Dando na Kombi, na véspera de natal

Um conto erótico de Rick.kill
Categoria: Gay
Contém 1823 palavras
Data: 01/04/2026 07:39:50

Meu horário de trabalho é de 10 às 19hs e eu me voluntariei pra trabalhar no natal e ano novo pra folgar no carnaval. Como tinha compromisso à noite, decidi ir à academia pela manhã em vez do meu horário habitual, depois do trabalho.

Saí cedo de casa e não considerei que o trânsito estava muito bom, afinal tinha a referência de dias úteis era muito divergente do trânsito de uma véspera de feriado. E cheguei na porta da academia às 6:15. E ela só iria abrir às 8hs justamente por culpa da véspera de natal.

Fiquei uns 5 minutos na frente da academia, talvez alguém aparecesse e daria pra conversar e passar o tempo, mas estava um deserto; mal passava carros.

Em vez de ficar duas horas plantado esperando a academia abrir, resolvi ir a uma área comercial a uns 5 quarteirões de distância, tomar um café pra ter direito a usar o Wi-fi de uma padaria que eu conhecia.

Não sei se é no Brasil todo, mas aqui na minha cidade o calor de dezembro de 2025 está infernal. Eu já estava com a roupa da academia. Um short que faço questão de ser aquele que evidencia a minha bunda, marca as minhas coxas e deixa muito aparente meu volume, tirei a camiseta, eu já estava suando e segui para a área comercial.

No caminho tinha uma praça no fundo de um condomínio com um estacionamento de rua, daqueles que os carros ficam na diagonal. Tem uma empresa ali perto e normalmente essas vagas estão todas ocupadas, já que por ser encostado na praça bem arborizada, faz sombra nos carros durante a tarde; mas dessa vez só tinha uma Kombi plotada, com um cara dentro. Ele estava com um uniforme desses que são um macacão com botões na frente.

Quando estava a uns 4 passos de distância, o cara, que era aparentemente o motorista da Kombi e me dá bom dia, abrindo a porta e já puxando assunto. Normalmente daria bom dia e seguiria meu caminho, mas com a porta aberta ficou difícil de ignorar. Mas o que me chamou a atenção realmente foi que o macacão estava todo desabotoado, e propositalmente aberto pra mostrar os peitos.

O cara era um moreno claro, magro e definido de academia. Os pêlos dele pareciam feitos perfeitamente pra enfatizar o peitoral e tinha aquele caminho da felicidade bem marcado. Dava até pra ver um pouco dos pentelhos, que estavam aparados na mesma altura do restante dos pêlos. Com certeza era mais novo que eu, na casa dos 25, 30 anos.

Disse que tinha uma coleta de carga pra fazer as 10hs, e tinha que esperar. Perguntou enquanto saía da Kombi colocando alguma coisa no bolso se eu podia ficar conversando com ele, pra matar o tempo.

Eu meio que pra me preservar falei que ia pra academia e tinha gente me esperando, afinal estávamos só nós em uma rua deserta, atrás de um condomínio, debaixo de árvores; e seria muito fácil o cara me roubar, ou coisa pior e fugir. Mas esperei pra ver o que ele ia fazer. Ele tranca a porta do motorista, e vai pra lateral na parte de carga da Kombi. Abriu a porta, e sentou encostado na lateral oposta. Tirou do bolso um pacote de camisinhas e jogou no piso da kombi, como quem não quer nada. Aí reclamou do calor enquanto tirava as botas do uniforme e colocava debaixo do banco único que tinha no fundo da Kombi, tirou o pau, duro do macacão, e perguntou de novo se eu não queria ficar ali conversando, e ficou batendo com ele na mão.

Aí eu me interessei. Cheguei perto da porta e antes de entrar perguntei se era pra fechar . Ele só disse pra deixar a porta aberta, que era muito melhor assim. "Por culpa do calor?", perguntei, mas ele disse que era porque gostava do perigo. Entendi na hora!

Dei uma boa olhada nos arredores. As árvores escondiam bem os olhares dos prédios ao redor, não tinha câmeras de segurança aparentes, e nesses minutos de conversa não tinha passado nada na rua. Além disso, eu tenho fetiche exibicionista, então entrei na brincadeira.

Tanto pela altura da Kombi, como pelo cara estar encostado do outro lado, eu fui engatinhando até a pica dele, reforçando que tinha que ser rápido porque tinha gente me esperando.

Já cheguei mamando com vontade, e como o macacão estava atrapalhando, parou a mamada pra tirá-lo, ficando só de meias.

Voltei a chupar o pau, era mais ou menos do tamanho do meu com uns 18 cm, cabeça roxa e veiudo mas não muito grosso.

Eu chupava, e lambia toda a extensão da pica, da divisão das bolas até a cabeça. Enquanto que o cara brincava com minha bunda. Desceu meu short expondo meu rego já arreganhado pela posição que eu estava. Primeiro estapeia minhas nádegas e em seguida abriu as bandas pra expor ainda mais meu cú.

Eu continuava chupando, e ele usava uma mão pra passar saliva no meu rego e com a outra pra enfiar o dedo no meu cú. Estávamos nessa exploração até que eu escutei um carro subindo a rua.

Eu assustei, afinal estava literalmente com o cú na mão de um cara apontado pra rua! Mas ele disse pra relaxar, que estava tudo bem. O carro passou, e o motorista me pediu pra tirar o short e ajoelhar no banco da Kombi. Só então percebi porque ele estava tão calmo.

Como a Kombi estava na diagonal, não dava pra quem estiver descendo ou subindo a rua de carro, ver o que estava acontecendo dentro da Kombi, e como ela era plotada, também não dava pra ver o que acontecia dentro, pelas janelas. Daí eu relaxei um pouco e pude aproveitar o que ia acontecer.

Eu estava de joelhos no banco traseiro da Kombi, e achei que ia levar varada naquela hora. Mas o cara fez outra coisa.

Encostou seu corpo no meu, roçando aqueles peitos cabeludos em minhas costas, me deu uma mordidinnha na orelha, um beijo na nuca, e depois caiu de boca no meu cú. Lambendo meu rego, e alcançando com a língua a base do meu saco. Eu delirei! Nunca que eu ia imaginar que logo de manhã, no meio da rua eu iria ter esse tratamento. Claro que parte do prazer era pelo exibicionismo, e eu aproveitei a posição pra vigiar o movimento da rua. Foi quando eu reparei um homem a pé vindo na nossa direção.

Avisei ao motorista que estava com a cara enterrada no meu cú que vinha alguém. E diferente de um carro na rua, alguém a pé veria perfeitamente a gente dentro da Kombi. Ele parou de me linguar e olhou a pessoa descendo. Ele fechou metade da porta, que não era o suficiente pra nos esconder, e pegou uma camisinha. Quando o homem passou olhando dentro da Kombi, o motorista estava colocando a camisinha, e "disse "perdeu alguma coisa aqui dentro?"

De início o homem pôs a mão no pau, sinal de que estava querendo participar, mas quando reparou que eu era homem fechou a cara mas ainda ficou olhando.

O motorista cuspiu na mão, passou no pau encapado e enfiou de uma vez. Como estava bem molhadinho pelo cunilíngua entrou macio, mas fiz questão de dar um grito de dor, pra "plateia". Quando o motorista começou a bombar, fiz cara de dor, de prazer, gemi alto! Olhei para homem na porta, que estava visivelmente excitado, e parecia ser muito bem dotado, pôs a mão dentro da calça, quase hipnotizado pelo movimento. Mas quando reparou que eu estava olhando pra ele, tirou a mão de dentro da calça, me chamou de viado. O motorista tirou o pau do meu cú, se virou pra ele gritando "O QUE CÊ ESTÁ FAZENDO OLHANDO A GENTE ENTÃO, TÁ QUERENDO ROLA TAMBÉM?", o homem se assustou e seguiu seu caminho mostrando o dedo do meio.

Eu fiquei meio assustado e ainda com mais tesão do motorista. Ele abriu a porta toda de novo, passou as mãos por cima dos meus ombros, segurando o encosto do banco e me estocou violentamente! Foi de revirar os olhos!

Enquanto me fodia, ele falava "quem aquele porra é pra nos insultar assim! Eu não sou viado! Você é?" Eu só gemia de prazer. E ele só parou de castigar meu cuzinho daquele jeito quando consegui responder que não. Ele tirou as mãos do banco, colocou na minha cintura e continuou estocando forte e ritmado, até que parou do nada, tirando o pau do meu cú. Achei que ele ia gozar mas disse que a camisinha tinha estourado.

Ele colocou outra, sentou no banco e me mandou quicar. Obedeci! Depois de um tempo ele me parou com o pau cravado tão fundo em mim que até senti meu saco roçando no dele.

Então ele bate uma pra mim.

Acho que toda essa situação, a porta aberta, nossos sacos em contato e a respiração dele na minha orelha, me fez gozar rápido.

Assim que gozei ele me pôs de quatro no piso da kombi e voltou me estocar com força. Até que anunciou que ia gozar.

Me virou e quase não deu tempo de tirar a camisinha. Eu não esperava, mas primeiro jato do gozo foi forte e farto. Além de melar meu peito ia na minha cara, mas como eu desviei acertou a lateral oposta da porta, e depois desse tiro de leite teve mais alguns jatos e quando parou de gozar ainda ficou vazando porra daquela vara!

Ele deita do meu lado, eu todo melado de porra, e ele ofegante, ambos suados e satisfeitos

Olhei no relógio e ainda era 7:30hs. Ficamos uns minutos recuperando o fôlego. Ainda nus, ainda com a porta aberta. Tirando aquele cara , ninguém mais passou.

Depois de um tempo ele sentou no banco. Eu ia pegar a toalha na minha bolsa pra limpar a porra, mas ele pegou um pacote de lenços umedecidos, tirou um e me jogou o pacote.

Me limpei enquanto ele lustrava o pau. Me ajoelhei entre as pernas dele e mamei o pau mole até endurecer na minha boca, mas lembrei que disse que tinha gente me esperando e falei que tinha que ir. Me vestir ainda fedendo a porra, e pedi o nome e contato dele. Ele não quis me dar, infelizmente. Quando sai da Kombi, e motorista ainda nú sentou na porta da Kombi com as pernas pra fora. Deixei ele lá, e lamentei que ele não queria me dar o contato.

Então fui pra academia. Por sorte estava vazia então fiz os exercícios com aquele cheirão de porra, sem muitos problemas. Claro que pulei o cardio....

E assim foi a minha manhã de 24 de dezembro . Infelizmente não aconteceu mais nada de excitante no natal, mas tive sorte de encontrar algo pra sentar na véspera de ano novo.....

Em breve escreverei esse relato...

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