Olá,Esse foi o primeiro conto que publiquei muito tempo atrás, agora que tenho um pouco mais de experiência, estou revisando os contos mais antigos e melhorando as partes que considero necessarias. Espero que gostem do conto revisado e melhorado.
Me chamo Rodrigo e tenho 33 anos. Esta história aconteceu há 13 anos, com um amigo chamado Júlio. Na época, nós dois tínhamos namorada. Eu o conhecia havia um ano e foi ele quem me apresentou à minha namorada, Vânia, que tinha 21 anos. A namorada dele se chamava Sandra e tinha 23. Eu conheci o Júlio num curso que fazíamos juntos. Ele era branco, 1,80 m, gostava de academia, cabelos pretos e olhos castanhos.
Minha namorada Vânia era amiga de infância dele. Baixinha, 1,60 m, cabelos pretos curtos, pele branquinha, olhos verdes e um corpo cheinho: seios grandes, coxas firmes e grossas e um lindo capô de fusca. Eles já tinham se pegado anos antes, mas continuaram apenas amigos.
Sandra era morena cor de jambo, cabelo preto comprido, olhos verdes, corpo magro e 1,70 m de altura. Muito simpática e brincalhona. Nós quatro tínhamos uma amizade ótima e quase todo fim de semana passávamos vendo filmes na casa do Júlio, que morava só com a mãe.
Naquele fim de semana, eu e Vânia fomos de moto para lá. Ficamos vendo filmes e bebendo cerveja até uma da manhã. Como tínhamos bebido bastante, Júlio nos chamou para dormir. Aceitamos. As meninas ficaram com o quarto e eu e ele colocamos um colchão de casal no chão da sala — como já havíamos feito outras vezes, porque a mãe dele não permitia que dormíssemos em casais.
A noite estava quente e o ventilador quase não ajudava. Uns quarenta minutos depois de deitarmos, eu ainda estava de olhos fechados tentando dormir quando senti Júlio se levantar e ir ao banheiro. Ele demorou uns cinco minutos e voltou de banho tomado. Eu estava de barriga para cima, quieto. Depois de uns três minutos deitado ao meu lado, ele esticou o braço sobre o meu quadril e deixou a mão ali.
Meu coração disparou. Senti os dedos dele deslizarem por cima do meu short. Fiquei paralisado, sem saber como reagir. Será que ele estava dormindo e fazendo aquilo sem perceber? Mas o toque fez meu pau reagir imediatamente. Quando ele percebeu que eu estava duro, apertou meu pau por cima do tecido e começou um vai-e-vem lento.
O tesão foi crescendo mais rápido que o medo. Puxei meu short para baixo, deixando que ele me pegasse de verdade. Seus dedos, ainda frescos do banho, contrastavam com a pele quente do meu pau. Ele inclinou a cabeça e, sem aviso, enfiou tudo na boca num ritmo delicioso e molhado.
Eu morria de medo de alguém acordar e vir ao banheiro, mas não conseguia mandá-lo parar. Meu pau já estava babado de saliva dele. Ele parou de me chupar, tirou a bermuda e eu vi seu pau duro ao meu lado: 17 cm, bonito, com o prepúcio cobrindo metade da glande. Eu já tinha reparado nele outras vezes quando ele se trocava na minha frente e sempre achei aquele pau especialmente atraente.
Júlio pegou minha mão e a colocou sobre seu pau. Ele pulsava quente na minha palma, com uma gota de lubrificação natural escorrendo. Comecei com movimentos tímidos, mas logo peguei o ritmo. Ele se sentou recostado no sofá, pernas abertas, e me chamou com o olhar. Eu sabia exatamente o que ele queria.
Fui para o meio das pernas dele, abaixei a cabeça e tentei engolir tudo, mas só consegui metade sem engasgar. O gosto daquela babinha salgada e o cheiro forte de pau me deixaram inebriado. Chupei devagar, com cuidado para não fazer barulho, enquanto minha mão o punhetava em movimentos circulares, como eu via nas atrizes dos filmes. Logo encontrei um ritmo gostoso e comecei a chupá-lo com mais vontade, lambendo a glande e descendo até onde conseguia.
Depois de uns cinco minutos, ele se recostou mais, segurou minha nuca e empurrou o pau mais fundo. Senti um jorro forte e quente enchendo minha boca. Engoli por impulso, mas veio outro jorro, e depois mais um. O sêmen era adocicado e pastoso. Um pouco escorreu pelo meu queixo. Continuei lambendo e engolindo, mesmo morrendo de medo de sermos descobertos — eu estava adorando aquele gosto.
Ele puxou minha cabeça, lambeu o filete de sêmen que escorria pelo meu queixo e enfiou a língua na minha boca. Seus lábios eram macios e carnudos; a língua lisa e molhada dançou com a minha por longos segundos. Depois ele se afastou e sussurrou que já voltava, precisava tomar outro banho.
Fiquei deitado, coração acelerado, sem saber direito o que fazer. Quase vinte minutos depois ele voltou. Eu estava com vergonha e me virei de lado, fingindo dormir. Ele me abraçou por trás e eu senti seu pau novamente duro se esfregando na minha bunda, enquanto a mão dele procurava o meu pau e começava a me masturbar.
Como eu ainda não tinha gozado, fiquei duro rapidinho. Ele sussurrou para eu virar de costas. Quando virei, ele puxou meu short e colocou minha cueca na minha boca. Senti seus dedos deslizando no meu rego, lambuzados de gel frio. Ele passou por toda a minha bunda e depois no próprio pau.
Eu sabia o que ia acontecer. Apesar do medo e da vergonha, meu cu piscava de tesão. Depois de bastante gel, ele esfregou a cabeça do pau na minha entrada. Eu não aguentei e pedi baixinho: “Enfia logo.”
Ele posicionou a glande e, de uma vez, enfiou até a metade. A dor foi forte. Pedi para ele parar. Ele parou na hora, sem tirar, e ficou alisando minhas costas, sussurrando para eu relaxar. Quando meu corpo se acostumou, ele empurrou o resto bem devagar. Quando senti a cintura dele encostando na minha bunda, ele parou, deixou tudo dentro e começou a tirar e enfiar com calma.
Ele prendeu meus dois braços para trás, me dominando completamente. Foi nesse momento que meu maior medo se realizou: ouvi alguém saindo do quarto e vindo na nossa direção. Tentei me mexer, mas estava imobilizado, com a cueca na boca e os braços presos. Júlio pediu para eu ficar quieto e continuou me penetrando devagar.
Olhei para o lado e vi Sandra, de camisola e calcinha, parada ao lado do sofá, observando a cena enquanto ele me comia.
Achei que ela ia fazer um escândalo. Em vez disso, ela sentou no sofá de frente para mim, abriu as pernas e enfiou a mão dentro da calcinha, esfregando a boceta enquanto nos olhava.
Júlio deitou sobre mim e sussurrou que tinha combinado tudo com a Sandra — ele mesmo a havia chamado para assistir. Eu me sentia humilhado, mas ver Sandra se masturbando enquanto ele me fodia era absurdamente excitante. Ele soltou meus braços, me colocou de quatro e Sandra tirou a cueca da minha boca. Em seguida, colocou o dedão do pé na minha boca. Comecei a chupar sem pensar duas vezes, enquanto ela me olhava com cara de safada.
Dois minutos depois ela levantou, tirou a calcinha, deitou na minha frente de pernas abertas e mandou eu chupar. Enfiei o rosto na boceta dela, lambendo com vontade. Júlio acelerou o ritmo, bombando forte no meu cu. Sandra começou a falar baixinho, safadezas, enquanto acariciava minha cabeça:
— Ele é viciado em sexo anal… eu odeio. Então ele me perguntou se podia comer o cuzinho de outra pessoa. Ele percebeu o jeito que você olhava pro pau dele fazia tempo e achou que você ia deixar. Eu aceitei, mas com a condição de poder assistir… ou participar.
Enquanto me contava isso entre gemidos, ela perguntou se eu estava gostando de ser o viadinho dele, que agora eu ia ter que dar a bundinha sempre que ele quisesse, que ela ia me transformar na putinha particular do namorado dela. Aquelas palavras me levaram ao limite. Meu pau latejava e eu gozei forte, jorrando no colchão. No mesmo instante Júlio me segurou com força pela cintura, socou mais fundo e gozou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente.
Sandra também gozou na minha boca, tremendo. Depois, com cara de satisfeita, ela disse que eu não podia lavar o cu — queria que eu dormisse com a porra dele dentro de mim. Eu aceitei. Nós nos vestimos. Eles foram tomar banho e eu apaguei quase imediatamente, sentindo a bunda melada de gel e sêmen do meu amigo.
No dia seguinte acordei todo dolorido. Tomei um banho longo e, a partir dali, começamos a nos encontrar uma vez por semana, sem a minha namorada, na casa do Júlio ou da Sandra, sempre que os pais dela viajavam.