O fim de semana na pousada: dois dias sendo completamente dele
Chegamos na pousada à beira-mar na sexta à noite. O lugar era um sonho: suíte com varanda enorme de frente pro oceano, cama king size, banheira de hidromassagem e uma privacidade que gritava “foda-se o mundo”. Assim que Ricardo fechou a porta atrás de nós, ele me prensou contra a parede, rasgou o vestido que eu estava usando e enfiou a mão entre minhas pernas.
— Dois dias inteiros, Mariana. Dois dias sem você ser esposa de ninguém. Só minha puta. Vou te foder até você andar torto na segunda.
Eu já estava encharcada. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e meteu a língua fundo na minha buceta, chupando meu clitóris com força enquanto dois dedos entravam no meu cu. Eu arqueei as costas, gritando:
— Isso, amor… chupa minha buceta casada… me prepara pra levar pau o fim de semana inteiro!
Ele me fez gozar na boca dele em menos de dois minutos. Depois me virou de quatro, cuspiu na minha buceta e enfiou o pau todo de uma vez, batendo fundo, sem piedade. A cama rangia, o mar ao fundo, e eu gemia como uma cadela no cio:
— Me arromba! Me fode como se eu fosse só sua! Quero que meu marido sinta o cheiro da sua porra quando eu voltar!
Ele me estocou sem parar, trocando de buraco, me fazendo gozar três vezes seguidas antes de jorrar quente dentro da minha buceta. Dormimos colados, suados, com a porra dele escorrendo pelas minhas coxas.
Sábado de manhã acordei com ele já duro, roçando na minha bunda. Ele sussurrou no meu ouvido, voz rouca de tesão:
— Hoje eu só quero seu cu, Mariana. Quero comer essa bundinha gostosa o dia inteiro.
Ele me colocou de quatro na varanda, o mar batendo lá embaixo, o sol quente nas minhas costas. Passou lubrificante generoso, abriu minhas nádegas e enfiou devagar, centímetro por centímetro, até estar todo enterrado no meu cu.
— Caralho… como esse cuzinho aperta… relaxa pra mim, minha puta… toma o pau inteiro na bunda.
Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvia:
— Me fode o cu! Me arromba fundo! Eu sou sua cadela anal hoje… enfia tudo, Ricardo… me rasga!
Ele começou a meter com força, segurando meus quadris, batendo pele contra pele. Eu gozei só com o pau no cu, jorrando na cama, tremendo inteira. Ele não parou. Me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo no cu, mordendo meu pescoço, apertando meus seios:
— Diz pra mim que esse cu é meu… diz que você vai voltar pra casa com a bunda cheia da minha porra.
— É seu! Só seu! Me enche o cu de porra, amor… quero sentir você gozando dentro da minha bunda enquanto meu marido espera!
Ele gozou rugindo, jorrando quente e fundo no meu intestino. Eu senti cada jato, gozando de novo só com a sensação de ser enchida. Quando ele saiu, o cu ficou aberto, piscando, com porra escorrendo.
À tarde fomos pra praia. Eu coloquei o biquíni que ele escolheu: cavadíssimo, a cordinha sumindo entre minhas nádegas, deixando quase tudo à mostra. Andei pela areia rebolando devagar, sabendo que todos os homens olhavam. Ricardo ficou do meu lado, mão na minha cintura, mas eu vi o ciúme nos olhos dele.
Colei no ouvido dele, mordendo a orelha, voz manhosa e safada:
— Tá vendo como eles olham pra minha bunda, amor? Querem o que é só seu… essa bundinha que você comeu hoje de manhã… que tá cheia da sua porra ainda. Eu quero que eles vejam… quero que saibam que só você me arromba, só você me fode como uma puta.
Ele ficou louco. Me puxou de volta pro quarto quase correndo, me jogou de bruços na cama e abriu minhas pernas.
— Sua vadia provocadora… vou te punir com esse cu agora.
Ele meteu de novo no meu cu, sem nem lubrificante dessa vez, só com a porra que ainda estava lá dentro. Estocadas brutais, segurando meu cabelo como rédea, batendo forte:
— Essa bunda é minha! Só minha! Grita pra mim, Mariana… diz que ninguém mais come esse cu!
— Ninguém! Só você! Me fode mais forte… me marca… me deixa inchada pra meu marido ver!
Eu gozei gritando o nome dele, apertando o pau no cu. Ele gozou pela terceira vez no meu cu, enchendo tanto que escorria pelas coxas quando ele tirou.
Ficamos o resto do dia e da noite transando sem parar: na hidromassagem, ele me comendo de pé enquanto a água borbulhava; no sofá, eu cavalgando ele de frente e de costas; na varanda de novo, à noite, com o luar iluminando, ele me fazendo engolir o pau até o fundo da garganta antes de me virar e comer o cu mais uma vez.
Domingo de manhã, antes de irmos embora, ele me fez deitar na cama, pernas abertas, e filmou com o celular enquanto metia devagar no meu cu inchado e vermelho.
— Quero que você mande isso pro Eduardo depois… pra ele ver como eu te uso.
Eu gemi, tocando meu clitóris:
— Manda… ele vai gozar só de ver você me arrombando a bunda.
Quando saímos da pousada eu mal conseguia andar direito. Buceta e cu latejando, corpo marcado de chupões, porra seca nas coxas por baixo do shortinho. No carro, a caminho de casa, liguei pro Eduardo pelo viva-voz. Ricardo dirigia com a mão na minha coxa.
— Amor… a pousada é linda, a praia é romântica pra caralho… e ele me comeu sem parar. Ontem só quis minha bunda o dia inteiro. Hoje de manhã me fodeu de novo na sacada, com o mar de fundo. Coloquei o biquíni cavado que ele mandou… todo mundo olhou pra minha bunda. Eu disse pra ele que queria que vissem o que é só dele… e ele me comeu o cu de novo, com raiva e tesão. Tô voltando pra casa cheia dele, amor. Cheia de porra no cu. Me espera pelado… quero te contar tudo enquanto você me fode.
Eduardo gemeu do outro lado da linha, voz rouca:
— Vem logo, minha puta… tô louco pra comer o que ele deixou pra mim.
Ricardo riu baixinho e apertou minha coxa.
Eu sorri, mordendo o lábio, já imaginando a noite que viria: meu marido me comendo com força, ouvindo cada detalhe, enquanto eu ainda sentia o gosto do meu amante na boca.
E sou a namorada mais safada que Ricardo poderia ter.