O Milésimo - Cap 2/10 - O Primeiro Namorado

Da série O Milésimo
Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1145 palavras
Data: 30/04/2026 20:30:45

Eu já tinha idade para sair e frequentar lugares e se alguém duvidasse, eu mostrava logo a identidade e o pau em seguida, apertando de maneira ousada! Era quase sempre isso e sempre curtiam! Foi um ano de descobertas, perrengues e fodas! Muito curioso e querendo conhecer o sexo mais e mais, fiz um bom serviço. Eu era a “carne nova” nos lugares, exclusivamente ativo, moreno, magro e bem-dotado.

Depois de ter várias experiências, aos 19 anos conheci meu primeiro amor. Eu estava em uma boate (ou boite, como preferir) conhecida em Copacabana e trocamos olhares. Chegamos perto um do outro, dançamos e bebemos juntos. Fomos para um canto e sem dizer uma palavra, começamos a nos agarrar, era meio comum isso nas boates. Encostei ele na parede, colei meu corpo ao dele e beijei gostoso. Ele lambeu meu pescoço suado enquanto eu metia a mão por dentro da sua camisa, para alisar suas costas e seu peito. Não aguentei e tirei a camisa dele e a minha. O tesão estava forte. Estávamos quase virando atração ou sendo expulsos do local, quando ele me puxou pela mão e saímos. Em silêncio, fomos para o apartamento dele, na Rua Francisco Sá. Chegamos e nos pegamos na sala mesmo. Tiramos nossas roupas e continuamos o que havíamos começado na boate. Ele era da minha altura, um pouco sarado e mais velho. Encostou em uma parede, abaixou e começou a me chupar. Segurava meu pau e meu saco, enquanto lambia e chupava com força. Com a calça arriada até metade das pernas, eu segurava seu cabelo, puxando sua cabeça para meu pau.

Não queria gozar ainda e foi minha vez de me abaixar. Virei ele de frente para a parede e caí de boca em sua bunda dura e máscula. O cara era gostoso demais. Gemia baixo e mexia gostoso! Voltamos a nos beijar, sentindo nossos gostos em nossas bocas.

- Não estou aguentando, preciso disso… - ele falou baixo e com cara de desejo. Se abaixou e voltou a me chupar. Ele havia gostado muito do meu pau e precisava sentir o gosto da minha porra. Masturbou, bateu no rosto, engoliu, até me deixar com o pau mais quente ainda. Senti que ia gozar e só parei. Todo meu membro estava em sua boca e gozei, me apoiando na parede enquanto ele se masturbava e engolia tudo. Eu olhava para ele respirando forte, querendo mais. A porra dele estava no chão, também em grande quantidade.

Após um instante, ainda com as calças arriadas (tanto eu quanto ele), sentamos no sofá. Cansados e leves, agora, respiramos um pouco. Olhei para ele, que olhava para mim. Era bonito, cara de safado e charmoso. Tiramos as calças e cuecas e nos agarramos de novo. Comecei a meter o dedo no seu cu, brincando em volta e ele já mexia no meu pau. Livres das roupas, mas não do desejo, puxei ele. Sentado de frente para mim, nas minhas pernas, segurava meu rosto e me beijava. Eu beijei seu peito, chupei seus mamilos e demonstrei que queria meter. Ele se levantou e voltou com um gel. Em pé, passou em si e em mim. Sentei no sofá e ele sentou no meu pau, devagar, de costas para mim. Apoiou os pés no assento, empinou o rabo na direção certa até entrar tudo. Com meus pentelhos esfregando em sua bunda, ele rebolava e eu metia, até levantar ele um pouco e ter espaço para socar. Agora, ele se apoiava com os pés no assento e com os braços no encosto. Comecei a penetrar com mais e mais força. Percebi que era experiente e que aguentava a batida! Eu sentia a quentura do seu corpo, cada centímetro do meu pau enfiado no seu rabo, deslizando para cima e para baixo. Ele se masturbava e antes que gozasse, mudei de posição e coloquei ele de frango. Agora eu estava meio em pé, com os braços apoiados no sofá, de frente para ele. Meti o pau de uma vez, tirando um gemido alto dele e um sorriso de prazer. Meti com muita força, ouvindo o barulho dos nossos corpos. Comecei a gozar olhando nos olhos dele, parecia que eu estava enfeitiçado, era uma sintonia inexplicável. Não tínhamos trocado uma palavra! Não sabia como era a voz dele, mas sabia de todos os tipos de gemidos que ele dava! Deixei meu pau todo dentro, pulsando cada jato farto, enquanto ele gozava em seu abdômen definido.

Com as pernas trêmulas, fui controlando a respiração e tirando o pau. Deitei no chão, para me recompor e ele ficou no sofá. Depois ele se levantou e me puxou pelo braço. Fomos até o banheiro e ele me indicou o box. Enquanto eu tomava banho, ele sentou no vaso, percebi que despejava meu esperma. Depois, me deu uma toalha e foi a vez de ele tomar banho. Eu fiquei no banheiro, me enxugando. Quando ele terminou, fomos para a sala. Nossas roupas jogadas no chão, o sofá bagunçado e o ambiente um pouco abafado. Ele abriu a janela para ventilar, foi à cozinha e pegou água e cerveja. Melhor coisa para beber depois de uma foda sensacional como aquela!

- Prazer, Cláudio! - disse ele.

- Prazer, Arthur! - respondi.

- Você é uma delícia, e é bem jovem. Mais de dezoito, né?

- Tenho dezenove. Adorei você desde o começo. E finalmente escutei sua voz!

- Não falamos né, quer dizer, não com palavras, mas com olhares, gestos, corpo…

- E gemidos… os seus são os melhores! - eu me percebi diferente.

Cláudio tinha trinta e dois anos, era jovial e gostoso demais. Tinha um bom emprego e eu ainda estava na faculdade. Conversamos sobre várias coisas, o cansaço e o sono estavam longe! Ele não queria terminar a conversa e eu não queria ir embora. Começou a clarear o dia.

- Você mora aqui perto? - perguntou.

- Moro na Barra. - menti, pois, como é longe, ele poderia me convidar para dormir lá. E ele convidou!

- Quer dormir aqui? Não sei se você está de carro… ou se tem condução… é meio longe, né? - falou

- Posso? Não vai ser incômodo? Mesmo que eu more em Botafogo?

- Você mora em Botafogo?

- Sim, eu menti. Fiz isso para ver se você me chamava para ficar!

Ele riu e disse que mesmo que eu fosse vizinho de prédio, ele ia querer que eu ficasse. E ali começou nosso relacionamento. Transamos de novo, com o dia claro, dormimos e acordei com ele chupando meu pau. Gozei gostoso na boca dele enquanto ele se masturbava. Só saí de lá na segunda de manhã.

Nosso sexo era maravilhoso, nossos momentos, também, mas só durou um ano. Estávamos em fases diferentes. Era um sentimento muito gostoso e legítimo, mas era também uma paixão de pica e que não se sustentou por mais tempo.

Conversamos numa boa e terminamos. E voltei para a pista, mais experiente e mais sacana!

(CONTINUA)

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 133Seguidores: 139Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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