Olá, meu nome é Gabriele. Não sei bem como começar isso, mas farei um desabafo sobre os sentimentos que tenho pelo meu irmão, Gabriel, e de como acabei tendo relações sexuais com ele.
Nós somos gêmeos dizigóticos, por isso a aparência dele é muito diferente da minha. Enquanto eu sou parda, de cabelos cacheados e olhos castanhos, ele tem o cabelo loiro-escuro, com alguns fios castanhos, e olhos verde-floresta. Confesso que sinto muita inveja da aparência dele.
Desde criança, ele sempre foi o tipo de garoto que está rodeado de pessoas; é engraçado, simpático, gentil, confiante e também muito bonito. Enquanto isso, eu sou um pouco antissocial, e a maioria dos meus amigos só o são porque meu irmão me apresentou a eles.
Desde jovem, eu sempre o admirei muito, mas essa admiração se transformou em algo diferente durante a nossa puberdade. Nós nos mudamos para uma casa com três quartos, perto do centro, e não podíamos mais dormir juntos o que eu estranhei bastante.
Foi nesse período que descobri os filmes pornográficos e os hentais. Sei que pode parecer estranho, mas é a verdade: minha obsessão pelo meu irmão começou quando assisti a um hentai sobre um irmão que se aproveitava da irmã enquanto ela dormia.
Eu sabia que era errado, mas fiquei cogitando a ideia e passei a observá-lo mais. Foi nesse período que descobri que ele se masturbava, o que me deixou mais confiante para tentar algo. Digamos que deu muito errado: ele me rejeitou e disse que sentia muito. Pelo menos, ele não contou para a nossa mãe.
Nessa época, descobri sites de relatos eróticos e comecei a ler alguns sobre incesto. Eles me davam muita raiva, porque, na vida real, não era daquele jeito. Foi então que comecei a buscar conselhos sobre como fazer meu irmão se apaixonar por mim. Aparentemente fui impaciente ao abordá-lo de uma vez, perguntando se ele queria fazer sexo e foi por isso que ele me rejeitou.
Então, comecei a seguir alguns conselhos de um grupo no Discord formado por pessoas que praticavam incesto. Mesmo seguindo o que sugeriam, tudo deu errado novamente. Eu tentei de tudo: usar roupas curtas pela casa, masturbar-me de porta aberta gemendo o nome dele e até fazer o mesmo no quarto dele, momentos antes de ele chegar em casa. Cheguei a invadir o quarto dele para dormir à noite, mas todas essas tentativas falharam.
Comecei a pensar que ele pudesse ser gay. Foi nessa época que ele passou a se afastar de mim e minha mãe notou o clima estranho entre nós. Acabei tendo que confessar para ela meus sentimentos pelo Gabriel. Ela não brigou; pelo contrário, começou a rir da minha cara e me mandou procurar um psicólogo. Parecia que o mundo inteiro estava zombando de mim.
Foi nesse período que meu irmão começou a namorar, e eu entrei em desespero por acreditar que não era bonita o suficiente. Senti-me traída ao saber que ele tinha tido relações sexuais com ela. Na tentativa de esquecê-lo, busquei me envolver com outras pessoas, mas não deu certo: os garotos só queriam sexo, enquanto eu buscava algo como nos filmes. O único consolo daquela época foi que meu irmão voltou a falar comigo.
Depois de um tempo, meu irmão terminou com a garota por ela tê-lo traído. Foi nesse momento que senti que finalmente conseguiria algo — era apenas um sentimento, pois não aconteceu. Um dia, ele entrou no meu quarto perguntando sobre esses meus sentimentos e eu contei tudo. Assim como nossa mãe, ele deu risada de mim. Mesmo assim, consegui um avanço, pois agora eu podia voltar a dormir no quarto dele, contanto que não tentasse apalpá-lo à noite. Sei que pode parecer estranho, mas, na minha cabeça, foi como se ele estivesse dizendo que eu podia fazer aquilo, e foi o que eu fiz. O tempo passou e tive outro avanço: ele voltou a se trocar na minha frente.
Depois que nosso relacionamento voltou ao normal, meu irmão conseguiu um emprego de aprendiz em um mercado. Eu comecei a ajudá-lo por conta própria, arrumando o quarto dele e fazendo suas tarefas domésticas, como lavar a roupa e fazer o jantar nos dias em que ele deveria cozinhar. Foi nesse período que descobri outro fetiche: cheirei uma cueca dele. Sei que isso pode parecer nojento para algumas pessoas, mas não posso fazer nada sobre os meus gostos. Teve até uma noite em que ele chegou cansado de uma festa no colégio e eu aproveitei para fazer o que vi em um hentai cheirei o pau dele enquanto ele dormia. Depois disso, em algumas noites, eu o tirava para fora e o chupava. Até tentei a penetração, mas fiquei com medo de que ele acordasse.
Em uma noite, ele acordou enquanto eu o chupava e me masturbava, e algo diferente aconteceu: ele não brigou, nem parou de falar comigo. Ele apenas me abraçou e começou a chorar. Confesso que comecei a me sentir muito mal pelo que estava fazendo, mas eu não conseguia mais parar. Foi nessa época que avancei muito no relacionamento com meu irmão ganhei a autorização de chupá-lo e cheirá-lo enquanto ele dormia, eu só não poderia haver penetração. Eu me senti como um leão diante de um prato de carne. Ia ao quarto dele todas as noites; comecei a experimentar passar o fluido dele no meu corpo, usando-o na minha genitália e no ânus para me masturbar.
Foi nesse período que minha mãe começou a me dar anticoncepcionais, dizendo que não queria que o neto dela tivesse 'quatro braços'. Ela também confessou que, quando era mais jovem, mantinha relações com um tio de São Paulo e afirmou que, com o tempo, eu esqueceria meu irmão; ela só não queria nos ver separados. Ela passou a dar conselhos sexuais para mim e para ele, o que o deixava visivelmente desconfortável. Sinto que tenho muita sorte de ter uma mãe liberal. O tempo passou e o que eu achava impossível aconteceu: fiz um 69 com meu irmão. Foi muito gostoso e, aparentemente, ele começou a se excitar com os meus avanços.
Nem eu sei como chegamos nessa situação; ele só acordou e falou para eu chupar o pinto dele com a minha buceta na cara dele. Ele respirava forte, fazendo minha buceta se contrair, e depois ele fungou forte nela. Aparentemente, eu não sou a única que tem fetiche por cheirar coisas. Ele começou a chupar minha buceta de um jeito muito gostoso; eu não conseguia me controlar e nem tinha coordenação motora para chupá-lo enquanto ele me chupava, então eu só coloquei a boca enquanto ele fodia minha boca, mexendo os quadris. Depois de um tempo, eu gozei. Achei que perderia a virgindade naquele dia, mas não aconteceu; nós só deitamos e conversamos enquanto eu alisava minha buceta, escondida debaixo da coberta.
No dia seguinte, pensei que o clima ficaria estranho, como em vários contos que li nesse site, mas nada aconteceu. Nós só tomamos café normalmente e fomos para o colégio juntos. A única coisa que mudou foi que ele estava mais 'grudento' comigo, algo que eu estava amando; até nossos amigos notaram nossa felicidade. Dissemos apenas que nosso aniversário estava próximo, por isso a animação. Nesse mesmo dia, uma amiga em comum veio me pedir ajuda para uma amiga dela ficar com meu irmão. Eu menti, dizendo que ele já tinha namorada. Confesso que foi muito constrangedor, e o clima ficou pesado porque falei isso na frente da garota que queria ficar com ele. A mentira escalou e logo todos na sala falavam da suposta namorada; para minha sorte, ele confirmou minha história. Quando voltamos para casa, ele começou a me zoar por sentir ciúmes do próprio irmão. Então, sentindo-me mais corajosa, comecei a falar safadezas e as coisas que eu pretendia fazer com ele.
Este é o primeiro capítulo, espero que gostem. Essa história aconteceu em 2022. Meu relacionamento com meu irmão continua sendo imoral, mas, pelo menos, nossa mãe nos apoia. Obrigada por lerem.
Esse conto foi escrito por mim mas foi corrigido e revisado pelo Grok
