinha de jantar, porque já era hora da sobremesa. Mais ainda, amei seu assombro quando avisei que ela seria minha sobremesa, precisamente a “cerejinha aí no meio da sua bundinha”. Reparem na sequência bem construída: Vamos fazer um jantarzinho romântico, mas você não come, fica só chupando pau. Agora vamos passar à sobremesa, mas você não, porque o doce que vou degustar é seu cu.

Pode ser que ela não tenha aguentado, as pessoas possuem níveis de tolerância diferentes à humilhação. Esse era um ritual bem elaborado ao longo de várias tentativas, e só as melhores vadias sobreviveram a ele. Estava desenhado para isso, era um processo de seleção que garantia total fidelidade àquelas que conseguiam obter minha aprovação.

Para piorar minha angústia, o merda do Cid não parava de mandar mensagens falando dos gastos com a história da Ilha Grande. Tá bem, ele só estava cuidando das minhas finanças, esse era seu emprego, mas eu já tinha alertado que aquilo era inegociável e que daria um jeito. Ficar chovendo no molhado não adiantava nada e só me deixava mais puto.

Cheguei na marina na hora marcada, havíamos escolhido essa locação para gravar uns conteúdos e postar ao longo dos próximos dias. Baby e Candy já estavam lá, esperando minha chegada. O tema de hoje era “batendo uma real”, e era importante ter belas garotas ao redor para demonstrar. Os roteiros já haviam sido escritos por mim, mas eram mais uma linha condutora que falas programadas, pois sempre gostei de deixar espaço para improvisar.

Subimos na lancha NX 44 da Pininfarina, uma máquina dos mares que une design moderno e alto desempenho, a preferida dos empresários e celebridades, e saímos navegando pela baía. Abri um espumante Cave Geisse Terroir Nature 2020 para começar a borbulhar as idéias e as garotas foram tomar sol de biquíni da Living Cool. Era lindo ver como elas se davam bem, e mais lindo ainda ver aqueles corpos ali, com as bundinhas e os peitos cirurgicamente moldados à minha disposição, caso quisesse algo mais.

Devia ficar feliz, afinal, estava aproveitando não somente para disseminar minha mensagem, mas também para fazer o merchandising dos biquínis, do fabricante de lanchas e do espumante nacional, tudo numa tacada só. Contudo, a porra da Camilinha não saia da minha cabeça. Era uma expectativa angustiante ficar sem saber o que aconteceria, nunca lidei bem com incertezas.

Começamos a gravar. Eu fazia perguntas e elas respondiam o que estava no papel, só para desmascarar suas ilusões femininas em seguida.

– Garotas, qual o parceiro ideal pra vocês?

– Essa é fácil, um cara com um ganho mensal de três dígitos, que seja bonito e elegante, muito bem educado – disse a Baby.

– Pra mim não. Tem que ser um cara que me faça rir em vez de chorar, que seja fiel, que queira envelhecer juntinho e deseje filhos – respondeu Candy.

– Vão morrer duas velhas solteiras. Tem que baixar suas expectativas, Baby, menos de um por cento dos homens do planeta cumprem seu critério e é bem pouco provável que casem com uma vadia como você – respondi com escárnio. – E Candy, qualquer cara um pouco esperto sabe fazer uma piranha rir. Mas todos eles vão te fazer chorar cedo ou tarde, isso é seguro.

– Então o que você aconselha, HS? – elas perguntam juntas, conforme havíamos ensaiado.

– Aceitem o destino. Os homens peidam e arrotam, às vezes não tem grana, gostam de variedade quando o assunto é buceta e raramente desejam ter filhos. Garotas, querem um homem pra foder vocês? É bom começar a baixar suas expectativas!

Outro corte, muito bem redatado, falava sobre sexo anal.

– Meninas, o que acham de fazermos um analzinho para animar esta tarde?

– Cruzes, HS, isso dói muito! Nem pensar! – disse a Baby.

– E também é proibido pela minha igreja! Nem pensar! – respondeu Candy.

– Vão morrer sozinhas feito maracujá murcho no pé. Todo homem gosta de um cu. Buceta é bom, mas cu é melhor. Já vi até pastor querendo tomar no cu. Vai ficar regulando a rosquinha? As inimigas não, e vão conquistar o mundo enquanto vocês ficam de frescura! Vai por mim, mulherada, liberem o toba já!

Obviamente que os shorts que produzimos não buscavam convencer as mulheres de nada. Meu público é masculino e a maior parte é de adolescentes. Eles curtem esse tipo de bizarrice, gostam quando um homem se impõe e esfrega verdades na cara das garotas, ainda mais se elas forem lindas e tesudas como a Baby e a Candy de biquíni. Dizer essas verdades a uma mulher como elas é tudo o que eles querem fazer, mas não tem coragem!

Terminamos as gravações, fizemos uns quinze shorts profissionais só naquele dia, o suficiente para postar por duas semanas e cumprir os acordos de patrocínio. Tudo correu bem, contudo, só conseguia pensar que tinha uma ruiva e uma morena tesudinhas, mas que faltava uma loirinha pra compor a coleção de vadias do HS. Novamente, Camilinha veio à minha mente e a angústia por não saber se ela ia topar entrar para o hall das minhas piranhas exclusivas ou se desapareceria do mapa.

Porra, essa garota não tinha do que reclamar, dei a ela um trato especial como poucas receberam! Quando a inclinei apoiada na mesa, lembrei do cu da Glorinha Poderosa que não havia traçado mais cedo e meu pau ficou duro como ferro de dar em doido. Ficou mais duro ainda quando levantei o baby-doll transparente e puxei a calcinha branca minúscula do meio do reguinho entre suas nádegas, revelando o botãozinho pequeno e cor-de-rosa do seu cuzinho já piscando, pronto para ser devassado pela rola.

E ainda fui condescendente a ponto de passar um gelzinho e meter primeiro o indicador, para ela ir se acostumando. Camilinha protestou, resfolegou, agarrou a borda da mesa até ficar pálida, e sequer tinha começado, mal havia metido o segundo dedo no cu. Caprichei mais no gel, entendendo que ela não era muito dada àquele esporte, fiquei metendo e tirando os dedos, girando lá dentro, esperando o cu se acostumar, e isso só fazia aumentar ainda mais o meu tesão.

Quando tirei os dedos, aquilo estava aberto e pulsando, como se me convidasse. Mas a loirinha nem se mexia, como se houvesse desmaiado sobre a mesa. Aí também já era demais, pensei, puta frescura, como se ela nunca tivesse sido enrrabada. Uma putinha safada daquela, com uma bundinha linda e os peitões de silicone? Duvido que nenhuma rola houvesse entrado ali!

Não, pra cima de mim não, Camilinha muito provavelmente já tinha tomado muito pau no cu e estava se fazendo de santinha – e se tem uma coisa que me tira do sério é mulher se fazendo de santinha. A vida me ensinou, mulher é tudo vadia! Se não é, já foi. Ou ainda será, na melhor das hipóteses. Mas todas elas algum dia deram o cu, nem que fosse só para experimentar. Essa é uma regra que não admite exceções: começou a trepar, vai terminar dando o cu, cedo ou tarde.

Minha pele arrepiou só de lembrar quando aproximei a cabeçorra do pau à entradinha do cu de Camilinha. Era um problema de física, fazer aquilo caber onde não havia espaço. Nunca fui bem na escola, mas conhecia muito bem a solução para este tipo de problema: tacar mais gelzinho e forçar a barra, segurando a garota pela cintura para que não conseguisse escapar. Tem mulher que vai no jeitinho, tem mulher que gosta de carinho, mas com uma vagabunda daquelas, que chupa pau feito doida, deixa meter a noite inteira e ainda fica esperando por mais… tem que ser na marra, ou ela não se rende!

Estava tão inquieto com estas lembranças e a expectativa que custava a manter minha tradicional máscara de superioridade. Meu transtorno era visível até para garotas menos sensíveis como minhas acompanhantes.

– HS, o que foi? O dia foi ótimo, produzimos até além do previsto. Por que você está assim, meio caidinho? – Candy perguntou já sentando ao lado e se aproximando, até ficar coladinha em mim, com a mão passando por minha cabeça e os dedos se enrodilhando no cabelo.

– Amiga, se liga. Ele deve estar cansadinho do tanto que fodeu a loirinha nova lá na gaiola. Quer peça uma vitamina pra levantar o astral, chefinho? – disse Baby sentando-se do outro lado e colocando o braço fino sobre meus ombros, com os seios roçando meu peito.

– Meninas, não se preocupem. Não estou assim por conta do trabalho, nem pelo cansaço. Gosto do que fazemos e não me canso nunca. A questão é outra… – respondi me esticando no sofá do deck e deixando que elas me acarinhassem, afinal, às vezes até os brutos gostam de receber atenção de duas putinhas bonitas.

– Fica assim não, chefinho. Desabafa com a gente, seja lá o que for. Sabe que nós nunca vamos te deixar cair, não é?

– É isso aí, HS. Você é o todo poderoso, rico e famoso, o macho que fode todas. Não queremos te ver assim, borocochô.

– Desabafar? Borocochô? Eu? Nunca! É só que… bem, tô ansioso. A loirinha não estava na gaiola quando acordei hoje. Saiu de fininho sem dizer nada e até agora não mandou uma mensagem sequer.

– O quê? A piranha te deu o toco? É isso?

– Aquela idiota, tem mulher que é burra mesmo! Se ao menos ela soubesse que está perdendo…

– Não é isso, quer dizer, não sei se ela vai voltar, ainda é cedo pra dizer. Talvez volte, talvez não. Isso aconteceu com vocês também, lembram? Mas vocês voltaram.

– Claro que sim. Só uma doida dispensa um macho assim e o nível de vida que você nos dá.

– É, HS, se ela não voltar, pior pra ela.

– Tô meio assim porque posso ter exagerado um pouco. Ela ainda estava em processo e talvez tenha sido um pouco rude demais ao…

– HS, o que você fez com a bichinha?

– Nada demais, só comi o cu dela. Botei ela na mesa, o tratamento padrão, o mesmo que dei à vocês. Achei que ela estivesse acostumada, mas pelo visto não estava. O jeito que ela gritou quando meti a rola no cu… eu devia ter percebido!

– Qualé, HS! Toda mulher dá o cu. Se não deu, ainda vai dar, você sabe, é um fato! – Disse Baby me abraçando como forma de consolo.

– É, chefinho, um fato! Eu mesma era virgem de cu até você torar o pobrezinho. Doeu pra caralho, mas gostei. Tanto que fiquei, e até hoje estou aqui, prontinha pra repetir quando você desejar, não é?

– Ah, garotas, só vocês duas pra melhorar o meu astral. Tô pensando numa coisa… vamos pra gaiola, só nós três, nada de outros caras pra atrapalhar!

É como sempre digo, só um babaca fica sofrendo por conta de uma vadia quando tem tanta puta por aí querendo dar. Se Camilinha era coisa do passado, o problema era dela. Eu ia sair do baixo-astral afogando as mágoas entre as pernas da Baby e no meio do traseiro da Candy, como um macho de verdade, isso sim.

E essa seria apenas mais uma noite que estava só começando…

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Comentários

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Algo me diz que alguém se fudeu…

Triste pela Camilinha ela merecia ter sido tratada melhor, HS pela primeira vez admite que só método de adestramento as vezes falha.

E falhou logo com uma que ele schava que não falharia…

Partiu de pressupostos e perdeu a loira…

Pior que eu já vi acontecer com caras assim… Até fingem que não, mas passam muito tempo abalados, não querendo ouvir nem o nome da garota como se fosse mau agouro pensar bos tocos que recebeu.

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Ainda assim, HS acha que é como um gato: só cai de pé, kkk

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Igual ele conheço vários inclusive um ex que me mandou um e-maio hoje saído sei lá de onde por que nem lembrava do cara.

Tanto que teve que mandar e-mail.

Por que não tem meu número e não se dá bem com a minha família.

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