Parte 31: Preparativos, Stress e Alívios Íntimos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 707 palavras
Data: 01/04/2026 09:21:11

Apesar da liberação do "joguinho", a bem da verdade é que Rufus e Gislaine raramente transavam – suas saídas muitas vezes eram pura zoeira, carregadas de conversas longas sobre a vida, a faculdade e risadas sobre o passado. Eles não queriam estragar suas relações amorosas, então nem mesmo era toda semana que se encontravam. Quando rolava algo mais, João e Sara gozavam horrores ao ouvir os detalhes das escapadas, transformando as confissões em noites quentes de sexo e cumplicidade.

O ano corria rápido, e logo chegou abril: o mês do casamento. Os preparativos consumiam todos – convites enviados, vestido de Sara ajustado, alianças prontas e uma cerimônia simples marcada para a próxima sexta à tarde, em um salão acolhedor. Rufus estava ocupado com a faculdade, no 3º semestre, onde duas matérias o consumiam pela dificuldade: Cálculo Avançado e Estatística Aplicada, com provas e trabalhos que o deixavam ansioso e estressado. "Não aguento mais esses números… vou bombar se não der um jeito", reclamava ele para Sara, que o apoiava com massagens e palavras de encorajamento. Gislaine, cada vez mais apaixonada por João – planejando viagens e falando de futuro –, ainda trocava olhares cúmplices com Rufus durante jantares familiares, sorrisos maliciosos que diziam "lembra do nosso segredo?" sem nunca cruzar a linha publicamente.

Uma tarde, com Sara fora na loja resolvendo encomendas de última hora com a ajuda de suas duas funcionárias, fazendo hora extra, Rufus estava sozinho em casa, debruçado sobre livros e anotações, a cabeça latejando de stress. Vermelhidões brotavam em suas mãos e pescoço de tanta ansiedade e stress. Gislaine aparece de surpresa: "Ei, Rufus… João me contou que você tá pilhado com as matérias. Vim ajudar… ou aliviar." Ele ri, cansado: "Aliviar como? Tô uma pilha de nervos." Ela se aproxima, sentando no colo dele: "Assim… só relaxa, meu amorzinho secreto. Esquece os livros um pouco." Beija-o devagar, mãos descendo para a calça: "Deixa eu te ajudar." Rufus hesita: "Aqui em casa? Sara pode chegar…" Mas a vontade o vence: "Tá bom… preciso disso." É o primeiro sexo deles em casa, sem Sara, desde que eles terminaram há mais de um ano atrás – Gislaine o chupa voraz, sugando o pau duro com lambidas ritmadas: "Mmm, delícia… relaxa na minha boca." Ele geme: "Ahh, assim…" Ela monta nele no sofá, rebolando lenta na boceta úmida: "Esquece um pouco as provas." Estocadas profundas, gemidos ecoando: "Ahh, Gislaine… delícia!"

Sara chega de repente, abrindo a porta e flagrando a cena – Gislaine rebolando gostoso em Rufus, gemendo alto e gozando: "Ahh, que delíciaaaa!" Um misto de alívio (Rufus andava tão ansioso, aquilo o aliviaria) e ciúmes (em casa, quebrando o acordo de encontros "escondidos") a invade, mas a excitação domina: "Ei… Que safados!" Eles param, surpresos: "Sara… foi mal, isso não foi planejado!", diz Rufus. Gislaine sorri: "Vem, mãe… entra na brincadeira. A gente te ama mais que tudo." Sara ri, despindo-se: "Tá bom… mas só porque vocês são irresistíveis." Enquanto Rufus fode Sara em missionário, estocadas profundas na boceta molhada, Gislaine masturba o clitóris dela em círculos suaves: "Sente isso, mãe… delícia, né?" Sara suspira: "Ahh, sim… que carinho gostooooso, filhaaa!" E goza. O contrário também ocorre: quando Rufus vira Gislaine de quatro, metendo forte com tapas, Sara à dedilha: "Ahh, filha… tá molhadinha." Gislaine geme: "Mmm… continua, vocês dois… tô... gozaaaaando!" No final, um boquete duplo – línguas se tocando no pau duro, sugando juntas: "Mmm, delícia de leitinho!" Rufus goza jatos quentes nas bocas delas, gemendo: "Ahh, minhas safadas!"

Gislaine vai tomar banho sozinha, rindo: "Preciso me limpar… vocês continuem!" À sós, Rufus explica: "Não foi planejado, amor… ela veio ajudar com o stress, e rolou. Desculpa por ser em casa." Sara diz: "Entendo… não tô brava, aliviada até – você tava uma pilha e me deixando estressada também. E vi outro dia, acidentalmente, você dando um toco e bloqueando aquela ruiva linda da faculdade… ela era gata, hein?" Rufus ri, zoando: "Ciumenta! Sim, ela tentava me seduzir, mandava nudes e tudo. Bloqueei porque não respeitava nós dois – você é minha e eu sou seu, ponto." Sara sorri: "Meu fiel… te amo por isso. A única que deixo provar você é minha filhota".

Faltavam 08 dias para o casamento, na próxima sexta à tarde – a ansiedade misturada a empolgação crescia.

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