SINDROME DO NINHO VAZIO PT 2

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2406 palavras
Data: 04/04/2026 12:19:34
Assuntos: Heterossexual

Rose acordou de bom humor e sem se sentir nem um pouco culpada por ter chupado o pau do Marcelo na noite anterior. Mas será que ela tinha se aproveitado dele?, pensou. Quer dizer, ele estava numa situação complicada, com o pau grosso preso no zíper. Por outro lado, ele não precisava ter ficado excitado enquanto ela massageava. Ela só estava tentando ajudar o rapaz. Hum? Bem, no final os dois saíram ganhando, não é?

Por incrível que pareça, ela ainda conseguia sentir o gostinho residual da porra dele na boca. De repente, o telefone tocou, interrompendo seus pensamentos. Ela estendeu a mão e pegou o celular na mesa de cabeceira. Era o rosto do marido, Paulo, sorrindo na tela. Rose franziu a testa. Por que ele estava ligando tão cedo?

— Alô, querido? — disse ela, bocejando.

— Quero te pedir desculpas, meu bem, por ter sido insensível com a sua situação. É que eu tenho andado muito ocupado no trabalho ultimamente, tentando fechar um contrato grande com um hospital ...

Rose jogou os longos cabelos loiros para trás e sentou-se na cama. Ela queria dizer o quanto ele era um marido autoritário, mas não falou nada. Ainda amava ele e, de certa forma, estava acostumada a ser a dona de casa dedicada e obediente. Depois de vinte e dois anos, por que mudar agora?

— Tá tudo bem, querido. Sério. Essa síndrome do ninho vazio está afetando nós dois, não só eu.

— Então, como você está se sentindo esta manhã, Rose? — perguntou ele, parecendo realmente interessado.

— Eu me sinto muito melhor, Paulo. Quer dizer, não estou mais vendo o mundo através daquela névoa depressiva. Faz tempo que eu não me sinto tão bem.

— Isso é ótimo, querida. Queria estar aí agora pra te dar um abraço bem apertado.

Rose sorriu e disse:

— Eu te amo, Paulo, e queria que você estivesse aqui. — E ela estava falando sério.

— Que bom que o novo remédio está fazendo efeito, meu bem. Você está sentindo algum efeito colateral?

Rose sorriu sozinha, pensando em como tinha engolido o “soro da juventude” do Marcelo. Sentiu a vagina começar a ficar molhada.

— Os efeitos colaterais não são ruins não. Só me deixa bem molhadinha.

Paulo riu:

— Sério?

Rose deu uma risadinha:

— E me dá uma vontade estranha de comer porra.

Paulo caiu na gargalhada:

— Bom, você sabe que eu não sou a pessoa certa pra isso. Que nojo!

Rose revirou os olhos azuis e balançou a cabeça:

— Você nunca é. Eu só queria, pelo menos uma vez, que você me deixasse te agradar assim, Paulo.

— Só as prostitutas usam a boca nos homens. Você não é uma prostituta, é?

Revirando os olhos de novo, ela respondeu:

— Não, Paulo.

— Isso mesmo. Você é minha esposa, eu te respeito, te amo e jamais vou te submeter à humilhação de chupar meu pau. Eu sei que você fez um pouco de sexo oral antes de nos casarmos e que me disse que odiava. E que só fazia isso pra não perder a virgindade e...

— Eu sei o que eu disse, Paulo. Tá bom? — respondeu ela, tentando não ser grossa.

— Você está brava comigo, querida?

— Não, Paulo. Você tem razão… só putas chupam pau.

— De onde você tirou essa palavra, Rose?

— Que palavra, querido?

— “Pau”?

— Já ouvi você falar isso antes...

— Pois é, não fala mais isso! Não gosto de ouvir minha esposa usando palavras tão indecentes!

— Sim, Paulo. Desculpa, querido.

— Continue sendo a esposa leal e linda que eu adoro encontrar quando volto pra casa, Rose.

Rose sorriu. Gostou do elogio.

— É melhor eu ir agora, querida.

— Eu te amo, Paulo. Volta logo pra casa.

— Também te amo, meu bem. — clique

Rose largou o telefone na cama, deitou de costas e cobriu o rosto com as mãos. Agora estava se sentindo culpada por ter chupado o Marcelo. Droga! Ele era um homem, não uma criança. Mas ela não tinha transado com ele, só... Meu Deus! Sua cabeça estava girando. Estava tão confusa. Mesmo assim, a sensação de ter o pau dele na boca parecia certa. Droga, Paulo, por que você tinha que ligar justo agora?

Ela saiu da cama e correu pro banheiro pra escovar os dentes, principalmente pra tirar o gosto do Marcelo da boca. Depois tomou um banho quente bem longo, que sempre a fazia se sentir melhor. E fez mesmo.

Em seguida, prendeu o cabelo loiro num rabo de cavalo e vestiu roupas confortáveis pra ficar em casa: uma regata branca de alcinha e sua calça de ioga preta favorita. Desceu as escadas pra começar o dia. Assim que chegou no pé da escada, viu a caixa da Papoz Pizzaria ainda em cima da mesa de centro, onde tinha deixado na noite anterior. Isso era raro, porque ela sempre mantinha a casa organizada. Ver a caixa trouxe imediatamente à tona o que tinha acontecido com o Marcelo. Aquele doce e saboroso incidente.

Rose afastou o pensamento, pegou a caixa, levou pra cozinha e jogou no lixo. Limpou as mãos e sorriu sozinha:

— O que os olhos não veem, o coração não sente.

A campainha tocou.

Ela foi até a sala e abriu a porta. Era o Marcelo parado ali. Rose ficou de boca aberta e engoliu em seco.

— Marcelo?

Ele sorriu. Nossa, que sorriso lindo ele tinha.

— E aí, Rose? — disse ele, entrando sem pedir licença.

Ela cruzou os braços e tentou fazer cara séria:

— O que você tá fazendo aqui, Marcelo?

Ele sorriu de novo:

— Acho que deixei minha carteira aqui ontem à noite.

— Sério?

— Sim. — Ele sorriu de canto e foi direto pro banheiro. Rose seguiu ele e, de fato, a carteira estava lá, perto do vaso sanitário. — Ah, aqui está.

Ele olhou pra ela e Rose não conseguiu evitar corar.

Marcelo se abaixou pra pegar. O short largo que ele estava usando era bem fino e Rose se pegou olhando pra bunda jovem e musculosa dele e pras pernas grossas.

— Eu nem tinha sentido falta até chegar em casa ontem à noite.

— Bom, agora você encontrou.

— É, deve ter caído quando eu tirei a calça — disse ele com um sorrisinho safado.

Rose corou, sem saber o que responder. Ele tinha tirado a calça ou foi ela? De repente, sentiu uma tontura e teve que se segurar no batente da porta pra não cair.

Marcelo estendeu a mão rápido e segurou o braço dela.

— Você tá bem? — perguntou, levando ela até o sofá e ajudando a sentar.

— Sim, vou ficar bem, Marcelo — respondeu ela, sem conseguir tirar os olhos da virilha dele. Nossa, como aquele short era fino! Dava pra ver o contorno da cabeça do pau. Lembrou como era grande e grosso dentro da boca dela. Sua boca começou a salivar.

— Tá tudo bem aqui embaixo, caso você esteja se perguntando — ele piscou e segurou a virilha. — Mas você já sabe disso, né? — brincou.

Rose engoliu em seco e desviou o olhar:

— Marcelo?

— Quero que você saiba que me ajudou pra caramba ontem à noite, Rose.

Ela sorriu, nervosa:

— De nada.

— Posso dizer com toda honestidade que esse foi o melhor primeiro socorro que já recebi na vida — disse ele, piscando. — Não consegui te tirar da cabeça quando saí daqui. Aliás, bati o carro pensando em como sua boca era gostosa.

Os olhos de Rose se arregalaram:

— Você bateu o carro?

Marcelo riu e sentou do lado dela:

— Sim. Mas tô bem.

— Sinto muito que você tenha batido o carro, mas a culpa não é minha, hein.

— Eu sei, e não tô te culpando, meu bem — disse ele, passando o braço pelos ombros dela e puxando ela pra perto.

Rose se afastou e se levantou:

— Marcelo, a gente precisa conversar sobre ontem à noite.

Marcelo riu:

— Com certeza! — Ele segurou o braço dela e puxou ela pro colo dele.

Rose tentou se levantar, mas ele a segurou com força. Então ela deu um tapa na cara dele.

Marcelo soltou ela, levou a mão ao rosto e olhou atônito.

— Desculpa, Marcelo!

Ele balançou a cabeça:

— Que se dane!

Rose estendeu a mão pra tocar o rosto dele, mas Marcelo deu um tapa na mão dela.

— Não me toca, sua louca! — gritou ele.

Rose caiu de joelhos e começou a chorar.

Marcelo balançou a cabeça e se recostou no sofá:

— Maldita velha confusa!

— Eu não sou velha! — retrucou Rose.

— Você tem quase a idade da minha mãe e eu não acredito que deixei você encostar esses lábios velhos no meu pau.

— Eu já disse que sinto muito, Marcelo!

— Sabe de uma coisa? Eu vim aqui pra te convidar pra sair com o pessoal hoje à noite, mas agora que se dane!

Rose se arrastou até ele:

— Por favor, Marcelo, me desculpa.

Ele cruzou os braços e virou o rosto.

— Por favor, me perdoa.

— Quanto você tá arrependida? — debochou ele.

Rose sorriu e colocou as mãos nos joelhos dele.

— Sinto muito, meu bem — disse ela, deslizando as mãos pequenas pelas coxas grossas e musculosas dele.

— Minha bochecha ainda tá doendo — reclamou ele, virando o rosto pra ela ver.

Ela estremeceu ao ver as marcas das unhas.

— Ah, querido... — Rose se ajoelhou, inclinou e beijou a bochecha dele. De repente, Marcelo virou o rosto e a beijou com força na boca. Segurou a nuca dela com as duas mãos e enfiou a língua. Rose sugou a língua dele com vontade e relaxou contra o corpo dele.

Quando ele finalmente soltou, ela estava sem fôlego, com o coração batendo forte. Uau! Paulo nunca tinha beijado ela daquele jeito. Dava pra sentir o desejo cru e a luxúria daquele jovem por ela. Era algo primitivo.

Deslizando a mão por baixo do short dele, Rose pegou o pau pulsante. Estava duro como na noite anterior. Ela queria tanto sentir ele dentro dela, dentro da sua buceta molhada. Mas pensou no Paulo e não podia deixar ele foder ela.

Ela deslizou pro chão, ficou de joelhos e puxou o short do Marcelo até os tornozelos, mas ele a empurrou pra trás e balançou a cabeça.

— Minha vez — disse ele.

Segurou Rose pelos braços, puxou ela pro sofá, ajoelhou e, com um puxão brusco, baixou a calça de ioga dela até os tornozelos. Rose cobriu rapidamente os pelos pubianos com as mãos, envergonhada, porque Paulo nunca deixava ela depilar. Mas isso não incomodou Marcelo. Ele afastou as mãos dela e passou os dedos pelos pelos, roçando os lábios molhados.

— Ah, eu quero tanto lamber essa xoxota — murmurou ele, inclinando o rosto e enterrando entre as pernas dela.

A língua dele era uma delícia roçando no clitóris inchado.

— Ah, Marcelo! — gemeu Rose, segurando os cabelos dele com força.

De repente, ele enfiou dois dedos fundo na vagina dela e, enquanto lambia, começou a foder com os dedos, girando e torcendo.

Rose mordeu o lábio e arqueou as costas. Fazia muito tempo que ninguém fazia sexo oral nela. A sensação era maravilhosa. Estava tão perto de gozar... tão perto! Marcelo percebeu e aumentou o ritmo, enfiando os dedos mais rápido.

Ele levantou o rosto por um segundo e disse:

— Goza pra mim, sua vadia!

Puta merda. Se fosse o Paulo chamando ela de vadia, seria um balde de água fria. Mas vindo daquele jovem bonito com aquela língua habilidosa, foi diferente.

— AI MEU DEUS!!! — gritou Rose com toda a força. O orgasmo veio como uma onda gigante. Suas pernas tremeram, o corpo estremeceu de prazer e ela jorrou um longo jato de gozo bem no rosto bonito do Marcelo. Fazia anos que ela não ejaculava assim.

— Ah, porra! — exclamou Marcelo, com o rosto todo molhado. — Nunca tinha visto uma vadia ejacular na minha cara. Isso foi foda!

Ele enfiou os dois polegares na buceta dela, abriu bem e voltou a lamber. Rose estava fraca demais pra impedir. A língua grossa dele não parava no clitóris. Logo veio outro orgasmo forte, fazendo o corpo dela se contrair inteiro. Rose gritou e jorrou mais uma vez direto na boca dele.

De repente, a visão dela ficou turva e ela desmaiou.

Rose acordou com o Marcelo em cima dela, transando com força e rapidez. O pau dele parecia aço dentro dela. Batendo fundo, bombeando sem parar. Ela não tinha dado permissão, mas estava maravilhoso! A regata tinha subido e os seios grandes balançavam a cada estocada. Queria mandar ele parar, mas estava gostando demais da sensação daquele pau jovem e pulsante dentro dela.

— Ah, sim! Essa buceta de puta é tão gostosa! — gritou Marcelo, fodendo cada vez mais rápido e mais forte.

Sem perceber, Rose começou a gemer o nome dele várias vezes — algo que nunca tinha feito com o Paulo. Isso excitou ainda mais o Marcelo. De repente, ele enfiou o pau até o fundo, gemeu alto e gozou dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. O sêmen escorria pra fora enquanto ele dava mais algumas estocadas lentas, esvaziando até a última gota.

Ainda com o pau dentro dela, ele se apoiou nos cotovelos e olhou pra Rose com cara de exausto, mas satisfeito. Ela acariciou as costas dele carinhosamente:

— Ai, querido, você foi maravilhoso.

Marcelo deu um sorrisinho irônico:

— Preciso fazer xixi.

Ele saiu de cima dela e foi pro banheiro. Nem fechou a porta antes de começar a urinar. Rose sorriu mesmo assim e ficou ouvindo o barulho forte do xixi dele. Quando terminou, Marcelo saiu, juntou as roupas e começou a se vestir. Rose sentou na sofá e ficou observando.

— Quero que você saia com a gente hoje à noite, Rose. E quero que você vista aquele biquíni vermelho que o Paulo comprou pra você.

Rose deu uma risadinha:

— Paulo disse que eu não posso mais usar ele.

Marcelo se aproximou, ajoelhou do lado dela e falou baixinho:

— Pois eu tô mandando você usar essa porra pra mim. Vai usar?

Rose sentiu o coração disparar:

— Eu faria qualquer coisa por você, Marcelo.

Ele sorriu:

— E você vai. — Inclinou e deu um beijo nela. — Vou te buscar hoje à noite, lá pelas oito. Esteja pronta.

Rose assentiu rápido:

— Sim, Marcelo. Vou estar pronta.

Ele se levantou, deu um tapinha leve na cabeça dela:

— Essa é a minha garota.

Virou pra ir embora, mas parou, virou de novo, baixou o short e segurou o pau:

— Beija meu pau antes de eu ir.

Rose sorriu, sentou, inclinou o corpo e, obedientemente, beijou a cabeça do pau dele. Depois lambeu a uretra úmida. Viu as pernas do Marcelo tremerem um pouco.

— Uau! — ele exclamou, puxou o short pra cima, virou e saiu pela porta da frente.

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