Decepção de um amor final parte 1

Um conto erótico de CaduEdu
Categoria: Heterossexual
Contém 1385 palavras
Data: 30/04/2026 22:23:47

Continuando

Lucas andava pela casa como um estranho dentro da própria vida.

Tentou ligar pra Marina

Uma vez.

Duas.

Caixa postal.

Nada.

Na terceira vez, desistiu.

Respirou fundo… e fez outra ligação.

— Alô?

— Seu Agenor?

Do outro lado, um silêncio breve.

— Lucas meu rapaz… eu sei de tudo.

A voz era calma. Cansada.

— Marina está vindo morar comigo. Eu lamento muito pelo que aconteceu… mas eu te digo uma coisa… ela te ama. Muito. E não quis te fazer sofrer.

Lucas fechou os olhos, apertando o celular.

Aquilo não ajudava.

Não mais.

— Seu Agenor… eu não quero saber mais da Marina.

---- se ela não quisesse me fazer sofrer ,não teria me traído.

-----chega.....

E desligou.

Na mesma hora o telefone tocou de novo.

Ele olhou.

Deixou e não atendeu estava cansado de tudo ,da dor do sofrimento .

Até que, numa tarde qualquer, o celular vibrou.

Número desconhecido.

— Alô?

— Oi, doutor gatão…

Lucas fechou os olhos na hora.

— Isabela?

Do outro lado, uma risadinha baixa.

— Um passarinho me contou que seu casamento acabou… kkkk

— Eu não tô pra brincadeira, Isabela.

— Calma… — a voz dela ficou mais suave, mais controlada — eu só quero te ver.

Silêncio.

— Pra quê?

— Porque tá na hora de você pagar a dívida.

Ele franziu a testa.

— Eu não te devo nada.

— Deve sim… — ela respondeu, firme — e você sabe muito bem do que eu tô falando. Eu disse que tudo tem um preço.

Lucas respirou fundo.

Cansado.

Sem paciência.

Mas… curioso.

— Onde?

Ela sorriu do outro lado.

Ele sentiu.

— Hoje. 19h. Shpping Rio Sul.

— Te espero, doutor.

A ligação caiu.

Lucas ficou olhando o celular por alguns segundos.

Parte dele queria ignorar.

Outra parte…

Queria sentir qualquer coisa que não fosse aquele vazio.

— Que se dane…

19:00 — Shopping Rio Sul, Botafogo

Lucas estava sentado, olhando sem ver.

O movimento ao redor… distante.

A cabeça cheia de pensamentos ,que só deixavam ele se sentindo impotente .

Marina.

A carta.

Tudo voltando.

Até que ....

— Sentiu saudade?

A voz veio doce.

Perigosa.

Ele levantou o olhar.

E lá estava ela.

Isabela.

Vestido justo, marcando cada curva, andando com confiança… como se o mundo fosse dela.

Linda e perigosa ,por que não venenosa .

Lucas engoliu seco e disse:

— Fala logo o que você quer.

Ela parou na frente dele. Observando.

Sem pressa.

— Direto assim? Nem parece o mesmo homem de antes…

Ela inclinou o corpo levemente.

— Ou será que agora você tá mais… livre?

Lucas travou o maxilar.

— Vai direto ao ponto Isabela.

Ela sorriu.

Devagar calma .

Então Lucas é simples ,eu quero vc.

Lucas olhos sem enteder e disse.

Como assim Isabela

Isabela— Uma noite Lucas essa e a dívida e o preço.

Lucas soltou uma risada sem humor.

— Esquece isso.

Ela deu mais um passo.

Agora perto.

Muito perto.

— Tem certeza…?

A mão dela tocou o peito dele… devagar.

— Porque eu sei exatamente o que você tá sentindo…

Ele não se mexeu.

Mas também não afastou.

— Dor… raiva… vazio…

Ela subiu a mão até o pescoço dele.

— E vontade de esquecer.

O olhar dele escureceu.

Ela chegou no ouvido dele e falou baixinho ,como oais doce veneno ,que mata mas com prazer.

— Eu posso fazer você esquecer… nem que seja por algumas horas.

Silêncio.

Respiração pesada.

Lucas tentou resistir.

Mas a mente dele não estava limpa.

Estava quebrada.

— Você é problema, Isabela.

Ela sorriu.

— Sempre fui.

Mais um segundo.

Um olhar ,um sorriso

E ele cedeu.

— Só hoje.

Ela abriu um sorriso satisfeito.

— Só hoje, doutor.

Mas pelo jeito que ela olhou pra ele…

Aquilo estava longe de ser só uma noite.

O beijo começou quente , desordenado — como dois animais

Ele a puxou para perto, as mãos firmes, quase desesperadas. Isabela correspondeu com a mesma intensidade, como se aquilo fosse inevitável desde o começo.

— Só hoje… — ele ainda tentou, a voz falhando.

Ela riu contra a boca dele, provocadora.

— Você não acredita nisso nem um pouco.

Entraram no carro ainda tomados pela tensão. O silêncio era pesado, cortado apenas pela respiração acelerada dos dois. Lucas dirigia rápido, os dedos apertando o volante com força.

— Não me leva pra motel — ela disse de repente, virando o rosto para ele, os olhos brilhando. — Me leva pra sua casa.

Ele hesitou. Um segundo.

Pensou ,e disse fodasse

Virou o carro.

Enquanto dirigiam Isabela ,abriu as calças de Lucas e e pegou o pau duro grosso pulsando ,e disse

Nossa doutor que belo bisturi e caiu de boca .

E foi chupado Lucas que quase não conseguia dirigir o carro.

O caminho pareceu curto demais. Quando chegaram, tropeços, risos abafados, mãos que não sabiam esperar.

Na porta, Isabela parou, encostando-se nela com um sorriso carregado de intenção.

Lucas avançou e beijou ,jogando ela no sofá da casa.

Isabela interrompeu .

— Não aqui — sussurrou. — Quero na sua cama,na cama onde ela dormia kkkk e ali que eu quero.

Lucas não respondeu. Só a puxou de novo.

O quarto parecia diferente agora — como se aquele espaço, antes seguro, tivesse se tornado território perigoso.

Eles caíram na cama entre beijos intensos, roupas sendo deixadas de lado sem cuidado, palavras sussurradas que misturavam desejo e provocação.

Não havia calma.

Não havia plano.

Lucas jogou Isabela na cama ,puxou o vestido afastou a calcinha ,a bucetas estava toda melada ,Lucas caiu de boca,Isabela gritava ,isso me fode na cama dela ,me come onde ela dormia vc e meu fode a puta.

Lucas --Vagabunda e isso que vc quer né toma ,Lucas montou em Marina como um garanhão montando uma égua ,e socou forte ,puxado o cabelo e dando tapas na bunda.

Isabela isso Doutor fode ,fode essa puta na cama da Marina fode que delia eu vou gozar ,eu vou gozar E gritou eu vou gozar no pau do seu macho Marina ele meu haaaa,Lucas também não resistiu e encheu a buceta de Isabela de porra.hiras depois deitados Lucas curioso perguntou .

Se Marina não aceitou a vaga de diretora no escritório da barra da Tijuca ,quem é a nova Diretora ?

Eu sou kkkkkk.

Isabela sorriu e disse

Vou te contar umas coisinhas, doutor — continuou Isabela, sentando-se na cama. — Eu armei tudo.

Lucas sentiu o estômago apertar.

— O quê?

— Eu percebi a proximidade da sua esposa com o Henrique… então incentivei. Fiz ele acreditar que ela podia estar interessada. Plantei a ideia.

Ela falava como quem descreve um jogo bem executado.

— Mas ele não conseguiu ir até o fim — ela deu de ombros. — Ela recuou. Chorou, se sentiu culpada… patética.

Lucas não disse nada.

— Aí eu mudei a estratégia — continuou ela. — Usei o Ricardo. Dei corda. Fiz ele acreditar que tinha chance. Empurrei, provoquei… tudo pra pressionar.

Ela se inclinou um pouco mais perto dele.

Eles eram só peças. Todos eram. Inclusive você.

O silêncio pesou no quarto.

— Eu criei situações, manipulei encontros… até aquela reunião do projeto. Eu sabia exatamente o que ia acontecer. A Marina já estava no limite. Era só dar o empurrão final.

Lucas passou a mão no rosto, tentando processar.

— Ela não aguentou — disse Isabela, com frieza. — Quase traiu, se destruiu por dentro… e depois fugiu. Do cargo, de você, de tudo.

Ela abriu um sorriso satisfeito.

— E eu consegui. Sou a nova diretora da Barra.

Lucas a encarava, incrédulo.

— Você destruiu tudo… por isso?

Eu nunca ia aceitar aquela garota passando na minha frente — respondeu ela, sem hesitar. — Eu conquistei o que é meu.

Ela se levantou da cama, pegando a bolsa com calma.

— E de quebra… ainda brinquei com você.

O telefone de Lucas tocou.

Os dois olharam para o aparelho.

Ele atendeu, ainda atordoado.

— Alô…

— Lucas… sou eu — a voz de Marina vinha fraca, quase quebrada.

Antes que ele pudesse responder, Isabela avançou e arrancou o telefone da mão dele.

— Oi, amiga.

Silêncio do outro lado.

— …Isabela?

Ela riu.

— Sim. O Lucas não pode atender agora. Está… ocupado.

— Isabela… o que…?

Lucas puxou o celular de volta.

— Desgraçada!

— Alô! Marina—

Do outro lado, a respiração dela falhou.

— Lucas… não… eu não aguento mais…

A ligação caiu.

O quarto ficou em silêncio absoluto.

Lucas ficou sentado na beira da cama, o telefone ainda na mão, sem reação.

Isabela já estava na porta.

Olhou para ele uma última vez, com aquele mesmo sorriso.

— Adeus, doutor.

E saiu.

Lucas permaneceu ali, imóvel.

Pela primeira vez, entendendo o tamanho do estrago.

Bom aí está primeira parte do final .

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Comentários

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Eu to aqui na sinceridade pensando o que eu posso comentar com relação a esse capítulo mas sinceramente me faltam palavras porque não foi legal o que aconteceu.

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Tenho que ser justo agora o Dr tem que se lascar também, condenei a Marina por que ela foi traira, não uma, mas duas vezes, porquê pra mim se ela não tivesse afim dos caras não rolava, ela não foi obrigada. Mas o Dr. ficar justo com a Isabele, não dá, qualquer uma menos ela, pois era amiga da Marina e sempre teve uma atitude dúbia como os outros, o próprio Lucas não a achava confiável. Vacilou total.Mesmo afastados ele também acabou traindo de forma leviana, e o pior na cama do casal.

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Agora começou a fazer sentido, uma esperta e quatro sendo manipulados, cada um dos quatro so olhando pro seu umbigo, não conseguiram enxergar um palmo diante dos olhos.

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