Provocando os homens da família

Um conto erótico de Novinha Peituda
Categoria: Heterossexual
Contém 1285 palavras
Data: 04/04/2026 02:55:40

Provocando os homens da família

Acredito que você, leitor, já tenha visto outros contos meus por aqui então dispenso apresentações sobre o tipo de mulher que eu sou.

Meu nome é Mariana, tenho 20 anos, sou baixinha, branquinha, com um corpo de menina: cinturinha fina, bunda redondinha e sem nenhuma estria ou celulite. Meu destaque é minha boca e meus peitos, que são grandes, tipo gota, com o bico rosa.

Sou assim desde quando tinha uns treze, mais ou menos. Na escola, sempre chamava atenção, tanto dos alunos, quanto dos professores, inspetores, e homens em geral. Eu sabia que era gostosa mas não sabia muito bem o que fazer com isso.

Quando minha mãe se casou com o atual marido dela, as coisas mudaram muito em nossa casa.

Antes, éramos só nós duas. No máximo, um ou outro macho que ela trazia, que vocês também podem ler em contos por aqui.

Mas depois do casamento, a casa ficou mais movimentada,

Como meu padrasto é um cara muito família, nossa casa ficou mais cheia. Volta e meia estavam: ele próprio, que é um homem grisalho, que se cuida, mais ou menos 55 anos, alto. Seu filho, que é magro, não exatamente bonito, mas tímido, Tem 1.80m mais ou menos. O avô, que é um senhor de pelo menos 70 anos, baixo porém forte, pedreiro a vida inteira. Além das meninas.

Sim, eu sei que sou gostosa. E sei o que faço com os homens

Com essa mudança na casa, minha vida também ficou diferente. Minha mãe me avisava: hoje vem todo mundo, chegam às 11h para o almoço, vê se fica arrumada.

Claro que eu não ficava.

Sabendo que eles chegariam, colocava meu biquini mais provocante. Um vermelho, estilo asa delta, que realçava meu bumbum. Na parte de cima, por meus peitos serem grandes e pesados, dava volume e formava aquele desenho de decote.

Minha mãe, lá embaixo arrumando as coisas, nem se dava conta.

Eles chegavam, entravam, e lá estava eu: Deitava, com a bunda para cima, toda branquinha, lisinha, tomando sol.

Adorava perceber que a conversa logo parava quando eles entravam.

Então, eu virava de frente para cima.

Eles vinham me cumprimentar. Eu levantava e ia dar um abraço em cada um.

Oi…

Oi, tudo bem… ? - E um abraço no menino!

Oi Seu Carlos… - E dava um abraço apertado e longo no velho, só pra sentir a respiração dele mudar

Voltava então para o deck e deitava de novo no sol.

Botava a viseira no rosto como se não estivesse vendo os três, pra eles olharem mais a vontade,

Abria minhas pernas, devagar, esticando elas, pra eles verem o formato da minha bucetinha no biquíni.

Pequenininha e claramente depilada.

Minutos depois eles desciam.

Depois de tomar banho eu também sabia o que fazer.

Colocava uma blusinha com decote e uma saia longa e bem solta.

Descia lá e logo já ia papeando com todos eles. Bem simpática. Bem sorridente.

Fazia questão de colocar a mesa.

Ia colocando os pratos e abaixando, para que meu decote e meus peitos se apertassem na mesa, e eles pudessem olhar de frente, com calma.

Adorava percebê-los distraindo e tentando retomar o assunto.

Pegava alguma travessa pesada para eles verem que estava difícil.

Por ter meu padrasto ali, seu filho ser meio novo e bobão, o vô era sempre o primeiro a vir me ajudar.

Me encoxava por trás e segurava minhas mãos, com aquelas mãos ásperas de trabalhador.

Eu logo sentia que na minha bunda algo estava cutucando.

Brigadinha, seu Carlos…tava pesado!

Imagina, filha…sempre às ordens!

Velho tarado!

Pra provocá-lo ainda mais, chegava onde ele estava sentado, o abraçava, de lado, e colocava uma das minhas pernas encostada na dele, De pertinho, falava:

Seu Carlos…ninguém quis me ajudar, tá vendo? Cadê os homens de verdade como o senhor?

Só pra deixá-lo pensando naquilo a noite toda.

E a noite seguia.

—---

Um dia, trouxeram um primo deles.

Ele era bombeiro. Um homem careca, grande, forte, mas muito doce e simpático.

Muito prazer…você deve ser a…Mariana?

Isso mesmo, euzinha! - sorria e erguia os pés, mexendo pra lá e pra cá - E você é o…Tavares?

Ah, já ouviu falar de mim?

Ô se já…o herói da família!

Haha…não sei o que andaram te contando!

Vem conhecer a casa, faço questão! - Mãe, vou apresentar a casa para o Tavares!

E subimos.

Entramos na sala e percebi que ele não parava de me secar. Afinal, que homem não gosta de uma menininha de 20 anos tão prestativa, né?

Aqui é a sala…que é ligada com a cozinha. Quer uma água?

Aceito, por favor

Abri a geladeira e abaixei, deixando meus peitos ficarem suspensos na blusinha. Olhei para ele com meu olhar mais safado de menininha:

Gelada ou se gelo…?

Eh…eh… (senti que ele não esperava a pergunta enquanto me secava) - pode ser gelada!

Peguei a garrafa e encostei na blusinha, bem no meu peito esquerdo.

Peguei um copo e fui até ele.

Tirei a garrafa da frente, para que ele visse meu biquinho, durinho, e a blusa molhada.

Vai falando quando tá bom

Olha…já tá ótimo!

Após beber a água, continuamos pela casa.

Aqui é o meu quarto!

Que charme…parece confortável

Eu amo meu cantinho!

Entrei no meu quarto e dei a deixa:

Ai, aproveitar que estamos aqui, vou trocar essa blusinha que molhou!

Peguei uma blusinha na arara e olhei para ele:

Vira de costas!

Ai, claro, desculpa!

E ele virou. Meio de lado. Demonstrando que não iria virar por inteiro.

Tirei minha blusa e coloquei a outra.

Ficou bom assim?

Posso abrir os olhos?

Pode…e aí?

Eh…ficou. Ficou ótima!

Então resolvi pegar pesado.

Fui até a arara e peguei uma outra saia, mais curta e mais apertada.

Virei de costas, tirei minha saia, e fiquei só de calcinha.

Estava com uma calcinha pequena, de pano, beginha, mas que dava um formato perfeito para minha bundinha redondinha e proporcional.

Vesti a outra saia.

Ai…nossa…nem pedi pra você virar!

Imagina…sem problemas!

Ficou boa essa?

Nossa…ficou ótima!

Melhor que a outra?

Não sei…a outra também estava bem bonita

Poxa…agora fiquei indecisa!

Tirei a saia nova.

Olhei para seus olhos. Ele, em choque, tentava não mexer no pau, mas eu já via o volume crescendo ali. Um homem daquele tamanho devia ter algo bom para oferecer.

Andei pelo quarto, dois ou três passos, peguei a saia grande e a vesti. De costas para ele, abaixando para pegar.

Virei e logo perguntei:

E aí? O veredito. Essa ou a outra?

Ah…ah… (ele até suava frio, mas de pau duro)...essa!

Também achei!

Agora pronto, continuamos.

Levei ele pelo corredor até o quarto da minha mãe. No quarto dela tem uma porta de varanda, que tem uma vista lá para baixo.

E aqui é o quarto do casal!

Uau…que vista bonita!

O legal dessa vista é que estamos em cima!

Como assim?

A gente pode ver eles, mas eles não podem ver a gente!

Cheguei bem pertinho dele. Percebi seu nervosismo, estava sem reação.

Olhando nos seus olhos, abaixei.

Ajoelhei.

Coloquei as mãos em sua cintura e, em um movimento, abri o botão do seus jeans.

Ao abaixar, calça e cueca, vi o que já esperava: aquela rola estava dura e apontou para minha cara

…você olha na varanda?

Já tô olhando…

Peguei aquele pau com uma mão pela base, e o beijei.

Selinhos na cabeça. Bem carinhosa.

Porém, rápida.

Parei e só me afastei.

Levantei e apenas saí do quarto, indo de volta até a entrada.

Alguns minutos depois ele voltou. Em silêncio.

Gostou da casa?

Muito!

…e voltamos para a festa.

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