MÃE INSATISFEITA 1

Um conto erótico de Adm1976
Categoria: Grupal
Contém 7515 palavras
Data: 04/04/2026 11:39:38
Assuntos: Amigos, Grupal, Incesto, Mãe, Puta

Uma esposa que não recebe os cuidados necessários do marido terá que recorrer ao filho e aos amigos dele.

CAPÍTULO 1

—Querida, agora não, por favor. Estou exausta. Vamos deixar para outro dia, tá bom…?

Meu marido fez isso comigo na cama, bem na hora em que eu estava enfiando a mão por baixo da cueca dele, tentando deixá-lo excitado. Ele se virou, ajeitou o travesseiro e, em menos de dez segundos, estava roncando como um trator. Completamente fora de ação.

É sempre a mesma coisa. Já faz vários meses que não tenho nada. Nada. Zero. Então eu recorro ao vibrador grosso que guardo na gaveta de meias para aliviar minha excitação, porque senão vou explodir.

Qualquer um pensaria que meu marido tem uma amante na rua, uma garota de vinte anos, ou uma paciente flertando com ele no consultório. Mas não. Impossível. Trabalhamos juntos na clínica de oftalmologia ao lado de casa, consultório com consultório, porta a porta. Ele é especialista em retina e vítreo, e eu sou especialista em catarata e cirurgia do segmento anterior. Não há a menor possibilidade de ele estar me traindo.

Meu nome é Valeria, tenho quarenta e oito anos e estou ótima, e Sebastián já passou dos cinquenta. Temos um filho, Miguel, que acabou de fazer dezoito anos e parece ter vinte e dois.

Eu nunca traí meu marido. Nunca. Mas sou uma daquelas mulheres com um desejo sexual altíssimo, uma libido nas alturas, e com um marido que não conseguia ter uma ereção nem com um guindaste... bem, eu tinha que fazer alguma coisa. Comecei a me vestir de forma mais ousada, com roupas mais justas e provocantes. Mas não para seduzir um homem de meia-idade da minha idade, com barriga e pênis meio flácido. Não. Eu queria homens jovens e potentes, com o pau duro o dia todo e um desejo ardente de me penetrar fundo sem parar. Isso é o que meu corpo estava me implorando.

Passaram-se semanas e o candidato perfeito não dava sinal de vida, nem na clínica, nem na rua.

Eu estava em casa numa tarde de sábado quando meu celular tocou. Era o Miguel.

—Olá, mãe. Vou sair da academia com o Roberto e o Alejandro daqui a pouco. Queremos ir para casa nos divertir, jogar PlayStation, tomar umas cervejas… E talvez a gente durma aí. Posso, mãe?

—Claro, meu amor. Venha, não se preocupe. Estarei te esperando com tudo pronto.

Esses três meninos se conhecem desde crianças. São como meus filhos adotivos. Entram e saem de casa como se fosse a deles, e sempre me chamaram de "tia". Confiança total.

Cerca de quarenta e cinco minutos depois, os três chegaram com uma aparência deplorável, encharcados de suor, com as roupas de ginástica grudadas no corpo. A academia ficava a apenas dois quarteirões de distância, mas eles pareciam ter acabado de correr uma maratona.

—Oi, mamãe... Como você está? — disse Miguel, dando-me um beijo na bochecha.

"Boa noite, tia", disse Alejandro, o mais astuto e galanteador dos três, olhando-me de cima a baixo. "Nossa, doutora! A senhora está radiante! Está ótima!"

"Oi, tia", continuou Roberto, com os olhos arregalados. "Nossa, meus parabéns! Onde você conseguiu esse corpo incrível? É impressionante!"

Os três me encaravam como cães raivosos. Eu usava calças jeans skinny que se agarravam às minhas nádegas e vulva como uma segunda pele, uma blusa justa e decotada que deixava à mostra a borda do meu sutiã de renda, e sandálias de salto alto que faziam minhas pernas parecerem mais longas.

"Vamos lá, crianças, não exagerem!", eu disse a eles, rindo, mas por dentro eu estava sentindo um calor delicioso.

"Mãe, falando sério", interrompeu Miguel, olhando para mim de um jeito que eu nunca tinha visto antes. "Você tem um corpo de campeã. Você é linda demais... linda demais..."

Aquilo me deu um arrepio de verdade. O fato de meu próprio filho me ver daquele jeito, como uma mulher, como um objeto sexual... fez meus hormônios dispararem. E eu, incapaz de me conter, também dei uma olhada nos três: corpos suados, roupas de lycra justas, volumes definidos, corpos sarados, pernas fortes, braços musculosos da academia... Dava para ver tudo. Tudo.

E então me dei conta: por que eu estaria procurando rapazes na rua quando tenho três bem aqui em casa, prontos para serem devorados por inteiro?

"Certo, pessoal", eu disse calmamente, embora a ideia já estivesse fervilhando em minha mente. "Vou pedir uma pizza grande. Mas escutem... ninguém senta à mesa cheirando a bode! Então, todos, tomem um banho agora. Vamos lá, meus soldados!"

Os três se entreolharam, riram e correram escada acima para o banheiro, enquanto eu fiquei lá embaixo pedindo pizza... e pensando no que poderia acontecer naquela noite se as coisas ficassem interessantes, aproveitando o fato de que meu marido "gordinho" teria uma reunião com os amigos até tarde da noite.

"Droga, será que vou ficar aqui sentada como uma idiota enquanto aqueles três tomam banho?" pensei. "De jeito nenhum. Vou subir para o meu quarto e vestir algo ainda mais ousado. Quero que eles fiquem babando e com ereções instantâneas."

Corri para o quarto, tirei minha blusa e calça jeans e vesti um shortinho preto de spandex que realçava minha bunda e minha xoxota como se fossem pintadas no corpo, uma regata fina que deixava meus mamilos quase à mostra e as mesmas sandálias de salto alto. Me olhei no espelho, ajeitei meus seios e disse para mim mesma: "Valecita, você está parecendo uma putinha campeã, você é tão gostosa."

O segundo andar tem uma varanda externa com vista para todos os cômodos, como um corredor a céu aberto. Aproveitando a escuridão, como uma gata no cio, contornei a varanda e cheguei à janela do quarto de Miguel pelo lado de fora. A cortina não estava bem fechada; havia uma fresta perfeita para espiar.

Miguel já tinha entrado no banheiro, mas Roberto e Alejandro ainda esperavam a vez deles, nus, prontos para entrar. Alejandro, mais conhecido como "Negro", tem cerca de um metro e oitenta de altura, pele muito escura, músculos perfeitos de academia e um pênis grosso, comprido e negro, com testículos pesados, pendurado entre as pernas. Caramba, parecia delicioso!

Roberto, o mais alto, quase um metro e noventa, o mais bonito dos três (embora os três fossem incrivelmente atraentes), de pele clara, e seu pênis tinha o mesmo tamanho e formato que o de Alejandro, mas com a glande exposta; ele devia ter sido circuncidado quando criança. A veia grossa era claramente visível, e ele já estava meio ereto só por estar ali.

Quando Miguel saiu do banheiro, quase caí para trás. Seu pênis flácido era maior que o dos amigos dele. Eu não o via nu desde os meus doze anos, e agora... caramba, que mudança. Corpo atlético, porte físico semelhante ao de Alejandro, pele tão branca quanto a minha. Seu pau estava pesado, grosso, com veias salientes. Minha boca ficou aberta e minha vagina pulsava. Os três nus, musculosos, com aqueles paus prontos para a ação... minha vagina ficou molhada imediatamente.

Nesse instante a campainha tocou. Desci correndo para pegar as pizzas. O entregador me encarou como um idiota, com os olhos grudados nos meus seios e no short que subia entre as minhas nádegas. Paguei a ele e fui colocar as duas caixas na cozinha.

Miguel foi o primeiro a sair do carro, vestindo bermuda e camisa polo. Quando me viu assim, deu-me um tapa forte na bunda: Pá!

—Nossa, doutor, que belo traseiro ela tem!

—Ei, seu atrevido... você nem consegue se livrar da sua própria mãe, né?

Então Alejandro entrou, vestindo uma regata e shorts. Ele me olhou de cima a baixo: seios, bunda, pernas, pés.

—Nossa, garota, você está deslumbrante! Você tem um corpo maravilhoso…

"Tá bom, tá bom, seu idiota!" disse Miguel. "Lembra que ela é minha mãe."

"Com licença, Miguelito, sabemos que ela é sua mãe, mas ela continua sendo uma mulher espetacular, não é, meu irmão…?" disse Roberto, vestido da mesma forma, olhando fixamente para mim.

Miguel fez uma pausa de alguns segundos e então disse:

"Vocês têm toda a razão, pessoal! A senhora Valeria é muito gata", disse ele com um sorrisinho que me excitou ainda mais.

—Ok, pessoal, chega de elogios. Sentem-se e comam, a pizza ainda está quente—eu disse, corando levemente, mas com a minha vagina molhada, pensando que meu filho também estava me olhando como uma mulher.

Durante o jantar, flertei descaradamente com Roberto e Alejandro, sem que meu filho percebesse: rocei minha perna na deles por baixo da mesa, inclinei-me para que pudessem ver meu decote e lambi meus lábios lentamente. Miguel não percebeu, ou fingiu que não. Depois, eles foram para o sofá da sala jogar videogame, gritando e rindo.

Fiquei com eles por um tempo, sentada no meio, cruzando e descruzando as pernas para que pudessem ver. Depois, me despedi.

—Boa noite, pessoal. Não façam muito barulho, ok?

Subi para o meu quarto, troquei de roupa e vesti o pijama: um shortinho de cetim e uma regata de cetim macia que delineava meus seios e mostrava tudo. Me joguei na cama, ouvindo as vozes e risadas deles lá embaixo. Aos poucos, tudo foi ficando em silêncio. Tentei dormir, mas não consegui. Minha mente não parava de reproduzir os enormes pênis do meu filho e dos amigos dele, aqueles paus grossos, pesados ​​e balançando, seus corpos suados e musculosos. Minha vagina ardia de pura luxúria, molhada, pulsante. Eu não aguentava mais.

Depois de vagar um pouco, levantei-me descalço e desci até a cozinha para beber água… ou pelo menos essa foi a desculpa. Porque, no fundo, eu sabia que se voltasse para a sala de estar, as coisas poderiam ficar bem interessantes.

Alejandro e Roberto supostamente estavam dormindo nos móveis da sala, mas depois descobri que eles me viram passar como um fantasma na penumbra, meus shorts de cetim colados no meu bumbum, as alças mal sustentando meus seios. Desci as escadas descalça, sentindo o chão frio sob meus pés, e fui até a cozinha me servir um copo d'água. Fiquei de costas para a porta, inclinada levemente sobre a bancada, deixando meus shorts subirem e delinearem claramente minha vagina e minhas nádegas.

Segundos depois, senti o calor de um corpo pressionado contra minhas costas. Era Roberto, alto, musculoso, com o pênis já meio ereto, roçando minha bunda através do tecido. Ele colocou a mão no armário como desculpa, mas sua respiração quente atingiu a minha nuca.

"Com licença, tia... Não consigo dormir. Estou com sede..." ela sussurrou, mas sua voz saiu rouca e tensa.

"Oi, meu amor... Sem problemas. Eu também não consigo pregar o olho. Está um calor insuportável..." respondi, sem me mexer, deixando que ela se aconchegasse ainda mais perto de mim.

Nesse instante, Alejandro entrou, com os olhos brilhando.

"Nossa, garota! Você está tão gostosa nesse pijama! O cetim fica incrível em você, realça seus peitos e sua bunda..." ele disse, me devorando com os olhos.

"Ei, seu atrevido...! Lembre-se, eu posso ser sua mãe..." Dei um sorriso sedutor para ele.

—Vamos ver, doutorzinho, você poderia dar uma olhada para ver se meus olhos estão bem…? —disse Roberto, todo travesso.

—Ah…! Então você tem problemas de visão… Bem, seu médico vai curá-la agora mesmo— eu disse, virando-me bem devagar, com os calcanhares levantados.

Ambos me olharam como se quisessem me devorar.

"Tia, você é muito má conosco..." disse Roberto.

"E por que eu sou má se não fiz nada para eles?", perguntei, fingindo inocência, mas já sentia minha vagina ficar molhada só de ouvi-los.

—É exatamente por isso, tia... porque você ainda não fez nada conosco— respondeu Alejandro, aproximando-se do outro lado e me encurralando contra o balcão.

"Então, o que vocês querem que eu faça com vocês?", perguntei, encarando-os atentamente, com a voz baixa e provocativa.

Roberto não poupou palavras:

—Mostre-nos esses lindos seios, nus. Queremos vê-los todos.

"Vocês são loucos, crianças! Vocês não sabem o que estão pedindo. Vocês poderiam ser meus filhos!"

—Mas nós não somos— disse Alejandro, com um sorriso travesso.

"Claro, tia", continuou Roberto. "Nunca vimos seios tão grandes, tão firmes, tão exuberantes como os seus. Por favor..."

Fiquei parada ali por um segundo, pensando, com o coração acelerado no peito e a minha vagina pulsando forte. Olhei nos olhos deles, vi a fome ali, e senti minha própria luxúria explodir.

—Tudo bem… Mas só por um tempinho, tá bom?

Lentamente, puxei as alças para baixo, deixando a blusa cair para os lados. Meus seios saltaram para fora, pesados, meus mamilos já duros como pedra de excitação. Ambos ficaram sem palavras, boquiabertos, suas ereções claramente visíveis em seus shorts.

"Podemos tocá-los, tia...?" perguntou Alejandro, mas não esperou por uma resposta. Ambos aproximaram as mãos ao mesmo tempo e começaram a massageá-los, apertando suavemente, mas com firmeza, beliscando os mamilos. Um choque elétrico percorreu meu clitóris até a nuca. Soltei um longo gemido:

—Aaaah… aaaah… aaaah! Ok, ok… já chega, pessoal… já chega…

Mas, em vez de me soltarem, trocaram as mãos pelas bocas. Roberto agarrou meu mamilo esquerdo, sugando com força e lambendo em círculos com sua língua quente. Alejandro fez o mesmo com o direito, mordiscando suavemente. Meus mamilos ficaram duros como balas e minha vagina começou a jorrar, encharcando completamente meu short.

—Ooooh… ooooh… mmm… mmm… Como é bom chupar meus peitos, meninos…! —Eu gemi, agarrando suas cabeças e puxando-os para mais perto de mim—. Chega, meninos! Miguel pode acordar…

É claro que elas não pararam nem por um segundo. Pelo contrário, chuparam com mais força, com mais voracidade. Eu estava louca por pau, então simplesmente me entreguei, arqueando as costas.

Roberto, ainda segurando meu mamilo, deslizou a mão por baixo do meu short, direto para minha vagina encharcada. Seus dedos grossos encontraram meu clitóris inchado e começaram a esfregá-lo em círculos deliciosos, lubrificados com meu próprio líquido. Alejandro, não querendo ficar para trás, deslizou a mão para trás de mim, inserindo um dedo no meu ânus, acariciando-o suavemente, e então puxou meu short até os tornozelos. Eu estava completamente nua, exposta, tremendo.

—Uuuufff… uuuufff… Por que meus filhos estão fazendo isso comigo…? Aaaarrgg… aaaarrgg…! Vocês me deixaram nua…! —ela ofegou incontrolavelmente, com as pernas tremendo—. Mmm… mmm… mmm… oooh… oooh… não pare…

Após alguns minutos daquela tortura prazerosa, Roberto me ergueu nos braços como se nada tivesse acontecido, com força, e me carregou até o sofá da sala. Sentou-me com as pernas bem abertas, minha vagina exposta e brilhando de umidade.

"Você está tão gostosa, tia! Completamente nua, com essa xoxota rosada e molhada!" disse Roberto, já tirando os shorts. Seu pau saltou para fora: grosso, com veias saltadas, totalmente ereto, com a glande vermelha brilhando.

Alejandro também se despiu, mostrando seu pênis negro, longo, grosso, com veias salientes e igualmente rígido.

"Você escondia tudo tão bem! Esses peitões, essa bunda redonda... impressionante", resmungou Alejandro.

Roberto ajoelhou-se entre minhas pernas abertas e enterrou o rosto na minha vagina. Sua língua quente lambeu do meu ânus até o meu clitóris, chupando meus lábios, penetrando. Alejandro voltou aos meus seios, chupando-os com força.

—Ooooh… ooooh… aaaah… aaaah… Como é bom ter minha buceta e meus peitos chupados, meus amores…! Mmm… uuuufff… —Eu gemi alto, sem me importar com nada.

—Sluuurrp… sluuurrp… Como sua xoxota está pingando, doutora! Tem gosto de mel… deliciosa… — disse Roberto entre lambidas, colocando dois dedos dentro enquanto chupava seu clitóris.

Alejandro se levantou, agarrou seu pênis negro e o levou até minha boca.

"Chupa, tia... engole tudo... Chupa bem!", ele me ordenou, extremamente excitado.

Abri a boca e o recebi lentamente, sentindo-o entrar grosso e quente, preenchendo minha garganta enquanto Roberto continuava a me devorar lá embaixo. O prazer era brutal, minha vagina pulsava, meus seios queimavam, e eu me perdi naquela loucura de dois corpos jovens e famintos.

Eu não aguentava mais a dupla invasão: o pau grosso e negro do Alejandro penetrando minha garganta repetidamente, enchendo minha boca de saliva e líquido pré-ejaculatório salgado, enquanto Roberto lambia meu clitóris loucamente antes de mirar seu canhão cheio de veias direto na entrada úmida da minha vagina. Meu corpo inteiro tremia, meus peitos balançavam, minha bunda pressionada contra o sofá. E eu gozei.

Um orgasmo brutal percorreu meu corpo dos dedos dos pés à nuca. Me contorci toda, minha vagina se contraindo, jatos quentes respingando no rosto de Roberto enquanto eu ofegava contra o pau de Alejandro.

—Aaaahhh… aaaahhh… Estou chegando… Estou chegando com força, porra…!— Gemei com a voz embargada, babando em volta do pau dele.

Alejandro não parou: continuou penetrando e saindo, fodendo minha boca como se fosse outra buceta, seus testículos peludos batendo no meu queixo.

—Continue chupando, tia… engula tudo… que garganta bonita você tem…

Roberto, com o rosto brilhando com meu líquido, ajoelhou-se entre minhas pernas abertas. Ele agarrou seu pênis grosso, comprido e duro como pedra, com as veias pulsando, e esfregou lentamente sua glande grande e vermelha contra meus lábios vaginais inchados e úmidos.

—Valéria… você quer que eu enfie esse pau todo dentro da sua buceta gostosa…? Diga que sim, doutor… diga que você quer ele todo dentro…

—Sim… sim, por favor, meu amor… coloque dentro de mim… me faça vibrar… ooooh… ooooh… mas devagar, querido… você tem um pau muito grande… você vai me rasgar… continue, continue… por favor…!

Roberto separou meus lábios com a cabeça grossa do seu pênis, penetrando lentamente, centímetro por centímetro. Senti-o me abrindo, sentindo aquela carne quente e dura entrar, me esticando deliciosamente. Minha vagina o sugou para dentro, apertando-o como se quisesse engoli-lo inteiro.

"Assim, Valecita... você gosta, minha rainha...? Consegue sentir como estou te preenchendo?" Roberto sussurrou, com a voz rouca de excitação.

—Sim… assim mesmo, Roberto… hum… hum… devagar… ooooh… ooooh… é tão bom! Está chegando até o fundo… aaaah!

Toda vez que eu tentava falar, Alejandro tirava seu pau preto para fora por um segundo para que eu pudesse respirar e depois o enfiava de volta na minha garganta, fodendo minha boca com estocadas profundas. Eu babava, gemia em volta do seu pau, lágrimas de prazer escorrendo pelas minhas bochechas.

Roberto continuou até chegar ao fundo: sua glande roçando meu colo do útero, seus testículos pressionados contra minha bunda.

—Aaaarrgg… aaaarrgg… você enfiou tudo, Roberto…! Você é um bruto…!—Eu ofeguei, olhando para baixo enquanto seu pau desaparecia completamente na minha buceta rosada e dilatada—. Ooooh… ooooh… ooooh… seu animal estica minha buceta tão bem, querido… mmm… mmm…

—Certo, doutora… está totalmente ereto… sinto sua vagina apertando meu pênis como uma luva quente… hum… que delícia…

E ele começou a bombear. Primeiro devagar, puxando quase todo para fora e empurrando de volta com força. Depois mais rápido, mais forte. O som de carne batendo contra carne molhada preenchia o quarto: tapa… tapa… tapa… tapa… Cada estocada fazia meus seios balançarem, meu clitóris roçando em seu púbis.

"Continue chupando meu pau, tia... você chupa tão bem, droga!" Alejandro rosnou, agarrando meu cabelo para me puxar ainda mais para baixo. "Engula tudo... assim... boa garota..."

Eu tinha dois pênis empalados em mim: um grosso e negro penetrando minha garganta, o outro branco e com veias saltadas rasgando minha vagina. Minhas pernas estavam sobre os ombros de Roberto, minha bunda empinada, completamente exposta. Eu gemi, abafado:

—Mmm… mmm… sluuuurrp… sluuuurrp… mmm… aaaah… sluuuurrp… —saliva escorreu pelo meu queixo, misturada com o líquido pré-ejaculatório dele.

O ritmo ficou frenético. Roberto me penetrava como uma máquina, seus quadris batendo contra minhas nádegas, seus testículos roçando meu períneo. Meu segundo orgasmo vinha com força, imparável. Meu corpo se tensionou, minha vagina se contraiu em volta do seu pênis como se tentasse ordenhá-lo.

— Estou chegando de novo… aaaahhh… aaaahhh…! — Gritei, mas Roberto rapidamente tapou minha boca com a mão livre.

—Shhh, tia… desculpe, mas se eu não te cobrir, o Miguel vai acordar e o quarteirão inteiro vai te ouvir gemendo como uma puta no cio…

Ele me deixou gritar contra a palma da sua mão enquanto o orgasmo me dilacerava: jatos quentes jorrando da minha vagina, encharcando o sofá, as pernas de Roberto, tudo. Eu tremia por inteiro, meus seios balançando, minha bunda contraída.

Quando finalmente consegui respirar, puxei o pênis de Alejandro para fora por um segundo, ofegante:

—Oh, meus filhos… oh, meus amores…! Vocês me fizeram gozar tão bem… duas vezes seguidas! Que pênis deliciosos, duros e saborosos! Vocês realmente sabem como usá-los… droga, estou com tanta vergonha! Me sinto uma vadia… mas não parem… eu nunca quero que vocês parem…

Ambos riram baixinho, seus pênis ainda duros, brilhando com saliva e lubrificante. Roberto ainda estava dentro, movendo-se suavemente agora, e Alejandro esfregava a cabeça de seu pênis negro contra meus lábios, pronto para continuar.

"Olha só como sua xoxota está pingando, Valeria... você está toda molhada... e ainda queremos mais", disse Roberto, dando-me uma estocada lenta e profunda.

Alejandro colocou o pênis dele de volta na minha boca:

—E essa boca… tão gostosa de chupar… vamos revezar a noite toda, tia… até você não aguentar mais…

Apenas gemi em concordância, perdida no prazer, minha vagina pulsando em volta de Roberto e minha garganta cheia de Alejandro. Eu sabia que Miguel podia acordar a qualquer momento… e isso, em vez de me assustar, me excitava ainda mais.

"Que vergonha, seu idiota!" Alejandro exclamou, com o pau ainda duro e brilhando de saliva e do meu líquido. "Você é uma mulher muito safada, desesperada por um homem, e como mulher, você tem todo o direito de se divertir até sua xoxota doer. Aquele seu marido preguiçoso nem te toca, o idiota... quando tem uma mulher linda em casa com peitões, uma bunda redonda e uma xoxota que pinga como uma fonte. Que perda, seu imbecil!"

"Vocês têm toda a razão, meus amores..." Eu ofeguei, ainda tremendo do orgasmo anterior, minha vagina pulsando e aberta. "Então, quem está perdendo é o Sebastian... e aqui estou eu, morrendo de desejo... Não vou mais me conter."

"Muito bem, doutorzinho rico", disse Roberto, agarrando seu pênis grosso e cheio de veias, agora completamente ereto. "Agora vou sentar na beirada do sofá e você vai me montar, recebendo meu pau bem fundo como uma cadela no cio. Seus joelhos afundados na almofada, ao lado dos meus quadris, e esses peitões balançando sobre o meu rosto como sinos... Quero vê-los quicar enquanto a gente te fode."

—O quê? Meus bebês ainda querem mais…? Minha xoxota está escancarada…! —mas eu já estava babando só de olhar para os pênis deles, que continuavam duros, grossos, pesados, com veias saltadas e a glande brilhando.

"Abra bem essa buceta, tia... porque os dois paus vão entrar nessa boceta gostosa: o do Roberto e o meu também", rosnou Alejandro, esfregando seu pau preto no meu clitóris.

"Ai, não, não, não...! Que merda...! A culpa é minha, por ser uma puta submissa! Esses dois paus na minha xoxota ao mesmo tempo? Vão me arrebentar, droga!" Eu gemi, mas o medo se misturava com uma excitação brutal, meu clitóris inchado pulsando só de imaginar.

"Não se preocupe, Valéria", disse Roberto, dando-me um tapa leve, mas firme, na bunda que me fez gemer. "Você vai ver como vai acabar pedindo mais... você vai adorar se sentir preenchida até o fundo."

Roberto me levantou pelas axilas como se eu fosse uma boneca, sentou-se no sofá e enfiou seu enorme pênis bem fundo na minha vagina.

"Aaaarrgg… aaaarrgg… aaaarrgg… Uuuuff… Como suas bochechas são macias, meu amor…!" Mmm… mmm… mmm…

Senti-o a abrir-me novamente, centímetro por centímetro, até que o meu rabo e os seus testículos peludos colidiram. Ele começou a bombear com força, fundo, seguido de estocadas que faziam os meus peitos saltarem loucamente. Plap… plap… plap… o som molhado preenchia o quarto.

Eu estava fora de mim, louca de prazer. Meus gemidos escapavam incontrolavelmente, altos e roucos:

— Ah-ah-ah-ah-ah…! Ooooh… ooooh… ooooh merda… você está me fodendo tão bem…! Você está me transformando numa vadia…! Mmm… aaaah… chupe meus peitos… esfregue esse clitóris… estou gozando de novo…!

Roberto acelerou o ritmo, penetrando como um animal, seus quadris batendo contra minha bunda, enquanto ao mesmo tempo chupava meus peitos loucamente.

—Então, meu amigo… chegue mais perto —Roberto ordenou a Alejandro, sem tirar o pênis para fora, mantendo-o bem fundo dentro dele—. Vamos enfiar nossos dois pênis nessa buceta apertada e quente.

"Ai, não, por favor…! Vai doer tanto, gente…! Não tem espaço para nós dois…!" Implorei, mas minha voz saiu quebrada, traiçoeira, porque no fundo eu queria sentir tudo.

Permaneci na mesma posição: joelhos afundados no sofá, braços e cabeça apoiados nos ombros de Roberto. Ele manteve seu grosso pênis enterrado fundo em mim, imóvel por um segundo, me abrindo o máximo possível. Alejandro também se acomodou atrás de mim e começou a empurrar seu longo pênis negro e cheio de veias contra a entrada já dilatada da minha vagina.

Senti a pressão brutal: a glande de Alejandro lutando para entrar, roçando no pau de Roberto ao mesmo tempo. Minha vagina resistiu por um instante, mas estava tão molhada, tão dilatada de prazer, que aos poucos cedeu. Então, o pau de Alejandro deslizou lentamente para dentro, avançando centímetro por centímetro, encaixando-se ao lado do de Roberto, me esticando como nunca antes. Dor deliciosa, uma sensação de queimação prazerosa e então… puro êxtase.

—Aaaarrggg… aaaahhh… eles estão me despedaçando…! Os dois paus… dentro… juntos…! Que delícia… como estou cheia…! —Gritei, lágrimas de prazer escorrendo pelo meu rosto.

No início, ambos começaram a se mover lentamente, em sincronia: um penetrava enquanto o outro recuava um pouco. O atrito dos seus pênis dentro de mim, contra as minhas paredes, era insano. Meus gemidos se transformaram em uivos abafados.

— Ooooh… ooooh… ooooh… merda… Estou sendo penetrada duplamente…! Continuem… não parem… enfiem mais fundo…! Aaaah… aaaah… Estou gozando… Estou gozando com as duas dentro de mim…!

Roberto agarrou meus seios, chupando meus mamilos enquanto penetrava. Alejandro mordeu meu pescoço, rosnando.

—Sua xoxota está tão apertadinha, tia… ela está ordenhando nossos dois paus… você vai gozar de novo, não vai? Fala… diz que você é nossa puta hoje à noite…

E eu, perdida, só consegui ofegar:

—Sim… Eu sou sua puta… me foda a noite toda… não pare… Estou gozando… aaaahhh! Oooohhh… oooohhh… oooohhh…!

Os rapazes continuavam a enfiar seus pênis fundo em mim, um ao lado do outro, esticando minha vagina ao limite. O atrito de seus grossos pênis se roçando dentro de mim, me preenchendo completamente, era insano. Roberto penetrava fundo com seu pênis cheio de veias, Alejandro enfiava o seu longo e negro com força, em ritmos alternados, até que ambos começaram a ofegar pesadamente.

De repente, Roberto rosnou:

— Estou chegando, Valeria… Estou chegando dentro…! — e ele ejaculou jatos quentes e espessos direto no fundo da minha vagina.

Alejandro não se conteve, deu um último impulso e também explodiu:

"Tome todo o meu leite, doutor... engula na sua xoxota...!"—e ele liberou outro jato poderoso, misturando-se com o de Roberto.

Minha vagina não dava conta: o sêmen transbordava, branco e espesso, jorrando junto com meus fluidos, escorrendo pelas minhas coxas, respingando no sofá e caindo em gotas no chão. O cheiro de sexo puro preenchia o quarto, quente, pegajoso, delicioso.

Os dois retiraram lentamente seus pênis, com um som úmido e obsceno, e minha vagina ficou aberta, vermelha, pulsando, com sêmen escorrendo sem parar. Caí de joelhos no sofá, tremendo por inteiro, meus seios subindo e descendo, minha bunda ainda empinada. Roberto e Alejandro se jogaram no sofá, suados, respirando pesadamente, seus pênis ainda semi-eretos e brilhando com nossos fluidos.

"Caramba, Valéria…!" Roberto exclamou, passando a mão no rosto. "Você é tão gostosa, mulher! Você é uma campeã… você me deixou sem fôlego."

"Oh, meus meninos... meus amores...!" Eu ofeguei, minha voz ainda rouca de tanto gemer. "Vocês me fizeram sentir como nunca antes durante toda essa seca... Que pênis magníficos vocês têm, droga! Monstruosos, grossos, quentes... deliciosos... vocês me preencheram como nunca antes."

—Essa foi a melhor transa da minha vida, tia… a melhor — disse Alejandro. — Nunca senti uma xoxota tão apertada e tão molhada.

De repente, fiquei preocupado:

—Você acha que o Miguel acordou…? E se ele nos ouviu gemendo assim…?

Roberto deu uma risadinha discreta, olhando em direção às escadas.

"Olha, tia... Se o Miguel tivesse acordado com todo esse barulho, ele já estaria aqui, nos observando ou participando da brincadeira. Não acha? Seu filho dorme como uma pedra depois da academia."

Ficamos ali por um tempo, conversando e rindo baixinho, recuperando o fôlego. Mas nem cinco minutos haviam se passado quando percebi seus olhos me examinando novamente: meus seios fartos com os mamilos ainda rígidos, minha vagina aberta brilhando com sêmen, minhas pernas bem abertas, revelando tudo. Lentamente, seus pênis começaram a se erguer novamente, grossos, com veias saltadas, prontos para mais.

Roberto aproximou-se, agarrou um dos meus seios e apertou-o suavemente.

—Agora, Dra. Valeria… vamos realizar algumas cirurgias urgentes.

Eu ri de forma brincalhona.

—Hehehe… Então agora vocês também são médicos, é?

"Claro!" disse Alejandro, esfregando seu pênis negro já meio ereto. "Mas somos ginecologistas especialistas... e proctologistas também. Vamos operar sua vagina e seu ânus com nossos instrumentos especiais que estão pendurados aqui embaixo."

"Oh, crianças... não sejam malvadas!" protestei, mas já sentia minha vagina latejando novamente. "Minha xoxota ainda está um pouco dolorida por causa dos dois paus juntos... e eles nem sequer tocaram no meu cu ainda."

"Não se preocupe, tia", disse Roberto, beijando meu pescoço enquanto sua mão deslizava para acariciar meu ânus com um dedo. "Somos especialistas nisso. Dói um pouco no começo, mas depois você vai gostar tanto quanto gostou com os dois paus na sua buceta. Vamos te preparar bem, com saliva, com o meu suco... você vai implorar por mais."

—Não quero que eles quebrem meu cu com aqueles porretes enormes que eles têm entre as pernas... são grandes demais, droga.

"Vamos ter cuidado, doutor... prometemos que o senhor vai gostar muito, muito mesmo..." disse Alejandro.

"Bem, meus filhos", respondi, já derrotada, mas excitada, tomada por uma curiosidade mórbida. "Oh... sim... façam o que quiserem comigo... mas devagar no começo... quero sentir vocês entrarem... quero me divertir como nunca antes."

"Muito bem, doutor... suba em cima e cavalgue esse pau como a cadela no cio que você é", rosnou Roberto, jogando-se para trás no sofá, com as mãos atrás da cabeça, seu pau grosso e cheio de veias apontando para o teto como um mastro pronto para ser montado. Ele ainda brilhava com sêmen e meus fluidos, pulsando impacientemente.

"É incrível a energia que vocês têm, meus amores! Tudo isso me deixa mais excitada, mais safada, mais puta, com mais vontade de continuar..."

Subi devagar, ajoelhando-me ao lado de seus quadris largos. Segurei seu pênis quente com a mão, guiando-o direto para minha entrada úmida, e comecei a me abaixar lentamente, sentindo a glande grossa separar meus lábios novamente. Centímetro por centímetro, me empalei, minha vagina o engolindo por inteiro até que a glande tocou meu colo do útero com força. Fiquei imóvel por um segundo, tremendo, meus seios pesados ​​balançando contra meu peito.

—Ooooh… ooooh… merda… entrou tudo, meu bem…! Uuufff… uuufff… que bunda maravilhosa você tem, Robertito! Aaaah… aaaah… aaaah… você está rasgando minha xoxota de novo… Vocês são incansáveis, droga, incansáveis…! Vocês não imaginam o quanto eu estou curtindo esses paus enormes… mmm… mmm… eles estão pegando fogo na minha xoxota…

Por trás, Alejandro não perdeu tempo. Ajoelhou-se entre minhas nádegas abertas, cuspiu um jato generoso de saliva diretamente no meu ânus virgem e começou a lambê-lo com sua língua quente e áspera, inserindo a ponta, abrindo-me lentamente, preparando-me. Então, agarrou seu pênis longo, negro e com veias saltadas, esfregou-o contra o sêmen que ainda escorria da minha vagina e o puxou para cima, espalhando todo aquele lubrificante espesso e quente no meu orifício apertado. Esfregou seu pênis contra o de Roberto, que já estava profundamente dentro de mim.

Finalmente, ele colocou a cabeça grossa na entrada do meu cu, empurrando suavemente, mas com firmeza, esfregando para lubrificar uma última vez.

"Coloca devagar, papai... por favor, devagar... eu sou virgem lá embaixo... nunca colocaram nada no meu cu..." implorei, minha voz tremendo de curiosidade mórbida e medo delicioso.

Roberto permaneceu imóvel, com todo o seu pênis enfiado fundo em mim, mantendo-me aberta e preenchida pela frente. Alejandro começou a empurrar: a glande entrou com um estalo suave, dilatando meu ânus como nunca antes. Uma dor ardente misturada com um prazer obsceno, invadindo centímetro por centímetro meu reto virgem até que seus testículos peludos tocaram minhas nádegas.

—Ooooh… ooooh… oh, meu querido…! Uuufff… uuufff… está entrando agora, meu amor… mmm… mmm… devagar, meu rei… aaaah… aaaah… aaaah… você está rasgando meu bumbumzinho… mas dói tão gostoso…!

"Está tudo dentro, sua vadiazinha…!" Alejandro rosnou, apertando meus quadris com força. "Olha só para você, Valeria! Dois pênis enormes enfiados até os testículos: um na sua xoxota e o outro no seu cu. Você parece uma prostituta de bordel, toda cheia e pingando."

"Todo o seu pau preto dentro do meu cu virgem, papai…?" Eu arfei, encharcada de suor, minha xoxota molhada pingando nos testículos de Roberto. "Ooooh… ooooh… mmm… mmm… aaaah… aaaah… Seus filhos da puta…! Vocês me tratam como uma puta barata… como uma prostituta… Aaaah… aaaah… aaaah… mas sim, foda-se, eu sou sua puta… eu sou sua puta suja…! Mmm… mmm… Eu adoro ser uma… aaarrgg… aaarrgg… aaarrgg… me trate como a puta que eu sou… me foda com mais força… rasgue meus dois buracos… eu mereço por estar tão excitada… ooooh… ooooh… ooooh…!"

No início, ambos começaram a se mover lentamente: Roberto impulsionou-se para cima, enfiando seu pau na minha vagina enquanto Alejandro se retirava ligeiramente do meu ânus e depois penetrava novamente. O atrito dos dois paus, separados apenas por uma fina parede, era brutal, fazendo-me sentir preenchida até explodir, o prazer sujo e proibido subindo como fogo. Meus seios balançavam descontroladamente, o suor escorria pelas minhas costas e tudo o que eu conseguia fazer era gemer e implorar por mais.

"Continuem... não parem...! Coloquem tudo dentro... me façam gozar como uma cadela...!" Gritei baixinho, perdida em total luxúria, meu ânus e minha vagina pulsando em volta daqueles dois pênis jovens e duros que me usavam sem piedade.

"Vire a cabeça para o espelho na vitrine, sua puta", ordenou Roberto com voz rouca, agarrando meu cabelo e puxando-me para trás para que eu pudesse ver direito. "O que você vê aí, hein? Olha para você... uma prostituta de quarenta e oito anos, sendo fodida na própria sala de estar pelos paus duros dos amigos do filho. Dois paus jovens rasgando seus buracos enquanto seu marido está fora se divertindo com os amigos, sem imaginar que sua esposa está se divertindo ainda mais com dois paus gostosos e seu filhinho está dormindo como se nada estivesse acontecendo."

—Simmm… simmm… Ele não sabe que a puta dele… hum… hum… esposa está transando… aaaah… aaaah… aaaah… com os amigos do filho dele na própria casa dele! — exclamou ele com prazer.

Me virei e me vi: meu cabelo despenteado, meu rosto suado e corado, meus peitões balançando a cada estocada, minha bunda escancarada pelo pau preto do Alejandro, e minha xoxota engolindo o do Roberto. Dois paus grossos entrando e saindo ao mesmo tempo, meu líquido escorrendo pelas minhas coxas, sêmen velho e fresco se misturando nas minhas pernas. Me vi como a maior puta do mundo, e isso me excitou ainda mais.

—Simmm… simmm… simmm… Sou uma cadela no cio! Aaaah… aaaah… transando com os amigos do meu próprio filho… mmm… mmm… mmm… olha só como eles me usam, droga… Adoro ser a puta deles!

De repente, Roberto puxou o pau para fora da minha vagina com um som úmido e obsceno, deixando-a aberta e pulsante. Ao mesmo tempo, Alejandro penetrou mais fundo no meu cu, enterrando todo o seu pau negro até os testículos. Senti a mudança brutal: meu ânus virgem agora cheio e dilatado, minha vagina vazia e ávida. Então Roberto mirou novamente e o enfiou com uma única estocada até o meu colo do útero, enquanto Alejandro começava a se retirar lentamente do meu reto. O ritmo era perfeito, sincronizado como se tivessem ensaiado: um entrando pela frente enquanto o outro saía por trás, e vice-versa. Os dois paus se roçando através da parede fina, se apertando dentro de mim, me enlouqueceram.

As estocadas se intensificaram, mais rápidas, mais selvagens. Plap… plap… plap… o som de carne contra carne, minhas nádegas batendo contra seus quadris, meus seios balançando no ar. A dor no meu traseiro passou rapidamente, substituída por um prazer sujo e proibido que subiu como fogo. Pensei em tudo: eu estava em casa, na sala onde Miguel e eu costumávamos brincar quando ele era pequeno; meu filho dormindo lá em cima, talvez sonhando inocentemente enquanto sua mãe deixava suas melhores amigas a possuírem; pela primeira vez, eu estava traindo Sebastián, e não com qualquer um, mas com dois garotos de dezoito anos; no espelho, eu os via me usando como uma boneca sexual, agarrando meus seios, beliscando meus mamilos, cuspindo na minha bunda para lubrificação extra. Eu me sentia desejada, uma puta, suja, poderosa… tudo ao mesmo tempo.

"Aaaarrg… aaaarrg… aaaarrg… Eu sou uma vadia… Eu sou um pau barato…!" Ooooh… ooooh… ooooh… me fodam com força, caras… arrebentem meus buracos… levem eles até o fundo…! Siiii… siiii… siiii… Estou correndo… Estou correndo…! Aaaah… aaaah… aaah…

O orgasmo me dividiu em duas. Meu corpo se tensionou, minha vagina se contraiu em volta do pau do Roberto como se tentasse ordenhá-lo, meu ânus apertou o pau negro do Alejandro até eu sentir suas veias pulsarem. Jatos quentes jorraram de mim, encharcando o sofá, as pernas do Roberto, tudo. Gritei incontrolavelmente, sem me importar se o Miguel acordasse ou se os vizinhos ouvissem. Eu só queria aproveitar, me deliciar, me perder naquela luxúria que reprimi por anos.

Roberto e Alejandro não pararam um segundo. Continuaram a me penetrar como animais, cada estocada mais intensa, mais profunda. Seus testículos batiam contra meu clitóris e minhas nádegas, seus grunhidos se misturando aos meus gemidos.

—Uuufff… uuufff… uuufff… vocês vão destruir meu cu e minha xoxota, seus bastardos…! Vocês vão me deixar como um trapo usado…!

Roberto me deu um tapa tão forte na bunda que o som ecoou pela sala.

—Valecita, meu amor, temos que aproveitar esse corpo delicioso, não é? Não pagamos pouco pelos seus serviços, sua putinha cara… então abra mais as pernas, ainda falta um tempinho para o amanhecer.

—Sim, meu amor… ooooh… ooooh… ooooh… Sou uma puta cara… a mais cara de Chiclayo… mmm… mmm… mmm… me foda o quanto quiser… pegue seu dinheiro com minha bunda e minha xoxota… me encha de porra de novo… não pare… Sou sua puta particular esta noite…!

Alejandro agarrou meu cabelo e me obrigou a me olhar no espelho novamente enquanto eles continuavam a me penetrar.

—Olha só você, doutora… olha só como você gosta de ser usada pelos amigos do seu filho… diz que quer mais… diz que quer que o Miguel desça e veja a mãe dele transformada em prostituta.

Apenas gemi mais alto, perdida em total morbidez, meu corpo tremendo de prazer sujo enquanto os dois pênis continuavam a entrar e sair impiedosamente.

O que Roberto disse me incendiou como gasolina no fogo. Voltei-me para o espelho na vitrine e me vi claramente: cabelo despenteado e grudado no rosto pelo suor, seios grandes e vermelhos de tanto serem apertados, minha bunda escancarada e brilhando com saliva e sêmen, minha vagina inchada escorrendo leite branco pelas minhas coxas. Dois pênis jovens e duros emergindo dos meus orifícios como se me possuíssem. Droga, eu tinha me tornado a puta mais suja do bairro! Uma mulher de família transformada em prostituta de bordel, pernas abertas para os amigos do próprio filho. E a pior parte… eu adorava me ver assim; isso me excitava ainda mais.

Os caras não pararam nem por um segundo. Continuaram me penetrando com força, como se quisessem me deixar marcada para sempre. Plap… plap… plap… o som úmido e obsceno ecoava pelo quarto. Roberto estava me penetrando por baixo com estocadas profundas, seus testículos batendo contra meu clitóris inchado. Alejandro estava rasgando meu ânus virgem com seu pau preto e grosso, entrando e saindo sem piedade, me esticando ao máximo.

De repente, senti o calor: primeiro no meu cu, jatos grossos e quentes enchendo meu reto, Alejandro rosnando baixinho: “Toma todo o meu leite, sua vadiazinha… Vou te encher de sêmen.” Quase ao mesmo tempo, Roberto gozou dentro de mim, penetrando fundo e descarregando tudo o que lhe restava: “Toma, doutora… engole com a tua vagina… Vou te encher até o útero!” A dupla ejaculação me dilacerou. O orgasmo final percorreu meu corpo como uma corrente elétrica, minha vagina se contraindo em volta do pau de Roberto, meu ânus apertando o pau negro de Alejandro como se tentasse espremer até a última gota. Meus próprios jatos espirraram por toda parte, misturando-se com o sêmen dele, escorrendo pelas minhas pernas, encharcando o sofá novamente.

—Aaaarrg… aaaarrg… Estou chegando… Estou chegando com os dois paus dentro de mim…! Me encham de porra, seus filhos da puta…! —Gritei incontrolavelmente, tremendo por inteiro—. Aaaah… aaaah… aaaah… ooooh… ooooh… ooooh…

Esperei até que eles derramassem a última gota quente. Alejandro foi o primeiro a sair, seu pênis negro semi-flácido pingando sêmen e pedaços do meu cu. Ele desabou no sofá, ofegante. Levantei-me lentamente, sentindo o sêmen escapar dos meus orifícios abertos, escorrendo pelas minhas coxas em fios grossos e brancos. Retirei minha vagina do pênis de Roberto com um som molhado e sujo e sentei entre eles, pernas abertas, meu cu e minha vagina latejando, doloridos, mas satisfeitos.

—Uuufff… caras… vocês foram longe demais, droga… fizeram o que bem entenderam comigo… deixaram minha bunda e minha xoxota uma bagunça, inchadas e cheias do seu esperma… pareço uma prostituta depois de uma noite inteira no bordel.

Roberto riu, passando a mão sobre um dos meus seios.

—Mas não me diga que você não gostou, sua doutora safada…! Você gozou umas cinco vezes, sua puta… e ainda gritava por mais.

—Eu adorei, meus amores… foi incrível! Mas isso fica só entre nós três, tá bom? Se vocês deixarem escapar uma palavra sequer, nunca mais vão me tocar…

Alejandro olhou para mim com um sorriso travesso.

—Não se preocupe, tia... é melhor ficarmos quietas. Ninguém vai saber que a mãe do Miguel é uma prostituta que dorme com os amigos.

Roberto acomodou-se no sofá, agarrando seu pênis ainda pegajoso.

—E para piorar tudo, você vai limpar nossos paus, sua vadiazinha. Comece pelo meu… ainda tem seu esperma e o meu misturados.

Como ele ainda estava sentado, ajoelhei-me entre suas pernas abertas. Agarrei seu pênis, ainda quente e com cheiro de puro sexo.

—Cheirando… cheirando… cheirando—o forte e masculino cheiro do pau do Roberto me excitou imensamente, e eu o abocanhei por inteiro. Chupei com força, lambendo os restos de sêmen, meu próprio líquido e o suor. Engoli tudo, chupando até que estivesse brilhando com minha saliva, reluzente como novo. Gemei em volta do pau dele enquanto o limpava.

—Hum… hum… hum… que sabor delicioso… slurrr… slurrr… slurrr… Seu leite com a minha xoxota… Adoro engolir tudo…

Então passei para Alejandro. Seu pau negro pendia pesado, com resquícios do meu cu grudados nele: um cheiro forte, terroso e proibido. Deslizei-o para dentro lentamente, saboreando o gosto salgado do meu próprio ânus misturado com o sêmen dele. Lambi cada centímetro, chupando seus testículos peludos, mergulhando minha língua na fenda da glande para pegar até a última gota. Enquanto fazia isso, pensei:

"Caramba...! Nunca pensei que sentiria tanto prazer chupando um pau preto com restos do meu próprio cu... Me tornei pior que uma puta de quinta categoria... uma mãe safada lambendo a própria merda do pau de outro... e eu adoro isso, droga... Estou perdida..."

"Ok, meus meninos... vocês estão todos limpinhos agora", eu disse, lambendo os lábios. "Agora vou tomar um banho rápido antes que Sebastian chegue e me encontre nua, com minha vagina e bunda pingando o sêmen dos 'meninos falsos' dele."

Olhei para o sofá: uma bagunça total. Encharcado com meus jatos, sêmen branco e espesso, suor, manchas por toda parte. Cheirava a sexo cru, como uma prostituta em ação.

—Caramba, olha só esse móvel! Que droga! Amanhã eu digo que derrubei um copo de iogurte ou alguma outra besteira... de qualquer forma, ninguém vai ficar fedendo a cocô aqui.

Levantei-me, dei um beijo francês profundo em ambos — enfiando minha língua em suas gargantas, ainda sentindo o gosto do meu próprio cu e do esperma deles em suas bocas — e corri escada acima completamente nua, com meu pijama de cetim todo amassado na mão, o sêmen ainda escorrendo pelas minhas coxas e meu cu ardendo de prazer sujo.

Continua…

PS: esse é um texto em dois capítulos que encontrei de língua espanhola, fiz uma tradução pelo tradutor do Google, então erros de gêneros acontecem.

É apenas um preparo para dar tempo do texto da minha autoria que estou escrevendo pra vocês, estou ansioso para o meu próprio texto, que sairá em breve, obrigado por esperarem

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