Olá, gentil leitores! Tudo bem? Andei sumida por motivo de muito trabalho, mas não abandonei as aventuras, entre escrevê-las e realizá-las, preferi a segunda opção e ando gozando bastante na vida. Para situá-los vou me descrever, sou uma mulher negra adulta, 44 anos, gordinha, mas cheia de curvas, seios redondos 48, bunda 118cm, cabelos chanel na altura dos ombros. Desde novinha adora aventuras sexuais e resolvi escrever aqui as que sempre me voltam à memória, porém o conto de hoje é recente, pra ser sincera aconteceu ontem.
Sexta-feira santa, mas eu de santa não tenho nem a cara e depois de levar roupas, estender, limpar a casa e lavar as louças sujas resolvi ir ao supermercado comprar uma cervejinha e uns ingredientes para uma comidinha rápida e fácil, então tomei um banho e vesti um vestido soltinho e fresquinho, já era quase meio dia e havia poucas pessoas na rua, pra falar a verdade a maioria delas em situação de rua e conheço todos que ficam na região próxima a minha casa, cumprimentei alguns e distribui sorrisos para outros, quando cheguei na praça ao lado do mercadinho, um velho conhecido que está sempre por ali estava deitado em um banco e o volume marcado em sua calça jeans chamou minha atenção, umedecendo minha calcinha. Ao me ver ele sentou e segue nossa conversa:
Ele - Boa tarde, Morena! Tudo bem?
Eu - Tudo e com você?
Ele - Melhor agora, faz tempo que não vejo a senhora. Está indo ao mercado?
Eu - Sim, já já passo de volta.
Ele - Estarei aqui, esperando para levar suas compras.
Segui para o supermercado sem tirar o volume da calça dele da cabeça e já comecei a arquitetar um plano pra ele subir ao meu apartamento. Comprei tudo que precisava e um pouco mais, comprei camisinhas rs, paguei as comprar, peguei as sacolas e ele já me aguardava na porta e não deixou eu dar dois passos com elas, pegou todas das minhas mãos e fiz o caminho de volta em sua companhia, conversamos amenidades, minha rotina e a correria dele. Ao chegar a porta do prédio, quando ele ia me entregar minhas sacolas, perguntei se podia subir e me ajudar com a troca do botijão de gás?
Ele - Claro, será um prazer.
Um frio correu na minha espinha, aquela frase teve um poder imenso sobre mim e eu tremi.
Eu - Então vamos subir. Abri o portão do prédio, dei boa tarde para o porteiro folguista e entramos no elevador.
Percebi que ele não estava me olhando diretamente, novamente me arrepiei e senti que ele também estava excitado.
Ao entrar no meu apartamento ele não disfarçou o espanto e perguntou se eu morava sozinha, respondi prontamente que sim, sorrindo. Encaminhei para a cozinha, que ficava ao lado da porta de entrada e ele me acompanhou, deixou as sacolas na mesa e perguntou onde estava o botijão para trocar. Fui para o armário da pia, apoiei minha mão na maçaneta e empinei abrindo as duas portas que ficam embaixo, apareceu o botijão e peguei-o com as duas mãos, novamente me empinando para retirá-lo de lá, nesse momento ele deu um passo pra frente para me ajudar e percebendo sua intenção, soltei o botijão e dei um passo para trás pra encostar nele e parecer casual, mas nada em mim era casual. Ele travou na hora e pediu desculpas, eu apenas relaxei meu corpo encostada no dele, dando uma leve rebolada, sentindo seu pau já duro. Então voltei para onde estava, me apoiei no botijão novamente e empinei olhando pra trás, deixando claro que o desejava.
Meu velho conhecido se aproximou agachando e cheirando meu rabo, levantou meu vestido e viu minha calcinha fio dental atolada e encharcada, sem dizer nada apenas afastou ela pro lado e deu uma línguada da minha buceta até meu cú, deixando tudo bem babado. Então voltou para minha buceta e começou a chupá-la muito gostoso, eu gemia descontroladamente, sua língua insaciável, maltratava minha buceta sem dó, depois que gozei a 1º vez ele passou a dedar minha buceta alternando com a língua e levando meu gozo para meu cuzinho, percebi nesse momento que ia fazer o serviço completo. Depois de me fazer gozar a 2º vez em sua língua e deixar meu cú laceado, ele abril o zíper da calça e colocou seu 20cm de rola pra fora, sem dó e nenhum aviso me penetrou e eu urrei, não de dor, mas de prazer, segurando meus quadris ele estocava seu pau na minha buceta, parecia um martelo cadenciado batendo num prego, nós gemíamos e urravámos de puro tesão.
Percebendo que meus braços fraquejavam, naquela posição apoiada no botijão, ele me colocou apoiada no chão e montou igual um garanhão, fui a loucura gozando mais uma vez e tenho certeza que meus vizinhos ouviram meus gritos de prazer. Com seu pau todo melado do meu gozo, ele se aproveitou e socou no meu cu me fazendo urrar novamente, foi até o fundo parando apenas quando sentiu a parede avisando que não ia além daquele ponto, para em seguida tirar tudo e socar novamente. Ele ficou uns 20 minutos bombando no meu cu, forte ao entrar e devagar ao tirar, estava louca de tesão, dor e prazer, ele sentia que eu estava gostando e hora me dava prazer, outra hora me provocava dor, essa mistura de sadismo me levava a loucura, percebi que isso o deixava louco de tesão, ter esse controle transformou sua fisionomia, fiquei com mais tesão ainda e comecei a pedir pra ele meter sem dó.
Eu - Fode meu cuzinho. Mete forte, vai. Come o cu da tua putinha.
Ele - Isso cadela, pede pau pro teu homem.
Eu - Bate na tua cadelinha.
Ao me ouvir pedir pra apanhar, ele segurou meus braços pra trás, me deixando de cara no chão e socou forte no meu cú repetidas vezes até gozarmos juntos. Então ele saiu de dentro de mim e sua porra branca jorrou pra fora. Me ajudando a levantar, pois minhas pernas não me obedeciam, ele me levou para minha suíte, direto no banheiro, tirou nossas roupas e tomamos banho juntos. Lhe dei uma toalha e vesti um roupão, falei que ia fazer uma comida rápida, foi quando ele lembrou que tinha que trocar o gás e eu lhe respondi que aquilo foi apenas uma desculpa para ele subir e eu o seduzir, ele riu.