Eu já não aguentava mais de vontade. Os hormônios dos dezoito anos não me deixavam dormir de tanto tesão! De manhã, resolvi que não ia deixar acontecer, eu ia fazer acontecer!
Depois da aula, fui dar uma volta na faculdade. Sempre tinha visto nos banheiros os escritos nas paredes, sabia que tinha outros caras loucos para foder. Entre um bloco e outro, passei por um cara muito bonito, parecia um modelo, com cara de bonzinho e olhar de tesão. Mirou meu volume de longe. Trocamos olhares e voltei para falar com ele. Meio sem jeito, tentei ser natural. Perguntei seu nome, trocamos poucas informações e ficamos em silêncio. Meu pau estava quase saindo pelo jeans e ele não parava de olhar para baixo. Fui direto ao assunto. Perguntei se queria transar comigo, disse que estava a fim dele, que morava perto da faculdade e que meus pais estavam trabalhando, só chegariam de noite. Ele sorriu e me acompanhou. Ambos nervosos! Chegamos ao meu apartamento, fomos direto para meu quarto. Abracei ele e começamos a nos beijar. Era gostoso beijar outro homem, sentir seu pau duro no meu, os pelos, os ombros e principalmente a bunda! Tiramos a roupa. Reparei seu corpo: poucos pelos no peito e abaixo do umbigo, ombros largos e o rosto másculo. Virei ele de costas para mim, beijei sua nuca e rocei meu pau em sua bunda empinada. O rapaz se entregava. Na cama, já sem roupas e depois de um beijo molhado, empurrei para que chupasse meu pau. Eu já tinha feito sexo com mulheres, mas meu desejo sempre foi no corpo masculino e agora eu tinha certeza! Ver um homem chupando meu pau com desejo, a maneira que ele segurava e tinha prazer, me deixavam louco. A textura da pele, os pelos e o desejo, eram demais! Era isso! Ele me chupou deliciosamente por um tempo e eu avisei que ia gozar. Na minha inexperiência e vontade, não dava para segurar ou priorizar o que fazer, estava sendo chupado, me estimulou e estava gostoso demais para interromper para qualquer outra coisa. Gemi alto e ejaculei na boca dele. Eu nunca tinha gozado tanto! Ele não deu conta de engolir, boa parte escorreu pelo meu pau, descendo para meus pentelhos. Acabando meus espasmos (eu quase me debatia na cama!) sorri com uma satisfação imensa! Olhei para ele que ainda segurava meu pau meio duro, com minha porra escorrida na sua boca e queixo.
- Gostou? - perguntou ele.
- Muito! Olha só quanta porra! Você engoliu muito?
- Quase tudo, quase me engasguei também, você gozou muito! Não sabia que o gosto era tão bom e diferente, meio ácido… e dá uma sensação tipo jambu, parece que a boca fica meio dormente! - disse rindo com cara de satisfeito. - Mas escorreu um pouco. O que eu faço? - perguntou.
- Faz o que você tem vontade! - eu também não sabia muito o que responder. Ele então voltou a chupar meu pau, e foi na direção dos meus pentelhos, tirando com a língua todo o esperma escorrido. Aquilo fez com que meu pau subisse de novo, imediatamente! Ele continuou me chupando e percebi que tinha muito mais para fazer! Virei ele e fizemos um meia nove.
Acostumado a fazer com mulheres, percebi que era muito mais gostoso com homem! A bunda na minha cara, os poucos pelos no reguinho e um cu muito fechado. Passei a língua de cima a baixo e ele estremeceu. Comecei a chupar seu cuzinho, lamber e morder levemente, tudo instintivamente, e ele gemia, rebolava na minha cara e empinava a bunda. Deixei fluir. Brinquei com os dedos, enfiando devagar e tirando, sentindo a resistência do cuzinho que parecia intocado. Ele já chupava todo meu pau, as bolas e a virilha. Esfregava seu rosto nos meus pentelhos e batia com meu pau nele. Ficamos um tempo nos deliciando assim. O pau dele estava muito melado.
O calor e o cheiro dos nossos sexos, elevaram de novo minha vontade de gozar e agora eu queria meter! Mudei de posição e coloquei ele de quatro. Na saliva mesmo, tentei penetrá-lo e ele reclamou. Devagar, forcei a cabeça do meu pau e ele gemeu de dor. Lambi mais e pedi para que se deitasse de bruços. Deitei por cima e ficamos em uma boa posição. Comecei a penetrar devagar, sentindo meu pau penetrar naquele cu quente e apertado. Segurando pelos ombros, enfiei tudo. Ele gemia e reclamava, mas não pediu para parar. A pressão no meu pau era forte, o que me fez pensar que era a primeira vez dele, mas seria muita coincidência.
Estava gostoso demais, não só o apertadinho, mas sentir suas nádegas nos meus pentelhos, seu corpo masculino embaixo do meu, ver no rosto de um homem o prazer de sentir meu pau dentro dele e se entregar. Aumentei as socadas e ele empinou mais. Sem tirar o pau, fiz ele ficar de quatro, agora sim, melhor ainda! Pude ver suas costas suadas e sentir meu pau mais fundo ainda! Bunda de homem, bunda de macho! Via meu pau entrar e sair, segurava pelas nádegas, abrindo mais. Passei a segurá-lo pela cintura e meter com mais força. Eu não queria perder um segundo de tudo aquilo, reparava nossos corpos e nosso prazer. Ele, de olhos fechados, gemia e pedia mais. Olhei todo seu corpo, desde os cabelos desarrumados até os pés contraídos de tesão. Ele me avisou que ia gozar e isso fez com que eu metesse mais. Gozamos juntos. Enchi seu cuzinho de porra enquanto ele jorrava tudo no lençol da minha cama. Nossos corpos estavam na mesma cadência, parecia que tinha uma corrente elétrica passando. Exaustos, fomos diminuindo. Ainda dentro dele, senti vontade de rir e ele também! Era o resultado de um prazer novo, inédito. Minha primeira vez com um homem e eu gozei muito, foi muito melhor do que imaginava! Bunda de homem é uma delícia!
Tirei o pau devagar e olhei para o cuzinho, que estava aberto e melado, escorrendo um pouco de sangue e esperma. Caí ao seu lado na cama. Deitados, nos olhamos.
- Cara, que tesão! - disse ele. - Nunca imaginei que ia aguentar um pau em mim e quando vi o seu, fiquei com medo, é grande, grosso… mas o tesão foi tanto que… foi melhor do que eu imaginava!
- Sua primeira vez? - perguntei pasmo.
- Sim, e você foi maravilhoso, gostoso demais, estou muito ardido, mas foi bom! - falou rindo.
- Foi a minha primeira vez, também! E… cara… como sua bunda é gostosa! Como é gostoso meter em um cu de homem! - eu estava muito empolgado com a descoberta óbvia para mim mesmo.
- Está me dando uma puta dor de barriga… será que é normal? E seu pau, saiu limpo? Na minha imaginação tinha medo de… sujar… sabe, né…
- Por incrível que pareça, foi tudo bem, só um pouco de sangue, mas era de se esperar, né! E se tivesse sujado, não seria problema, a gente parava e tomava banho… depois de gozar, claro! - falei rindo.
Ele foi ao banheiro e depois de um tempo, voltou.
- O quarto tá com muito cheiro de sexo! - falou rindo.
- Melhor assim! espero que tenha sempre esse cheiro! - respondi rindo também. E aí, tudo bem no banheiro?
- Saiu muita porra! Usei o chuveirinho e me ardeu bastante, acho que fez um estrago! Mas estou mais do que feliz! Não vou querer saber de outra coisa, adorei isso e… chupar um pau e dar… nossa…
Puxei ele para mim e nos beijamos. Ficamos de pau duro de novo. Passei o dedo pelo cuzinho e ele riu. Eu percebi que não ia rolar penetração, pelo menos naquela hora. Deitei-me por cima dele e comecei a me esfregar. Ele me abraçou e sentimos nossos paus em paralelo, roçando um no outro. Eu estava entre as pernas dele, em movimentos como se estivesse penetrando e ele apertava minhas costas, mordia meu pescoço e falava coisas sacanas. Gozamos de novo, só na sarração.
Foi o meu primeiro cara. Foi a nossa primeira e única vez, nunca mais o vi.
Agora tenho quarenta e cinco anos e estou em busca do meu milésimo passivo.
Exatamente isso!
(CONTINUA)
